Clínica de Reabilitação de Carnaxide

Clínica de Reabilitação de Carnaxide A Clínica de Reabilitação de Carnaxide é uma empresa privada de apoio à saúde da comunidade .

Divulgação de novas tecnologias em medicina de reabilitação e fisioterapia pretendendo ter um papel importante no diagnóstico de diversas entidades clínicas e consequentes soluções terapêuticas.

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR CAPÍTULO 5Mais de 13 anos de medicina regenerativa em Portu...
04/01/2026

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR

CAPÍTULO 5

Mais de 13 anos de medicina regenerativa em Portugal: o percurso da Clínica de Reabilitação de Carnaxide**

A inovação em medicina não acontece de um dia para o outro.
Exige visão, estudo, experiência e, acima de tudo, compromisso com os pacientes.

Foi assim que começou o percurso da medicina regenerativa ortobiológica na Clínica de Reabilitação de Carnaxide, há mais de 13 anos.



Um contexto de mudança na medicina músculo-esquelética

Há mais de uma década, a medicina músculo-esquelética vivia um momento de transição.
Começava-se a perceber que muitas situações de dor articular, artrose e lesões dos tecidos não precisavam de caminhar diretamente para a cirurgia.

Ao mesmo tempo, surgiam evidências científicas que mostravam que determinadas terapias biológicas podiam:
• Reduzir inflamação
• Melhorar a função dos tecidos
• Ajudar na recuperação
• Atrasar procedimentos invasivos

Mas estas abordagens ainda eram pouco conhecidas e pouco aplicadas em Portugal.



A aposta precoce da Clínica de Reabilitação de Carnaxide

Foi neste contexto que, há mais de 13 anos, a Clínica de Reabilitação de Carnaxide decidiu integrar a medicina regenerativa ortobiológica na sua prática clínica.

Não como uma moda.
Não como promessa fácil.
Mas como uma área terapêutica que exigia rigor, formação contínua e integração com a reabilitação.

Desde o início, a aposta teve um objetivo claro:
trazer benefícios reais e seguros para os pacientes.



Inovação com responsabilidade

A introdução da medicina regenerativa foi feita de forma criteriosa, baseada em:
• Avaliação clínica rigorosa
• Seleção adequada dos pacientes
• Protocolos bem definidos
• Integração com diagnóstico e reabilitação funcional
• Acompanhamento ao longo do tempo

Esta abordagem permitiu crescer de forma sustentada, sempre com foco na qualidade do ato médico.



O papel do Dr. Licínio Carneiro

Este percurso está intimamente ligado ao trabalho do Dr. Licínio Carneiro.

Com uma visão clínica à frente do seu tempo, foi um dos principais impulsionadores da medicina regenerativa ortobiológica na Clínica de Reabilitação de Carnaxide e em Portugal.

Ao longo destes anos, o seu contributo foi decisivo para:
• Introduzir técnicas avançadas com critério científico
• Adaptar estas terapias à realidade clínica portuguesa
• Formar equipas médicas e técnicas
• Promover uma abordagem centrada no paciente

O seu trabalho ajudou a consolidar esta área como uma opção terapêutica séria, responsável e eficaz.



Resultados construídos ao longo do tempo

Mais de 13 anos depois, o impacto desta aposta sente-se:
• Na experiência acumulada
• Na evolução dos protocolos
• Na confiança dos pacientes
• Nos resultados funcionais obtidos

São milhares de consultas, avaliações e tratamentos que ajudaram pessoas a:
• Viver com menos dor
• Manter autonomia
• Atrasar ou evitar cirurgias
• Recuperar qualidade de vida



Uma visão integrada do tratamento

Na Clínica de Reabilitação de Carnaxide, a medicina regenerativa nunca foi vista como um tratamento isolado.

Ela faz parte de um modelo integrado que inclui:
• Diagnóstico médico preciso
• Tratamento biológico adequado
• Reabilitação funcional orientada
• Acompanhamento contínuo

Esta integração é um dos fatores-chave para os resultados alcançados ao longo dos anos.



