Clínica Ver Crescer

Clínica Ver Crescer Policlínica Ver Crescer é Crescer Contigo!...

Este é o grande desafio que decidimos assumir. Com atenção, proteção e sustentabilidade.

Somos uma equipa médica multidisciplinar, com diversas valências pediátricas que está totalmente disponível para ti e para os teus papás. Queremos acompanhar-te desde a gravidez da tua mamã até à tua chegada, para que cresças harmoniosamente saudável. Tudo faremos para mimar os teus primeiros acordes de natalidade até à tua adolescência. Queremos ir ao vosso encontro, da vossa realidade, procurando responder às vossas crescentes necessidades. Venha conhecer-nos, juntos iremos VER CRESCER! Clínica Médica Vera Santos, NIPC 504332651 | Rua Dr. Francisco Robalo Guedes, Lote D7, Loja 1, 6000-212 Castelo Branco
Nº Registo do estabelecimento: E121668 | Licença de Funcionamento nº 7972/2014. Em caso de marcação ou dúvida, entre contacto:
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A tiroide é uma glândula situada na parte anterior da base do pescoço, com a forma de uma borboleta, apresentando dois l...
30/12/2025

A tiroide é uma glândula situada na parte anterior da base do pescoço, com a forma de uma borboleta, apresentando dois lobos localizados de cada lado da traqueia. As patologias associadas a esta glândula são cerca de dez vezes mais frequentes nas mulheres. Calcula-se que, aos 60 anos, cerca de 17% das mulheres apresentem hipotiroidismo, a forma mais comum de doença da tiroide.

Muitos problemas da tiroide passam despercebidos, pois os sintomas são geralmente confundidos com sinais de stress ou depressão. Investigadores portugueses, responsáveis por um dos grupos de investigação em cancro da tiroide mais produtivos da Europa, referem que manifestações como aumento da frequência cardíaca, nervosismo, inquietação, dificuldades em dormir, alterações de peso, depressão, impotência sexual e sensibilidade excessiva ao calor ou ao frio podem ter origem no mau funcionamento desta glândula.

A tiroide produz duas hormonas, T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que são libertadas na corrente sanguínea e atuam em quase todas as células do organismo. Estas hormonas regulam o metabolismo, a utilização da energia, a temperatura corporal, o crescimento e o desenvolvimento intelectual nas crianças, bem como o funcionamento do cérebro, dos músculos, do coração e de outros órgãos. Quando a produção hormonal é insuficiente ocorre hipotiroidismo; quando é excessiva, verifica-se hipertiroidismo. O hipotiroidismo é cerca de dez vezes mais frequente do que o hipertiroidismo.

Entre as doenças da tiroide, o cancro é uma das mais graves. Trata-se do tumor maligno mais comum do sistema endócrino e do quarto mais frequente nas mulheres. Pode surgir em qualquer idade, sendo mais habitual após os 35 anos, e apresenta elevadas taxas de cura ou controlo quando diagnosticado precocemente.

Conte com a Dr.ª Diana Catarino, especialista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
Céd. Prof. nº 57382 - ERS.

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Embora possa ser incómodo, na maioria das situações o estalido do maxilar não é motivo de preocupação. Quando ocorre com...
27/12/2025

Embora possa ser incómodo, na maioria das situações o estalido do maxilar não é motivo de preocupação. Quando ocorre com frequência, pode indicar um desequilíbrio no funcionamento da articulação. Em alguns casos, este estalido surge acompanhado de dor, dificuldade em mastigar ou em abrir a boca, sinais que podem estar associados a uma disfunção da articulação temporomandibular (DTM).

O estalido da mandíbula resulta de alterações na articulação temporomandibular (ATM), responsável por ligar a mandíbula ao crânio.

As causas são geralmente multifatoriais e incluem traumatismos na mandíbula, patologias articulares, hábitos como apertar ou ranger os dentes (bruxismo), bem como tensão muscular e emocional. Muitas vezes, o problema está relacionado com o deslocamento do disco de cartilagem da articulação, o que provoca movimentos irregulares da mandíbula.
A instabilidade emocional também pode ter influência. O stress pode levar a movimentos repetitivos, como apertar a mandíbula ou ranger os dentes. Estudos confirmam a associação entre stress e bruxismo.

