Instituto Claudiane Tavares

Instituto Claudiane Tavares Mentora sistêmica
Terapeuta Sexual
Consteladora
Psicanalista
Escritora.

Constelações Sistêmicas
Coaching Sistêmico
Orientação Profissional
Cursos de Formação em Constelações Sistemicas

Atendimento em Uberlândia MG

29/03/2026

Amanhã, dia 30, no nosso Grupo de Estudos e Práticas Terapêuticas Sistêmicas, nós vamos aprofundar um tema essencial:

a permissão para prosperar.

Porque a escassez nem sempre está apenas no dinheiro.
Muitas vezes, ela está na identidade.
Na forma como a pessoa se acostumou a viver, a desejar, a receber, a se limitar… e até a se sabotar.

E talvez uma das perguntas mais profundas seja:

quem você se torna quando já não precisa mais se organizar a partir da falta?

Porque prosperar não é apenas ganhar mais.
É também sustentar uma nova identidade, uma nova consciência e uma nova forma de existir.

Amanhã, vamos olhar para isso de forma profunda, terapêutica e sistêmica.

Participação presencial em Jurerê Internacional
Avenida dos Salmões, 554, apartamento 405

Ou online pelo Zoom

Investimento:
Encontro avulso: R$ 60,00
4 encontros (todas as segundas-feiras): R$ 210,00

Tenho vagas para constelar.

Se você quiser participar, é só me chamar pelo link da bio, agendar sua sessão, que eu te encaminho todas as informações e também o link do Zoom.

Talvez a vida que você deseja comece na permissão que você ainda não se deu.

TerapiaSistêmica GrupoTerapêutico JurerêInternacional ConstelaçãoFamiliar ExpansãoDaConsciência

29/03/2026

Cuidado com quem você vira
quando acha que não precisa mais.
Quando a necessidade acaba… o caráter começa.

Segunda-feira, dia 30, Grupo de Estudos e Práticas Sistêmicas pelo zoom .
Tema: escassez.

Se isso aparece na sua vida,
vale olhar com mais profundidade.

Link na bio para falar com minha equipe.

Lembranças, Eternidade, Estão Todos Bem e Lolo and Kid são filmes que falam de amor, ausência, memória e dos afetos que ...
28/03/2026

Lembranças, Eternidade, Estão Todos Bem e Lolo and Kid são filmes que falam de amor, ausência, memória e dos afetos que continuam existindo dentro da gente. 🎬

Cada um toca em lugares muito profundos, de um jeito diferente.

Quero saber: qual deles mais te marcou?
Ou qual outro filme te deixou essa sensação?
Comenta aqui. 🤍

Nem toda perda termina quando acaba.A perda não leva só pessoas.Às vezes, leva versões inteiras de nós.Ao longo da minha...
25/03/2026

Nem toda perda termina quando acaba.

A perda não leva só pessoas.
Às vezes, leva versões inteiras de nós.

Ao longo da minha pesquisa sobre perda e recomeço, uma pergunta tem me atravessado profundamente:

quem somos quando aquilo que amamos se vai?

Recentemente, estive em dois lugares profundamente marcados pela dor e pela memória humana.

Um deles foi Culloden, na Escócia, cenário de uma batalha que devastou vidas, famílias, clãs e parte da identidade de um povo.

O outro foi Auschwitz, na Polônia, o maior campo de concentração nazista da história, símbolo de uma das maiores tragédias humanas já vividas.

Estive nesses lugares não apenas como visitante, mas também como pesquisadora do inconsciente coletivo e da memória cultural da dor.

E isso me fez refletir sobre algo muito profundo:

o que não é elaborado na perda não desaparece.
Continua reverberando dentro de nós, no espaço, no tempo e na memória coletiva.

Há dores que não terminam quando o acontecimento acaba.
Elas deixam marcas nas pessoas, nos territórios, na cultura e na história emocional de um povo.

Porque o luto não fala apenas sobre ausência.
Ele também fala sobre identidade, travessia e reconstrução.

E talvez a pergunta mais profunda não seja apenas:
“o que eu perdi?”

Mas também:
“o que em mim ainda quer viver?”

✨ Em breve, vou compartilhar mais sobre essa pesquisa e sobre tudo o que ela tem despertado em mim.

Relatos e reflexões dessa travessia fazem parte do meu novo livro:
Quando o destino pede coragem

Me conta nos comentários:
qual perda mais transformou quem você é hoje?

Claudiane Tavares - Doutoranda em traumas familiares e transgeracionais

A maternidade começa muito antes do parto. ✨Ela começa na sua história, na sua mãe e no lugar que você ocupa dentro da s...
24/03/2026

A maternidade começa muito antes do parto. ✨
Ela começa na sua história, na sua mãe e no lugar que você ocupa dentro da sua família.

Essa mentoria é para você que deseja engravidar,
para você que já está gestante
ou vivendo o pós-parto. 🤍

Serão 8 encontros, todas as quartas-feiras, online,
das 19h30 às 21h,
onde vamos trabalhar, com profundidade, dentro da psicanálise, da visão sistêmica e da constelação familiar, temas como:

vínculo mãe e bebê,
medos da gestação,
parto e pós-parto,
lutos e abortos,
a sua história como filha
e a construção da sua rede de apoio. 🌿

Essa mentoria é por aplicação.
Você pode se inscrever até o dia 5 de abril
e depois passa por uma entrevista de alinhamento.

Se você sentiu que esse convite é para você…
não ignore. ✨

Link na bio para se aplicar .

