Clínica Ver Crescer

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Este é o grande desafio que decidimos assumir. Com atenção, proteção e sustentabilidade.

Somos uma equipa médica multidisciplinar, com diversas valências pediátricas que está totalmente disponível para ti e para os teus papás. Queremos acompanhar-te desde a gravidez da tua mamã até à tua chegada, para que cresças harmoniosamente saudável. Tudo faremos para mimar os teus primeiros acordes de natalidade até à tua adolescência. Queremos ir ao vosso encontro, da vossa realidade, procurando responder às vossas crescentes necessidades. Venha conhecer-nos, juntos iremos VER CRESCER! Clínica Médica Vera Santos, NIPC 504332651 | Rua Dr. Francisco Robalo Guedes, Lote D7, Loja 1, 6000-212 Castelo Branco
Nº Registo do estabelecimento: E121668 | Licença de Funcionamento nº 7972/2014. Em caso de marcação ou dúvida, entre contacto:
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As bronquiectasias são uma doença respiratória crónica caracterizada pela dilatação irreversível dos brônquios, levando ...
20/02/2026

As bronquiectasias são uma doença respiratória crónica caracterizada pela dilatação irreversível dos brônquios, levando a acumulação de secreções, infeções respiratórias recorrentes e inflamação persistente.

Durante muitos anos foram consideradas raras, mas estudos recentes demonstram que estão subdiagnosticadas, sobretudo em adultos com tosse crónica produtiva. Estima-se que a prevalência na Europa possa variar entre 67 a 566 casos por 100.000 habitantes, aumentando significativamente após os 60 anos.

Os principais sintomas incluem:
✔ Tosse crónica com expetoração diária
✔ Infeções respiratórias frequentes
✔ Fadiga
✔ Falta de ar progressiva

As causas podem ser diversas: infeções respiratórias graves na infância, tuberculose prévia, doenças autoimunes, défices imunológicos ou até formas idiopáticas (sem causa identificada).

O diagnóstico é feito através de TAC (torácica de alta resolução), exame fundamental para confirmar a dilatação brônquica. A abordagem terapêutica é multidisciplinar e pode incluir fisioterapia respiratória, antibióticos dirigidos, vacinação e, em alguns casos, terapêutica inalatória.

Dados recentes indicam que exacerbações frequentes estão associadas a maior risco de internamento e pior qualidade de vida, reforçando a importância do diagnóstico precoce e acompanhamento regular em consulta de Pneumologia.

Se apresenta tosse com expetoração persistente há vários meses ou infeções respiratórias repetidas, não desvalorize. A avaliação especializada pode fazer a diferença no controlo da doença e na preservação da função pulmonar.
Respirar melhor começa com um diagnóstico atempado.

Conte com a Dr.ª Mariana Mendes, disponível para ajudar.
Céd. Prof. 48955 - ERS.

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A reabilitação oral é uma área diferenciada da Medicina Dentária dedicada à reconstrução funcional e estética do sistema...
19/02/2026

A reabilitação oral é uma área diferenciada da Medicina Dentária dedicada à reconstrução funcional e estética do sistema estomatognático, integrando conhecimentos de oclusão, prótese, implantologia e periodontologia.

A perda dentária continua a ser um problema relevante de saúde pública. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, as doenças orais afetam cerca de 3,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a perda de dentes uma das suas consequências mais comuns. Em adultos, a ausência de dentes não afeta apenas a estética, pois compromete a mastigação, a fonética, a estabilidade oclusal e pode influenciar negativamente a autoestima e a qualidade de vida.

A reabilitação oral visa restabelecer o equilíbrio funcional através de coroas, pontes, próteses removíveis ou implantes dentários, sempre com base numa avaliação oclusal criteriosa. Um planeamento adequado permite redistribuir forças mastigatórias, proteger estruturas remanescentes e prevenir disfunções temporomandibulares.

Estudos demonstram que reabilitações bem planeadas apresentam elevadas taxas de sucesso a longo prazo, sobretudo quando suportadas por implantes, dependendo das condições clínicas e dos hábitos do paciente.

