Patrícia Bento

Patrícia Bento Terapeuta Transpessoal, Sistémica e de Trauma Desde muito jovem que sempre me interessei por questões da Alma!

Sou um ser "inconformado", constantemente em busca de uma maior consciência de mim mesma...

Assim resumo o meu percurso de vida e assim resumo o meu trabalho! Por tudo o que nos leva a estar em maior conformidade connosco, alinhados com o que somos, com as nossas escolhas, em paz com o nosso propósito! Isto leva-me a um inconformismo com padrões pré-estabelecidos, questionando de onde venho, para onde vou, lembrando sempre que o momento presente é o único que verdadeiramente importa, é onde atuamos! O trabalho é continuo, até ao resto dos dias em que povoarei a mãe terra, esse é o desafio, estar cada vez em maior presença de quem sou, do que me move, do que me dá gozo, habitando o meu corpo e a minha mente, enraizada em tudo o que sou! Do trabalho comigo mesma, ao longo da vida, chego aqui, depois de um percurso laboral e pessoal bastante díspar! Hoje neste virar de página, nesta entrada na segunda metade da vida, no pós 40, apresento-me como Terapeuta Psicoemocional, Mulher, Mãe, Terapeuta e acima de tudo um Ser consciente do valor que é viver bem comigo mesma! As ferramentas que utilizo para este trabalho de consciência, em que o propósito é conetar pessoas com a sua essência, são a Terapia Transpessoal, Constelações Sistémicas Familiares, Terapia de Consciência Feminina, Meditação, Movimento Consciente...

Presença, Autenticidade e Verdade são os valores que me movem!

O Teu Corpo Sabe Antes de Ti: O Corpo como Bússola 🧭Já sentiste as tuas mãos a suarem, a boca a ficar seca ou um aperto ...
16/03/2026

O Teu Corpo Sabe Antes de Ti: O Corpo como Bússola 🧭

Já sentiste as tuas mãos a suarem, a boca a ficar seca ou um aperto súbito no peito sem entenderes bem porquê?
O nosso corpo é a nossa porção mais sábia e, muitas vezes, reage à vergonha, ao medo e ao trauma antes mesmo de a nossa mente consciente processar o que está a acontecer.
Quando falamos de "sentimentos", e implicitamente de emoções, é precisamente porque os sentimos fisicamente no nosso corpo através de respostas fisiológicas automáticas.
Quando somos "fisgados" por uma emoção intensa, a parte primitiva do nosso cérebro assume o comando, ativando o modo de "luta, fuga", o que faz com que o pensamento racional desapareça temporariamente.
- Sinais de que foste "fisgado":
- Boca seca e dificuldade em engolir.
- Calor súbito que sobe pelo peito e rosto.
- Nó ou aperto no estômago e náuseas.
- Visão em túnel ou batimento cardíaco acelerado.
Reconhecer estes sintomas físicos é a ferramenta de extrema importância. Em vez de negares a dor ou descarregares a emoção fora de contexto, estes sinais são um convite para fazeres uma pausa e sentires curiosidade sobre a tua história.

✨ Dica Prática: Respiração Quadrada✨
Para acalmar o sistema nervoso utiliza a técnica Respiração Quadrada. É uma técnica de mindfulness ou atenção plena que te ajuda a recuperar o equilíbrio:
- Inspira profundamente pelo nariz durante 4 segundos.
- Sustém o ar nos pulmões durante 4 segundos.
- Expira lentamente pela boca durante 4 segundos.
- Mantém os pulmões vazios durante 4 segundos.
Repetir este ciclo apenas três vezes é suficiente para te renovares e criares o espaço necessário para responderes com integridade, em vez de apenas reagires.

