Clínica Ver Crescer

Clínica Ver Crescer Policlínica Ver Crescer é Crescer Contigo!...

Este é o grande desafio que decidimos assumir. Com atenção, proteção e sustentabilidade.

Somos uma equipa médica multidisciplinar, com diversas valências pediátricas que está totalmente disponível para ti e para os teus papás. Queremos acompanhar-te desde a gravidez da tua mamã até à tua chegada, para que cresças harmoniosamente saudável. Tudo faremos para mimar os teus primeiros acordes de natalidade até à tua adolescência. Queremos ir ao vosso encontro, da vossa realidade, procurando responder às vossas crescentes necessidades. Venha conhecer-nos, juntos iremos VER CRESCER! Clínica Médica Vera Santos, NIPC 504332651 | Rua Dr. Francisco Robalo Guedes, Lote D7, Loja 1, 6000-212 Castelo Branco
Nº Registo do estabelecimento: E121668 | Licença de Funcionamento nº 7972/2014. Em caso de marcação ou dúvida, entre contacto:
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A diabetes mellitus constitui um importante problema de saúde pública em Portugal, afetando cerca de 14% da população ad...
13/04/2026

A diabetes mellitus constitui um importante problema de saúde pública em Portugal, afetando cerca de 14% da população adulta, embora apenas 8% tenha diagnóstico confirmado, segundo o Observatório Nacional da Diabetes. Este cenário reforça a necessidade de rastreio precoce e de uma intervenção clínica eficaz, onde a posologia enquanto área da medicina dedicada ao estudo da dosagem e administração adequada de terapêuticas, assume um papel central na gestão da doença.

A correta posologia dos fármacos antidiabéticos, incluindo a insulina e os antidiabéticos orais, é fundamental para manter níveis adequados de glicemia e evitar episódios de hiperglicemia ou hipoglicemia, ambos associados a complicações graves. O controlo da hemoglobina glicada, indicador essencial da gestão metabólica, depende diretamente da adequação terapêutica, da adesão do doente e da individualização das doses.

A maioria das pessoas com diabetes apresenta excesso de peso ou obesidade, o que reforça a importância de uma abordagem integrada que combine terapêutica farmacológica, alimentação equilibrada e atividade física regular. A posologia deve, por isso, ser ajustada às características individuais de cada pessoa, tendo em conta fatores como idade, estilo de vida, comorbilidades e resposta ao tratamento.

A ausência de um controlo glicémico eficaz pode conduzir a complicações macrovasculares e microvasculares, como doença cardiovascular, retinopatia, nefropatia e neuropatia. Estas últimas aumentam significativamente o risco de úlceras nos pés, sendo essencial uma vigilância regular e intervenção precoce.

Neste contexto, a atuação multidisciplinar é determinante. Profissionais como médicos, enfermeiros e podologistas contribuem para a monitorização, educação e prevenção de complicações. A adequada gestão posológica, aliada a cuidados preventivos e acompanhamento contínuo, permite melhorar a qualidade de vida das pessoas com diabetes e reduzir o risco de complicações graves.

Conte com a ajuda da Dr.ª Helena Antunes.
Céd. Prof. nº 18 - ERS.

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No âmbito do dia mundial da doença de parkinson, importa destacar o papel fundamental da terapia ocupacional no acompanh...
11/04/2026

No âmbito do dia mundial da doença de parkinson, importa destacar o papel fundamental da terapia ocupacional no acompanhamento desta condição neurodegenerativa. Para além do tratamento médico, a evidência mais recente tem vindo a reforçar a importância de intervenções centradas na funcionalidade e na qualidade de vida das pessoas.

A terapia ocupacional assume um papel particularmente relevante, uma vez que atua diretamente nas dificuldades do dia a dia causadas pela doença, como a lentidão dos movimentos, a rigidez e as alterações na coordenação. Estudos recentes analisados em 2024 demonstram que a intervenção precoce nesta área contribui para a manutenção da autonomia, permitindo às pessoas com parkinson continuar a desempenhar atividades essenciais com maior independência.

