Marta Crawford

Marta Crawford Consultório . Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa
Tel: 218470187

12/03/2026

Uma mulher pode realmente sentir desejos “invulgares” por s**o e estar sempre disponível e desejosa que isso aconteça? Sim, claro! Quer dizer que gosta de s**o, que tem prazer e que lhe sabe bem. Provavelmente quer dizer também que o objecto de desejo é suficientemente interessante para provocar tal motivação. Mas mesmo que a mulher não tenha uma relação com ninguém, os desejos podem existir na mesma, ela terá é que os resolver sozinha. Desejar ter s**o é uma coisa boa!

Longe vai o tempo em que uma mulher não podia demonstrar as suas necessidades se***is e apenas estar receptiva à necessidade do parceiro. O contrário não seria de esperar, e por isso, entre chiliques e histerias, lá se iam aguentando num mundo vestido de calças. Uma mulher tem todo o direito de desejar o melhor para si, uma sexualidade que lhe faça sentido, que tenha em conta as suas necessidades e que a preencha.

Quando a sexualidade de uma mulher está resolvida, entre outras coisas, porque se sente bem consigo, com o seu corpo, com os seus desejos, com a forma como se expressa sexualmente, então, é natural que sinta vontade de ter s**o, e que seja assaltada por pensamentos eróticos com maior frequência. O desejo sexual que uma mulher sente pelo seu/sua parceiro/a, pode também aumentar a sua disponibilidade sexual, o seu à vontade, a sua excitação e o seu prazer. O desejo é muito importante, mas nem sempre é sentido espontaneamente.

Por vezes surge depois da excitação e resulta satisfatoriamente, outras vezes não chega sequer a surgir. Pode haver s**o sem desejo, mas não é a mesma coisa, sem desejo a excitação é mais difícil, a lubrif**ação também, e o prazer f**a comprometido. Infelizmente a falta de desejo sexual continua a ser a principal queixa das mulheres portuguesas. Vale a pena “aprender” a desejar. In “ Diário Sexual e Conjugal de um Casal”, Marta Crawford

🎬 Phantom Thread (título em português: Linha Fantasma) em 2017

Consultório: Ligue 218 470 187 de segunda a quinta, a partir das 15h para agendar consulta.

Carlos Bunga.Habitar a Contradição08 nov-30 mar 2026 no  Carlos Bunga (Porto, 1976) desenvolveu uma prática artística ce...
09/03/2026

Carlos Bunga.
Habitar a Contradição
08 nov-30 mar 2026 no

Carlos Bunga (Porto, 1976) desenvolveu uma prática artística centrada nas possibilidades da forma. O que começou como uma pesquisa sobre os limites da pintura transformou-se num modo de trabalho que hibridiza suportes e superfícies até a pintura se tornar um espaço de atividade. No seu processo ressoam as experimentações dos artistas conceptuais e da performance dos anos 1960 e 70, cujo uso de gestos simples e iterativos gerava uma força sensorial e emocional. Com o passar dos anos, a obra de Bunga expandiu-se ao desenho, escultura, instalação, fotografia e vídeo.

Nómadas

Os Nómadas, de Carlos Bunga, atravessam o espaço e as fronteiras da cultura e da identidade.
São multirraciais, interespécies e não têm género.
Cada um carrega um abrigo como cabeça, construções que são ao mesmo tempo um fardo e um porto seguro, levantando questões sobre o peso da memória e as flutuações daquilo a que chamamos casa. Os seus corpos têm as dimensões aproximadas de crianças, suspensas num momento de autodescoberta e potencial.
Este estado fluido relaciona-se com a trajetória do próprio artista - de refugiado a nómada-, marcada pelo deslocamento e pela instabilidade da habitação.
Bunga evoca a figura da criança não só como símbolo de crescimento, mas também como forma de recuperar um espaço pré-racional, onde brincar é primordial e a imaginação não tem limites. Nesta exposição, Bunga apresenta uma nova série de Nómadas feitos em madeira, aprofundando assim a relação entre corpo, arquitetura e natureza em permanente metamorfose.( texto de sala )

Hoje é o Dia Internacional da Mulher.Mas para muitas mulheres no mundo, a luta ainda é simplesmente sobre sobreviver.Est...
08/03/2026

Hoje é o Dia Internacional da Mulher.

Mas para muitas mulheres no mundo, a luta ainda é simplesmente sobre sobreviver.

Esta é a história de Nasira.

Uma jovem jornalista afegã que ajudava mulheres a aprender a ler e a escrever.
A rádio onde trabalhava foi incendiada.
Colegas suas foram mortas.

Foi obrigada a fugir do Afeganistão com a sua família para não ser morta. Vive atualmente no Irão no meio de uma guerra.

Desde abril de 2025 que tento ajudá-la a vir para Portugal com a sua família ao abrigo da lei dos refugiados.

Cumprimos todas as exigências.
Encontrámos financiamento.
Mobilizámos 799 pessoas que ajudaram a reunir 21.610 euros.

Quando tudo estava pronto, recebemos um e-mail:

“Não estão a ser aceites novos pedidos.”