O teu corpo não mente. Aprende a ouvi-lo. 🌿

13/03/2026
Hoje queria deixar-te esta pergunta?O que mudaria na tua vida se acreditasses no que o teu corpo sente, antes do que o m...
10/03/2026

Hoje queria deixar-te esta pergunta?
O que mudaria na tua vida se acreditasses no que o teu corpo sente, antes do que o mundo te diz?
Talvez deixasses de pedir desculpa por estar cansada/o.
Talvez dissesses “não” um pouco mais cedo, antes da dor de cabeça, antes da irritação, antes do corpo gritar por ti.
Quando começamos a confiar no corpo, a vida deixa de ser um projeto para agradar aos outros e começa a ser um lugar onde podemos realmente habitar.
O corpo sabe quando algo aperta, quando uma relação já não nutre, quando um ritmo de trabalho é violento.
O corpo também sabe quando algo é ternura, chão, encontro, verdade.
Escutar o corpo é um ato de coragem num mundo que nos ensinou a desconfiar de nós.
É um gesto político e amoroso dizer: “Eu acredito no que sinto. Eu levo a sério os meus sinais.”
Talvez não mudasse tudo de um dia para o outro.
Mas, passo a passo, mudaria a forma como te escolhes todos os dias.
E isso muda a vida inteira.
Guarda este post se o teu corpo anda a sussurrar há muito tempo.
E partilha com alguém que precise desta pergunta hoje.

Caminhamos junt@s, Patricia B.

3 sinais de que o teu sistema nervoso está no limitee o que podes fazer em 1 minuto1 - Irritas-te “por tudo e por nada”P...
09/03/2026

3 sinais de que o teu sistema nervoso está no limite
e o que podes fazer em 1 minuto

1 - Irritas-te “por tudo e por nada”
Pequenas coisas parecem enormes, ficas sem paciência muito rápido, há um mini nervosismo impresso.
Mini-ferramenta:
Pára por um instante, sente os pés em contacto com o chão e olha à tua volta.
Escolhe 5 coisas que vês, 4 que consegues tocar, 3 sons, 2 cheiros, 1 coisa boa neste momento.
Isto ajuda o corpo a perceber que está aqui, agora.

2 -Tensão no maxilar, ombros e pescoço
Dentes apertados, ombros tensos, possíveis dores de cabeça, corpo tensionado.
Mini-ferramenta:
Solta a mandíbula (boca ligeiramente entreaberta).
Roda suavemente os ombros para trás 5 vezes.
Faz 3 expirações mais longas que a inspiração.
Imagina que, a cada expiração, soltas 1% de tensão.

3 - Cansaço que não passa
Descansas, mas continuas exausta/o, sem vontade para nada.
Mini-ferramenta:
Abraça-te.
Envolve os braços à volta do corpo, sente o peso das mãos nos braços ou ombros.
Respira devagar, como se estivesses a segurar alguém que amas.
F**a assim 1 minuto.
Normalizar
Nada disto significa que estás “avariada/o”.
Significa que o teu sistema nervoso está a pedir ajuda.

Caminhamos junt@s, Patricia B.

08/03/2026

A verdadeira força do feminino não é aquilo que nos ensinaram a performar.
É aquilo que o nosso corpo sabe, a sabedoria antiga que vive na carne, nos ossos, nos ciclos, mesmo quando a mente duvida e a cultura nos manda calar.
Durante séculos disseram nos para apertar o peito, encolher a voz, engolir o choro, sorrir por educação.
Disseram-nos que isso é que era ser “forte”.
Mas força não é endurecer até ficar insensível.
Força é continuar sensível num mundo que lucra com a nossa desconexão do corpo e da Terra.
A verdadeira força do feminino está em pedir ajuda, em reconhecer “eu não aguento sozinha”, em honrar o limite antes da exaustão.
Está em descansar sem culpa, em dizer não quando o corpo transpira exaustão, em escolher relações, trabalhos e ritmos que não nos arrancam de nós mesmas.
Força é a mulher que sente o nó na garganta e escolhe não o engolir.
Que sente o coração acelerar e, em vez de se culpar por “ser ansiosa”, abranda, pousa as mãos sobre o peito, faz da respiração um abrigo temporário.
Que nota a contração no corpo e pergunta com honestidade: “O que precisas de mim agora?”.
Esta é a política mais radical: cuidar do corpo como território sagrado.
Porque o feminino não é só um conceito.
Quando uma mulher se desliga do seu corpo, a Terra perde uma guardiã.
Quando uma mulher volta a sentir os pés no chão, o pulso da Terra encontra de novo um canal.
O que fazemos com o nosso corpo, fazemos também com o planeta: exploramos sem medida ou escutamos, regeneramos, respeitamos ciclos.
Neste Dia da Mulher, o convite é menos performance e mais presença.
Menos “provar que conseguimos tudo” e mais “escolher o que realmente faz sentido para o corpo, para a alma e para a Terra”.
É um gesto político abrandar num mundo que nos acelera até à dissociação.
É um gesto ecológico respirar fundo e voltar a habitar o próprio corpo.
Que cada mulher se possa lembrar:
não és “demais”, não és “de menos”.
És um corpo vivo em processo, parte de uma teia maior de vida.
A tua presença encarnada é, em si, um ato de resistência ecológica e espiritual.

