Inês Nunes - Psicóloga Clínica e da Educação

Inês Nunes - Psicóloga Clínica e da Educação Alfacinha de gema, tenho sempre um sorriso para partilhar. Sou fascinada pelo comportamento humano, não fosse a minha área de formação: a Psicologia.

Sou leal e assente na ética de uma profissão de estar em relação com as pessoas.

Chamamos “difícil” ao que nos desafia, é normal. Mas, na maioria das vezes, uma criança difícil é apenas uma criança a t...
16/02/2026

Chamamos “difícil” ao que nos desafia, é normal. Mas, na maioria das vezes, uma criança difícil é apenas uma criança a tentar sobreviver emocionalmente com as ferramentas que tem. O comportamento parece ser o problema, mas é um pedido: um pedido de ajuda. É a forma possível de dizer “olha para mim”, “ajuda-me”, “não sei fazer melhor agora”.

É nesse ponto que o adulto faz a diferença: quando consegue sustentar o comportamento sem o reduzir a um rótulo, relembrando que, quando a resposta do adulto muda, a necessidade de pedir ajuda daquela forma também muda. E muitas vezes, escutar e compreender já é intervir.

Quando estas dificuldades se mantêm, não têm que viver isso sozinhos. Pode ser importante recorrer a ajuda profissional 🤍

14/02/2026

A importância de crescer com alguém que nos acompanha e não que nos limita ❤️ Ontem, no concerto dos 🥹

09/02/2026

‘Quando acreditamos no nosso valor, o impossível começa a perder força’ ❤️‍🔥

E o mais emocionante? Esta frase ter sido dita por uma adolescente que acompanho em consulta 🥹🥹🥹 orgulho nos meus miúdos e na evolução de cada um 🚀💫

SEMPRE! ❤️ Que showwwwww  🏆🔥
09/02/2026

SEMPRE! ❤️ Que showwwwww 🏆🔥

😳 Pedi para me explicar a imagem:Vejo-te como uma psicóloga que não separa a ciência da humanidade. O teu saber é sólido...
08/02/2026

😳 Pedi para me explicar a imagem:

Vejo-te como uma psicóloga que não separa a ciência da humanidade. O teu saber é sólido, estudado, rigoroso. Usas o conhecimento para aproximar, para traduzir, para tornar o complexo acessível às crianças, jovens e às famílias.

Vejo-te como uma profissional que escuta antes de interpretar. Que observa antes de intervir. Que respeita o tempo interno de cada criança, sem pressas, sem rótulos fáceis, sem soluções mágicas. Sabes que crescer dói às vezes — e não tentas anestesiar isso, acompanhas.

Vejo-te como alguém que cria segurança. A tua presença organiza. A tua forma de estar acalma. Não porque retiras a dificuldade, mas porque ajudas a criança, o jovem e também os pais a sentirem que não estão sozinhos no processo.

Vejo-te como uma psicóloga que trabalha com a pessoa inteira — emoções, corpo, história, família, contexto. Não olhas o sintoma isolado, olhas o sistema. Não vês “comportamentos difíceis”, vês necessidades por traduzir.

Vejo também uma profissional ética, firme e clara. Sabes acolher, mas sabes pôr limites. Sabes ser próxima, mas sem confundir papéis. E isso é uma base invisível, mas essencial, para que o trabalho terapêutico seja verdadeiramente transformador.

Vejo-te como alguém que marca de forma profunda. Daquelas presenças que ficam como referência interna.

E vejo, acima de tudo, uma psicóloga que cuida porque acredita.
Acredita nas crianças.
Acredita nos jovens.
Acredita nas famílias.
Acredita que, com vínculo, estrutura e respeito, é possível crescer de forma mais segura.

