08/12/2025
Há um momento na vida em que começamos a olhar para a pele com mais atenção.
Não porque queremos “voltar atrás no tempo”, mas porque desejamos que o espelho acompanhe a forma como ainda nos sentimos por dentro.
É aí que muitas mulheres chegam até mim e perguntam:
“𝗗𝗿𝗮., 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝘃𝗼𝘂 𝗮 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝗣𝗥𝗣?”
E a verdade é que a idade nunca foi o fator mais importante.
O que realmente conta é a 𝗵𝗶𝘀𝘁ó𝗿𝗶𝗮 𝗯𝗶𝗼𝗹ó𝗴𝗶𝗰𝗮 que cada pessoa carrega:
como dorme, como vive, como se alimenta, como gere o stress, como está o seu sangue, as suas hormonas, o seu nível de inflamação silenciosa.
O PRP não lê datas de nascimento.
O PRP lê 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗮𝘀 𝗽𝗹𝗮𝗾𝘂𝗲𝘁𝗮𝘀.
E essa qualidade muda com escolhas diárias.
A medicina não pode ser feita em rótulos.
Tem de ser feita em 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗮𝗶𝘀, 𝗵𝗶𝘀𝘁ó𝗿𝗶𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗮𝗶𝘀, 𝘁𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼𝘀 𝗿𝗲𝗮𝗶𝘀.
E quando o PRP é usado no sítio certo, no tempo certo,
ele transforma a pele de dentro para fora — com luminosidade, vitalidade e aquela textura que não se descreve, sente-se.
Se sente que a sua pele merece voltar a brilhar, eu ajudo-a a descobrir e a criar um plano que respeite o seu ritmo e a sua biologia.
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