Mais do que “substituir dentes”, a reabilitação oral devolve função, conforto e confiança. Cada caso é único e deve ser avaliado de forma personalizada, considerando saúde geral, expectativas estéticas e estabilidade oclusal.

Privilegiamos um diagnóstico rigoroso e um plano de tratamento individualizado, porque reabilitar é restabelecer saúde, função e qualidade de vida.

Consulte o Dr. Hélder Monteiro, especialista em oclusão.
Céd. Prof. nº 2235 - ERS.

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A perda auditiva não tratada está frequentemente associada a níveis elevados de fadiga física e mental, mesmo quando o g...
17/02/2026

A perda auditiva não tratada está frequentemente associada a níveis elevados de fadiga física e mental, mesmo quando o grau de perda é ligeiro ou moderado. Este fenómeno ocorre porque o sistema auditivo deixa de fornecer informação sonora clara e completa, obrigando o cérebro a compensar constantemente essa limitação.

Quando a audição está comprometida, a compreensão da fala exige um esforço cognitivo acrescido. O indivíduo precisa de recorrer de forma intensiva à atenção, à memória e a pistas visuais, como a leitura labial e a expressão facial, para interpretar a mensagem. Este processo, conhecido como esforço auditivo, consome mais recursos mentais do que a audição normal, conduzindo a um cansaço progressivo ao longo do dia.

Em ambientes ruidosos ou em situações de comunicação prolongada, como reuniões, aulas ou interacções sociais, este esforço é ainda mais acentuado. A dificuldade em acompanhar conversas pode gerar frustração, stress e ansiedade, factores que contribuem igualmente para a sensação de exaustão. Muitas pessoas com perda auditiva relatam necessidade de isolamento ou períodos frequentes de descanso após actividades comunicativas.

Adicionalmente, a fadiga pode ser agravada por alterações emocionais associadas à perda auditiva não tratada, como diminuição da autoconfiança e medo de falhar na comunicação. Estas preocupações mantêm o cérebro em estado de alerta constante, aumentando a carga mental.

A intervenção audiológica adequada, nomeadamente através da adaptação de próteses auditivas e de estratégias de reabilitação, permite reduzir significativamente o esforço auditivo. Ao melhorar o acesso ao som e à fala, diminui-se a sobrecarga cognitiva, contribuindo para níveis mais baixos de fadiga e para uma melhor qualidade de vida.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Paula Martins.
Céd. Prof. nº 26009030.

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A cardiologia continua a ser uma especialidade central na medicina contemporânea, dada a elevada prevalência das doenças...
14/02/2026

A cardiologia continua a ser uma especialidade central na medicina contemporânea, dada a elevada prevalência das doenças cardiovasculares (DCV) e o seu impacto na mortalidade e morbilidade a nível global. As DCV, incluindo doença coronária, insuficiência cardíaca, arritmias e acidente vascular cerebral, permanecem entre as principais causas de morte, apesar das melhorias terapêuticas das últimas décadas.

Nos últimos anos, a investigação avançou significativamente em diversas frentes. Um dos focos tem sido o desenvolvimento de tecnologias de diagnóstico mais sensíveis, como a utilização de inteligência artificial para avaliar imagens médicas e detetar alterações subclínicas do coração e dos vasos. Técnicas de modelização digital e algoritmos baseados em IA podem melhorar a avaliação do risco vascular, permitindo intervenções mais precoces e personalizadas.

Na esfera terapêutica, surgem ensaios clínicos promissores que abordam fatores de risco até agora difíceis de tratar. Um exemplo é o fármaco "lepodisiran", que demonstrou reduzir drasticamente os níveis de lipoproteína(a), um fator genético de risco para eventos cardiovasculares, mostrando uma redução média de cerca de 94% em estudos preliminares.

Estudos epidemiológicos enfatizam ainda a importância da avaliação precoce do risco cardiovascular. Dados longitudinais sugerem que, em homens, o risco de doença cardiovascular começa a divergir significativamente a partir dos 35 anos, reforçando a necessidade de rastreio e intervenção preventiva desde a idade adulta jovem.

