Sophie Seromenho

Sophie Seromenho Somos uma clínica localizada em Setúbal que alia psicologia, neuropsicologia, nutrição clínica e coaching

E vocês, o que acrescentam? 🙄
03/01/2026

E vocês, o que acrescentam? 🙄

Nem todos os anos servem para conquistar, alguns servem para integrar. Para descansar depois de demasiado esforço. Para ...
02/01/2026

Nem todos os anos servem para conquistar, alguns servem para integrar. Para descansar depois de demasiado esforço. Para desaprender urgências. Para perceber limites. Para ficar mais honesto consigo próprio. Isso não aparece em resumos anuais, mas muda profundamente a trajetória.

Se 2025 foi um ano de manutenção, de contenção, de cuidado silencioso ou de simples continuidade, não falhou. Cumpriu uma função adaptativa essencial. Crescimento psicológico nem sempre é expansão visível, muitas vezes é consolidação interna.

Está tudo bem se o teu wrapped foi discreto. O cérebro e o coração também precisam de anos assim para continuarem a funcionar.

Nem todos os anos servem para conquistar, alguns servem para integrar. Para descansar depois de demasiado esforço. Para ...
02/01/2026

Nem todos os anos servem para conquistar, alguns servem para integrar. Para descansar depois de demasiado esforço. Para desaprender urgências. Para perceber limites. Para ficar mais honesto consigo próprio. Isso não aparece em resumos anuais, mas muda profundamente a trajetória.

Se 2025 foi um ano de manutenção, de contenção, de cuidado silencioso ou de simples continuidade, não falhou. Cumpriu uma função adaptativa essencial. Crescimento psicológico nem sempre é expansão visível, muitas vezes é consolidação interna.

Está tudo bem se o teu wrapped foi discreto. O cérebro e o coração também precisam de anos assim para continuarem a funcionar.

clinica@sophieseromenho.pt

Vá, vou fazer um resuminho do meu ano 2025 ❤️Foto 1 e 2 - Em Janeiro fiz uma viagem com a minha família para Taiwan para...
31/12/2025

Vá, vou fazer um resuminho do meu ano 2025 ❤️

Foto 1 e 2 - Em Janeiro fiz uma viagem com a minha família para Taiwan para ir visitar o meu irmão que vive na China. Foi a primeira vez que viajei para tão longe e foi uma enorme conquista visto que sofro de agorafobia e é um problema para mim estar tão longe de casa e em aviões tanto tempo 🥹

Foto 3 - O meu sobrinho Benjamin nasceu 😍

Foto 4 - Abri a minha clínica 🥰 algo que nunca pensei fazer, que sentia que era impossível conquistar algum dia. Estou tão mas tão orgulhosa deste passo!

Foto 5 - Mais uma vez fui convidada a estar na feira do livro de Lisboa !

Foto 6 - Os meus melhores amigos emigraram todos e fiz novas amizades 🤎

Foto 7 - O meu tio faleceu em Janeiro e aproximamo-nos mais uns dos outros. Passei mais tempo no Algarve com a família paterna. 🫂

Foto 8, 9 e 10 - Fiz o meu aniversário na Suíça e subimos uma das montanhas mais íngremes nos Alpes. Foi o maior desafio cardiovascular que eu e o João fizemos e ainda ficamos amigos do nosso guia 🥰

Foto 11 - A minha sobrinha diz “tia” e demonstra todo o seu amor por mim 🥹

Foto 12 - Ganhei coragem para fazer franja! Apesar de já não a usar, fiquei feliz por me despegar do cabelo.

Foto 13, 14 e 15 - Em Agosto engravidei. A maior decisão da minha vida que demorou muito tempo e ponderação a ser tomada. A maior e melhor viagem da minha vida. Voltei a fazer terapia com frequência para garantir que tenho todo o apoio possível nesta fase e aumentei a dose do meu antidepressivo para me ajudar a lidar com a ansiedade. Em Outubro descobri que era um menino e o João quis chamá-lo de Bernardo, o nome do meu pai. Eu nunca pensei ser mãe de um menino e fiquei desiludida, confesso, mas hoje em dia não me vejo a ser mãe de menina sequer! Feliz demais pela nossa família 🥰🧑‍🧑‍🧒

Foto 16 - Fizemos o nosso primeiro jantar de Natal de equipa! Tão bom, foi tão maravilhoso!!! E já acrescentámos mais 2 meninas à equipa e em breve mais uma menina!

