Anabela Roque - Hipnoterapeuta

Anabela Roque - Hipnoterapeuta A hipnoterapia é uma poderosa ferramenta para lidar com situações que afetam a nossa qualidade de vida, de forma eficaz e duradoura.

Terapias para:
Depressão;
Ansiedade:
Deixar de fumar;
Banda Gástrica Hipnótica;
Fobias e Medos;
Terapia de Vida Passadas. Tratamentos:
- ansiedade
- depressão
- fobias
- tabagismo

Regressão a Vidas Passadas

Banda gástrica hipnótica

Alinho, pois! 🥰Quantas vezes a pessoa que nos está a servir tem um ar agressivo e cansado… Não é contra nós, muitas veze...
08/02/2026

Alinho, pois! 🥰

Quantas vezes a pessoa que nos está a servir tem um ar agressivo e cansado…

Não é contra nós, muitas vezes ela não nos está a ver!…

Então digo algo como, “hoje o dia já foi longo”, e a pessoa pára, olha e sorri, dizendo que sim!

Mas depois continua a sorrir 😊

Após beber o meu café, olhei para a senhora que mo serviu e disse-lhe:
‘Este café soube-me tão bem. Você colocou magia aqui?’ e sorri para ela.

Não conhecia a senhora de lado nenhum mas ela sorriu de volta para mim e a seguir comentou suspirando:
‘Bem preciso de acreditar em magia neste momento da minha vida.’

Nós não sabemos a história da pessoa que nos tira o café, pois não?
Nem da pessoa que passa as nossas compras na caixa do supermercado.
Não sabemos a história da pessoa que se sentou ao nosso lado no autocarro ou no metro.
Nem a história do segurança do centro comercial, ou da médica que nos atendeu no hospital ou ainda da professora dos nossos filhos.
Não sabemos nada acerca das suas batalhas, das suas dores ou dos monstros internos que têm que enfrentar todos os dias.

Por vezes nem sabemos a história profunda de quem achamos que até conhecemos bem.

Mas sabemos que um sorriso afetuoso, um olhar presente de acolhimento, um simples ‘você ajudou o meu dia a ficar melhor!’ ou ‘este café está maravilhoso, obrigada!’ podem salvar a nossa espécie.

A compaixão tem uma força gigante na biologia humana. Faz-nos sentir conectados, acolhidos e úteis.
Precisamos começar freneticamente a distribuir compaixão.

Alinhas?
💪🏼

Numa conversa que acabámos de ter num dos nossos grupos de hipnoterapeutas! No sofrimento que muitos sentem em silêncio!...
01/02/2026

Numa conversa que acabámos de ter num dos nossos grupos de hipnoterapeutas!

No sofrimento que muitos sentem em silêncio! 🥺

E perante a pergunta da colega, a resposta saiu-me expontânea:

18/01/2026

Hoje escolhe-se.
Mesmo quando nenhuma escolha parece inteira há dias em que não escolhemos o ideal, escolhemos o possível e, ainda assim… escolhemos.

À luz da psicologia corporal, isso já é poder.
Porque o oposto de escolher é desistir de si.

Hoje vota-se num nome.
Mas há algo mais íntimo a acontecer: de onde escolho?

Escolho a partir do medo ou a partir da responsabilidade?
Escolho para me proteger ou para me comprometer?

Porque escolher não é não deixar que outros escolham
enquanto eu me retiro em silêncio.
É sustentar a tensão de decidir mesmo quando o cenário não é o melhor.

Votar, hoje, não é sobre convicção cega.
É sobre presença suficiente.
Porque um corpo que se ausenta entrega poder.
E um corpo que permanece, mesmo desconfortável, continua a participar no mundo.

Escolher não é garantir o melhor resultado, é recusar desaparecer.

E isso, num tempo caótico como o que vivemos,
já é um ato profundamente político.
💪🏼

O perigo da “Felicidade da Anita”. Eu comparo com aquele livro de auto-ajuda que deveria mudar o teu mundo!Aquilo faz to...
22/12/2025

O perigo da “Felicidade da Anita”.
Eu comparo com aquele livro de auto-ajuda que deveria mudar o teu mundo!
Aquilo faz todo o sentido, parece super fácil, então “eu devo ser mesmo má/mau, porque nem sequer tenho a capacidade para fazer aquilo, “uma coisa tão simples”!!! 😔
Pois a questão é mesmo essa, de “simples” não tem nada!
E é aqui que o apoio de um profissional faz toda a diferença! 😃

Quem tenta “ser sempre feliz” arrisca-se, muitas vezes, a sentir-se pior e a ciência já mostrou porquê.

