Dra. Caroline Mesquita

Dra. Caroline Mesquita Dra Caroline possui douramento em farmacologia e especialização em genética, com mais de 10 anos

Essa paciente não estava “sem tratamento”.Ela estava em tratamento convencional.Ácido fólico.Suplementos com corantes.Di...
07/01/2026

Essa paciente não estava “sem tratamento”.
Ela estava em tratamento convencional.

Ácido fólico.
Suplementos com corantes.
Disruptores endócrinos.
Doses mal ajustadas de vitaminas lipossolúveis.

E, ao invés de melhorar…
ela piorava.

Ansiedade mais intensa.
Irritabilidade.
Sobrecarga mental.
Inflamação persistente.

Quando o teste genético entrou em cena, tudo ficou claro.

Com MTHFR em homozigose, o organismo dessa paciente não conseguia metabolizar corretamente o ácido fólico.
O que aconteceu então?
O ácido fólico não metabolizado (UFMA) começou a se acumular na circulação.
E o problema não para aí.

O UFMA pode:
competir com o substrato da DHFR, agindo como inibidor
levar ao acúmulo de DHF, que bloqueia a MTHFR
interromper o ciclo do carbono
reduzir a produção de metilgrupos
comprometer a reparação do DNA

Ou seja: a suplementação que deveria ajudar estava bloqueando a metilação.

Some a isso:
COMT lenta, com acúmulo de neurotransmissores
GSTM1 ausente, com detox de fase II comprometido

O resultado clínico foi previsível: ansiedade, fadiga, inflamação e intolerância aos próprios suplementos.

Sem genética, o profissional insiste na dose.
Com genética, o profissional entende por que o protocolo falhou e muda a rota.

Esse tipo de raciocínio não é ensinado na graduação.

Essa é a última chamada para a Mentoria EPIGEN – Turma Janeiro.
As vagas são limitadas para que eu acompanhe cada profissional de perto.

Aqui eu te ensino, na prática, a interpretar interações como COMT, MTHFR e GSTM1, evitando erros comuns e transformando sua prescrição em saúde de precisão.

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Quem domina genética agora, sai na frente.

Ansiedade que não melhora.Fadiga persistente.Oscilações de humor.Insônia.Dores crônicas.Abortos espontâneos.Dominância e...
06/01/2026

Ansiedade que não melhora.
Fadiga persistente.
Oscilações de humor.
Insônia.
Dores crônicas.
Abortos espontâneos.
Dominância estrogênica.

Você já viu esse padrão na clínica.
E provavelmente já tentou tratar cada sintoma separadamente.

Mas e se o problema não estiver isolado…
e sim na interação entre genes?

Quando COMT e MTHFR se encontram, a metilação pode falhar, o detox desacelera e os neurotransmissores entram em desequilíbrio.
O resultado aparece no cérebro, no intestino, no eixo hormonal e no comportamento mesmo com exames “normais”.

É por isso que:

alguns pacientes pioram com suplementação convencional, que não está na sua forma ativa.

outros f**am mais ansiosos

outros entram em apatia

e muitos nunca evoluem com protocolos genéricos

Sem genética, você faz tentativas.
Com genética, você trata a raiz.

Poucos profissionais sabem interpretar COMT + MTHFR juntos.
Menos ainda sabem prescrever com segurança para cada combinação.

Essa é a última chamada para a Mentoria EPIGEN Turma Janeiro.
As vagas são limitadas para que eu acompanhe cada profissional de perto.

Aqui eu te ensino, na prática, a interpretar esses genes e transformar sua conduta clínica com precisão.

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Quem dominar genética agora, vai sair na frente.

05/01/2026

ESTAMOS TROCANDO O ESTILO DE VIDA POR CANETAS, é isso mesmo?

E isso preocupa não só pela banalização das prescrições de GLP-1, mas pelos efeitos colaterais silenciosos que quase ninguém está discutindo principalmente nas mulheres.

Os análogos de GLP-1 têm seu lugar, sim.
Mas o uso indiscriminado pode trazer:

Perda acentuada de massa magra
→ e isso é crítico para a mulher, que já entra na perimenopausa com risco aumentado de sarcopenia.

Risco de desaceleração metabólica
→ com recuperação de peso posterior ainda mais difícil.

Alterações gastrointestinais
→ náusea, constipação, gastroparesia.

Impacto na microbiota
→ diminuindo diversidade e afetando imunometabolismo.

Queda no consumo proteico
→ porque muitas pacientes passam a comer menos… mas pior.

E no fim?
Estamos substituindo o essencial:

✔️ terreno metabólico
✔️ inflamação
✔️ epigenética
✔️ sono
✔️ estresse
✔️ estrutura alimentar
✔️ construção de massa magra

por uma solução rápida, que não resolve a raiz.

Se você é profissional da saúde e quer atuar com precisão,
interpretando vias metabólicas, genética, epigenética e terreno,
na Mentoria EPIGEN eu te ensino exatamente como fazer isso.

Link na bio: turma de JANEIRO 2026

Você prescreve ferro bisglicinato numa dosagem “satisfatória”…mas os resultados dos seus pacientes quase não mudam, não ...
02/01/2026

Você prescreve ferro bisglicinato numa dosagem “satisfatória”…
mas os resultados dos seus pacientes quase não mudam, não é?

E não, na maioria das vezes:
não é falta de adesão, não é erro de dose e nem “intestino que não absorve”

O problema costuma estar antes da prescrição: no desconhecimento do eixo hepcidina–ferroportina.