Apesar dos progressos nesta especialidade, continuam a emergir desafios, como o aumento da prevalência de obesidade, diabetes e hipertensão, fatores que contribuem para a carga global de DCV. Estes dados reforçam a necessidade de uma abordagem integrada que combine inovação tecnológica, terapêutica avançada e reforço de medidas preventivas na população.

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A lombalgia aguda constitui uma das principais causas de consulta em ortopedia, afectando pessoas de diversas faixas etá...
13/02/2026

A lombalgia aguda constitui uma das principais causas de consulta em ortopedia, afectando pessoas de diversas faixas etárias e representando um impacto significativo na qualidade de vida e na produtividade laboral. Na maioria dos casos, trata-se de uma condição de origem mecânica, sem patologia estrutural grave associada.

A avaliação clínica, geralmente inclui anamnese detalhada e exame objectivo rigoroso, com especial atenção à presença de sinais de alarme, como défices neurológicos progressivos, história de trauma significativo, febre ou suspeita de patologia infecciosa ou tumoral. Na ausência destes sinais, exames complementares de imagem não são, regra geral, necessários na fase inicial.

O tratamento conservador é a abordagem de primeira linha. Recomenda-se a manutenção de actividade física ligeira, evitando o repouso absoluto prolongado, que pode atrasar a recuperação. A terapêutica farmacológica pode incluir analgésicos simples e anti-inflamatórios não esteróides, ajustados ao perfil clínico do doente. Em situações seleccionadas, podem ser considerados relaxantes musculares por períodos curtos.

A fisioterapia desempenha um papel fundamental, promovendo o fortalecimento da musculatura paravertebral e abdominal, bem como a correcção de padrões posturais inadequados. A educação do doente é igualmente crucial, esclarecendo o carácter geralmente benigno e autolimitado da condição.

A maioria dos episódios de lombalgia aguda resolve-se em poucas semanas. Contudo, a persistência de sintomas ou o agravamento clínico justificam reavaliação médica e eventual investigação adicional.

Conte com a Dr.ª Nádia Oliveira, disponível para ajudar.
Céd. Prof. nº56615 - ERS.

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No contexto da saúde respiratória e ambiental, a Imunoalergologia assume um papel fundamental na compreensão das doenças...
11/02/2026

No contexto da saúde respiratória e ambiental, a Imunoalergologia assume um papel fundamental na compreensão das doenças alérgicas e da forma como o sistema imunitário reage aos agentes presentes no meio envolvente. Muitas destas doenças têm uma ligação direta às condições do espaço habitacional, onde fatores como a humidade e a qualidade do ar interior podem influenciar significativamente os sintomas.

Um desses fatores é o bolor, resultante do crescimento de fungos microscópicos em ambientes húmidos e pouco ventilados. O bolor desenvolve-se com facilidade em casas com infiltrações, condensação excessiva ou isolamento deficiente, libertando esporos e fragmentos fúngicos para o ar interior. Estas partículas, quando inaladas, podem atuar como alergénios, desencadeando ou agravando sintomas respiratórios em indivíduos suscetíveis.

Do ponto de vista da Imunoalergologia, a exposição contínua ao bolor pode contribuir para o aparecimento de sintomas como espirros frequentes, congestão nasal, tosse persistente, pieira, falta de ar e agravamento da asma. Em algumas pessoas, pode também provocar irritação ocular, fadiga e agravamento de doenças alérgicas já diagnosticadas. Crianças, idosos e indivíduos com doenças respiratórias crónicas são particularmente vulneráveis.

A avaliação imunoalergológica permite identificar sensibilizações específicas a fungos através de te**es cutâneos ou análises laboratoriais, ajudando a estabelecer uma relação entre os sintomas clínicos e o ambiente habitacional. No entanto, o tratamento não se limita à medicação. A redução da exposição é um pilar fundamental, o que implica melhorar a ventilação, controlar a humidade e eliminar focos de bolor dentro de casa.