A psicóloga Iris Mauss e colegas fizeram uma experiência curiosa, publicada na revista Emotion.

Primeiro, pediram a um grupo de participantes para ler um texto que exaltava a importância de ser feliz, quase como uma obrigação pessoal: “a felicidade é o objetivo máximo da vida, devemos esforçar-nos ao máximo por ser felizes”, etc.

Outro grupo leu um texto neutro, sem carga emocional. Depois, todos viram o mesmo vídeo claramente positivo (uma patinadora a ganhar uma medalha olímpica, num momento de alegria e conquista).

O resultado foi tudo menos intuitivo: as pessoas que tinham sido “empurradas” para valorizar ainda mais a felicidade sentiram-se menos felizes do que o grupo de controlo.

Relataram mais desilusão, mais frustração com o que estavam a sentir, como se as emoções reais não estivessem à altura do que “deviam” sentir.

Ou seja: quando a situação parece “perfeita” para estar radiante e tu não estás tão feliz como achas que devias… não ficas neutro, ficas pior. Não sofres apenas com aquilo que sentes, sofres também com aquilo que achas que devias estar a sentir. É aqui que a perseguição da felicidade começa a minar o próprio bem-estar.

Trabalhos mais recentes, como um estudo liderado por Franziska Zerwas e Iris Mauss, vão na mesma direção. Ao acompanhar centenas de pessoas, encontraram um padrão consistente: quem está constantemente preocupado em avaliar se está “feliz o suficiente” tende a relatar menos satisfação com a vida e mais sintomas depressivos.

Não porque tenha menos razões objetivas para estar bem, mas porque transforma as emoções num exame permanente.

Cada momento é avaliado: “estou tão feliz quanto devia?”, “estou a aproveitar o suficiente?”, “porque é que não me sinto melhor?”.

Essa vigilância emocional leva a metaemoções como desilusão, culpa ou irritação por não te sentires mais feliz, o que, ironicamente, reduz ainda mais o bem-estar.

O problema, portanto, não é querer ser feliz. É transformar a felicidade numa meta rígida, num estado obrigatório, numa espécie de KPI emocional diário.

Quando a felicidade se torna exigência, qualquer desvio normal, como tristeza, cansaço, tédio, preocupação, é vivido quase como falhanço pessoal.

Do ponto de vista da psicologia das emoções, isto é particularmente perigoso por duas razões:
1. Todas as emoções têm função. Tristeza, medo, frustração, tédio são respostas normais a contextos normais.
2. Lutar contra essas emoções em nome de uma felicidade idealizada aumenta a probabilidade de te sentires ainda pior, não melhor.

É mais importante darmos espaço a todas as emoções que temos do que abrir apenas a porta à felicidade.

Referências:
Mauss, I. B., Tamir, M., Anderson, C. L., & Savino, N. S. (2011). Can seeking happiness make people unhappy? Paradoxical effects of valuing happiness. Emotion, 11(4), 807–815.
Zerwas, F. K., Ford, B. Q., John, O. P., & Mauss, I. B. (2024). Unpacking the pursuit of happiness: Being concerned about happiness but not aspiring to happiness is linked with negative meta-emotions and worse well-being. Emotion.

É tempo para uma pausa.É hora de descansar e saborear a tranquilidade na nossa vida, se criarmos espaço para ela! 🍀🫶✨
16/12/2025

É tempo para uma pausa.
É hora de descansar e saborear a tranquilidade na nossa vida,
se criarmos espaço para ela! 🍀🫶✨

A todos os nossos clientes e parceiros, desejamos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo, cheio de alegria, paz e momentos especiais junto de quem mais amam. 😁🎄🎁🧸🎀

Informamos que a nossa loja estará encerrada de 24 de dezembro a 04 de janeiro, voltaremos no dia 05 de janeiro.

Agradecemos a vossa compreensão e todo o apoio ao longo deste ano.
Boas festas e até breve! ✨

Nada melhor do que a comunicação presencial e nada se compara a uma conversa cara a cara! 💖
03/12/2025

Nada melhor do que a comunicação presencial e nada se compara a uma conversa cara a cara! 💖

E não é porque as pessoas comunicam pior. É porque o meio remove tudo o que dá contexto à conversa.