Uma história de compromisso com os pacientes

Mais do que tecnologia ou inovação, este percurso representa um compromisso contínuo com as pessoas.

Compromisso em:
• Tratar melhor
• Ouvir o paciente
• Respeitar o corpo
• Evoluir com a ciência
• Manter expectativas realistas



Mensagem-chave

A medicina regenerativa ortobiológica na Clínica de Reabilitação de Carnaxide não é uma novidade recente.
É um caminho construído há mais de 13 anos, com experiência, responsabilidade e foco nos pacientes.

E esse percurso continua.

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Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

03/01/2026

Na medicina regenerativa ortobiológica, a resposta mede-se menos em termos técnicos e mais na vida real das pessoas.

E é aí que os benefícios se tornam evidentes.

Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR CAPÍTULO 4Menos dor, mais movimento: benefícios reais para ...
03/01/2026

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CAPÍTULO 4

Menos dor, mais movimento: benefícios reais para os pacientes**

Quando se fala em novos tratamentos, a pergunta mais importante para quem sofre é simples:
“Isto vai ajudar-me no dia a dia?”

Na medicina regenerativa ortobiológica, a resposta mede-se menos em termos técnicos e mais na vida real das pessoas.

E é aí que os benefícios se tornam evidentes.

O que os pacientes realmente procuram

A maioria das pessoas com artrose ou problemas músculo-esqueléticos não procura milagres.
Procura coisas muito concretas, como:
• Andar com menos dor
• Dormir melhor
• Subir escadas com mais facilidade
• Voltar a praticar atividade física leve
• Trabalhar ou viver com mais autonomia

O verdadeiro sucesso do tratamento está na função recuperada, não apenas no exame ou na imagem.

1- Redução da dor de forma mais sustentada

Um dos benefícios mais referidos pelos pacientes é a redução da dor.

Ao atuar sobre a inflamação e o ambiente biológico da articulação ou do tendão, a medicina regenerativa pode proporcionar:
• Alívio da dor mais duradouro
• Menos crises inflamatórias
• Menor necessidade de medicação diária

Isto é particularmente importante em pessoas que já tomaram analgésicos ou anti-inflamatórios durante longos períodos.

2- Melhoria da mobilidade e da função

Menos dor permite mais movimento.
E mais movimento melhora a função.

Muitos pacientes referem:
• Maior amplitude de movimento
• Menos rigidez ao acordar
• Mais confiança ao caminhar
• Menor sensação de articulação “presa”

Este ganho funcional tem impacto direto na qualidade de vida.

3- Menor dependência de medicamentos

O uso prolongado de medicamentos para a dor nem sempre é isento de riscos, sobretudo em pessoas mais velhas ou com outras doenças associadas.

Ao melhorar a função e reduzir a dor de forma biológica, muitos pacientes conseguem:
• Reduzir a dose de analgésicos
• Diminuir o uso contínuo de anti-inflamatórios
• Sentir-se mais seguros no controlo da sua condição

Este é um ganho importante, muitas vezes pouco valorizado.

4- Atrasar ou evitar cirurgias

Nem todos os casos evitam cirurgia.
Mas muitos conseguem ganhar tempo com qualidade.

Para muitos pacientes, atrasar uma cirurgia significa:
• Manter atividade por mais anos
• Preparar melhor o corpo, se a cirurgia vier a ser necessária
• Evitar procedimentos invasivos quando ainda há alternativas

A decisão cirúrgica passa a ser mais ponderada e menos apressada.



Exemplos do dia a dia (situações comuns)

Sem falar de casos individuais, são frequentes situações como:
• Pessoas que voltam a caminhar regularmente
• Pacientes que retomam atividades de lazer
• Trabalhadores que reduzem faltas por dor
• Idosos que recuperam autonomia

São ganhos simples, mas profundamente transformadores.



O papel da reabilitação e do acompanhamento

Os melhores resultados surgem quando a medicina regenerativa é integrada num plano global que inclui:
• Avaliação médica cuidada
• Tratamento adequado ao caso
• Reabilitação funcional orientada
• Acompanhamento ao longo do tempo

Não se trata de um ato isolado, mas de um processo.



