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Boa sexta, gente ✨✨
13/02/2026

Boa sexta, gente ✨✨

09/02/2026

ser completo sozinho é caminhar sem a promessa de ser acabado por outro ❤️

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📺: ‘Deixe-me Viver’ tá disponível para aluguel no Google Play

06/02/2026

As mulheres foram ensinadas a cuidar, a acolher, a silenciar o desconforto e a manter tudo funcionando, mesmo quando internamente algo já não está bem. Muitas aprenderam a negar a própria raiva, a engolir o próprio limite e a se adaptarem a expectativas que nunca foram suas. O corpo, que não mente, acaba assumindo o papel de porta-voz.
Na perspectiva psicológica, a autoimunidade pode simbolizar uma dor voltada para si, uma espécie de batalha silenciosa entre o que a pessoa sente e o que ela acredita que precisa ser. Não se trata de culpa, e sim de consciência: reconhecer que emocionar-se tem impacto, que viver para além da exaustão tem custo, que o autocuidado não é luxo, mas sobrevivência.
Quando Maté aponta esse cenário, ele nos convoca a um movimento: ajudar as mulheres a existirem sem se anular, a dizerem “não” sem culpa, a entenderem que cuidar de si é um ato profundamente terapêutico. O adoecimento não é fraqueza, é um pedido de mudança. E quando esse pedido é ouvido, algo dentro finalmente encontra espaço para respirar.

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05/02/2026

Recado importante! Angélica compartilhou nesta terça-feira (3) um vídeo no qual alertou sobre os casos de feminicídios no Brasil. “Dados recentes mostram que o país registra, em média, 4 mulheres assassinadas por dia, quase uma a cada 6 horas, vítimas de parceiros, ex-parceiros e da violência de gênero que atravessa o país de ponta a ponta”, escreveu.

A apresentadora ainda fez um pedido ao público. “É uma realidade que exige urgência. Não dá mais para normalizar manchetes, silenciar denúncias ou tratar essas mortes como tragédias isoladas. Feminicídio é o fim de um ciclo de controle, abuso e medo e um ciclo que precisa ser rompido muito antes de chegar ao extremo. Que essa semana sirva de alerta. É hora de transformar indignação em atitude: denunciar, apoiar, proteger e cobrar das instituições o que elas devem entregar. Nenhuma mulher deveria ser lembrada por um número. Nenhuma”, finalizou. (📹: ) Via

04/02/2026

Leandro Karnal - Sobre preconceito contra as mulheres.

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Como vai a terça-feira por aí? Passando pra deixar ela mais leve ✨🤎 Art
03/02/2026

Como vai a terça-feira por aí? Passando pra deixar ela mais leve ✨🤎

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03/02/2026

A talentosíssima Glória Pires fala, no , sobre como lidava com insegurança e os desafios da exposição no início da carreira.


02/02/2026

A linguagem é uma danada! 😅

E essa frase, pra mim, carrega tanto o sentido do desafio de decifrar e traduzir o que se passa na nossa mente, no nosso mundo interno, quanto ao sentido de escolher palavras que possam traduzir o sentido que queríamos da forma mais fiel para a outra pessoa.

Como nosso conhecimento em relação ao outro é extremamente limitado (imagina, se sobre nós mesmos já é um tanto limitado), a comunicação interpessoal é fadada ao conflito, ao caos, ao desentendimento.

Cabe, então, o esforço contínuo de desenvolver essa tal linguagem, sabendo de sua limitação, que, por final, ilustra muito bem nesse café filosófico.

A crítica que ela faz sobre racionalidade não tem a ver com a gente parar de usar nossa capacidade (tão cara) de pensar. A racionalidade de que ela fala diz respeito àquela que tenta encaixar o mundo em categorias fixas e verdades absolutas.