Ned K**k propôs a Media Naturalness Theory que demonstra que a comunicação por texto, como mensagens, emails ou chats, é naturalmente mais propensa a ambiguidade, interpretações incorretas e esforço cognitivo elevado, comparada com conversas cara a cara.

Porquê?
Porque faltam todas as pistas que o cérebro usa para perceber intenção:
- tom de voz
- expressão facial
- ritmo da fala
- pausas
- linguagem corporal

Sem isto, o cérebro tenta “preencher os espaços em branco”. E o problema é que o faz com base num padrão evolutivo simples.. quando estamos na dúvida, interpretamos pelo lado mais negativo.

É por isso que uma mensagem neutra parece fria e uma pergunta direta soa agressiva.

O conflito não cresce pelo conteúdo, mas sim pelo ruído emocional que o texto cria.

Se a relação é importante, ou se o tema é sensível, a ciência é clara: fala presencialmente, usa vídeo, ou pelo menos pega no telefone.

Revejo-me a mim mesma, à minha filha e à minha mãe, num padrão intergeracional que deixa marca, deixa mágoa e deixa sofr...
18/11/2025

Revejo-me a mim mesma, à minha filha e à minha mãe, num padrão intergeracional que deixa marca, deixa mágoa e deixa sofrimento! 🌹🥰💖

   Foi aqui, mais precisamente no dia 16 de agosto de 2020, que dei o meu primeiro passo para um novo projeto de vida, q...
05/11/2025





Foi aqui, mais precisamente no dia 16 de agosto de 2020, que dei o meu primeiro passo para um novo projeto de vida, que me apaixona e que me encanta, pelos benefícios diretos que me proporcionou e proporciona a mim, à minha família e a todos aqueles que estão dispostos para comigo alcançarem um nível de vida mais pleno e com melhor qualidade! 🍀

Um grande bem-hajam, aos meus mestres e aos amigos que em mim acreditaram para me ajudarem a melhorar e também a receberem um pouco dos muitos benefícios da Hipnoterapia e da Terapia Transpessoal ! 💖





Pois é! 🤗😉💖
31/10/2025

Pois é! 🤗😉💖

Foi um prazer poder fazer parte deste projeto e conhecer expositores e visitantes, com quem pudemos trocar ideias e expe...
15/10/2025

Foi um prazer poder fazer parte deste projeto e conhecer expositores e visitantes, com quem pudemos trocar ideias e experiências! 🙌🍀🫶

The countdown has begun for the Better Living in Portugal exhibition

(apoiado pelos , no âmbito do Programa Regional )

👉 https://www.portugalresident.com/blip-expo-here-again-for-you/

19/09/2025

Can’t wait to be there with you guys! 🇵🇹😊
On vous attend la bas pour une visite ! 🇫🇷😉
Wir warten auf euch! Ihr seid alle eingeladen! 🇩🇪😎

É no equilíbrio que reside a solução! 😊
19/09/2025

É no equilíbrio que reside a solução! 😊

“Sabe lidar com pessoas.”
“É super empático.”
“Tem imenso carisma.”

Mas… e se isso não chegar?

A Inteligência emocional é uma competência social e emocional poderosa. Aliás, a minha missão é, inclusive, contribuir para o desenvolvimento da mesma em língua portuguesa.

Termos uma elevada inteligência emocional, ajuda-nos a comunicar melhor, a resolver conflitos, a criar ambientes mais seguros, a ter bons relacionamentos e uma melhor saúde mental.

Mas, não substitui saber fazer bem o trabalho.

Já todos vimos isto:
Pessoas brilhantes emocionalmente... mas que não entregam. Que sabem exatamente como falar, mas não o que fazer.

Claro que o contrário também acontece e é inclusive mais visto: pessoas altamente competentes tecnicamente, mas sem qualquer capacidade relacional, que afundam equipas inteiras com comportamentos tóxicos.

A verdade?

Nenhum dos dois extremos é suficiente.

Competência técnica sem inteligência emocional isola-nos. Mas Inteligência emocional sem competência técnica vai-nos limitar.

Endereço

Travessa Do Mercado, 9
Algoz
8365-062

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 20:00
Terça-feira 14:00 - 20:00
Quarta-feira 14:00 - 20:00
Quinta-feira 14:00 - 20:00
Sexta-feira 08:30 - 20:00
Sábado 14:30 - 18:00

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