28/04/2026
Em dor persistente, muitas pessoas desistem da reabilitação.
Não porque não queiram melhorar. Mas porque esperam uma recuperação em linha reta.
Duvidam se estão realmente a melhorar.
Desistem de tratamentos.
E voltam a achar que nada está a resultar.
Mas a recuperação é dinâmica.
Acontece num corpo que está constantemente a responder ao que vive, ao que acumula e à forma como se adapta ao longo do tempo.
É aprender a observar os padrões, a ler os sinais do corpo, a ajustar com as ferramentas desenvolvidas e a continuar.
Porque, em dor persistente, melhorar não depende só do tratamento.
Também depende do compromisso com o processo e da capacidade de se manter presente nele.