O problema é que este processo não é novo.
Começou há quase um ano.

Nasira tem a idade da minha filha.

Hoje vive numa situação extremamente frágil.

Já lhe escrevi mais de 300 e-mails para que não perca a esperança.

Mas às vezes pergunta-me se não seria melhor voltar ao Afeganistão e morrer.

Viver assim não é viver.

Neste Dia Internacional da Mulher escrevo por ela.
E por todas as mulheres que continuam a viver em risco de morte, perseguição ou escravidão sexual.

Leiam esta história.
Partilhem.

Porque enquanto não libertarmos todas as mulheres, nenhuma de nós será verdadeiramente livre.💪🏽















26/02/2026

Car@s amig@s,

Hoje é uma vitória para as mulheres na Europa.
E hoje é um bom dia para a democracia europeia.
Quando 1,2 milhão de cidadãos levantam suas vozes, quando o Parlamento Europeu envia um sinal democrático claro e quando a sociedade civil se mobiliza além-fronteiras, a Comissão Europeia não pode se omitir. Ela precisa agir. E hoje, agiu.
Pela primeira vez, a Comissão confirma inequivocamente que os fundos da UE podem ser utilizados para garantir o acesso a cuidados de ab**to seguro , em particular para mulheres em situação de vulnerabilidade, independentemente da sua origem na Europa.
Isso não é simbólico. É um compromisso político com os direitos das mulheres.
Isso estabelece, sem sombra de dúvida, que o acesso ao ab**to seguro é uma questão de saúde pública e justiça social, e que a União Europeia tem tanto a competência quanto a responsabilidade de agir.
A Comissão concluiu na decisão de hoje que a melhor forma de atingir o objetivo da nossa iniciativa é através do financiamento do programa FSE+. Embora não esteja a ser criado nenhum novo instrumento jurídico, a Comissão reconheceu formalmente que as exigências da nossa iniciativa podem ser alcançadas e delineou um percurso concreto para a sua implementação na prática.
Hoje tivemos uma reunião com a Comissária Hadja Lahbib, responsável pela nossa iniciativa. Ela nos parabenizou e apresentou as decisões da Comissão como um claro sim às nossas reivindicações.F**amos especialmente satisfeitos com o fato de o mecanismo poder ser usado não apenas para o financiamento de serviços médicos, mas também para cobrir os custos de deslocamento em circunstâncias necessárias. Isso é particularmente importante em situações de risco de vida, onde assistência e transporte urgentes são imprescindíveis.

Embora o “sim” dado pela Comissão seja diferente do que esperávamos, estamos satisfeitos com a resposta. Desde o início, nosso primeiro e único objetivo foi um impacto positivo para as mulheres, e não a forma jurídica.

Esta vitória pertence a todos nós, aos 1,2 milhão de cidadãos que assinaram, aos ativistas que se organizaram, aos voluntários que se mobilizaram e aos parlamentares que se mantiveram firmes.
E dedicamos esta vitória a todas as mulheres que sofreram ou perderam a vida porque o acesso a cuidados urgentes de saúde reprodutiva lhes foi negado.
As histórias deles nos lembram por que essa luta não é ideológica – trata-se de proteger a saúde e as vidas, trata-se de dignidade, igualdade e liberdade.
Essa luta era sobre as mulheres terem controle sobre seus próprios corpos e vidas.
Essa luta foi sobre a Europa em que queremos viver. Uma Europa democrática, igualitária e justa, da qual possamos nos orgulhar.
Obrigado por estarem conosco. Hoje vencemos e amanhã continuaremos lutando.

Equipa

Parabéns a todas as pessoas que lutaram por este resultado, principalmente aquelas que deram a cara todos os dias por esta luta. É uma vitória gigante! 👏👏👏

23/02/2026

Existe a ideia generalizada de que os homens fazem s**o e que as mulheres fazem amor. Eles fazem-no pelo prazer e elas por amor. Mas será assim mesmo, não quererão ambos s**o e amor?
No meu consultório, vejo muitos homens preocupados genuinamente com o prazer e bem-estar das suas parceiras e não apenas com a sua satisfação pessoal. Muitos homens preferem a intimidade de um beijo, de uma carícia ou de um abraço, a uma relação sexual “técnica”, em que só um está predisposto. Muitas mulheres estão convencidas do contrário, que eles querem agarrar todas as oportunidade para ter s**o e, quando não lhes apetece, começam a esquivar-se de uma carícia, de um beijo mais íntimo, de um abraço ou de uma brincadeira mais erótica para não potenciar o “ataque”. Evitam o carinho do outro com medo do que possa vir a seguir e f**am sem nada. Mesmo que um homem reaja sexualmente a um beijo mais profundo ou a uma carícia, deixando transparecer o seu entusiasmo, não quer dizer que tenha que ir mais além. O homem tem muitas erecções ao longo do dia, quer esteja a dormir ou acordado e isso não signif**a que tenha que passar ao acto. Os homens sabem gerir a sua excitação, embora esta se manifeste de forma mais visível e mais rápida do que nas mulheres e principalmente quando se sentem atraídos por elas. Os homens também desejam fazer amor com as suas parceiras, e sabem perfeitamente quando elas se envolvem ou quando estão apenas de corpo presente e de punhos cerrados. O s**o a dois não é para ser vivido só por um, e quando é verdadeiramente correspondido, torna-se excepcional.