Foto 17 e 18 - Fechámos o Natal em família. Dia 24 com os sobrinhos lindos e família do João e dia 25 com a minha. Ansiosa para passar o próximo Natal com o meu amor Bernardo 👶

Na clínica Sophie Seromenho, acreditamos que o autoconhecimento é a chave para uma vida mais equilibrada. Oferecemos um ...
31/12/2025

Na clínica Sophie Seromenho, acreditamos que o autoconhecimento é a chave para uma vida mais equilibrada. Oferecemos um acompanhamento especializado ONLINE ou PRESENCIAL, ajudando-o a lidar com desafios emocionais, psicológicos e profissionais de forma consciente e eficaz.
 
Psicologia Clínica (online e presencial):
 
Se enfrentas ansiedade, depressão, dificuldades emocionais ou questões existenciais, estamos aqui para te ajudar. Trabalhamos com:
✔ Perturbações de ansiedade e de humor
✔ Perturbações de personalidade
✔ Trauma complexo e PTSD
✔ Processos de luto e perda
✔ Adições
✔ Apoio à comunidade LGBT+
✔ Desenvolvimento pessoal
 
Neuropsicologia (presencial):
 
Se precisa de uma avaliação neuropsicológica, oferecemos diagnóstico e intervenção para:
✔ Perturbações do neurodesenvolvimento (PHDA/ADHD, dislexia, autismo)
✔ Dificuldades cognitivas e neurológicas (demências, AVC, epilepsia)
✔ Treino cognitivo e reabilitação neuropsicológica
✔ Estratégias para melhorar a autorregulação e a impulsividade
 
Coaching Psicológico (online e presencial);
 
Quer reavaliar a sua vida profissional ou desenvolver competências? Podemos ajudar em:
✔ Orientação vocacional e transições de carreira
✔ Desenvolvimento de liderança e gestão de equipas
✔ Gestão de tempo e produtividade
✔ Comunicação assertiva e resolução de problemas
 
Terapia de Casal (online e presencial):
 
As relações podem ser desafiantes, e estamos aqui para apoiar casais que querem fortalecer a sua ligação. Trabalhamos com:
 
✔ Comunicação eficaz e resolução de conflitos
✔ Superação de traição, ciúmes e insegurança
✔ Fortalecimento da intimidade e do desejo
✔ Apoio a relações não-monogâmicas éticas e à comunidade LGBT+
 
Contudo, é perfeitamente natural ter dúvidas sobre quais destas especialidades a mais indicada para si. Acontece com frequência, e estamos aqui para ajudar a esclarecer.
 
Contacte-nos no nosso site sophieseromenho.pt ou por e-mail clínica@sophieseromenho.pt

Os direitos das trabalhadoras grávidas não são apenas uma questão jurídica: são uma questão de saúde mental. Quando a le...
28/12/2025

Os direitos das trabalhadoras grávidas não são apenas uma questão jurídica: são uma questão de saúde mental.

Quando a lei protege a mulher no trabalho durante a gravidez, está a proteger também a sua saúde mental, a sua dignidade e a forma como ela se experiencia enquanto sujeito, mãe e profissional. Uma grávida que sabe que não pode ser despedida injustamente, que não será penalizada na carreira, que tem direito a cuidados médicos, segurança no posto de trabalho e licença para recuperar e cuidar do bebé, vive a gravidez com menos medo, menos hipervigilância e menos stress crónico. Isso reduz ansiedade, diminui ativação do sistema de ameaça e cria um ambiente emocional mais seguro para a mulher e, indiretamente, para o bebé.

Quando estes direitos são violados, o impacto psicológico é brutal: medo de perder rendimentos, culpa por precisar de apoio, vergonha por “dar trabalho”, perceção de ser descartável e ataques à identidade profissional. Muitas mulheres internalizam a mensagem: “vales menos porque engravidaste”. Isto alimenta auto-crítica, sensação de vulnerabilidade, stress tóxico e, em casos extremos, depressão e sofrimento emocional intenso. A discriminação laboral por gravidez não é neutra, é violência psicológica institucional.

Por isso a lei tem função reparadora e preventiva. Dá estrutura externa para sustentar internamente processos emocionais complexos: aceitar o corpo em mudança, lidar com incerteza, reorganizar identidade, preparar-se para a maternidade mantendo sentido de competência. Quando a sociedade protege a grávida no trabalho, comunica algo psicologicamente poderoso: tu não és um problema, és uma cidadã com valor, cuja vida pessoal e profissional podem coexistir sem punição. Direitos laborais aqui são também cuidado psicológico, saúde emocional e justiça simbólica.