Através de estratégias personalizadas, o terapeuta ocupacional ajuda a adaptar tarefas, rotinas e ambientes, promovendo não só a segurança, mas também a confiança e o bem-estar. Esta abordagem prática e centrada na pessoa tem mostrado impacto positivo na participação social e na qualidade de vida ao longo da progressão da doença.

Assim, viver com doença de parkinson não implica apenas acompanhamento médico, mas também intervenção especializada orientada para o dia a dia, sendo a terapia ocupacional uma peça-chave nesse percurso de adaptação, dignidade e qualidade de vida.

Conte com a ajuda da nossa terapeuta ocupacional, Dr.ª Ana Vitório.
Céd. Prof. nº C-043166180.

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Estima-se que, até 2050, cerca de 2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo venham a viver com algum grau de perda audi...
09/04/2026

Estima-se que, até 2050, cerca de 2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo venham a viver com algum grau de perda auditiva, sendo que pelo menos 700 milhões necessitarão de cuidados de reabilitação. Estes dados, divulgados pela Organização Mundial da Saúde, refletem o impacto crescente desta condição na saúde pública global.

A perda auditiva pode resultar de diversos fatores, como o envelhecimento, a exposição prolongada ao ruído, infeções, determinadas doenças ou até fatores genéticos.
Atualmente, mais de mil milhões de jovens estão em risco devido a hábitos auditivos pouco seguros, nomeadamente a utilização prolongada de auscultadores com volumes elevados.

A audiologia é a área da saúde responsável pela prevenção, diagnóstico e reabilitação das perturbações da audição e do equilíbrio. Para além da simples diminuição da capacidade de ouvir, a perda auditiva pode ter impacto na comunicação, no desempenho profissional, nas relações sociais e até na saúde cognitiva.

Na nossa policlínica, acreditamos que ouvir bem é viver melhor. Por isso, apostamos numa abordagem personalizada, com recurso a tecnologia avançada e acompanhamento contínuo, desde o diagnóstico precoce até à adaptação de soluções auditivas adequadas a cada pessoa.

É fundamental estar atento a sinais como dificuldade em compreender conversas, necessidade de aumentar o volume da televisão ou sensação de zumbido. A deteção precoce faz toda a diferença.

Cuidar da audição é cuidar de si.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Paula Martins.
Céd. Prof. nº 26009030.

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Pelo menos onze pessoas deixaram de necessitar de administrar insulina, total ou parcialmente, após participarem em ensa...
08/04/2026

Pelo menos onze pessoas deixaram de necessitar de administrar insulina, total ou parcialmente, após participarem em ensaios clínicos inovadores. Em causa está uma abordagem promissora na área da diabetologia, baseada no transplante de células pancreáticas produtoras de insulina, desenvolvida com o objetivo de restaurar a função natural do organismo em doentes com diabetes tipo 1.
O avanço mais significativo desta técnica reside no facto de não exigir imunossupressão prolongada, um dos principais obstáculos dos transplantes tradicionais, que obrigam os doentes a tomar medicamentos para evitar a rejeição das células transplantadas.

Este novo método recorre a células derivadas de células estaminais, encapsuladas ou modificadas de forma a escaparem ao sistema imunitário, permitindo que produzam insulina em resposta aos níveis de glicose no sangue. Os resultados demonstram não só uma redução significativa da necessidade de insulina externa, mas também uma melhoria no controlo glicémico e na qualidade de vida dos participantes, aspetos centrais na prática clínica da diabetologia.

Em Portugal, onde a diabetes tipo 1 afeta milhares de pessoas, esta inovação representa uma esperança concreta, mas ainda distante. Para a comunidade médica ligada à diabetologia, trata-se de um avanço potencialmente transformador. No entanto, o acesso a este tipo de tratamento poderá demorar vários anos, dependendo da evolução dos ensaios clínicos e da capacidade de integração destas terapias avançadas no serviço nacional de saúde. Ainda assim, constitui um passo relevante rumo a uma possível cura funcional da doença.