Assim, a articulação entre a Imunoalergologia e a melhoria das condições ambientais do domicílio é essencial para uma abordagem eficaz e sustentável da saúde respiratória e alérgica.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Susana Marques.
Céd. Prof. nº 37367 - ERS.

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A inflamação que afecta o nariz e os seios perinasais pode levar ao aparecimento, no revestimento interno da cavidade na...
09/02/2026

A inflamação que afecta o nariz e os seios perinasais pode levar ao aparecimento, no revestimento interno da cavidade nasal, de formações de tecido com aspeto semelhante a cachos de uva, designadas pólipos nasais. Uma doença que, cujo mecanismo de base é tendencialmente alérgico, associada a uma alteração da resposta imunitária a factores ambientais.
Qualquer pessoa pode desenvolver rinossinusite crónica com pólipos nasais (CRSwNP), embora a condição seja mais frequente no s**o masculino e o diagnóstico geralmente a partir dos 40 anos. Tendo em conta os dados disponíveis para a população ocidental, estima-se que Portugal apresente um padrão semelhante. A incidência da rinossinusite crónica ronda os 12%, sendo que cerca de 25% a 30% desses doentes apresentam pólipos nasais.
Apesar de não se conhecer a origem exacta desta patologia, estabelece-se a existência de uma predisposição genética, sendo frequente a presença de familiares com o mesmo problema. O tabagismo e a exposição a poeiras constituem factores de risco relevantes. A CRSwNP surge também com frequência em pessoas com doenças associadas à inflamação do tipo 2, como a asma ou a rinite alérgica, sendo que cerca de metade dos doentes com pólipos nasais apresenta asma, por vezes grave. É também comum a associação a hipersensibilidade a anti-inflamatórios, como a aspirina.

A gravidade da doença é avaliada através de parâmetros clínicos como o grau de obstrução nasal, o impacto na qualidade de vida e no sono. Podem ainda ser realizados exames como a tomografia computorizada, para avaliar a extensão da doença nos seios perinasais, ou a endoscopia nasal.
Os sintomas mais frequentes incluem congestão ou obstrução nasal, corrimento nasal persistente, pressão ou dor facial, diminuição ou perda do olfato com duração superior a 12 semanas, redução do paladar, apneia, espirros frequentes e infecções crónicas dos seios perinasais.

Conte com os nossos profissionais:

Dr.ª Natércia Silvestre
- Céd. Prof. nº 47773 - ERS

Dr.ª Teresa Gabriel
- Céd. Prof. nº 50793 - ERS

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Os espasmos da bexiga, conhecidos como bexiga hiperativa ocorrem quando o músculo da bexiga se contrai involuntariamente...
07/02/2026

Os espasmos da bexiga, conhecidos como bexiga hiperativa ocorrem quando o músculo da bexiga se contrai involuntariamente e sem aviso prévio. Estes episódios podem ainda representar problemas de saúde relevantes, muito associados à incontinência urinária ou a uma vontade súbita e difícil de controlar de urinar.
As causas são diversas e podem estar relacionadas com a toma de determinados medicamentos prescritos, como fármacos utilizados em tratamentos de quimioterapia ou alguns antidepressivos. A bexiga é um órgão muscular oco que funciona como reservatório da urina e, à medida que se enche, a pressão interna envia sinais ao cérebro a indicar a necessidade de urinar.

Embora seja possível controlar, até certo ponto, os músculos da uretra, o principal músculo da parede da bexiga, designado músculo detrusor, é involuntário. No momento de urinar, este músculo contrai-se automaticamente para permitir o esvaziamento da bexiga. Os espasmos surgem quando o músculo detrusor se contrai de forma espontânea, por vezes quando a bexiga ainda não se encontra totalmente cheia. Podendo ocorrer cólicas na parte inferior do abdómen, com intensidade, sensação de pressão ou ardor na uretra e episódios de incontinência urinária, passando por uma necessidade súbita e intensa de urinar.