Caminhamos junt@s, Patricia B.

A verdade é que todos nós somos concebidos psicológica, emocional, cognitiva e espiritualmente para a conexão, para o am...
05/03/2026

A verdade é que todos nós somos concebidos psicológica, emocional, cognitiva e espiritualmente para a conexão, para o amor e para a pertença. E muitas vezes a relação que temos connosco, provocada por uma autoestima mais débil, faz com que sintamos que o nosso lugar pode ser colocado em causa, ou que o outro pode deixar de nos amar, se não formos isto ou aquilo.
Quando a nossa autoestima não está em causa estamos muito mais dispostos a ser corajosos e a arriscar os nossos talentos e dons.
A busca constante pela perfeição rouba-nos a autenticidade. Rouba-nos o nosso verdadeiro lugar. Faz com que estejamos sempre a tentar corresponder a qualquer coisa.
A autoestima nada tem a ver com ser perfeito. É precisamente o oposto.
Ela está ligada à nossa capacidade de aceitar que não somos perfeitos, que cometemos erros e que, ainda assim, somos dignos de amor e valorização. A sua essência é a compaixão para connosco mesmos.

Perante o sentimento de falta de valor e poder pessoal, podemos perguntar-nos:
Onde estamos a colocar o nosso valor pessoal?
A quem responsabilizamos pela nossa autoestima?

Caminhamos juntos, Patricia B.

04/03/2026

A Lenda Cherokee dos Dois Lobos

Um ancião Cherokee contou ao neto:
“Dentro de cada um de nós existem dois lobos em constante batalha.
Um lobo é raiva, inveja, medo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentira e ego.
O outro lobo é alegria, paz, amor, esperança, serenidade, compaixão, humildade e verdade.”
O neto ficou em silêncio por alguns minutos e perguntou:
“Qual lobo vence?”
O ancião respondeu:
“Aquele que tu alimentares.”
O lobo preto fala a linguagem da autocrítica. Do nosso crítico interno, aquele que nos acompanha pela vida de chicote na mão. Ele sussurra-te ao ouvido o quanto não és suficiente, ele revive os erros, ele compara, ele diminui, ele exige a perfeição. (Por amor) Tenta proteger-nos da suposta rejeição enrijecendo o nosso coração, tonando-nos duros connosco, antes que o mundo o faça.
O lobo branco fala a linguagem da autoestima saudável.
Ele diz: “Tu podes aprender.” Ele reconhece limites, ele não transforma falhas em identidade.
Ele acolhe as imperfeições sem abandonar a responsabilidade.
Autoestima não é silenciar a insegurança à força.
É escutar o medo sem permitir que ele conduza a narrativa interna. É também trazer um olhar real a quem somos. É abrir espaço em nós para a compaixão.
O lobo preto nasce do medo de não pertencermos.
O lobo branco cresce quando desenvolvemos autorrespeito.
Toda vez que nos comparamos, desqualificamos ou nos punimos excessivamente, estamos a alimentar o lobo preto.
Toda vez que nos olhamos com gentileza fortalecemos o lobo branco.
Qual é o lobo que tens alimentado dentro de ti?

