21/02/2026
Quando paramos, ao fim de semana, f**a uma sensação de cansaço que coexiste com um aborrecimento, uma espécie de vazio. Falta algo.
O que dói não é não chegar lá. É chegar… e ver que afinal o buraco ainda está cá.
Muitos de nós vivemos movidos por medo de não sermos suficientes — não por desejo genuíno de crescimento. E isso, embora leve a feitos impressionantes, pode esconder uma dor crónica de insuficiência. Às vezes, chega a altura de nos perguntarmos: Que metas estou a perseguir com a esperança de me sentir finalmente “completo”? Já alcancei alguma coisa… que afinal não resolveu o que esperava?
E se a sensação de plenitude não estiver no futuro, mas na aceitação agora? “A felicidade não é o estado onde tudo está bem. É onde nada precisa de mudar.” É no silêncio depois de aceitarmos que nada falta, mesmo que pudéssemos ter mais.