Aldina Costa

Aldina Costa Acompanho profissionais e empreendedores
em momentos de decisão e liderança,
promovendo clareza e coerência
na vida e no trabalho.

A segunda metade começoucom uma viagem.E com um convite.Aceitei ir fazer algoque me desenvolvesse no empreendedorismo.Nã...
13/03/2026

A segunda metade começou
com uma viagem.
E com um convite.

Aceitei ir fazer algo
que me desenvolvesse no empreendedorismo.
Não para mudar de quem era,
mas para integrar mais uma camada.

Retomei um dos inícios
da minha vida profissional:
a elaboração de planos de negócio.
Para empresas a nascer
ou a repensar o seu rumo.

Juntei a isso
o acompanhamento,
a motivação
e o desenvolvimento de competências pessoais.

Diferente do início.
Mais consciente.
Mais inteiro.

Mais uma vez,
o meu progresso não veio
de fora para dentro.

Veio do aprofundamento contínuo
do meu desenvolvimento pessoal
e do meu autoentendimento.

Foi isso que manteve o eixo
enquanto tudo à volta mudava.





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A primeira metade desta décadafoi entusiasmante.Alinhada.Recompensadora.Havia sentido no que faziae reconhecimento no ca...
10/03/2026

A primeira metade desta década
foi entusiasmante.
Alinhada.
Recompensadora.

Havia sentido no que fazia
e reconhecimento no caminho.

Mas, quase sem dar conta,
afastei-me do que sempre foi
a minha âncora:
o lugar da ajuda aos outros.

Entrei de novo em derrapagem.
Não visível.
Mas sentida.

O questionamento regressou.
E, com ele, a consciência
de que algo tinha deixado de encaixar.

A saída dessa empresa
não foi rutura súbita.
Foi consequência.

Mais uma vez,
o desenvolvimento pessoal
e o autoentendimento
foram o que me permitiu ler os sinais
antes de me perder por completo.





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Voltar trouxe uma ilusão comum:a de que se pode recomeçarcomo se o tempo não tivesse passado.Mas o tempo tinha passado.E...
06/03/2026

Voltar trouxe uma ilusão comum:
a de que se pode recomeçar
como se o tempo não tivesse passado.

Mas o tempo tinha passado.
E com ele, bagagem.

O contexto nem sempre falava
a linguagem que eu trazia —
bem-estar, consciência, alinhamento.
Nem tudo tinha ainda nome ou lugar.

Mas havia trabalho a fazer.

Integrei uma empresa de EAP.
Assumi responsabilidades.
Participei ativamente
na construção do projeto em Portugal.

Não foi começar do zero.
Foi traduzir experiência.
Adaptar visão.
Criar pontes entre mundos diferentes.

Percebi então que recomeçar
não é apagar o caminho.
É encontrar o lugar certo
para tudo o que já somos.





Recentemente li o último livro de António Damásio, A Inteligência Natural.Apesar de ser uma obra bastante técnica, deixo...
04/03/2026

Recentemente li o último livro de António Damásio, A Inteligência Natural.

Apesar de ser uma obra bastante técnica, deixou-me uma reflexão que acabou por dar origem a um novo artigo.

Uma passagem ficou particularmente presente:

“O termo consciência não deve ser usado como sinónimo de vida, mente, força espiritual ou correlação cósmica… precisa apenas de uma humilde definição: permitir que cada um de nós tenha uma só mente dentro do mesmo corpo singular.”

Esta ideia fez-me olhar novamente para o modelo da Flor de Bem-Estar em Liderança, sobretudo na forma como integra sentir, consciência e regulação.

Escrevi uma breve reflexão sobre isso.

🔗 O artigo pode ser lido aqui:

Neste artigo reflito sobre uma ideia central de António Damásio: a consciência nasce da capacidade de sentir. A partir da leitura de A Inteligência Natural, exploro como sentimentos, regulação e homeostase ajudam a compreender a liderança de forma mais integrada. Uma reflexão que liga neuroc...

