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16/12/2025

O machismo, a misoginia e sua relação com o patriarcado.

Uma deusa, uma louca, uma feiticeira… mas você mesma?
15/12/2025

Uma deusa, uma louca, uma feiticeira… mas você mesma?

Lembra da “boa menina”? Aquela que era elogiada por ser quieta, prestativa e sempre ceder? A culpa que você sente hoje, ...
13/12/2025

Lembra da “boa menina”? Aquela que era elogiada por ser quieta, prestativa e sempre ceder? A culpa que você sente hoje, na vida adulta, é o eco dessa criação.

Aprendemos que para sermos amadas, precisamos agradar a todos, o tempo todo. E quando falhamos nessa missão impossível, a culpa aparece.

Desaprender é um processo doloroso, mas necessário. Você não precisa pedir desculpas por existir, por ocupar seu espaço ou por dizer “não”. A sua única obrigação é ser fiel a si mesma.

💬 Você também sente que carrega culpas que não deveriam ser suas?

👇 Envie este post para uma mulher que precisa lembrar disso hoje.

Do amanhecer em Dublin hoje 😍 sem filtro. “Não penses que o jardim perde o êxtase no inverno:em silêncio, as raízes trab...
11/12/2025

Do amanhecer em Dublin hoje 😍 sem filtro.

“Não penses que o jardim perde o êxtase no inverno:
em silêncio, as raízes trabalham em festa lá embaixo.” (Rumi)

07/12/2025

Notas para uma vida radical

Um manifesto-poema da atriz Tilda Swinton.

Um dia pleno a todos!

Créditos: canal “NOWNESS e AnOther Magazine” no yt.

06/12/2025

Passado ou presente? 🥹








04/12/2025

Há uma forte hipocrisia no discurso pela igualdade que ignora a cultura de violência contra a mulher. Trecho de fala da ministra Cármen Lúcia, do STF, em seminário “Mais Mulheres na Política”, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

04/12/2025

O que você acha?







03/12/2025

Você já viveu isso em algum relacionamento? Eu já vi uma centena de vezes! Se afastar é sempre o melhor remédio. O que você acha?








02/12/2025

Por que até mulheres reproduzem misoginia?

Essa parte dói, mas precisa ser dita…
Se a mulher é culturalmente construída como ‘o lugar do mal’, o sistema ensina outras mulheres a desconfiar dela.
É identif**ação com o agressor.
É psíquico, não moral.

É por isso que muitas mulheres minimizam sinais de abuso ou protegem parceiros narcisistas: elas aprendem a culpar a si mesmas






01/12/2025

O debate sobre pornografia costuma escorregar para dois extremos: demonização moral ou defesa ingênua de liberdade. A psicanálise se interessa por outra coisa. Não o objeto em si, mas o que ele faz com o desejo.

O ponto levantado pelo é clínico. A pornografia, consumida de forma massiva e precoce, não amplia a vida erótica, ela a empobrece. Não por um juízo moral, e sim pelo efeito psíquico: quando a fantasia passa a ser terceirizada por imagens prontas, o sujeito deixa de produzir a própria trama desejante. Ele se desconecta da imaginação, do corpo, da presença.

No consultório, isso aparece na dificuldade de sustentar intimidade real. Muitos descrevem que “não sentem nada” diante do parceiro. A excitação requer hiperestimulação visual, sempre repetida, sempre igual. É um desejo que não nasce do encontro, mas do automatismo.

E isso é fundamental: o desejo, para existir, precisa de intervalo, de mistério, de um não saber. A pornografia entrega respostas demais, rápido demais, num ritmo que a vida não acompanha.

O efeito é paradoxal. Quanto mais acesso, menos experiência. Quanto mais estímulo, menos corpo. O sujeito f**a saturado de imagens e pobre de sensações. A sexualidade vira performance, não encontro.

Esse é o alerta. Não sobre proibição, e sim sobre perda. O excesso de imagem sequestra a possibilidade de descobrir como você deseja, o que te move, o que te convoca no outro. A fantasia vira produto de consumo, não criação singular.

Talvez a pergunta não seja “pornografia é certa ou errada”, mas “que tipo de relação com o desejo ela constrói em mim?”. E, mais difícil ainda: “o que estou tentando evitar quando dependo dela?”.

A análise entra aí. Não para ditar conduta, mas para devolver ao sujeito o direito de construir a própria vida erótica, longe do empobrecimento imaginário que a indústria produz e do silêncio que a vergonha mantém.

Vídeo “CHAY SUEDE | CONVERSA VAI, CONVERSA VEM | Por Maria Fortuna”

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