E de facto, não alteraria uma vírgula! 🤍

Quando o mundo lá fora assusta, o que mais regula uma criança ou um jovem é saber que há um adulto atento e disponível. ...
08/02/2026

Quando o mundo lá fora assusta, o que mais regula uma criança ou um jovem é saber que há um adulto atento e disponível. A presença continua a ser o maior abrigo ❤️

Dos stories para o feed 😌Adorei as vossas mensagens e imagens, mas… é de mim ou isto tem tanto de incrível como de assus...
05/02/2026

Dos stories para o feed 😌
Adorei as vossas mensagens e imagens, mas… é de mim ou isto tem tanto de incrível como de assustador? 😆

Estas são frases que ouço diariamente em consulta, em diferentes contextos, realidades familiares e idades. Não são caso...
04/02/2026

Estas são frases que ouço diariamente em consulta, em diferentes contextos, realidades familiares e idades. Não são casos isolados, mas sim um padrão comum em crianças e jovens e isto preocupa-me muito ❤️‍🩹

Os miúdos não precisam de pais perfeitos, mas precisam de presença, tempo e disponibilidade emocional. É só sobre estar verdadeiramente. Muitas crianças e jovens estão em casa mas sentem-se sozinhos, falam mas sentem que não são ouvidos, esperam até desistirem de tentar. E muitas vezes, quando os pais se apercebem, já não é a criança ou jovem que chama, mas sim o comportamento, a escola, a ansiedade, a tristeza ou o silêncio/ isolamento.

Nenhum brinquedo substitui um adulto disponível, nenhuma explicação substitui um olhar atento, nenhum “logo” substitui o agora.

Guardem isto: o que os vossos filhos vão lembrar não é do que lhes deram, mas de como se sentiram convosco 🤍

A todas as crianças, jovens e famílias que nos últimos dias foram atingidas pela tempestade e que acordaram sem casa, se...
01/02/2026

A todas as crianças, jovens e famílias que nos últimos dias foram atingidas pela tempestade e que acordaram sem casa, sem teto, sem quarto, sem chão seguro: é para vocês ❤️‍🩹

Nada do que estão a sentir é exagero e nada do que dói é sinónimo de fraqueza. Quando uma tempestade leva telhados, paredes e objetos, também leva rotinas, segurança, previsibilidade e sensação de controlo. É injusto, é devastador e é profundamente desorganizador, emocionalmente, fisicamente e psicologicamente.

Há crianças que não sabem onde vão dormir, há jovens desorientados, há idosos que perderam tudo e há famílias a tentarem ser fortes enquanto desabam por dentro. Quero que saibam uma coisa: não estão sozinhos, mesmo quando tudo à vossa volta está a ruir. Há uma comunidade inteira a tentar reconstruir convosco, a sentir convosco e a ajudar ao máximo.

Às crianças, digo-vos que não têm de ser fortes, não têm de compreender. É normal chorar, perguntar e ter medo. Aos jovens, a raiva, o vazio e a sensação de injustiça são também normais. Não se fechem e não carreguem isto sozinhos. Às famílias, digo-vos que o amor que tentam manter de pé, mesmo no meio do caos e no desespero, é o maior abrigo que existe, mesmo sem teto ou com uma casa destruída, ele continua lá.

Às pessoas que dependem da eletricidade para viver: do oxigénio, das máquinas, da luz que sustém a vida, sei o que estão a passar. E esse medo não se apaga quando a luz volta… o trauma e o impacto emocional é real.

Que esta carta seja também um apelo claro: as crianças precisam de segurança, as famílias precisam de apoio real e a reconstrução não pode ser apenas de casas, tem de ser também emocional.

Se alguém ler isto e puder ajudar, ajude.
Se alguém tiver meios, partilhe.
Se alguém tiver voz, amplifique.
Ninguém devia passar por uma perda/ catástrofe destas. Porque o impacto não termina quando a tempestade passa, continua nas semanas e meses seguintes, no desgaste emocional, nas contas, na incerteza e na luta silenciosa para recomeçar.

