Inês Vinagre Psicóloga

Inês Vinagre Psicóloga Psicóloga
Psicologia | Psicoterapia | Formação
Ordem dos Psicólogos Cédula 8503
Especialista e

Psicóloga Membro Efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses Cédula 8503

Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde
Especialista em Psicologia da Educação

Licenciada pela Universidade de Coimbra
Mestre pela Universidade do Porto
Pós-graduada em Psicoterapias Cognitivo Comportamentais
Formação Avançada em Terapia de Aceitação e Compromisso

24/10/2025
10/10/2025

Na Physioclem acreditamos que parentalidade é muito mais do que criar filhos: é também cuidar do corpo, da mente e das relações que constroem famílias saudáveis e felizes.

👉 Este sábado, dia 11 de outubro, entre as 10 e as 12 horas, junte-se a nós no 2.º Fórum de Parentalidade, na Biblioteca Municipal de Alcobaça.

🎙️ Com duas das nossas especialistas: ✨ Inês Pereira – “Como a Osteopatia pode ajudar o seu bebé” ✨ Vânia Tereso – “Ciclos de uma mulher – Conhece a tua Pélvis”

📌 Organização: ULS Região de Leiria – UCC Alcobaça/Nazaré, com a equipa das enfermeiras obstetras Andreia Henriques e Dora Leonardo.

Um espaço de partilha, conhecimento e de empoderamento para mães, pais e futuros pais. Porque cuidar começa em nós.

Ao longo do processo psicoterapêutico, é natural que surjam momentos em que se instala a sensação de estagnação. O progr...
05/08/2025

Ao longo do processo psicoterapêutico, é natural que surjam momentos em que se instala a sensação de estagnação. O progresso que inicialmente parecia vibrante de entusiamo inicial ou anteriormente parecia evidente torna-se menos claro, e pode emergir a dúvida sobre se a terapia continua a ser útil ou eficaz. Importa sublinhar que esta sensação não representa, necessariamente, um retrocesso ou um fracasso. Pelo contrário, pode sinalizar a necessidade de uma pausa reflexiva, de reajuste e de reavaliação do percurso trilhado até ao momento.

O mês de agosto, com o seu ritmo mais lento e o convite ao descanso, potencia precisamente este tipo de reflexão. Trata-se, para muitas pessoas, de um período de balanço e de questionamento interno: “Onde estou? Como me sinto com o caminho que tenho feito? Ainda faz sentido continuar da mesma forma?” É também nesta altura que pode emergir com maior nitidez a vontade de repensar o processo terapêutico.

Na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), não se procura uma “cura” no sentido tradicional do termo. O objectivo principal não é eliminar o sofrimento, mas desenvolver flexibilidade psicológica — ou seja, a capacidade de viver de forma significativa, mesmo na presença de dificuldades ou desafios.

Este trabalho de flexibilização apoia-se em três pilares fundamentais:

Aceitação – a disposição para acolher experiências internas desconfortáveis, em vez de lutar contra elas;
Presença – a atenção intencional ao momento presente, com abertura e curiosidade;
Compromisso com os valores pessoais – a capacidade de agir em coerência com o que é verdadeiramente importante, apesar dos desafios.

Quando surge a ideia de que “já não se está a evoluir”, pode ser o momento ideal para:
Rever os objectivos terapêuticos iniciais: continuam a fazer sentido? Alinham-se com os valores actuais da minha vida? Já comuniquei esta mudança nas minhas sessões?
Reflectir sobre o grau de flexibilidade psicológica já desenvolvido e o que poderá ainda ser fortalecido.
Explorar, de forma partilhada e transparente, a possibilidade de uma pausa — não como um fim de algo que na verdade nunca termina, mas como uma transição para um novo capítulo com maior autonomia.
É importante compreender que o processo psicoterapêutico não se desenrola de forma linear. Tendo sempre como direção o desenvolvimento pessoal, pode passar por diferentes fases: momentos de intervenção mais intensa (por exemplo, em situações de crise) e períodos de acompanhamento mais espaçado, que podem ser semanas, meses ou até anos! Este acompanhamento contínuo, mesmo que com menor frequência, pode ser essencial como espaço de reflexão guiada, de sustentação de mudanças e de aprofundamento do trabalho interno — não estando limitado a momentos de sofrimento agudo, em que a intervenção pode até ser, por vezes, mais difícil ou menos eficaz.

Também é possível, em determinados momentos, combinar uma pausa no acompanhamento com a possibilidade de retoma futura, sempre que necessário. Esta flexibilidade permite respeitar o ritmo e as necessidades de cada um, promovendo um maior sentido de responsabilidade e autonomia sobre o seu próprio processo.

Por vezes, essa transição pode incluir igualmente o desejo de procurar outra abordagem, ou até outro profissional. Esta escolha, longe de representar uma ruptura, pode ser vista como uma continuação natural do caminho de autoconhecimento. A relação terapêutica é, sem dúvida, um elemento central da psicoterapia — mas as maiores transformações tendem a acontecer quando há clareza sobre os objectivos terapêuticos e se comunica, de forma aberta, o tipo de mudança que se pretende alcançar. Estas reflexões fazem parte do processo e podem ser discutidas em conjunto, com total abertura e respeito.

Em suma, se sente que o seu processo terapêutico entrou numa nova fase — de pausa, de dúvida, de consolidação ou de redefinição — convido a levar esse tema para a consulta. Muitas vezes, é justamente nos momentos de aparente estagnação que se abre espaço para uma mudança mais profunda.

Psicologia | Psicoterapia | Parentalidade

01/08/2025
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28/07/2025

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"Trocar a política por miúdos"

Hoje foi a vez do LIVRE Leiria que se fez representar por Inês Vinagre Psicóloga, Candidata à Assembleia de Freguesia da UF de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes, dado que o Livre não tem candidato à CMLeiria, fazendo parte de uma coligação encabeçada por outro partido.
Foi uma conversa muito esclarecedora até porque a Inês Vinagre, psicóloga de vocação, conseguiu captar de forma incrível a atenção da criançada, explicando a politica de uma forma muito diferente.
Obrigado e para a semana há mais.

Foram dias intensos... O título da formação não enganava... E ainda assim sinto que é sempre um recomeço, um regresso à ...
07/06/2025

Foram dias intensos... O título da formação não enganava... E ainda assim sinto que é sempre um recomeço, um regresso à humildade de sentir que temos muito mais para aprender e para caminhar!

09/02/2025

Em Portugal, 303 bibliotecas municipais fazem chegar livros às mãos de quem não os tem, nem os pode comprar. No livro «Biblioteca, uma segunda casa», Manuel Carvalho Coutinho relata, de forma vívida, a experiência e o dia-a-dia destes espaços «feitos para nós e que existem como extensões de nós», com os testemunhos de leitores, bibliotecários e outros funcionários. E há quem lhes chame de segundas casas. Disponível na livraria online da Fundação, com portes grátis para o continente e ilhas https://ffms.pt/pt-pt/livraria/biblioteca-uma-segunda-casa

10 anos da nossa Pomar - Saúde e Desenvolvimento 🎉🎂🥳🏡🌳💚
21/11/2024

10 anos da nossa Pomar - Saúde e Desenvolvimento 🎉🎂🥳🏡🌳💚

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