Conte com a Dr.ª Mónica Reis, especialista na nossa clínica e coordenadora do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
Céd. Prof. nº40188 - ERS.

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No dia em que se assinala o dia mundial da saúde pela OMS, falamos-lhe da importância da medicina geral e familiar. Para...
07/04/2026

No dia em que se assinala o dia mundial da saúde pela OMS, falamos-lhe da importância da medicina geral e familiar. Para a maioria das pessoas, é o primeiro ponto de contacto com o sistema de saúde, e também um dos mais determinantes para melhores resultados em saúde. Estudos mostram que sistemas assentes em cuidados de saúde primários acessíveis e contínuos estão associados a menor mortalidade, melhor qualidade de vida e maior equidade no acesso aos cuidados.

Em Portugal, os cuidados de saúde primários têm mais de 50 anos de evolução e continuam a destacar-se internacionalmente pelos seus resultados, sendo reconhecidos como um pilar essencial do sistema de saúde.

Mais do que tratar a doença, a medicina geral e familiar acompanha a pessoa ao longo da vida, integrando prevenção, diagnóstico, orientação e seguimento. Este acompanhamento próximo permite identificar precocemente problemas de saúde, reduzir a necessidade de cuidados hospitalares e promover decisões mais informadas e adequadas a cada pessoa.

Num mundo cada vez mais complexo, reforçamos a importância da proximidade, na continuidade e na relação médico-doente.
Neste Dia Mundial da Saúde, reafirmamos o compromisso de estar ao seu lado, como primeiro contacto, como referência e como parceiro na sua saúde.

Conte com a Dr.ª Catarina Silva e esclareça as suas dúvidas.
Céd. Prof. nº 61702 - ERS.

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A ortopedia é um ramo da medicina focado na preservação da mobilidade e da função física, atuando sobre estruturas funda...
04/04/2026

A ortopedia é um ramo da medicina focado na preservação da mobilidade e da função física, atuando sobre estruturas fundamentais para o movimento humano. Além do tratamento de fraturas e lesões traumáticas, esta especialidade abrange também patologias degenerativas, congénitas e relacionadas com o envelhecimento, assumindo um papel central na promoção da autonomia e bem-estar.

Nos últimos anos, a ortopedia tem evoluído significativamente, impulsionada por avanços tecnológicos e pela medicina baseada na evidência. Estudos recentes destacam o crescimento da utilização de técnicas minimamente invasivas, próteses mais duráveis e abordagens personalizadas, que permitem melhores resultados clínicos e tempos de recuperação mais curtos. Por exemplo, investigações sobre artroplastia total do joelho demonstram a importância da identificação de fatores de risco para reduzir complicações pós-operatórias e otimizar o tempo de internamento.

Paralelamente, a integração da inteligência artificial está a transformar a prática ortopédica. Uma revisão sistemática recente indica que algoritmos de IA conseguem identificar fraturas com uma sensibilidade de cerca de 91% e especificidade de 90%, aproximando-se do desempenho humano. Estes sistemas funcionam como ferramentas de apoio ao diagnóstico, aumentando a precisão e reduzindo erros clínicos.

Outro aspeto relevante é a crescente valorização da medicina baseada na evidência, com destaque para ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas, considerados fundamentais para orientar decisões terapêuticas, apesar dos desafios metodológicos associados.

A ortopedia é uma especialidade dinâmica e em constante evolução, marcada pela inovação tecnológica e pela investigação científica. O seu desenvolvimento contínuo contribui para tratamentos cada vez mais eficazes e personalizados, respondendo às necessidades de uma população envelhecida e com maior prevalência de patologias degenerativas.