Alguns comportamentos aumentam a probabilidade de estalos na mandíbula, como mascar pastilhas elásticas em excesso, o que sobrecarrega os músculos e a ATM, ou manter uma má postura, por exemplo apoiar o queixo na mão, podendo causar desalinhamento da mandíbula.

Para prevenir o problema, recomenda-se reduzir o stress, evitar alimentos que exijam mastigação excessiva, como pastilhas elásticas, gomas ou caramelos, bem como alimentos muito duros. Exercícios suaves de relaxamento da mandíbula, como abrir e fechar a boca lentamente com a língua apoiada no céu da boca, podem ajudar a melhorar o alinhamento.

Compreender as causas dos estalos permite explorar melhor as opções de tratamento. Em muitos casos, recorrem-se a abordagens não cirúrgicas, como fisioterapia, aparelhos orais ou infiltrações semelhantes ao Botox. Em situações mais graves, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

Consulte o Dr. Hélder Monteiro, especialista em oclusão.
Céd. Prof. nº 2235 - ERS.

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Um estudo divulgado concluiu que pessoas com diabetes tipo 2 que passam mais tempo expostas à luz natural apresentam men...
26/12/2025

Um estudo divulgado concluiu que pessoas com diabetes tipo 2 que passam mais tempo expostas à luz natural apresentam menores variações nos níveis de açúcar no sangue. De acordo com os investigadores, a luz natural, mesmo quando recebida em espaços interiores, como junto a uma janela, influencia a forma como o organismo processa a glicose e utiliza a energia. Nas sociedades ocidentais, estima-se que as pessoas passem entre 80% e 90% do tempo sob iluminação artificial, que é geralmente mais fraca e menos variável do que a luz solar. Além disso, a luz natural desempenha um papel fundamental na regulação do relógio biológico do corpo, conhecido como ritmo circadiano.

Este relógio biológico afeta diversos processos essenciais, incluindo a digestão, a regulação hormonal e o metabolismo. Quando estes mecanismos ficam desajustados, pode surgir resistência à insulina e dificuldades no controlo da glicemia, dois dos principais problemas associados à diabetes tipo 2.

O estudo contou com a participação de 13 adultos com diabetes tipo 2. Cada participante passou dois períodos de quatro a cinco dias num ambiente de escritório controlado. Num dos períodos, trabalharam em postos junto a janelas, com elevada exposição à luz natural; no outro, permaneceram na mesma sala, mas sob iluminação artificial típica. Os resultados mostraram que os participantes expostos a mais luz natural apresentaram menores oscilações nos níveis de açúcar no sangue. Verificou-se ainda uma maior queima de gordura e um menor consumo de hidratos de carbono como fonte de energia.
Acrescentam ainda que a exposição à luz natural não substitui a medicação nem outros pilares fundamentais do tratamento, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercício físico.

Conte com a Dr.ª Mónica Reis, especialista na nossa policlínica e coordenadora do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
Céd. Prof. nº40188 - ERS.

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Deixamos os nossos votos para toda a equipa, pacientes e amigos! 🎄Porque “Ver Crescer, é crescer convosco”!
25/12/2025

Deixamos os nossos votos para toda a equipa, pacientes e amigos! 🎄
Porque “Ver Crescer, é crescer convosco”!

O crescimento das compras online em Portugal tem levantado preocupações relacionadas com comportamentos de consumo exces...
21/12/2025

O crescimento das compras online em Portugal tem levantado preocupações relacionadas com comportamentos de consumo excessivo e desregulado.
Dados nacionais indicam que cerca de metade da população portuguesa adulta realiza compras pela internet, e vários estudos apontam para um aumento das compras por impulso, sobretudo entre jovens adultos e utilizadores intensivos de redes sociais. Investigação académica realizada em contexto universitário português sugere que uma parte dos consumidores apresenta dificuldades em controlar o impulso de comprar online, relatando sentimentos de culpa, ansiedade e consequências financeiras negativas, características compatíveis com padrões de compra compulsiva.