Consultório:
Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa.
Tel: 218470187
Ligue de segunda a quinta feira a partir das 15h e fale com a assistente para marcar consultas.

🎬Credit © - •

20/02/2026

5 things that you can do to protect women's rights in the European Union.

15/02/2026

❤️‍🩹 Amor não é controlo ou medo. É confiança, respeito mútuo e apoio. Ninguém se deve sentir preso num relacionamento. Não normalizes o que te faz sentir mal. Se identif**ares sinais de alerta, procura ajuda:
📞 800 202 148
💬 SMS 3060
📩 violencia@cig.gov.pt

🎬.gov.pt

Brevemente numa rádio perto de si ❤️
13/02/2026

Brevemente numa rádio perto de si ❤️

Se ainda não ouviste o último episódio do podcast podes ler tudo aqui  e f**ar a saber do que se trata. F**a sempre bem ...
11/02/2026

Se ainda não ouviste o último episódio do podcast podes ler tudo aqui e f**ar a saber do que se trata.

F**a sempre bem falar de sexualidade em qualquer idade ❤️

Será que aos 30 anos já sabemos tudo sobre s**o? Ou será que a maturidade traz um novo ritmo, um novo prazer e uma relação mais livre com o ...

06/02/2026

O s**o não tem idade nem “prazo de validade”! Depois dos 50 muitas mudanças ocorrem, desde as alterações hormonais, no corpo e até na energia, mas há algo que não pode ser esquecido: a vida sexual continua a ser parte essencial do bem-estar.
A Dra volta ao nosso videocast e como sempre deixou um episódio incrível que não vais querer perder.

📢 Junta-te à conversa e partilha a tua experiência com a hashtag **aBem

INICIATIVAS SOLIDÁRIAS DE RECOLHA DE BENS. SAIBA ONDE AJUDAR!   Estas foram as informações que foram partilhando comigo....
31/01/2026

INICIATIVAS SOLIDÁRIAS DE RECOLHA DE BENS. SAIBA ONDE AJUDAR!


Estas foram as informações que foram partilhando comigo. Não consegui saber horas e datas de todos, mas é uma questão de depois questionarem. Acredito que existiam muitos mais sítios de recolha, podem sempre deixar na caixa de comentários. São necessários bens alimentares não perecíveis, produtos de higiene, lonas, águas.

Para além de Leiria, existirem outros locais como Pombal, Tomar, Marinha Grande que precisam de ajuda!

29/01/2026

Sinopse

A Joana é mulher do Miguel, casaram há 12 anos, são um casal feliz e têm dois filhos, o João, de 5 anos, e a Beatriz, de 9 anos. A Joana tem mais três irmãos, a Leonor é a irmã mais velha, que é casada com o João há 20 anos, de quem tem dois filhos, o Ricardo, de 12 anos, e a Rita, de 19 anos. Vivem em Coimbra. A Leonor e o João têm um casamento vazio. A Maria é a irmã do meio, independente, já teve vários namorados e actualmente tem uma relação com o Luís; terá outras. O Alberto é o irmão mais novo, é gay, e acabou uma relação há pouco tempo. Os pais da Joana são a Clara e o Marcelo. A Joana tem ainda os avós vivos de ambos os lados.
O Miguel tem mais dois irmãos: o António e a Matilde. Os pais estão separados há muitos anos. O António é casado com a Inês, e foram pais há pouco tempo, da Mariana. A Matilde é divorciada há cerca de um ano.
Esteve casada com o Bernardo, de quem teve dificuldade em se libertar.
Tem dois filhos e actualmente um namorado, o Tiago. A Matilde e o Bernardo, apesar de estarem divorciados, passaram a viver uma relação de amigos coloridos. O Bernardo vai viver para Angola e a Matilde f**a com os filhos em Lisboa.
A Joana e o Miguel têm dois amigos mais íntimos, a Francisca e o Edu. A Francisca é bastante independente, mulher bem-sucedida profissionalmente, e apaixona-se desesperadamente por um homem casado, que a quer, mas que não consegue deixar a família. A Francisca está dividida entre a consciência de um grande amor e a dificuldade que o Pedro (o amante) tem em lidar com a situação. O Pedro é casado com a Raquel e têm dois filhos. O Eduardo é o Casanova do grupo, muitas namoradas e experiências se***is variadas.
O João, ex-marido da Leonor, vai iniciar uma nova relação com a Teresa, mas não f**ará por aí. E a Leonor? Será que vai voltar a apaixonar-se? A Rita, filha da Leonor e do João, engravida do Paulo e acabará por ter de tomar uma decisão difícil.

Sexual e Conjugal de um Casal, ✍️ por Marta Crawford . Editora

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Lisbon

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