Mensagem-chave

O verdadeiro valor da medicina regenerativa ortobiológica mede-se na vida das pessoas.

Menos dor.
Mais movimento.
Mais qualidade de vida.

E, para muitos pacientes, isso muda tudo.

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Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR CAPÍTULO 3 Artrose: o que é, porque aparece e o que pode se...
27/12/2025

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR

CAPÍTULO 3

Artrose: o que é, porque aparece e o que pode ser feito hoje**

A palavra “artrose” é muito conhecida, mas muitas vezes mal compreendida. Para muitas pessoas, artrose significa apenas “desgaste”, algo inevitável, ligado à idade e sem grande solução.

Hoje sabemos que a realidade é mais complexa.
E, sobretudo, mais esperançosa.

O que é a artrose, afinal?

A artrose é uma doença crónica das articulações.
Caracteriza-se por alterações progressivas da cartilagem, do osso, da cápsula articular e dos tecidos à volta da articulação.

Não é apenas um problema do osso ou da cartilagem isoladamente.
É uma condição que envolve toda a articulação como um órgão funcional.

As articulações mais afetadas são, habitualmente:
• Joelho
• Anca
• Ombro
• Coluna
• Mãos



Porque aparece a artrose?

A artrose não surge por uma única razão. É o resultado de vários fatores que se vão acumulando ao longo do tempo.

Entre os mais comuns estão:
• Envelhecimento natural dos tecidos
• Sobrecarga repetida das articulações
• Excesso de peso
• Lesões antigas mal resolvidas
• Alterações do alinhamento articular
• Predisposição genética

Ou seja, não é apenas “uso excessivo”, nem acontece só a quem envelhece. Pode surgir mais cedo do que se pensa.



É importante perceber que a intensidade da dor nem sempre corresponde ao grau de artrose visto nos exames.



Durante muito tempo, a resposta foi limitada

Durante décadas, a abordagem à artrose foi sobretudo reativa.
Tratava-se a dor quando surgia, mas aceitava-se a perda progressiva de função.

As opções mais comuns eram:
• Medicação para aliviar sintomas
• Infiltrações com efeito temporário
• Fisioterapia isolada
• Cirurgia em fases mais avançadas

Embora úteis em muitos casos, estas soluções nem sempre abordavam o problema de fundo.



O que mudou na abordagem à artrose?

Hoje, a medicina olha para a artrose de forma diferente.

Sabe-se que intervir mais cedo faz diferença.
Sabe-se que preservar tecidos é possível.
E sabe-se que melhorar função e qualidade de vida não tem de esperar pela cirurgia.

É neste contexto que a medicina regenerativa ortobiológica ganha importância.



O que pode ser feito hoje, antes da cirurgia?

Em muitos casos de artrose, especialmente nas fases iniciais e intermédias, é possível:
• Reduzir a inflamação
• Melhorar a mobilidade
• Diminuir a dor
• Aumentar a capacidade funcional
• Atrasar significativamente a necessidade de cirurgia

Tudo isto através de uma abordagem integrada, personalizada e acompanhada.



A importância de tratar a pessoa, não apenas a articulação

A artrose não é igual em todas as pessoas.
O mesmo grau de artrose pode ter impactos muito diferentes na vida de cada paciente.

Por isso, o tratamento deve considerar:
• Idade
• Nível de atividade
• Expectativas funcionais
• Outras doenças associadas
• Estilo de vida

Não existe uma solução única. Existe um plano certo para cada pessoa.



Mensagem-chave

A artrose é uma condição crónica, mas não é sinónimo de resignação.

Hoje existem abordagens que permitem tratar melhor, mais cedo e com mais respeito pela função e pela qualidade de vida.

Nem tudo é desgaste sem solução.

