01/02/2026
Por anos, eu vivi em um lugar estreito. Uma relação onde os papéis já estavam distribuídos: ele era o ajuizado, o responsável, o dono da razão. E eu? Eu era a “sem juízo”.
Na psicanálise, ao estudar o conluio psíquico, compreendi essas dinâmicas em que o outro te coloca em lugares difíceis apenas para sustentar o próprio papel de grande, de herói. Ele precisava da minha suposta “falta de juízo” para se sentir superior.
Muitas mulheres acreditam que são a definição de seus parceiros. Não são.
Sair desse lugar exige mais do que coragem. Exige uma dose de loucura santa: escutar a minha criança divina, aquela parte que ainda sonha, intui e lembra quem eu sou antes de todas as distorções e rótulos que me impuseram.
Eu sempre soube onde queria chegar. E quem eu queria ser.
Se um homem precisa te diminuir ou te invalidar para se afirmar, essa relação não é saudável. É uma prisão disfarçada de cuidado.
O amor não te reduz para te controlar. O amor te liberta para você crescer.
Você não precisa mais aceitar um lugar que te apequena. A psicoterapia é o caminho para o seu crescimento.
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