E tu, colega psi, como lidas com situações destas?
27/12/2025

E tu, colega psi, como lidas com situações destas?

Pronto, vamos falar daquilo que ninguém gosta de ouvir: a depressão pós-parto desmonta o conto de fadas. Toda a gente ve...
26/12/2025

Pronto, vamos falar daquilo que ninguém gosta de ouvir: a depressão pós-parto desmonta o conto de fadas. Toda a gente vende a ideia de “milagre”, “amor absoluto”, “luz”, mas ninguém te avisa que, depois de parir, a psique abre fissuras onde aparece tudo o que estava mal resolvido em ti. Não é só hormonas, é identidade, é inconsciente, é a colisão entre a mulher que eras e a mãe que és obrigada a ser de um dia para o outro. O corpo dói, a mente oscila, a sociedade exige gratidão permanente e tu, no meio disso, sentes-te vazia, irritada, confusa, culpada por não corresponder ao guião. Há um buraco que puxa para dentro e sussurra “não estás à altura”. A depressão pós-parto é esse buraco a falar alto.

É violento, porque és confrontada com limites reais: não controlas tudo, não consegues ser “perfeita”, não consegues ser sempre doce, e a fantasia da “mãe ideal” implode. A psique tenta reorganizar-se, mas fá-lo com dor. A tristeza não é fraqueza moral, é sinal de que algo em ti está a lutar para nascer junto com o bebé: uma nova versão tua, mais verdadeira, menos obediente às expectativas. E sim, pode trazer pensamentos feios, irritação com o choro, vontade de desaparecer, distanciamento emocional. Não te transforma num monstro, expõe a tua humanidade.

Sair desse lugar implica reconhecer a ferida e abrir espaço para cuidado real. Falar, pedir ajuda, descansar, permitir apoio, corrigir o que é físico quando existe e trabalhar o que é psíquico com seriedade. Não é sobre “voltar a ser quem eras”, é sobre integrares quem estás a ser agora. A maternidade não precisa de santas, precisa de mulheres vivas, imperfeitas e presentes. Quando a mãe é cuidada, a relação com o bebé ganha verdade, não performance. A depressão pós-parto não destrói quem és, obriga-te a olhar para ti com brutal honestidade e, sim, isso pode ser doloroso… mas é também profundamente transformador.

Contacta-nos clinica@sophieseromenho.pt

25/12/2025
Desapontar os outros é o batismo real da vida adulta. Enquanto andares a tentar ser “a pessoa certa” para cada cenário, ...
25/12/2025

Desapontar os outros é o batismo real da vida adulta. Enquanto andares a tentar ser “a pessoa certa” para cada cenário, continuas emocionalmente infantil, preso numa fantasia de aprovação infinita.

Acorda!

A tua vida não é um projeto coletivo onde todos votam nas tuas decisões. É o teu desejo, a tua história, o teu corpo, o teu tempo. Crescer é assumir que existir com verdade implica falhar expectativas. E sim, vais ser mal interpretado, julgado, chamado de egoísta. Mas só quem não se conhece vive para agradar.

A maior prisão não é a crítica dos outros, é a tua necessidade desesperada de ser amado por todos. Isso não é bondade, é medo. Medo de perder pertença, medo de não ser suficiente, medo de confrontar a tua própria responsabilidade sobre a tua vida. Enquanto estiveres viciado em aprovação, és facilmente controlável. Abres mão dos teus limites, vendes a tua integridade em troca de aplausos vazios e ficas a chamar a isso “amor” ou “paz familiar”.

Desapontar os outros é violento porque obriga-te a encarar a tua verdade sem anestesia. Obriga-te a lidar com a culpa, com a ansiedade, com a fragilidade que tentas esconder atrás de performance. Obriga-te a deixar cair a máscara e enfrentar o risco de ser rejeitado. Mas é aí que nasce estrutura interna. É aí que deixas de ser objeto do desejo do outro para passares a ser sujeito da tua vida.

Adulto é quem aguenta a frustração de quem queria controlar o teu caminho e mesmo assim continua a escolher-se. Adulto é quem suporta o silêncio, o afastamento, a zanga e permanece inteiro. Quem te ama de forma saudável pode magoar-se contigo e ainda assim ficar. Quem só te queria enquanto eras conveniente nunca esteve contigo, esteve com a fantasia que projetou em ti.