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Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

25/12/2025
SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR CAPÍTULO 2 O que é a Medicina Regenerativa Ortobiológica? U...
22/12/2025

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR

CAPÍTULO 2

O que é a Medicina Regenerativa Ortobiológica? Uma explicação simples relativa à Medicina Tradicional.

Qual a grande diferença em relação aos tratamentos tradicionais?
A principal diferença está no objetivo.
• Tratamentos tradicionais focam-se sobretudo no sintoma
• A medicina regenerativa foca-se no tecido e na função

Não se trata de escolher um ou outro, mas de integrar melhor as opções disponíveis, no momento certo e para a pessoa certa.

O que esta medicina faz (e o que não faz)

É importante ser claro.

O que faz:
• Reduz a inflamação de forma biológica
• Ajuda a melhorar a função articular
• Pode diminuir a dor de forma sustentada
• Ajuda a preservar tecidos
• Pode atrasar ou evitar cirurgias

O que não faz:
• Não promete curas milagrosas
• Não substitui a cirurgia quando esta é realmente necessária
• Não funciona da mesma forma em todos os casos

Boa medicina também é definir limites e expectativas realistas.

Porque é que esta abordagem ganhou importância nos últimos anos?

Há várias razões:
• As pessoas vivem mais tempo e querem viver melhor
• A dor crónica tornou-se um problema frequente
• A dependência prolongada de medicamentos traz riscos
• A cirurgia nem sempre é a melhor primeira opção

A medicina regenerativa surge como uma resposta moderna, equilibrada e mais personalizada.

Na Clínica de Reabilitação de Carnaxide, esta abordagem é utilizada há mais de 13 anos, sempre integrada num plano clínico global.

Isso significa:
• Avaliação médica rigorosa
• Diagnóstico correto
• Escolha adequada da terapêutica
• Integração com reabilitação funcional
• Acompanhamento ao longo do tempo

Não se trata de um tratamento isolado, mas de um processo.

A medicina regenerativa ortobiológica não é moda nem promessa vazia.
É o resultado da evolução do conhecimento médico internacional aplicado com responsabilidade.

Para muitos pacientes, representa uma oportunidade de viver com menos dor, mais movimento e melhor qualidade de vida.

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Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

21/12/2025

Série Educativa – Medicina Regenerativa Ortobiológica

Clínica de Reabilitação de Carnaxide

Objetivo da série
• Educar o público sobre artrose e patologia músculo-esquelética
• Explicar de forma simples o que é a medicina regenerativa ortobiológica
• Mostrar o percurso pioneiro da Clínica de Reabilitação de Carnaxide há mais de 13 anos
• Ajudar o paciente a tomar decisões informadas

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR Objetivo da série • Educar o público sobre artrose e patolo...
21/12/2025

SÉRIE EDUCATIVA – Medicina Regenerativa Ortobiológica em MFR

Objetivo da série
• Educar o público sobre artrose e patologia músculo-esquelética
• Explicar de forma simples o que é a medicina regenerativa ortobiológica
• Mostrar o percurso pioneiro da Clínica de Reabilitação de Carnaxide há mais de 13 anos
• Ajudar o paciente a tomar decisões informadas

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Falo-vos hoje não apenas como médico, mas como alguém que acompanhou, ao longo de décadas, uma verdadeira mudança de paradigma na medicina músculo-esquelética.

Durante muitos anos, a resposta à dor articular, às lesões dos tendões ou ao desgaste das articulações foi quase sempre a mesma:
medicação contínua, infiltrações com corticoides, tratamentos em fisioterapia ou mais cedo ou mais tarde, cirurgia.
Hoje, felizmente, o cenário é diferente.

CAPÍTULO 1

Artrose e dor músculo-esquelética: porque é que a medicina teve de evoluir.

Introdução

A artrose e as dores músculo-esqueléticas são hoje uma das principais causas de dor crónica e limitação funcional. Afetam pessoas de todas as idades, mas tornam-se mais frequentes com o passar dos anos.

Durante muito tempo, a resposta médica foi limitada. Controlava-se a dor, mas aceitava-se a perda progressiva de função.

Hoje, essa realidade mudou.

