NUPE - Núcleo de Psicologia e Educação

NUPE - Núcleo de Psicologia e Educação Consultas de Psicologia e Psicoterapia
Marcações e informações:
nupe.geral@gmail.pt
919351326 Oferecemos terapia individual de adultos e crianças em Inglês.

O NUPE existe desde 2003, sempre com a mesma perspectiva centrada na pessoa, procurando oferecer apoio psicológico e psicoterapêutico. Queremos facilitar as mudanças necessárias para aliviar o sofrimento, para reduzir sintomas, melhorar a qualidade de vida e promover saúde e bem-estar.
“Saúde é o completo bem-estar físico, social e psicológico e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.” (Organização Mundial de Saúde)

Oferencemos serviços em 3 áreas que se complementam:
- Psicologia Clínica, individual,de casal e familiar: através de aconselhamento psicológico e psicoterapia, visa-se promover a recuperação e a melhoria do bem-estar psicológico e emocional
- Psicologia da Educação, trabalhando com as escolas (agentes educativos, pais, alunos) e famílias
- Formação e apoio para técnicos e utentes de serviços e instituições de apoio social que oferecem alguma forma de ajuda a diversos públicos em situação de vulnerabilidade. A nossa equipa é composta por psicólogas e psicoterapeutas registadas na ordem, com diversas áreas de formação e intervenção clínica e como formadoras:
- Consulta psicológica individual de Adultos
- Consulta psicológica individual de Crianças e Adolescentes
- Psicoterapia cognitivo-comportamental
- Terapia assistida com cães


Temos acordos com diversas entidades.

Apesar dos resultados alcançados, todos precisamos de férias!
11/07/2024

Apesar dos resultados alcançados, todos precisamos de férias!

Chegados a esta altura do ano há sempre pais que ficam zangados. Porque os fihos reprovaram e não deviam. Porque tiveram negativas ou porque tiveram notas " baixinhas. Porque o ano lectivo foi, todo ele, em serviços mínimos. Sem brio. Sem método. E com preguiça.

Daí a que chovam castigos é um pequeno passo. Que se diga que, depois de um ano todo de férias, é altura de se ficar fechado a " queimar as pestanas" enquanto os amigos se bronzeiam não tarda nada. Ou que se conclua que, no ano a seguir, se fique sem o futebol vem logo a seguir.

Recomecemos pelo princípio. Não há alunos que não adorem ter boas notas. Quando as não têm, a responsabilidade disso é, também, dos professores, das turmas onde estiveram, do estilo de vida que foram tendo ao longo do ano e, claro, também dos pais. Logo, castigá-los só a eles que sentido acaba por ter?...

É evidente que as notas são nem "trocos" nem coisas insignificantes. Se é verdade que os bons alunos não têm que tirar, imperativamente, boas notas, as notas não têm que ser nem valorizadas em excesso nem desvalorizadas em demasia.

É verdade que o verão pode muito bem servir para deitar contas ao que correu mal. Planear. Corrigir. Exigir. Etc. Mas privar de férias grandes as crianças que tiveram resultados escolares constipados ou zurzir e zurzir, recordando-lhes isso várias vezes, não as incentiva a tornar a escola num caso de amor à primeira vista. E, sendo assim, ninguém se dá ao descanso. Ninguém sai a ganhar.

A propósito dos conflitos / guerra e das perguntas das crianças, a Ordem dos Psicólogos Portugueses publicou:
27/03/2024

A propósito dos conflitos / guerra e das perguntas das crianças, a Ordem dos Psicólogos Portugueses publicou:

Para reflectirmos …
10/01/2024

Para reflectirmos …

Hoje, gostava de vos falar das queixas de maus-tratos verbais por adolescentes em relação aos seus pais.