Este comportamento é conhecido na literatura científica como transtorno de compra compulsiva ou oniomania. Embora não esteja formalmente classificado como um diagnóstico autónomo no DSM-5, é amplamente reconhecido como uma perturbação do controlo dos impulsos ou um vício comportamental. A compra compulsiva caracteriza-se por uma preocupação excessiva com o ato de comprar, perda de controlo sobre o comportamento e manutenção das compras apesar de prejuízos pessoais, sociais ou económicos. Estudos internacionais estimam que este tipo de perturbação possa afetar entre 3% e 8% da população.

Quando o comportamento de compras online causa sofrimento significativo ou compromete o funcionamento diário, a especialidade médica associada é a Psiquiatria, frequentemente em articulação com a Psicologia Clínica. A abordagem terapêutica centra-se sobretudo na terapia cognitivo-comportamental, podendo incluir tratamento farmacológico quando existem comorbilidades como ansiedade ou depressão. O reconhecimento precoce do problema é essencial para prevenir consequências financeiras e emocionais mais graves.

Conte com os nossos especialista:

Dr.ª Susana Duarte
Céd. Prof. nº 16868 - ERS.

Dr.ª Maria José Mira
Céd. Prof. nº 6614 - ERS.

Dr.ª Susana Freixieiro
Céd. Prof. nº 5681 - ERS.

Dr.ª Joana Pereira
Céd. Prof. nº 28847 - ERS.

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Especialistas em nutrição esclarecem se é realmente necessário contar o número de mastigações durante as refeições, como...
19/12/2025

Especialistas em nutrição esclarecem se é realmente necessário contar o número de mastigações durante as refeições, como o almoço ou o jantar.
Existem recomendações com valores muito específicos entre 20, 30 ou até 40 mastigações, mas a verdade é que não existe um número mágico que sirva para todas as pessoas, alimentos ou situações. Contar mastigações não é uma boa prática, embora reconheça que mastigar bem é uma etapa essencial.

A mastigação é o primeiro passo da digestão. Ao mastigar corretamente, facilita-se o trabalho do estômago, os alimentos misturam-se com a saliva, rica em enzimas digestivas, e o cérebro tem tempo para perceber que estamos a comer, o que influencia a sensação de saciedade. Quando esta etapa não é bem feita, podem surgir problemas: comer depressa está frequentemente associado a digestões pesadas, sensação de inchaço e dificuldade em reconhecer quando já estamos satisfeitos.

Nem todos os alimentos exigem o mesmo esforço: não se mastiga uma salada da mesma forma que um iogurte, nem um legume como um peixe ou uma fruta madura.

Deve mastigar até que o alimento esteja confortável para engolir, sem pressa ou esforço. Alimentos mais sólidos e fibrosos exigem mais mastigação, enquanto os mais macios exigem menos.
Engolir os alimentos sem mastigar adequadamente não é benéfico e, a longo prazo, pode contribuir para problemas como a diabetes. O cérebro necessita de tempo entre cinco a 20 minutos para reconhecer a saciedade.

Comer devagar e mastigar bem estimula hormonas reguladoras do apetite, como a leptina, a adiponectina e a grelina, ajudando a manter um peso saudável. Pelo contrário, comer rapidamente favorece a ingestão excessiva e a acumulação de gordura visceral. Este hábito aumenta ainda o risco de diabetes tipo 2 e de doenças cardiometabólicas.
Um estudo de 2017 revelou que pessoas que comem rapidamente têm quase o dobro da probabilidade de desenvolver síndrome metabólica.

Aconselhe-se com a Dr.ª Maria Madeira, especialista em nutrição.
Céd. Prof. nº 5925N.