O problema da abordagem tradicional

Durante décadas, o tratamento baseou-se sobretudo em:
• Analgésicos e anti-inflamatórios
• Infiltrações repetidas com efeito temporário
• Fisioterapia isolada
• Cirurgia como última solução

Embora úteis em muitos casos, estas abordagens nem sempre respondiam ao problema de fundo.

A necessidade de uma nova visão

Com o aumento da esperança de vida e da exigência funcional, tornou-se claro que era necessário:
• Tratar mais cedo
• Preservar os tecidos
• Manter qualidade de vida

Foi este contexto que abriu caminho à medicina regenerativa ortobiológica e que teve um grande impacto na Medicina Física e de Reabilitação, mas também na Ortopedia.

Conclusão

A evolução da medicina nasce sempre da necessidade de fazer melhor pelos pacientes.
A medicina regenerativa é uma resposta a essa necessidade.

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Licínio Carneiro - OM 23193
Médico Fisiatra

RIZARTROSEESTUDO COMPARATIVO COM CORTICOIDE OU COM ÁCIDO HIALURONICO HÍBRIDO Artigo de Investigação (Acesso Aberto)O áci...
16/12/2025

RIZARTROSE
ESTUDO COMPARATIVO COM CORTICOIDE OU COM ÁCIDO HIALURONICO HÍBRIDO

Artigo de Investigação (Acesso Aberto)

O ácido hialurónico híbrido pode representar uma abordagem válida no tratamento da rizartrose? Um estudo comparativo retrospetivo

Autores: Sara Tenti, Nicola Antonio Pascarelli, Stefano Giannotti, Mauro Galeazzi, Nicola Giordano, Antonella Fioravanti
Revista: BMC Musculoskeletal Disorders (2017) 18:444
DOI: 10.1186/s12891-017-1809-5

Resumo
Introdução
A osteoartrose (OA) da articulação trapézio-metacárpica (ATM) é uma condição incapacitante, com impacto significativo na qualidade de vida. O tratamento ideal da artrose da mão requer uma combinação de abordagens não farmacológicas e farmacológicas, incluindo terapias intra-articulares. Os peritos da EULAR recomendam infiltrações com corticosteroides na OA da ATM e salientam a utilidade do ácido hialurónico (AH).
O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia e a tolerabilidade das infiltrações intra-articulares de uma formulação híbrida de ácido hialurónico (Sinovial HL®), em comparação com a triamcinolona, em doentes com OA da ATM.

Métodos
Estudo observacional comparativo, retrospetivo, com duração de 6 meses, que analisou os registos clínicos de 100 doentes com OA unilateral ou bilateral da articulação trapézio-metacárpica.
Os doentes foram tratados com:
• Duas infiltrações intra-articulares de ácido hialurónico híbrido (Sinovial HL®) – Grupo Sinovial HL
ou
• Triamcinolona acetonido – Grupo Triamcinolona

As avaliações clínicas foram realizadas:
• No momento da primeira infiltração
• No momento da segunda infiltração
• Aos 1, 3 e 6 meses

Desfechos primários:
• Alteração da dor global (Escala Visual Analógica – EVA)
• Função da mão avaliada pelo FIHOA (Functional Index for Hand Osteoarthritis)
Desfechos secundários:
• Duração da rigidez matinal
• Health Assessment Questionnaire (HAQ)
• Medical Outcomes Study – Short Form 36 (SF-36)

A comparação estatística entre grupos foi realizada com:
• Teste de Wilcoxon para variáveis contínuas
• Teste do qui-quadrado ou teste exato de Fisher para variáveis categóricas
O nível de significância estatística foi definido como p < 0,05.