Há uma ideia enraizada na nossa cultura de “não sermos suficientemente bons”; quer seja verdade ou não, e na maior parte...
03/03/2026

Há uma ideia enraizada na nossa cultura de “não sermos suficientemente bons”; quer seja verdade ou não, e na maior parte das vezes não é, o pensamento de insuficiência ocorre-nos automaticamente, mesmo antes de pensarmos em questioná-lo ou examiná-lo – há uma forte tendência em colocarmo-nos em causa- e isto relaciona-se com o nosso grau de autoestima e com o conceito social de perfecionismo.
Passamos grande parte das nossas horas, dias, semanas – do nosso tempo em geral – a ouvir, a explicar, a queixarmo-nos ou simplesmente a ruminar com aquilo que não temos suficiente. Vivemos numa sociedade propensa à vergonha, à comparação ao esforço sobre-humano, à desvalorização, ao não tempo para permanecer – aquele que é essencial para podermos olhar, escutar e valorizar.
Muitas vezes passamos por acontecimentos na vida, que nos impactam, a diversos níveis, sem lhes dar qualquer atenção ou cuidado. E com isso vamos alimentando estados de zanga, de distanciamentos – estados em que projetamos para fora porque não olhamos para dentro.

Quando falamos de insuficiência, devemos perguntar-nos:
- Que parte de nós se sente insuficiente?
- Onde é que isto nos liga, que histórias é que nos conta esta insuficiência?

Caminhamos juntos, Patricia B.

O corpo é um lugar de paradoxo. Se, por um lado, não podemos existir sem ele, por outro, fantasiamos que o mesmo é dispe...
02/03/2026

O corpo é um lugar de paradoxo. Se, por um lado, não podemos existir sem ele, por outro, fantasiamos que o mesmo é dispensável perante uma existência espiritual e transcendente. Porém, a aparente dualidade corpo-mente, oriunda do racionalismo cartesiano, não acompanha as vivências espirituais de tantos. Algumas das experiências mais belas e espirituais que vivenciamos na vida estão no corpo, como o parto de uma criança ou a experiência de um orgasmo. O corpo é o templo através do qual experienciamos o mundo e é, também, o lugar das grandes aprendizagens. O corpo vive o momento presente e o seu ritmo marca o ritmo da nossa vida. Se o corpo falha, a nossa existência está em risco.
Somos fruto das dádivas e generosidade do corpo, que encontra homeostase mesmo perante as maiores intempéries, como a negligência, a má alimentação ou os maus-tratos. Quando aceitamos o corpo como um aliado, porém, como a expressão material da alma que trazemos dentro, os milagres acontecem. A presença, as emoções, as sensações e a intuição começam a funcionar como uma bússola que nos impele para lugares de maior inteireza e expressão da mesma. Ser-se quem se é, é viver-se por inteiro. Ocupar um lugar no mundo e em nós mesmos, repleto de vida, traz-nos autenticidade e fisicalidade.

Caminhamos juntos, Patricia B.

Endereço

Faro
8000

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Segunda-feira 09:00 - 18:30
Terça-feira 09:00 - 18:30
Quarta-feira 09:00 - 18:30
Quinta-feira 09:00 - 18:30
Sexta-feira 09:00 - 18:30

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Sou um ser "inconformado", constantemente em busca de uma maior consciência de mim mesma... Assim resumo o meu percurso de vida e assim resumo o meu trabalho! Desde muito jovem que sempre me interessei por questões da Alma! Por tudo o que nos leva a estar em maior conformidade connosco, alinhados com o que somos, com as nossas escolhas, em paz com o nosso propósito! Isto leva-me a um inconformismo com padrões pré-estabelecidos, questionando de onde venho, para onde vou, lembrando sempre que o momento presente é o único que verdadeiramente importa, é onde atuamos! O trabalho é continuo, até ao resto dos dias em que povoarei a mãe terra, esse é o desafio, estar cada vez em maior presença de quem sou, do que me move, do que me dá gozo, habitando o meu corpo e a minha mente, enraizada em tudo o que sou! Do trabalho comigo mesma, ao longo da vida, chego aqui, depois de um percurso laboral e pessoal bastante díspar! Hoje neste virar de página, nesta entrada na segunda metade da vida, no pós 40, apresento-me como Terapeuta Transpessoal, Mulher, Mãe, Terapeuta e acima de tudo um Ser consciente do valor que é viver bem comigo mesma! As ferramentas que utilizo para este trabalho de consciência, em que o propósito é conetar pessoas com a sua essência, são a Terapia Transpessoal, Constelações Sistémicas Familiares, Terapia de Consciência Feminina, Meditação, Movimento Consciente, Respiração Holoscópica... Presença, Autenticidade e Verdade são os valores que me movem!