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Ter um ouvido entupido é uma situação frequente e pode ter várias causas. Consoante a sua origem, o tratamento adequado ...
16/12/2025

Ter um ouvido entupido é uma situação frequente e pode ter várias causas. Consoante a sua origem, o tratamento adequado também será diferente. Em alguns casos, nem sequer é necessária qualquer intervenção, bastando aguardar que o ouvido recupere naturalmente.
Uma das causas mais comuns é a acumulação de cera, pois o excesso de cera pode provocar desconforto e sensação de diminuição da audição. Apesar de a cera ter uma função protetora, a sua produção excessiva, acumulação ou uma limpeza inadequada, nomeadamente com cotonetes, pode levar à compactação no canal auditivo, originando obstrução e, em casos mais graves, um rolhão de cera.

Outra causa frequente é a entrada de água no ouvido, sobretudo em piscinas ou no mar. O que pode provocar entupimento e favorecer o desenvolvimento de bactérias, sendo o uso de tampões ao nadar uma forma eficaz de prevenção.

A disfunção da trompa de Eustáquio também pode causar sensação de ouvido tapado. Estes canais ligam o ouvido médio à parte posterior do nariz e da garganta e ajudam a equalizar a pressão. Quando não funcionam corretamente, por exemplo devido a constipações, alergias ou infeções sinusais, podem provocar essa sensação de entupimento.
O formato do ouvido, o tipo e a consistência da cera, bem como a forma como a pressão afeta o ouvido, podem aumentar a predisposição para este problema.

Não se devem usar cotonetes no interior do ouvido, uma vez que empurram a cera para o fundo do canal auditivo. Deve também evitar-se o candling auricular, uma prática ineficaz e potencialmente perigosa, bem como a introdução de objetos duros ou pontiagudos. O uso excessivo de gotas ou sprays também não é recomendado, pois pode causar irritação ou agravar o entupimento.
Em alguns casos, pode ser necessária a remoção da cera com instrumentos adequados, de forma segura e sem riscos para a saúde auditiva.

Conte com os nossos profissionais:.

Dr.ª Natércia Silvestre
- Céd. Prof. nº 47773 - ERS

Dr.ª Teresa Gabriel
- Céd. Prof. nº 50793 - ERS

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Portugal está a registar um aumento significativo de infeções respiratórias, em particular de infeções respiratórias agu...
12/12/2025

Portugal está a registar um aumento significativo de infeções respiratórias, em particular de infeções respiratórias agudas graves (SARI), bem como um excesso de mortalidade na região Norte entre pessoas dos 75 aos 84 anos. As conclusões dos dados divulgados correspondem ao período de 1 a 7 de dezembro.

A Rede Portuguesa de Laboratórios identificou 1.164 casos positivos de gripe, quase todos do tipo A. Nas unidades de cuidados intensivos foram registados quatro casos, menos seis do que na semana anterior, todos associados ao vírus da gripe A não subtipado. Entre estes doentes, três apresentavam patologias crónicas que justificavam a vacinação sazonal, mas apenas um tinha sido vacinado.

Foram ainda detetados 328 casos de outros vírus respiratórios, com maior incidência de Rinovírus/Enterovírus e vírus sincicial respiratório (RSV).

Apesar de a mortalidade global no país se manter dentro do esperado, verifica-se um excesso de mortes na semana analisada em Portugal Continental, sobretudo na região Norte e no grupo dos 75-84 anos. No conjunto da União Europeia e do Espaço Económico Europeu, vários países observam um número crescente de utentes com sintomas respiratórios nos cuidados de saúde primários, refletindo uma circulação viral elevada. A gripe continua a ganhar expressão, impulsionada pelo Influenza A(H3N2). As crianças dos 5 aos 14 anos são atualmente o grupo com maior circulação viral, embora os internamentos estejam a aumentar sobretudo entre os maiores de 65 anos.

Face ao agravamento da situação, as autoridades de saúde reforçam que a vacinação continua a ser a forma mais eficaz de prevenir casos graves de infeções respiratórias.

Conte com a Dr.ª Mariana Mendes, disponível para ajudar.
Céd. Prof. 48955 - ERS.