Resultados
Ambas as terapêuticas proporcionaram alívio eficaz da dor e melhoria da função articular.
No entanto:
• Os benefícios obtidos com Sinovial HL® foram estatisticamente superiores aos da triamcinolona já ao fim de 1 mês (p < 0,01)
• Essa superioridade manteve-se desde o início da terapêutica e ao longo dos 6 meses de seguimento (p < 0,001)

Adicionalmente, o grupo tratado com ácido hialurónico híbrido apresentou:
• Redução significativa da duração da rigidez matinal
• Melhoria significativa do score HAQ
• Melhoria do componente físico do SF-36 (PCS

Conclusões
Os resultados sugerem que a formulação híbrida de ácido hialurónico pode ser mais eficaz do que a triamcinolona no alívio da dor e na melhoria da função articular, com um efeito rápido e persistente, constituindo assim uma alternativa válida aos corticosteroides no tratamento da osteoartrose da articulação trapézio-metacárpica.


Registo do estudo
ClinicalTrials.gov
Data de registo: 14 de junho de 2017
Identificação: NCT03200886
(O estudo foi registado retrospetivamente) Resumo

PRP, dúvidas (PRP = Plasma Rico em Plaquetas)PRP na Artrose do JoelhoAs perguntas que todos fazem.As respostas que a ciê...
15/12/2025

PRP, dúvidas

(PRP = Plasma Rico em Plaquetas)

PRP na Artrose do Joelho

As perguntas que todos fazem.
As respostas que a ciência dá.

“E se o seu próprio corpo fosse parte da solução para a dor do joelho?”

O QUE É, AFINAL, O PRP?

• É uma solução obtida do próprio sangue do paciente
• Rico em fatores de crescimento naturais
• Atua como sinalizador biológico, não como medicamento químico

Metáfora:
👉 O PRP não é cimento nem ácido.
👉 É um “mensageiro de reparação” do próprio organismo.

PORQUE É USADO NA ARTROSE DO JOELHO?

O problema da artrose não é só “desgaste”

• Inflamação crónica da articulação
• Sofrimento da cartilagem
• Alterações do osso subcondral
• Dor e perda de função

O PRP atua sobretudo em:
✔️ Inflamação
✔️ Dor
✔️ Ambiente biológico articular

PERGUNTA Nº1
❓ O PRP DANIFICA O OSSO?

Resposta curta:
👉 Não.

Resposta clara:
O PRP não é tóxico, não é corrosivo e não destrói tecido ósseo.

Explicação simples:
• Não dissolve cálcio
• Não interfere com a estrutura do osso
• Não ativa mecanismos de reabsorção óssea

PERGUNTA Nº2
❓ O PRP PODE DESMINERALIZAR O OSSO?

Resposta científica:
👉 Não existe qualquer evidência científica que demonstre desmineralização óssea induzida por PRP.

Pelo contrário:
• O PRP atua no meio articular
• Não altera o metabolismo sistémico do cálcio
• Não afeta a densidade mineral óssea

Metáfora:
👉 O PRP é como um jardineiro do tecido — não um demolidor.

PERGUNTA Nº3 (CRÍTICA)
❓ O PRP PODE CAUSAR OSTEOPOROSE?

Resposta direta:
👉 Não. Nunca foi demonstrado.

Porquê?
• A osteoporose é uma doença sistémica metabólica
• O PRP é um tratamento local e biológico
• Não interfere com hormonas, medula óssea ou remodelação óssea global

Facto-chave:
👉 Nenhum estudo clínico associa PRP a osteoporose.

DE ONDE NASCEM ESTES MITOS?
Informação incompleta ou desconhecimento científico de novos métodos terapêuticos, gera medo

• Confusão com infiltrações repetidas de corticoides
• Generalizações erradas
• Experiências mal explicadas
• “Ouvi dizer…”

Mensagem-chave:
👉 PRP ≠ cortisona
👉 PRP ≠ agressão tecidular

O QUE A CIÊNCIA MOSTRA

O PRP é considerado:
• Seguro
• Biocompatível
• Autólogo (do próprio paciente)
• Usado há mais de 20 anos em Ortopedia e Medicina Desportiva

Em artrose do joelho:
✔️ Redução da dor
✔️ Melhoria funcional
✔️ Melhoria da qualidade de vida em doentes selecionados

QUEM BENEFICIA MAIS?