Não há autonomia sem ferir expectativas. Não há identidade sólida sem risco. Às vezes crescer é isso: desapontar quem esperava a tua submissão e, finalmente, pertencer a ti próprio.

clinica@sophieseromenho.pt

Se isto fosse um país encantado, isto eram direitos básicos. Como é Portugal, são desejos de Natal… 🤷Falar de saúde ment...
24/12/2025

Se isto fosse um país encantado, isto eram direitos básicos. Como é Portugal, são desejos de Natal… 🤷

Falar de saúde mental sem falar de política é fingir que vivemos num mundo sem causas nem contextos.

É confortável para quem governa que tudo pareça culpa individual, como se ansiedade, depressão, burnout e desesperança nascessem do nada, só porque as pessoas “não sabem lidar com a vida”. Não é verdade.

A saúde mental é moldada por salários miseráveis, horários desumanos, habitação inacessível, precariedade crónica, pressão social, desigualdade e um sistema que esmaga quem tenta sobreviver. Quando um país não garante segurança, estabilidade, acesso digno a cuidados de saúde, educação emocional e condições básicas de vida, não pode depois apontar o dedo às pessoas por estarem exaustas, partidas e desesperadas.

Saúde mental não é só terapia, mindfulness e força de vontade. É política pública, é responsabilidade coletiva, é decisão governamental. Um país que não protege, não cuida. Um país que normaliza sofrimento e depois romantiza “resiliência” está a cometer violência psicológica sobre o seu povo.

É hipócrita pedir equilíbrio emocional a quem vive em guerra diária para pagar contas, criar filhos, manter relações e ainda provar que merece existir.

Se queremos falar a sério de saúde mental, então assumimos isto: estabilidade económica, justiça social, apoio familiar, direitos laborais, tempo de descanso, acesso a acompanhamento psicológico e políticas humanas não são luxo. São base.

Quem insiste em separar saúde mental de política não está a defender neutralidade. Está a defender privilégio, cegueira social e manutenção de um sistema que adoece pessoas e depois culpa-as por adoecerem.

Enfim, passa a fatia do bolo antes que eu fique mais cínica ❤️🎄🎅

Na clínica Sophie Seromenho, acreditamos que o autoconhecimento é a chave para uma vida mais equilibrada. Oferecemos um ...
22/12/2025

Na clínica Sophie Seromenho, acreditamos que o autoconhecimento é a chave para uma vida mais equilibrada. Oferecemos um acompanhamento especializado ONLINE ou PRESENCIAL, ajudando-o a lidar com desafios emocionais, psicológicos e profissionais de forma consciente e eficaz.
 
Psicologia Clínica (online e presencial):
 
Se enfrentas ansiedade, depressão, dificuldades emocionais ou questões existenciais, estamos aqui para te ajudar. Trabalhamos com:
✔ Perturbações de ansiedade e de humor
✔ Perturbações de personalidade
✔ Trauma complexo e PTSD
✔ Processos de luto e perda
✔ Adições
✔ Apoio à comunidade LGBT+
✔ Desenvolvimento pessoal
 
Neuropsicologia (presencial):
 
Se precisa de uma avaliação neuropsicológica, oferecemos diagnóstico e intervenção para:
✔ Perturbações do neurodesenvolvimento (PHDA/ADHD, dislexia, autismo)
✔ Dificuldades cognitivas e neurológicas (demências, AVC, epilepsia)
✔ Treino cognitivo e reabilitação neuropsicológica
✔ Estratégias para melhorar a autorregulação e a impulsividade
 
Coaching Psicológico (online e presencial);
 
Quer reavaliar a sua vida profissional ou desenvolver competências? Podemos ajudar em:
✔ Orientação vocacional e transições de carreira
✔ Desenvolvimento de liderança e gestão de equipas
✔ Gestão de tempo e produtividade
✔ Comunicação assertiva e resolução de problemas
 
Terapia de Casal (online e presencial):
 
As relações podem ser desafiantes, e estamos aqui para apoiar casais que querem fortalecer a sua ligação. Trabalhamos com:
 
✔ Comunicação eficaz e resolução de conflitos
✔ Superação de traição, ciúmes e insegurança
✔ Fortalecimento da intimidade e do desejo
✔ Apoio a relações não-monogâmicas éticas e à comunidade LGBT+
 
Contudo, é perfeitamente natural ter dúvidas sobre quais destas especialidades a mais indicada para si. Acontece com frequência, e estamos aqui para ajudar a esclarecer.
 
Envie-nos e-mail para clinica@sophieseromenho.pt

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Praça Do Marquês De Pombal, 3, 1º Andar
Setúbal
2900-562

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