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O Dr. Eduardo Xavier tem-se afirmado como uma das referências nacionais na utilização de técnicas proctológicas minimame...
11/12/2025

O Dr. Eduardo Xavier tem-se afirmado como uma das referências nacionais na utilização de técnicas proctológicas minimamente invasivas, especialmente graças ao uso de tecnologia laser no tratamento de patologias como hemorróidas, fístulas anais e quisto pilonidal. Esta abordagem representa uma alternativa moderna à cirurgia convencional, oferecendo maior precisão e um impacto muito reduzido nos tecidos saudáveis.

A técnica utilizada baseia-se na aplicação controlada de energia laser directamente sobre o tecido afectado, permitindo tratar a doença de forma eficaz sem necessidade de cortes alargados ou remoção extensa de estruturas anatómicas. No caso das hemorróidas, o laser possibilita a coagulação e retração dos mamilos hemorroidários com mínima agressão, o que se traduz num procedimento rápido, praticamente indolor e com um período de recuperação claramente mais curto quando comparado com métodos clássicos.

Também no tratamento de fístulas anais e do quisto pilonidal, o laser é aplicado ao longo do trajeto fistuloso ou da cavidade do quisto, promovendo a sua destruição controlada e permitindo preservar ao máximo a integridade dos tecidos envolventes. Este tipo de intervenção tem mostrado vantagens evidentes em termos de desconforto pós-operatório, risco de complicações e regresso às actividades diárias.

A aposta do Dr. Eduardo Xavier nestas técnicas tem contribuído para tornar os tratamentos proctológicos mais acessíveis, menos dolorosos e menos estigmatizantes. O seu trabalho tem sido particularmente valorizado por doentes que, durante anos, adiaram a procura de ajuda por receio da cirurgia tradicional, encontrando agora soluções mais simples, eficazes e compatíveis com uma recuperação rápida.

Contamos com o Dr. Eduardo Xavier, um dos pouco cirurgiões em Portugal na área da proctologia.
Céd. Prof. n° 27362 - ERS.

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A dormência nos membros é um sintoma frequente em ortopedia e pode ter múltiplas origens, muitas vezes relacionadas com ...
09/12/2025

A dormência nos membros é um sintoma frequente em ortopedia e pode ter múltiplas origens, muitas vezes relacionadas com alterações mecânicas ou compressivas. Na prática clínica, observa-se com entusiasmo como pequenos ajustamentos posturais podem ter um impacto surpreendentemente grande no conforto e na função do doente.

A postura desempenha um papel crucial. Quando permanecemos muito tempo sentados, especialmente com a coluna inclinada para a frente ou com os ombros projetados, aumentamos a pressão sobre estruturas nervosas, como o plexo braquial ou as raízes cervicais. Isso pode gerar formigueiro, perda de força ou sensação de “adormecimento” nos braços e mãos. De igual forma, cruzar as pernas de forma persistente pode comprimir o nervo peroneal, levando a dormência no dorso do pé ou na perna.

Em ortopedia, é igualmente fascinante observar como problemas degenerativos, como hérnias discais ou artroses, podem agravar estes sintomas. A compressão nervosa resultante condiciona alterações sensitivas que variam desde ligeiro formigueiro a dormências prolongadas. Alterações musculares, como contraturas cervicais ou lombares, também podem contribuir para estes sinais, uma vez que modificam o alinhamento articular e a tensão aplicada sobre os nervos periféricos.

A prevenção passa, sobretudo, por melhorar hábitos posturais: manter o alinhamento neutro da coluna, ajustar a altura de cadeiras e mesas, fazer pausas regulares e realizar exercícios de mobilidade. Quando os sintomas persistem, a avaliação ortopédica torna-se essencial para identificar a origem exata e definir um plano de tratamento adequado, garantindo uma recuperação eficaz e segura.