PRP não é milagre. É medicina personalizada.

Resultados melhores em:
• Artrose ligeira a moderada
• Pacientes ativos
• Estratégia integrada (exercício + controlo metabólico)

Mensagem honesta:
👉 O sucesso depende da indicação correta, não da promessa.

A PERGUNTA FINAL QUE IMPORTA

❓ Vale a pena ter medo do PRP?

Resposta:
👉 Medo, não.
👉 Informação, sim.
👉 Avaliação médica, sempre.

Metáfora final:
O PRP não substitui o joelho.
Ajuda o joelho a funcionar melhor no tempo que ainda tem.

NOTA FINAL:

“De acordo com a evidência científica disponível, o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é uma terapêutica biológica autóloga, sem efeito tóxico, corrosivo ou osteolítico, não existindo qualquer evidência que o associe a desmineralização óssea ou ao desenvolvimento de osteoporose.

BIBLIOGRAFIA

🔹 1. SEGURANÇA ÓSSEA DO PRP

❓ “O PRP danifica o osso?”

Evidência científica
• O PRP é biocompatível, não citotóxico e não osteolítico
• Não ativa osteoclastos
• Não induz necrose nem reabsorção óssea

Referências-chave
1. Anitua E et al.
Biological properties of platelet-rich plasma and its role in tissue regeneration.
J Orthop Res. 2012
👉 Demonstra ausência de efeitos destrutivos em tecidos ósseos e cartilagíneos.
2. Mishra A et al.
Platelet-rich plasma: basic science and clinical applications.
J Am Acad Orthop Surg. 2009
👉 PRP descrito como seguro, sem efeitos adversos estruturais ósseos.
3. Everts PA et al.
Platelet-rich plasma and platelet gel: a review.
J Extra Corpor Technol. 2006
👉 Revisão extensa sobre segurança tecidular, incluindo osso.



🔹 2. DESMINERALIZAÇÃO ÓSSEA

❓ “O PRP retira cálcio ou enfraquece o osso?”

Evidência científica
• Não há qualquer mecanismo fisiológico plausível
• PRP não interfere com:
• metabolismo do cálcio
• eixo vitamina D–PTH
• remodelação óssea sistémica

Referências-chave
4. Sánchez M et al.
Platelet-rich plasma in orthopedic surgery.
Am J Sports Med. 2009
👉 Nenhuma alteração de densidade mineral óssea descrita.
5. Filardo G et al.
PRP intra-articular knee injections: systematic review.
Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc. 2015
👉 Estudos de médio prazo sem alterações ósseas adversas.
6. Dai WL et al.
Efficacy of PRP in knee osteoarthritis: meta-analysis.
Arthroscopy. 2017
👉 Benefícios funcionais sem efeitos ósseos negativos.



🔹 3. OSTEOPOROSE

❓ “O PRP pode causar osteoporose?”

Evidência científica
• Nenhum estudo clínico associa PRP a osteoporose
• Osteoporose é:
• doença sistémica
• hormonal/metabólica
• PRP é:
• tratamento local
• biológico
• transitório

Referências-chave
7. Compston J et al.
Osteoporosis.
Lancet. 2019
👉 Define claramente os mecanismos da osteoporose — nenhum compatível com PRP.
8. Rachner TD et al.
Osteoporosis: now and the future.
Lancet. 2011
👉 Remodelação óssea depende de fatores hormonais e sistémicos, não de terapias locais articulares.
9. EULAR recommendations for knee osteoarthritis (2019–2024)
👉 Nenhuma advertência sobre PRP e osteoporose.

Licínio Carneiro n. OM - 23193

Endereço

Rua 25 De Abril, Loja 8, TEL: 214 160 365
Carnaxide
2790-129

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:30
Terça-feira 08:00 - 20:30
Quarta-feira 08:00 - 20:30
Quinta-feira 08:00 - 20:30
Sexta-feira 08:00 - 20:30
Sábado 09:00 - 13:00

Telefone

+351912534674

Website

https://www.crcarnaxide.pt/

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