Os espasmos da bexiga têm, geralmente, curta duração e podem afectar homens e mulheres de qualquer faixa etária. No entanto, algumas pessoas apresentam maior vulnerabilidade, como os idosos, fumadores, indivíduos com obesidade ou diabetes, pessoas com problemas urinários crónicos e outras patologias neurológicas, como a doença de Parkinson ou a esclerose múltipla.
O controlo dos espasmos pode ser promovido através da adoção de hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação equilibrada e uma hidratação adequada, evitando substâncias que irritam a bexiga, como a cafeína, o álcool, os alimentos picantes e as bebidas ácidas.

Conte com os nossos especialistas:
- Dr.ª Manuela Silva
Céd. Prof. nº 28430 - ERS.

- Dr. Rogério Gouveia
Céd. Prof. nº 20417 - ERS.

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A hipoglicemia noturna e a elevada variabilidade glicémica constituem dois dos principais desafios no tratamento da diab...
03/02/2026

A hipoglicemia noturna e a elevada variabilidade glicémica constituem dois dos principais desafios no tratamento da diabetes mellitus tipo 1, mesmo em doentes com boa adesão terapêutica. Estes fenómenos estão frequentemente associados a regimes de insulinoterapia intensiva, nos quais o ajuste da insulina basal não consegue reproduzir com precisão as flutuações fisiológicas das necessidades hormonais ao longo da noite.

A hipoglicemia durante o período noturno assume particular relevância clínica, uma vez que ocorre em contexto de menor perceção dos sintomas, aumentando o risco de episódios graves e contribuindo para ansiedade, perturbação do sono e redução da qualidade de vida. Por sua vez, a variabilidade glicémica elevada, caracterizada por oscilações amplas e imprevisíveis da glicose, está associada a maior risco de complicações microvasculares e dificulta o alcance de um controlo metabólico estável.

Neste contexto, a introdução de sistemas híbridos de circuito fechado representa um avanço significativo na prática endocrinológica. Estes sistemas combinam monitorização contínua da glicose com algoritmos que ajustam automaticamente a administração de insulina basal em tempo real, permitindo responder de forma dinâmica às tendências glicémicas, sobretudo durante a noite.

Estudos recentes demonstram que a utilização destes dispositivos conduz a uma redução marcada dos episódios de hipoglicemia noturna e a uma diminuição significativa da variabilidade glicémica, tornando o controlo glicémico mais previsível. Assim, esta abordagem tecnológica permite não só melhorar parâmetros laboratoriais, mas também promover maior segurança terapêutica e bem-estar global dos doentes.

Conte com a Dr.ª Diana Catarino, especialista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
Céd. Prof. nº 57382 - ERS.

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A Proctologia é uma especialidade médica cada vez mais relevante face às mudanças demográficas e aos hábitos de vida act...
01/02/2026

A Proctologia é uma especialidade médica cada vez mais relevante face às mudanças demográficas e aos hábitos de vida actuais. O envelhecimento da população tem vindo a associar-se a um aumento da prevalência de doenças anorretais, como hemorróidas sintomáticas, fissuras anais, fístulas e incontinência. Condições que impactam significativamente a qualidade de vida quando não são diagnosticadas e tratadas atempadamente.

Paralelamente, o estilo de vida moderno marcado pelo sedentarismo, longos períodos em posição sentada, alimentação pobre em fibras e hidratação insuficiente, contribui para problemas como a obstipação crónica, um dos principais factores de risco para o desenvolvimento de patologia proctológica. Apesar de frequentes, estes sintomas continuam muitas vezes a ser desvalorizados ou adiados por constrangimento, atrasando o diagnóstico.

A boa notícia é que a Proctologia tem acompanhado os avanços da medicina, com o desenvolvimento de abordagens cada vez mais eficazes e minimamente invasivas. Hoje, muitos tratamentos permitem menor dor, recuperação mais rápida e retorno precoce às actividades diárias, garantindo melhores resultados clínicos e maior conforto para o doente.