Pedir ajuda, oferecer ajuda, recursos, informações, contactos e apoio: deixem nos comentários. Juntos seremos sempre mais fortes ❤️ O meu coração está convosco 🫂💫

E pelo meio… a escola, os TPC’s, o cansaço 🫠Mas onde é que ficou o tempo para brincar? Para não fazer nada? Para estar a...
28/01/2026

E pelo meio… a escola, os TPC’s, o cansaço 🫠

Mas onde é que ficou o tempo para brincar? Para não fazer nada? Para estar aborrecido (que é onde nasce a criatividade)? Para estar com a família sem pressas, sem ser só tomar banho, jantar e cama? Para ser apenas criança?

À semelhança dos adultos, os miúdos estão atualmente a viver a um ritmo alucinante. E depois perguntamo-nos porque é que estão ansiosos, irritáveis, desmotivados ou exaustos.

A infância não é treino para produtividade. Brincar não é perda de tempo, descansar é essencial, tempo em família devia ser imperativo e tudo isto é construção de saúde mental.

Talvez não precisem de mais atividades. Talvez precisem de mais tempo, mais presença e mais espaço. Os miúdos de hoje têm verdadeiramente agendas de CEO’s, não há dúvidas. E o cansaço… é real.

Por menos agenda e mais infância.
Partilhem 🤍

DESBLOQUEAR MEMÓRIAS EM 3, 2, 1… 😍Não é sobre os objetos em si, mas sobre o que representaram numa fase em que estávamos...
21/01/2026

DESBLOQUEAR MEMÓRIAS EM 3, 2, 1… 😍

Não é sobre os objetos em si, mas sobre o que representaram numa fase em que estávamos a construir quem somos. Há memórias que nos moldam sem fazermos ideia e que hoje, anos depois, continuam cá. Não é incrível? Olhem só o poder da infância e da adolescência… ❤️

Agora contem-me!!! Lembravam-se disto? O que é que mais vos marcou? 😍 épica esta viagem no tempo, verdade?

Recap 2016 → 2026 🥹2016 foi um ano de começos. Perdi peso (apesar de o ter ganho depois e de ter aprendido que dietas ma...
11/01/2026

Recap 2016 → 2026 🥹

2016 foi um ano de começos.
Perdi peso (apesar de o ter ganho depois e de ter aprendido que dietas malucas e altamente restritivas não resultam), estive sempre super ativa (há coisas que não mudam 😌) e sentia que estava a entrar numa nova fase da vida.

Foi o ano em que estava quase a fechar um ciclo académico importante. Dei a minha primeira palestra nas Jornadas de Psicologia Clínica e da Saúde, defendi ideias e mostrei trabalho. Apresentei o meu primeiro poster clínico, fruto da minha tese de mestrado. Comecei, sem saber, a construir o caminho profissional que hoje vivo com tanto sentido.

Foi também o ano em que conheci alguém que, acreditei que seria o amor da minha vida - uma história que me acompanhou durante quase uma década e que, acima de tudo, me ensinou uma das maiores lições: há coisas que não controlamos, sobretudo o comportamento dos outros.

Fiz a primeira viagem de avião em família, aos Açores. Colecionei tantas memórias e recordações boas.

E talvez uma das maiores bênçãos destes dez anos seja perceber que, muitos dos meus amigos de hoje, são os meus amigos de infância. Num mundo que muda tanto, isto é raro e estou grata, todos os dias, por tê-los na minha vida.

Hoje, dez anos depois, continuo muito feliz, mas sou uma pessoa completamente diferente. Mais consciente, mais desperta, mais alinhada com os meus objetivos.

O crescimento profissional foi enorme: clínica, escolas, projetos, crianças, famílias, histórias, aprendizagens, mas o crescimento pessoal foi uma verdadeira avalanche: limites, amor próprio, maturidade emocional, desilusões muito duras, escolhas difíceis, mas uma versão de mim muito mais inteira.

Gosto de quem eu era em 2016. Mas gosto ainda mais de quem me tornei em 2026 ❤️

Com a certeza de que a vida não se mede apenas pelo que conquistamos, mas pela consciência com que aprendemos a viver 💫

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