Conte com a Dr.ª Nádia Oliveira, disponível para ajudar.
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Um estudo do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) revela que cerca de 29% das crianças que iniciam o 1.º ciclo apresen...
06/12/2025

Um estudo do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) revela que cerca de 29% das crianças que iniciam o 1.º ciclo apresentam problemas audiológicos, sublinhando a relevância dos rastreios em idade pré-escolar. Apesar de os te**es auditivos neonatais estarem amplamente implementados em Portugal, a prevalência de alterações auditivas quase duplica antes da entrada no ensino básico.

A investigação, intitulada “Preschool Hearing Screening: Nineteen Years of the Coração Delta Project in Campo Maior, Portugal”, analisou 19 anos de rastreios realizados por docentes e estudantes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do IPC, em colaboração com a associação Coração Delta. No total, foram avaliadas 1.068 crianças entre os cinco e os seis anos, tendo 310 apresentado algum tipo de alteração auditiva.

As ocorrências mais comuns foram alterações no timpanograma: unilaterais em 104 crianças (9,7%) e bilaterais em 81 (7,6%). Estas alterações podem traduzir-se numa perda auditiva frequentemente tardia, ou numa audição abafada causada por secreções no ouvido médio. Por serem difíceis de detetar por pais e professores, acabam por influenciar negativamente o percurso escolar, sobretudo na aprendizagem da leitura, que exige uma audição nítida.

O protocolo aplicado integra três etapas: otoscopia, timpanograma e rastreio auditivo. Cerca de 91% das crianças observadas foram posteriormente encaminhadas para avaliação, devido à confirmação de patologias ou necessidades de intervenção médica.

Um estudo recente publicado destaca a baixa literacia como principal fator de risco para o declínio cognitivo precoce. Assim, o papel do audiologista torna-se essencial na deteção de problemas que possam comprometer a aprendizagem no início da vida escolar e, mais tarde, o desenvolvimento cognitivo.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Paula Martins.
Céd. Prof. nº 26009030.

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Das doenças reumáticas mais comuns no idoso, destaca-se a osteoartrose, que resulta da degeneração da cartilagem articul...
03/12/2025

Das doenças reumáticas mais comuns no idoso, destaca-se a osteoartrose, que resulta da degeneração da cartilagem articular e afeta sobretudo as articulações de carga, a coluna e as mãos. A idade, o excesso de peso, o género, alterações estruturais e traumatismos repetidos são fatores de risco conhecidos.
Na mão, a deformação óssea pode provocar dor persistente. Na coluna, a artrose limita a mobilidade e é a principal causa de lombalgia crónica nesta faixa etária. Atingindo joelhos ou ancas, pode comprometer gravemente a marcha e levar à necessidade de prótese total.
A osteoporose, praticamente inevitável com o avançar da idade, tem como principal consequência as fraturas. Em Portugal ocorrem mais de 12 mil por ano.
Embora surja mais tarde nos homens, aos 70 anos constitui já um importante problema de saúde pública, sobretudo devido às fraturas da anca, que apresentam elevada mortalidade e perda de autonomia.
Entre os fatores de risco incluem-se fraturas prévias, antecedentes familiares, tabagismo, álcool, uso prolongado de corticoides e doenças como artrite reumatoide, hipertiroidismo, diabetes ou hipogonadismo.
A prevenção combina medidas farmacológicas e exercício regular: caminhar 30 a 45 minutos melhora o equilíbrio, fortalece a musculatura e estimula o metabolismo ósseo.
A alimentação rica em cálcio ou suplementação até 1 000 mg/dia, juntamente com vitamina D, é fundamental, não só pela absorção do cálcio, mas também pela redução do risco de quedas.
As artrites microcristalinas, como a condrocalcinose, manifestam-se por crises inflamatórias agudas, sobretudo nos joelhos. A gota é mais frequente em doentes com hiperuricemia prolongada, em toma de diuréticos ou com insuficiência renal.

Entre os reumatismos justa-articulares, salientam-se bursites, tendinites e trocanterites, muitas vezes resultantes de sobrecarga ou desalinhamento.

O Dr. José Marona, especialista no Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira, cuida das suas necessidades.
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