Em Portugal, esta evolução tem sido marcada pelo contributo do Dr. Eduardo Xavier, pioneiro da Proctologia no nosso país, que tem desempenhado um papel fundamental na implementação e desenvolvimento de técnicas inovadoras, ajudando a elevar os padrões de diagnóstico e tratamento nesta área.
Céd. Prof. n° 27362 - ERS.

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A Diabetologia é uma especialidade médica essencial num contexto em que a diabetes continua a crescer de forma preocupan...
29/01/2026

A Diabetologia é uma especialidade médica essencial num contexto em que a diabetes continua a crescer de forma preocupante em todo o mundo. De acordo com dados recentes da International Diabetes Federation (IDF), mais de 580 milhões de adultos vivem actualmente com diabetes, prevendo-se que este número aumente significativamente nas próximas décadas se não forem reforçadas as estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento clínico.

Estima-se ainda que quase metade das pessoas com diabetes desconheça o seu diagnóstico, o que aumenta o risco de complicações graves, como doença cardiovascular, insuficiência renal, alterações da visão ou neuropatias. Em Portugal, a diabetes mantém-se como uma das doenças crónicas mais prevalentes, com impacto significativo na qualidade de vida e no sistema de saúde.

A Diabetologia vai muito além do controlo dos níveis de glicemia. Esta especialidade centra-se numa abordagem integrada e personalizada, que inclui:
• Diagnóstico e rastreio precoce;
• Ajuste individualizado da terapêutica;
• Promoção de hábitos de vida saudáveis;
• Prevenção e vigilância das complicações associadas à diabetes.

A investigação científica tem demonstrado que o seguimento regular por equipas especializadas reduz de forma significativa o risco de complicações e melhora o controlo da doença a longo prazo. Os avanços terapêuticos e tecnológicos recentes permitem hoje um acompanhamento mais eficaz, seguro e adaptado a cada pessoa.

Com os nossos especialistas, a Diabetologia é praticada com base na evidência científica mais actual, aliando conhecimento, tecnologia e proximidade, para apoiar cada pessoa na gestão da sua saúde e na melhoria da sua qualidade de vida.

Conte com a Dr.ª Mónica Reis, especialista na nossa clínica e coordenadora do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
Céd. Prof. nº40188 - ERS.

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A aspirina pode causar diversos efeitos secundários, sobretudo quando é utilizada de forma prolongada ou sem aconselhame...
27/01/2026

A aspirina pode causar diversos efeitos secundários, sobretudo quando é utilizada de forma prolongada ou sem aconselhamento médico. À semelhança de outros medicamentos, como alguns antiácidos, entre os quais o omeprazol, a sua toma continuada deve ser sempre acompanhada por um profissional de saúde. Atualmente, existem opções terapêuticas mais eficazes no tratamento de doenças cardiovasculares, com menor risco de efeitos indesejáveis. Um estudo recente demonstrou que pessoas sem historial de problemas cardiovasculares desenvolveram hemorragias após o uso prolongado deste fármaco.

Entre os principais riscos associados à aspirina estão as hemorragias ao nível do estômago, capazes de provocar dores intensas durante vários dias. Em situações mais graves, quando a hemorragia ocorre no cérebro, as consequências podem ser fatais. As informações presentes nas bulas alertam ainda para sintomas como expetoração com sangue, sangue nas fezes, olhos amarelados, dores nas articulações e inchaço das mãos ou dos pés devido à retenção de líquidos. O fígado é um dos órgãos mais afetados pelo consumo regular de aspirina, existindo dados que apontam para uma possível ligação ao desenvolvimento de doenças hepáticas.

O risco de úlceras gástricas também aumenta com a toma prolongada, uma vez que a proteção natural do estômago é reduzida, elevando a probabilidade de episódios hemorrágicos. Pessoas com epilepsia podem enfrentar um maior risco de convulsões, bem como interações com outros medicamentos. Os acidentes vasculares cerebrais e a diminuição da função renal estão igualmente entre os efeitos associados ao uso continuado da aspirina.

A toma de qualquer medicação deve ser feita apenas sob recomendação médica.

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Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00
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