Começa por ser inadmissível que haja filhos que, no calor duma fúria, digam aos pais que eles “não estão bons da cabeça”. Ou que, quando forem mais velhos, irão parar a um lar de idosos e que nunca mais terão visitas. E é, igualmente, grave que, a pretexto das “hormonas”, haja filhos que hostilizem os pais ou utilizem com eles uma linguagem obscena. E que os pais sintam “medo” de filhos adolescentes à medida que eles ficam maiores, mais agrestes e mais inacessíveis. E que, em consequência disso, “fechem os olhos” aos seus maus modos. À forma como eles “ditam as regras”. E ao jeito como se transformam em “enclaves com autonomia administrativa” em relação à arrumação, limpeza, horas de refeições e etc. E continua a ser grave que os pais se encolham diante das exigências e dos caprichos dos filhos, em relação aos quais fazem sacrifícios enormes enquanto se privam do essencial a que têm direito. E são graves todos os “eu é que sei!” com que, entre o impertinente e o insolente, “arrasam” os pontos de vista dos pais. E não deixa de ser, ainda, um bocadinho grave que, à boleia do inglês ou das novas tecnologias, os filhos desconsiderem a sabedoria dos pais, com a sua conivência envergonhada.

E, não, não estou a tentar dizer que todos os adolescentes sejam violentos com os pais. Estou, antes, a recordar que os pais - “só” porque os adoram - não podem fechar os olhos a certas respostas, ao tom de algumas delas ou a comportamentos dos filhos que os magoem. Porque uma dor que não se releva corre o risco de se transformar num sofrimento que se banaliza.

Muitas vezes, os filhos estão assustados. A cabeça deles ferve. Ou sentem a vida virada de pernas para o ar. Mas, à medida que não se educam em relação a estes comportamentos agressivos, os pais vão-nos sentindo um bocadinho menos seus filhos. E, de comportamento agressivo em comportamento agressivo, vão deixando que, silenciosamente, se vá no caminho da violência. Até se chegar ao “Eu já não tenho mão nele…”. Com tudo o que isso tem de trágico e de inadmissível.

(Veja o texto completo no Observador)

19/11/2023

Ler faz mal à saúde!
Porque nos faz parar.
E nos “obriga” a sentir.E a imaginar.
Porque nos co-move.E movimenta.
E nos destranca.E agiganta.
E isso assusta! Porque (em vez de nos tornar conformados ou livres, em segredo) nos desabotoa o pensamento. E nos torna - “só”! - voáveis.

Ler faz mal à saúde!
Porque nos põe perguntas.E leva a que os livros nos conduzam, pela mão, do silêncio ao assombro.
E ao desejo.E levem, ainda, a reparar que até os estranhos têm histórias.Vizinhas das nossas.Antes de se tornarem - como somos todos, quando lemos - numa casa.Uns para os outros.

Ler faz mal à saúde!
Porque nos remexe; por dentro.E nos encaminha, de supetão, do silêncio das coisas à surpresa e ao encanto. E nos faz perceber que, da cada vez que lemos um livro, nos damos a ler.Mas isso expõe-nos à transparência. Por tanto, é mau…Porque nos torna, subitamente, mais simples.Mais acolhedores.E mais bonitos.

Ler faz mal à saúde!
Porque nos ajuda a entender que temos - todos! - sonhos e lágrimas.Sombras e luz.Paixão, intimidade e solidões. E isso é mau!Porque, todos juntos - quando nos compartilhamos por entre os livros que somos e por aqueles que lemos - ficamos mais fáceis de ler.
E, de espanto em espanto, vindas do fundo de nós, mais palavras se soltam.À espera das mãos de quem as “apanhe”, as costure e desenhe.

Por tudo isto, não devorem os livros.
Leiam-nos. Sem pressa.Leiam como quem resiste ao furor da estupidez humana e, teimoso, não desiste de pensar.
Saboreiem os livros.Degustem-nos! (E desgostem quem vos assuste com eles.) Leiam-se enquanto lêem. Percam-se nas histórias.Leiam! Mas guardem-se nos livros.

Se bem que ler nos faça… mal!Sobretudo quando descobrimos que, dentro de cada um de nós, há uma imensidão de livros que aguardam (pacientemente!) por ser escritos.

Tudo isto, porque os livros não são livros. São pontes. E avenidas largas. E são barcos.E janelas.Pináculos. E planaltos.Os livros são auroras.E elefantes que voam. Árvores que, em vez de frutos, dão palavras.E, até, asas.Que se desencontram do seu voar.