Toronto foi excelente.Deu-me mundo, distância e perspetiva.Mas o questionamento não parou.Nem pessoal.Nem profissional.F...
03/03/2026

Toronto foi excelente.
Deu-me mundo, distância e perspetiva.
Mas o questionamento não parou.
Nem pessoal.
Nem profissional.
Foi aí que comecei a olhar
não só para o que fazia,
mas para como as pessoas vivem,
decidem
e se perdem de si próprias.
A descoberta do coaching
não foi uma viragem súbita.
Foi um processo.
De conhecer-me.
De reconhecer-me.
E, inevitavelmente, reinventar-me.
Originou mais clareza:
o meu trabalho não era fazer mais,
era ajudar a alinhar.
Voltar para Portugal
não foi recuar.
Foi escolher um lugar
onde esse trabalho pudesse ganhar raiz.
Hoje, tudo faz mais sentido.
Não porque tenha sido simples,
mas porque o caminho
passou a ser coerente comigo.






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O recomeço,e a vivência do mesmo,trouxeram uma necessidade clara:abrir horizontes.Novas experiências,apesar das inúmeras...
27/02/2026

O recomeço,
e a vivência do mesmo,
trouxeram uma necessidade clara:
abrir horizontes.

Novas experiências,
apesar das inúmeras viagens.

Não porque o que tinha vivido
não tivesse valor.
Mas porque já não chegava.

Precisava de mais mundo.
De outras referências.
De distância suficiente
para voltar a ver com clareza.

Queria mudança de rumo.







Foi uma escolha exigente.
Foi desafiante viver noutro continente,
noutras cidades.

Mas foi excelente.

Depois da rutura,nada foi imediato.Foi mesmo lento.Houve silêncio.E houve a necessidadede voltar a escolher.Sem pressa.N...
24/02/2026

Depois da rutura,
nada foi imediato.
Foi mesmo lento.

Houve silêncio.
E houve a necessidade
de voltar a escolher.

Sem pressa.
Novo trabalho.
Nova cidade.

Reconstruí-me
com o que tinha.





A rutura não foi apenaso fim de uma relação.Foi o fim de um projeto de vida.De uma construção feita a dois.De uma ideia ...
20/02/2026

A rutura não foi apenas
o fim de uma relação.

Foi o fim de um projeto de vida.
De uma construção feita a dois.
De uma ideia de futuro.

Tudo o que parecia sólido
deixou de o ser.

Uma desilusão.

E, de repente,
fiquei no vazio,
no meio do que já não existia.





Construímos um negócio.Trabalhámos muito.Assumimos riscos.O dinheiro crescia.O projeto avançava.Por fora, tudo fazia sen...
17/02/2026

Construímos um negócio.
Trabalhámos muito.
Assumimos riscos.

O dinheiro crescia.
O projeto avançava.
Por fora, tudo fazia sentido.

Por dentro, comecei a perceber
que não era isso que me movia.

O dinheiro era consequência.
Não direção.

E essa diferença,
na altura, ainda não sabia nomear.





Fazer bemnão significava sentir segurança.Durante muito tempo fui competenteenquanto duvidava em silêncio.Criava. Arrisc...
13/02/2026

Fazer bem
não significava sentir segurança.

Durante muito tempo fui competente
enquanto duvidava em silêncio.

Criava. Arriscava.
Cumpria. Entregava. Respondia.

Por dentro, perguntava-me
se era suficiente.

Só mais tarde percebi:
competência sustenta.
Confiança constrói-se.





Foi uma história arrebatadora.Foi uma combinação de talentos.Alguém com quem fazia sentidopensar a vida,o trabalho,e o f...
10/02/2026

Foi uma história arrebatadora.
Foi uma combinação de talentos.

Alguém com quem fazia sentido
pensar a vida,
o trabalho,
e o futuro.

Mudei de cidade.

Começámos a construir.
Vida e projeto.
Lado a lado.





Trabalhar não foi um plano.Era uma necessidade.Havia contas, autonomia a construire a certeza de que dependernão era cam...
06/02/2026

Trabalhar não foi um plano.
Era uma necessidade.

Havia contas, autonomia a construir
e a certeza de que depender
não era caminho para mim.

Trabalhei para ganhar chão.
Para poder escolher depois.

O dinheiro não era ambição.
Era segurança.
Era base.





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