07/01/2026
Essa paciente não estava “sem tratamento”.
Ela estava em tratamento convencional.
Ácido fólico.
Suplementos com corantes.
Disruptores endócrinos.
Doses mal ajustadas de vitaminas lipossolúveis.
E, ao invés de melhorar…
ela piorava.
Ansiedade mais intensa.
Irritabilidade.
Sobrecarga mental.
Inflamação persistente.
Quando o teste genético entrou em cena, tudo ficou claro.
Com MTHFR em homozigose, o organismo dessa paciente não conseguia metabolizar corretamente o ácido fólico.
O que aconteceu então?
O ácido fólico não metabolizado (UFMA) começou a se acumular na circulação.
E o problema não para aí.
O UFMA pode:
competir com o substrato da DHFR, agindo como inibidor
levar ao acúmulo de DHF, que bloqueia a MTHFR
interromper o ciclo do carbono
reduzir a produção de metilgrupos
comprometer a reparação do DNA
Ou seja: a suplementação que deveria ajudar estava bloqueando a metilação.
Some a isso:
COMT lenta, com acúmulo de neurotransmissores
GSTM1 ausente, com detox de fase II comprometido
O resultado clínico foi previsível: ansiedade, fadiga, inflamação e intolerância aos próprios suplementos.
Sem genética, o profissional insiste na dose.
Com genética, o profissional entende por que o protocolo falhou e muda a rota.
Esse tipo de raciocínio não é ensinado na graduação.
Essa é a última chamada para a Mentoria EPIGEN – Turma Janeiro.
As vagas são limitadas para que eu acompanhe cada profissional de perto.
Aqui eu te ensino, na prática, a interpretar interações como COMT, MTHFR e GSTM1, evitando erros comuns e transformando sua prescrição em saúde de precisão.
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Quem domina genética agora, sai na frente.