Como Viviane diz no vídeo, essa racionalidade aparece na nossa linguagem toda hora porque tem a ver com a nossa forma de pensar. Quando apontamos somente nossa perspectiva como uma verdade (“Eu sei o que você quis dizer”), quando reduzimos alguém a rótulos (“Você é muito sensível”), quando acionamos nosso controle de maneira inconsciente (“Você tem que...”, “Você deveria...”, “Esse jeito não funciona”), e por aí vai…

Quando escuto ela falando pra pararmos de nos diagnosticar dizendo que a vida não é uma doença, escuto como um convite pra explorarmos além daquela que nos enquadra, aquilo que diz que somos só uma coisa ou outra. Entendo que diagnósticos são importantes e podem ser super úteis e importantes caso nossa relação com eles venha a partir de um olhar de ampliar.

Por exemplo, quando digo “é porque eu sou ansioso” para justificar toda e qualquer reação, acabo me fechando dentro de uma única explicação, como se não houvesse movimento, história, contexto ou possibilidade de transformação, ou quando alguém afirma “eu sou ruim de comunicação” e para por aí, como se isso fosse uma sentença definitiva e não uma habilidade em construção que pode ser praticada e melhorada.

02/02/2026

Na perspectiva psicanalítica, o rosto é mais do que uma superfície a ser moldada. Ele é um território simbólico onde a história do sujeito se inscreve. Cada ruga, cada marca de expressão, cada assimetria conta algo sobre o tempo vivido, sobre afetos experimentados, sobre dores e alegrias que encontraram ali uma forma de aparecer.
Quando os procedimentos estéticos deixam de ser um cuidado e passam a ser uma tentativa incessante de correção, podemos nos perguntar: o que exatamente está sendo tratado? Nem sempre é a pele. Muitas vezes é a angústia diante do espelho, o incômodo de não corresponder a um ideal impossível, a dificuldade de sustentar a própria imagem diante do olhar do outro.
O exagero revela uma luta contra a falta. Como se, ao apagar sinais do tempo ou padronizar traços, fosse possível eliminar inseguranças, silenciar críticas internas ou finalmente alcançar uma sensação de completude. Mas o inconsciente não se deixa preencher por ácido hialurônico. O vazio que é psíquico não se resolve com bisturi.
Há, nesse movimento, a busca por um rosto idealizado, quase sem marcas, que muitas vezes acaba por apagar justamente aquilo que nos torna únicos. Paradoxalmente, na tentativa de ser mais aceito, o sujeito pode se afastar de si mesmo. O rosto deixa de ser expressão e vira máscara.
A psicanálise nos convida a escutar o desejo por trás da intervenção. Não se trata de demonizar os procedimentos estéticos, mas de perguntar: para quem estou mudando? O que espero encontrar quando me olho no espelho depois? Que dor tento anestesiar quando retiro mais um traço da minha face?
Quando o cuidado com a aparência nasce de um gesto de carinho consigo mesmo, ele pode ser saudável. Mas quando surge como exigência cruel de perfeição, torna-se sintoma. O problema não está na agulha, mas na voz interna que sussurra que nunca é suficiente.
Aceitar o próprio rosto é, em alguma medida, aceitar a própria história. E talvez o verdadeiro rejuvenescimento não esteja em apagar marcas, mas em fazer as pazes com elas.

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A “inutilidade masculina” não é falta de habilidade.É uma performance socialmente ensinada, incentivada e recompensad...
30/01/2026

A “inutilidade masculina” não é falta de habilidade.
É uma performance socialmente ensinada, incentivada e recompensada dentro de uma estrutura patriarcal que sempre colocou o trabalho do cuidado nas mãos das mulheres.
Quando um homem diz que “não sabe” cozinhar, limpar, planejar, organizar ou participar da vida emocional da casa, isso não descreve uma incapacidade, descreve um lugar social.
Um lugar que o isenta de aprender, de se responsabilizar e de dividir a carga de trabalho que mantém a vida acontecendo.
Questionar essa lógica não é sobre “culpar homens individualmente”.
É sobre mostrar como uma estrutura autoriza, protege e normaliza a desresponsabilização masculina, enquanto exige das mulheres disponibilidade

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