Conte com a Dr.ª Nádia Oliveira, disponível para ajudar.
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A apneia do sono é um conjunto de perturbações respiratórias, sendo a forma mais frequente a apneia obstrutiva do sono. ...
31/03/2026

A apneia do sono é um conjunto de perturbações respiratórias, sendo a forma mais frequente a apneia obstrutiva do sono. Do ponto de vista da endocrinologia, trata-se de uma condição com impacto sistémico relevante, uma vez que interfere com múltiplos eixos hormonais e metabólicos. Cada pausa respiratória provoca uma diminuição dos níveis de oxigénio, levando o organismo a entrar em “estado de alerta”, com ativação do sistema nervoso simpático e consequente aumento da pressão arterial.

Muitos doentes permanecem por diagnosticar, já que os sintomas ocorrem durante o sono e tendem a ser desvalorizados. A doença caracteriza-se por episódios repetidos de obstrução das vias aéreas durante o sono, resultando em pausas respiratórias ou respiração superficial. Estas alterações reduzem a oxigenação dos tecidos e induzem microdespertares, fragmentando o sono e comprometendo o seu efeito reparador.

Além da forma obstrutiva, existe a apneia central, de origem neurológica ou cardíaca, sendo importante distinguir estas entidades em contexto clínico. Em adultos com mais de 25 anos, estima-se uma prevalência significativa, com muitos casos ainda não identificados, sobretudo em homens e em idades mais avançadas.

A etiologia é multifatorial, destacando-se fatores com forte ligação endocrinometabólica, como o excesso de peso e a obesidade, que alteram a regulação hormonal e favorecem a resistência à insulina. Outros fatores incluem características anatómicas das vias aéreas, envelhecimento, consumo de álcool ou sedativos e a posição durante o sono.

A apneia do sono está ainda associada a maior risco de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2, síndrome metabólica e disfunções hormonais, reforçando a importância da sua abordagem integrada na prática da endocrinologia.

Conte com a Dr.ª Diana Catarino, especialista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
Céd. Prof. nº 57382 - ERS.

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Um estudo recente dedicado à saúde intestinal em Portugal, revela que cerca de 45% da população entre os 18 e os 65 anos...
29/03/2026

Um estudo recente dedicado à saúde intestinal em Portugal, revela que cerca de 45% da população entre os 18 e os 65 anos apresenta sintomas como prisão de ventre, diarreia, cólicas, inchaço ou gases. Ainda mais relevante é o facto de 75% destas pessoas não ter um diagnóstico médico. No total, estima-se que 34% da população viva com um problema persistente sem conhecer a sua causa.

Estes dados apontam para uma realidade que ultrapassa casos isolados, assemelhando-se a um iceberg: a parte visível corresponde aos casos diagnosticados, enquanto uma grande proporção permanece oculta, marcada por anos de desconforto, tentativas de resolução sem sucesso e até constrangimento em abordar o tema. Muitas pessoas acabam por normalizar sintomas e adaptar o seu quotidiano ao mal-estar.

O impacto vai além do sistema digestivo. A coexistência de sintomas recorrentes pode afetar hábitos alimentares, humor, concentração e qualidade do sono. Neste contexto, a proctologia assume particular relevância, sendo a área dedicada ao diagnóstico e tratamento das doenças do cólon, reto e â**s. A avaliação especializada pode ser determinante para identificar a origem de queixas persistentes e orientar o tratamento adequado.

Importa questionar porque motivo tantas pessoas permanecem sem diagnóstico e porque razão sinais de alerta são desvalorizados. Muitos desconhecem conceitos como microbiota intestinal ou o eixo intestino-cérebro. Acresce que algumas destas condições não são facilmente identificadas em exames de rotina e nem sempre são abordadas nas consultas.

Perante este cenário, torna-se urgente encarar a saúde intestinal como uma prioridade de saúde pública. Falar abertamente sobre o tema é essencial para promover o diagnóstico atempado e melhorar a qualidade de vida da população.