Ainda assim, leiam. Leiam.Leiam devagar! Lentamente é a forma mais rápida de tornar mais perto o sítio mais longe onde se quer chegar.

27/07/2023

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças...
Porque têm tempo. E têm paciência às toneladas. E nunca se esganiçam quando ralham aos netos. E lhes permitem que, não só vejam os desenhos animados (quase sempre) na sua companhia como - muito pior! - deixam que eles coloquem a cabeça no seu colo e fiquem assim. Horas a fio.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque as adormecem e lhes contam histórias. E dormem com elas as vezes que forem precisas. E as acordam, cheios de doçura, sem o “toque de alvorada” de todos os dias. Como ainda lhes levam leite, cereais e "pãozinho" à cama, enquanto passam com a mão nos caracóis dos netos. E, indiferentes à concorrência desleal que fazem aos pais, só lhes contam as histórias que eles lhes pedem.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque sorriem, sempre que as vão buscar à escola. E sorriem, quando elas, com o embaraço dum batoteiro, dizem que não têm trabalhos de casa. E sorriem quando repetem lengalengas. E sorriem quando contam histórias. E quando fazem truques e magias. E sorriem quando elas estão com os nervos em franja. E sorriem, sorriem, sorriem!

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque se vingam do tempo que não tiveram, enquanto pais, e parecem estar, agora, eternamente disponíveis. Porque permitem aos netos aquilo que nunca permitiram aos filhos. Porque perderam em austeridade tudo aquilo que ganharam em bondade. Porque tocam e porque abraçam os netos dez vezes mais (ou dez vezes melhor) se compararmos os seus mimos para com os filhos. Porque amam de forma tão generosa, tão transparente e tão bonita que fazem com que os pais se enterneçam antes, ainda, de se indignarem, diante de tanta doçura. E porque são, muitas vezes, mais sensatos e mais sábios que os próprios pais.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque as tratam por "minha querida" ou por "meu amor". E esse tom açucarado torna-se um vício. E fazem-nas sentir o melhor do mundo para alguém - duma forma tão especial e tão preciosa - que, sempre que estão com os avós, as crianças acreditam que é Natal.

Bom dia dos avós!!!!!

“o que comemos também pode afetar como nos sentimos”.
27/06/2023

“o que comemos também pode afetar como nos sentimos”.

CNN Portugal

Preocupações, pensamentos e sentimentos legítimos …
14/05/2023

Preocupações, pensamentos e sentimentos legítimos …

👉 Ser mãe, pai ou cuidador também é lidar com expectativas de perfeição, com sentimentos de culpa, angústia e sobrecarga, com a privação de sono ou as dificuldades de equilíbrio entre as necessidades familiares e as profissionais e pessoais.

✔ Estas tensões são naturais, inevitáveis e fazem parte da tarefa de ser Mãe, Pai ou Cuidador. Mas podemos, todos os dias, aprender a lidar saudavelmente com os desafios da Parentalidade. Consulte os recursos disponíveis sobre parentalidade em 🔗 https://bit.ly/3VynJJ8

20/04/2023
10/01/2023

O que significa a passagem do ano na realidade? O que é que muda e como podemos aproveitar ao máximo? No início de um Ano Novo há sempre vários desejos que se pedem à meia-noite e que se tem Esperança que ao longo do ano sejam realizados. Mas será que temos noção que não basta acreditar q...

BOM ANO
10/01/2023

BOM ANO

É proibido “insultar” o jardim de infância chamando-lhe "escolinha". Em primeiro lugar, porque é uma escola. Em segundo, porque todas as escolas ganhavam se ligassem brincar com aprender.

É proibido que os pais imaginem que o Jardim de Infância serve para aprender a ler e a contar. Ele é útil para aprender a descobrir os sentimentos. Para aprender a imaginar e a fantasiar. Para aprender com o corpo, com a música e com a pintura. E para brincar. Uma criança que não brinque deve preocupar mais os pais do que se ela fizer uma ou outra birra, pela manhã, ao lá chegar.