A maternidade começa muito antes do parto.Ela começa na sua história, na sua mãe e no lugar que você ocupa dentro da sua...
24/03/2026

A maternidade começa muito antes do parto.
Ela começa na sua história, na sua mãe e no lugar que você ocupa dentro da sua família.

Essa mentoria é para você que deseja engravidar,
para você que já está gestante
ou vivendo o pós-parto.

Serão 8 encontros, todas as quartas-feiras,
onde vamos trabalhar, com profundidade, dentro da psicanálise, da visão sistêmica e da constelação familiar, temas como:

vínculo mãe e bebê,
medos da gestação,
parto, pós-parto,
lutos, abortos,
a sua história como filha
e a construção da sua rede de apoio.

Essa mentoria é por aplicação.
Você pode se inscrever até o dia 5 de abril
e depois passa por uma entrevista de alinhamento.

Se você sentiu que esse convite é para você…
não ignora.

Link na bio.

Mantenha seus olhos fechados.  Respire.  Permaneça.Traga à sua frente quem precisa partir.  Olhe nos olhos.  Não desvie....
23/03/2026

Mantenha seus olhos fechados.
Respire.
Permaneça.

Traga à sua frente quem precisa partir.
Olhe nos olhos.
Não desvie.

E diga:

Eu vejo você.
E vejo o que houve entre nós.

Você foi quem pôde ser.
E eu fui quem consegui ser.

Foi real.
E teve o seu lugar.

Agora eu assumo a minha parte.
E deixo com você o que é seu.

Eu encerro o que não se cumpriu.
E não insisto mais.

Eu solto você do meu campo.
E me recoloco no meu lugar.

Eu te devolvo ao seu destino.
E escolho não interferir mais.

O que nos uniu, eu honro.
O que nos prendeu, eu libero.

E o amor… eu deixo livre.

Hoje eu fecho este ciclo.

E sigo.

Inteira.

💔💔Amores que precisam partir deixam marcas profundas — e a psicoterapia pode te ajudar a elaborar, compreender e seguir com mais leveza e consciência.

Se permita ser cuidada.

O link está na bio.

Cheguei numa fase da vida em que dói quando algo vira passado rápido demais…A infância dos meus filhos, que parecia infi...
22/03/2026

Cheguei numa fase da vida em que dói quando algo vira passado rápido demais…

A infância dos meus filhos, que parecia infinita… e de repente já não cabe mais no colo.
O carinho do meu pai, tão cheio de presença, tão cheio de amor…
A emoção única de segurar meus netos pela primeira vez, como se o tempo parasse — mas não parou.
As jornadas pelo mundo… que um dia foram planos, depois viraram histórias… e hoje já são saudade.

Tudo passa.
Tudo escorre pelos dedos, mesmo quando a gente tenta segurar.

Por muito tempo eu achei que era o tempo que estava me devorando…
mas talvez tenha sido eu que finalmente entendi:
brigando com ele ou não… ele vai passar.

E então algo em mim mudou.

Porque o propósito da vida não pode ser só trabalhar, correr, dar conta…
o propósito precisa ser ter coragem de viver.

Coragem de sentir, de estar presente, de amar sem medida,
de se permitir viver momentos que um dia vão virar memória —
mas que, enquanto existem, são inteiros.

Hoje eu não quero mais só “dar conta da vida”.
Eu quero viver a vida.

Porque no dia em que eu também virar saudade…
que não digam apenas que eu fui forte, ou responsável.

Que digam, com brilho nos olhos:
“Ah… essa soube viver.” ✨

Claudiane Rodrigues - Doutoranda em psicanálise e escritora

Como pesquisadora, minha atenção sempre esteve voltada à observação do fenômeno — à forma como o campo se manifesta em c...
20/03/2026

Como pesquisadora, minha atenção sempre esteve voltada à observação do fenômeno — à forma como o campo se manifesta em cada lugar por onde conduzo constelações ao redor do mundo.

Mas me conta…

Você já parou para perceber como certos lugares te atravessam de forma diferente?

Não parto de pressupostos.
Eu observo.

E o que se revela, na prática, é que o campo morfogenético responde ao território, à história e às memórias que aquele espaço sustenta.

Em Termópilas, marcado pela Batalha das Termópilas, a manifestação se apresentou densa, estruturada, atravessada por lealdade, confronto e destino.

Já em Auschwitz, a experiência ultrapassou o nível fenomenológico.
O que se evidenciou ali foi transfenomênico — uma dimensão que não apenas se mostra, mas atravessa.

E talvez agora você consiga sentir isso com mais clareza…

O campo não é neutro.
Nem isolado.

Ele responde.
Se organiza.
E revela com precisão — quando há condução.

Agora me diz:
qual lugar já te marcou de um jeito que você não consegue explicar?

Como pesquisadora, minha atenção sempre esteve voltada à observação do fenômeno — à forma como o campo se manifesta em c...
20/03/2026

Como pesquisadora, minha atenção sempre esteve voltada à observação do fenômeno — à forma como o campo se manifesta em cada lugar por onde conduzo constelações ao redor do mundo.

Não parto de pressupostos.
Eu observo.

E o que se revela é que o campo morfogenético responde ao território, à história e às memórias que aquele espaço sustenta.

Em Termópilas, marcado pela Batalha das Termópilas, a manifestação se apresentou densa, estruturada, atravessada por lealdade, confronto e destino.

Já em Auschwitz, a experiência ultrapassou o nível fenomenológico.
O que se evidenciou ali foi transfenomênico — uma dimensão que não apenas se mostra, mas atravessa.

Essas vivências consolidam, na prática, aquilo que sustento:
o campo não é neutro, nem isolado.

Ele responde.
Se organiza.
E revela com precisão, quando há condução.

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