Contamos com o Dr. Eduardo Xavier, um dos pouco cirurgiões em Portugal na área da proctologia, com uma prática de tratamentos a laser, de forma pouco invasiva e com os melhores resultados a nível da recuperação.
Céd. Prof. n° 27362 - ERS.

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No âmbito da medicina geral e familiar, a vigilância de sintomas aparentemente inespecíficos assume um papel fundamental...
26/03/2026

No âmbito da medicina geral e familiar, a vigilância de sintomas aparentemente inespecíficos assume um papel fundamental na deteção precoce de doenças graves, como o cancro do fígado. Apesar de poder evoluir de forma silenciosa, esta patologia pode manifestar-se através de sinais subtis, frequentemente desvalorizados ou confundidos com situações benignas do dia a dia.

Um exemplo é a dor no ombro, sobretudo do lado direito, que pode ser interpretada como consequência de esforço físico, má postura ou posição ao dormir. No entanto, em alguns casos, pode tratar-se de dor referida, ou seja, uma dor que tem origem noutro órgão, neste caso, o fígado, mas que é sentida à distância, devido à proximidade com estruturas nervosas.

Nos cuidados de saúde primários, o médico de família desempenha um papel essencial na avaliação destes sintomas, tendo em conta o contexto clínico global da pessoa. O desafio reside precisamente no facto de os sinais iniciais serem muitas vezes pouco específicos, o que pode atrasar o diagnóstico se forem ignorados.

Para além da dor, existem outros sintomas que devem motivar atenção e eventual avaliação médica: perda de apetite, cansaço persistente, perda de peso sem causa aparente, náuseas ou desconforto abdominal. Alterações como icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), urina escura, fezes claras ou comichão generalizada são também sinais de alerta.

Importa ainda referir que condições frequentes, como a esteatose hepática (fígado gordo), muitas vezes assintomática, podem evoluir para situações mais graves, incluindo cirrose e cancro hepático.

Assim, perante sintomas persistentes ou fora do habitual, é fundamental recorrer ao seu médico, para uma avaliação precoce, permitindo não só esclarecer a origem das queixas, como também encaminhar atempadamente para cuidados especializados, quando necessário.

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Assinala-se o dia mundial da tuberculose, uma data que reforça a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratame...
24/03/2026

Assinala-se o dia mundial da tuberculose, uma data que reforça a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento desta doença infecciosa, com particular relevância na área da pneumologia. De acordo com o mais recente Relatório de Vigilância e Monitorização da Tuberculose em Portugal, verifica-se uma tendência de descida, com uma taxa de notificação de 14,3 casos por 100 mil habitantes.
Apesar desta evolução positiva, a tuberculose continua a representar um desafio clínico significativo.

Do ponto de vista da pneumologia, a forma pulmonar é a mais frequente e a principal responsável pela transmissão entre pessoas. No entanto, a tuberculose não se limita aos pulmões, podendo manifestar-se sob a forma extrapulmonar e atingir órgãos como ossos, rins ou o sistema nervoso. Importa também distinguir entre infeção latente, assintomática e não contagiosa, e doença ativa, que apresenta risco de transmissão.

Entre os principais desafios atuais destaca-se a tuberculose multirresistente, causada por estirpes bacterianas resistentes aos tratamentos convencionais, exigindo abordagens terapêuticas mais prolongadas e complexas.

Clinicamente, os sintomas mais comuns incluem tosse persistente por várias semanas, febre, suores noturnos, perda de peso e fadiga. Em fases mais avançadas, pode ocorrer expetoração hemoptóica, sendo fundamental procurar avaliação médica atempada.

Apesar da redução da incidência e da mortalidade nas últimas décadas em Portugal, a tuberculose mantém-se como um problema de saúde pública relevante e, segundo a Organização Mundial da Saúde, continua a ser uma das principais causas de morte por agente infeccioso a nível global.