O Jardim de Infância assusta as crianças sempre que os pais - como quem sossega nelas os medos deles por mais um dia de jardim de infância - lhes repetem: "hoje vai tudo correr bem!"

É proibido que as crianças vão dia-sim dia-não ao Jardim de Infância. O Jardim de Infância não é um trabalho para os mais pequenos. É uma bela oportunidade para os pais não se esquecerem que se pode amar o conhecimento, namorar com a vida, nunca ser feliz sózinho e brincar, ao mesmo tempo.

No Jardim de Infância não tem de ser obrigatório comer até à última colher. Nem a dormir todos os dias. E não é nada mau que uma criança se baralhe e chame mãe à educadora (ou vice versa). Só é mau que sofra todos os dias, meses a fio, sempre que se trata de lá ficar.

Os pais estão obrigados a estar a horas quando se trata duma criança regressar a casa. Prometer e faltar devia dar direito a que os pais fossem classificados como tendo “necessidades educativas especiais”.

Os pais não podem exigir aos filhos relatórios de cada dia de Jardim de Infância. Mas estão autorizados a ficar preocupados se as crianças forem ficando mais resmungonas, mais tristonhas ou, até, mais aflitas, sempre que regressam de lá. E estão, ainda, autorizados a proibir que o Jardim de Infância só se abra para eles durante as festas ou sempre que uma criança esteja doente.

O Jardim de Infância é uma escola de pais. E um lugar onde os educadores são educados pelas crianças. Um lugar onde todos se educam uns aos outros não é uma escola como as outras. É um Jardim de Infância.

Um dia, num mundo mais amigo das crianças, todas as escolas serão Jardins de Infância!

20/09/2022

Nós, os pais, entendemos reclamar contra livros, artigos ou posts que nos “inundam”, todos os dias, com dicas em relação às emoções das crianças. E a favor de formas pré-fabricadas de falarmos com os nossos filhos.

Tememos, aliás, que sejam tantos os “sentidos proibidos”, os “stops” e as “direcções obrigatórias” que, a determinada altura, estamos sempre a ser advertidos contra os riscos de “traumatizarmos” os nossos filhos com os nossos gestos mais espontâneos. Às vezes, mais parece que nos querem equiparados à condição de pequenos robots - sem alma, sem dias de “telha” e sem pequenas fúrias - do que, simplesmente, como pais

A impressão que dá é que, à boleia da gestão das emoções, nos pretendem empurrar para uma espécie de inteligência artificial. Sem margem para as imemoriais pequenas asneiras à custa das quais todos crescemos como pais. Como se devêssemos ser comedidos e racionais, muito mais do que “emotivos”. Ou acalorados. Tudo acompanhado por um comboio de coisas que não podemos dizer: “Não compare”; “Não pergunte se quer comer”; “Não fale por ela”; “Não diga nem ‘porque sim’ nem ‘porque não’”; Nem “não faças”, “não mexas” ou “tem cuidado”; Nem “não chores”, claro. “Não ralhe!”. “Não grite!”. “Seja positivo”!

Ora, nós temos direito a ser “só” pais! Sabemos - até por experiência própria - que as coisas ásperas que escutámos se guardam cá dentro; sim. Como também se guardam histórias, historietas e lenga-lengas. Cheiros e olhares. Alguns sons, cantigas e canções de embalar. E o amor! Logo, parem de nos empurrar para a inteligência artificial, dando-nos um ror de coisas que não podemos dizer, que não podemos fazer ou que quase não podemos pensar. Será que, no meio de tantas proibições, consideram o “dedo que adivinha” dos pais é uma ficção? E o seu “sexto sentido”? E a tentação de “ser mosca” de todas as mães? E o sentimentimentozinho de culpa que nos faz nunca fugir à consciência dos nossos erros? Atenção, senhores que nos querem irrepreensíveis: os pais perfeitos são os maiores inimigos dos bons pais! Por isso, temos o direito a errar! E a exagerar, dentro dos limites da sensatez dos pais. E a aprender. Sempre! Todos os dias. De dia e de noite. Mas a amar. Sem nãos e mais nãos!

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