Conte com a Dr.ª Mariana Mendes, disponível para ajudar.
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A dieta mediterrânica tem sido historicamente associada a benefícios significativos para a saúde. No entanto, dados rece...
21/03/2026

A dieta mediterrânica tem sido historicamente associada a benefícios significativos para a saúde. No entanto, dados recentes indicam um progressivo afastamento deste padrão alimentar, tanto em Portugal como no contexto europeu.

Em Portugal, o índice de adesão à dieta mediterrânica tem evidenciado flutuações ao longo das últimas décadas. Após um declínio acentuado durante a crise económica e a pandemia, atingindo um dos valores mais baixos em 2021 (1,10), verificou-se apenas uma recuperação ligeira para 1,13 entre 2022 e 2024, sem sinais de melhoria consistente. Estes dados sugerem uma adesão ainda frágil e distante do padrão ideal.

Paralelamente, a análise da balança alimentar portuguesa revela desvios significativos face às recomendações tradicionais. Em 2024, observou-se um consumo excessivo de carne, pescado e ovos, com um desvio de +12,4 pontos percentuais, bem como uma ingestão elevada de gorduras saturadas (15,3% do total energético), acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Em contraste, verifica-se um défice no consumo de hortícolas e leguminosas, alimentos centrais na dieta mediterrânica.

Esta tendência não é exclusiva de Portugal. Estudos europeus apontam para uma crescente substituição de alimentos frescos por produtos ultraprocessados, especialmente entre as gerações mais jovens, influenciada por estilos de vida urbanos, falta de tempo e maior acessibilidade a alimentos de elevada densidade energética.

As implicações deste afastamento são relevantes. A redução da adesão à dieta mediterrânica está associada ao aumento do risco de doenças crónicas, como patologias cardiovasculares, diabetes tipo 2 e certos tipos de cancro. Para além disso, perde-se também uma componente cultural e sustentável do sistema alimentar.

Aconselhe-se com a Dr.ª Maria Madeira, especialista em nutrição.
Céd. Prof. nº 5925N.

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A reumatologia tem registado avanços significativos nos últimos anos, especialmente no estudo e tratamento da artrite re...
20/03/2026

A reumatologia tem registado avanços significativos nos últimos anos, especialmente no estudo e tratamento da artrite reumatoide, uma das doenças inflamatórias crónicas mais prevalentes. Um estudo recente divulgado em 2025 evidenciou não só a elevada carga da doença, mas também melhorias relevantes nos resultados clínicos.

Em Portugal, estima-se que a artrite reumatoide afete entre 300 mil e 400 mil pessoas, com maior incidência no s**o feminino. Trata-se de uma patologia sistémica que compromete sobretudo as articulações, podendo levar a incapacidade funcional significativa e impacto socioeconómico relevante.

Do ponto de vista estatístico, estudos mostram que cerca de 35% dos doentes se reformam antes dos 55 anos e que o absentismo laboral médio pode atingir 28 dias por ano, em contraste com apenas 4 dias na população saudável. Além disso, a componente psicológica é particularmente relevante: cerca de 58% dos doentes apresentam ansiedade e 42% depressão, valores substancialmente superiores aos da população geral.

Novos fármacos biológicos e inibidores de JAK permitem atualmente respostas clínicas eficazes em até 70% dos doentes, com muitos a atingirem remissão da doença. Estes dados refletem uma mudança de paradigma baseada numa abordagem, que privilegia o controlo precoce e intensivo da inflamação.

Adicionalmente, investigações recentes apontam que a doença pode iniciar-se anos antes dos sintomas clínicos, reforçando a importância do diagnóstico precoce. Paralelamente, o uso de inteligência artificial e biomarcadores está a emergir como ferramenta promissora para personalizar o tratamento e prever a resposta terapêutica.

Em síntese, a reumatologia encontra-se numa fase de transição, em que a combinação entre inovação terapêutica e diagnóstico precoce tem potencial para reduzir significativamente o impacto individual e social destas doenças.

O Dr. José Marona, especialista no Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira, cuida das suas necessidades.
Céd. Prof. nº 58527 - ERS.

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