A hepcidina é o principal regulador do ferro.
Quando ela sobe, a ferroportina fecha.
E quando a ferroportina fecha, o ferro não chega à circulação — mesmo estando presente no intestino.

É por isso que: ferro diário pode reduzir a própria absorção a ferritina pode não subir como esperado pacientes “não respondem”, mesmo seguindo a orientação corretamente

Estudos mostram que respeitar a fisiologia — por exemplo, com esquemas em dias alternados — pode aumentar a absorção de ferro em mais de 30%.

E aqui está o ponto-chave: prescrever ferro não é só escolher a dose.
É entender biologia, timing, inflamação e individualidade.

Na Mentoria EPIGEN, você aprende a:
- interpretar ferro além da hemoglobina
- ajustar estratégias baseadas em fisiologia real
- integrar genética, epigenética e inflamação na prática clínica

E isso é só uma das estratégias que ensinamos.

Mentoria EPIGEN | Turma de Janeiro
Vagas limitadíssimas
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Referência: Stoffel NU, Zeder C, Brittenham GM, et al. Iron absorption from supplements is greater with alternate day than consecutive day dosing in iron-deficient women. Haematologica. 2020.
NCBI - WWW Error Blocked Diagnostic

2025 foi a virada da chave.2026 começa com consciência.Consciência do tempo, das escolhase do que realmente importa quan...
01/01/2026

2025 foi a virada da chave.
2026 começa com consciência.

Consciência do tempo, das escolhas
e do que realmente importa quando o ano vira:
as pessoas que caminham com a gente.

Que eu siga escolhendo com clareza
e sustentando com perseverança.

A perseverança que permanece
quando o cansaço aparece,
quando o caminho f**a silencioso
e o resultado ainda não chegou.

Que eu viva menos no automático
e mais no que é presença, afeto e propósito.

Que 2026 te encontre também em movimento,
mesmo nos dias difíceis porque é assim que os sonhos
se tornam realidade.

Feliz 2026 pra todos nós! 🤍

30 de dezembro.Hoje não celebro apenas mais um ano.Celebro tudo o que precisei soltar para continuar.E, como todo ano, a...
30/12/2025

30 de dezembro.
Hoje não celebro apenas mais um ano.
Celebro tudo o que precisei soltar para continuar.

E, como todo ano, aproveito meu aniversário para fazer aquele balanço de 2025.
E sabe o que ele me ensinou?
Que não é mais sobre provar nada.
É sobre sustentar o que é verdadeiro.
O que é essencial.

Esse ano me mostrou que nem toda urgência é minha,
que descansar também é um ato de coragem,
e que dizer não foi uma das formas mais honestas
de dizer sim para mim.

Levo comigo para o próximo ciclo:
✨ clareza
✨ presença
✨ profundidade
✨ e a confiança de quem sabe quem é

Faço questão que fique:
o amor pelo que faço,
a maternidade que me ancora,
as conexões verdadeiras,
e o prazer em formar mulheres conscientes, fortes e livres.

E deixo sair:
a culpa,
o excesso,
a necessidade de agradar,
e tudo o que ocupa espaço sem nutrir.

Hoje não peço pressa para o novo ano.
Peço direção.
Não peço perfeição.
Peço constância.

Que o próximo ciclo me encontre inteira.
Feliz novo ano para mim. 🤍

30/12/2025

Hoje não é só sobre comemorar mais um ano, é sobre reconhecer o impacto silencioso e profundo que você tem no mundo!

Carol, esse vídeo é só um pequeno recorte da admiração e gratidão de quem aprende com você e o carinho de quem te ama.

Você ilumina caminhos com clareza, consciência e propósito, transformando vidas todos os dias, mesmo sem perceber.

Hoje celebramos você e tudo o que floresce a partir da sua existência.
Feliz aniversário, obrigada por transformar tantas histórias sendo exatamente quem você é! ❤️

29/12/2025

Não existe um “limite seguro absoluto” para o consumo de cafeína na gestação.
E isso não é opinião é biologia molecular, farmacogenética e epigenética aplicadas.

Quando analisamos:

Variabilidades genéticas
Farmacocinética materna
Farmacodinâmica fetal
Inflamação
Metilação e epigenética
Fisiologia da gestante

f**a claro que a cafeína pode sim trazer consequências sérias durante a gestação, mesmo em doses consideradas “seguras” por algumas diretrizes.

Porque gestação não é linear.
Gestantes não metabolizam como mulheres não grávidas.
E pacientes com variantes em CYP1A2, por exemplo, têm clearance mais lento, aumentando exposição fetal.

Se você é profissional da saúde e quer entender como genética, epigenética e bioquímica interferem nas decisões clínicas:
Na Mentoria EPIGEN eu te ensino tudo isso de forma prática, aplicada e segura.

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27/12/2025

Você prescreve ferro, escolhe uma boa forma, ajusta a dose e mesmo assim o ferro não sobe.

E não, na maioria das vezes não é o intestino, não é a forma do ferro e não é só inflamação.

O problema costuma ser a falta de compreensão do metabolismo do ferro.

O ferro não é absorvido de forma linear.
Ele é rigidamente regulado pela hepcidina, que controla a ferroportina a “porta de saída” do ferro para a circulação.

Quando a hepcidina sobe, a ferroportina fecha.
E quando isso acontece, o ferro até está presente no intestino, mas não chega à circulação.

É por isso que o uso diário e contínuo de ferro pode reduzir a própria absorção.
E é por isso que estratégias que respeitam a fisiologia, como suplementar dia sim, dia não, podem aumentar a absorção em mais de 30%, como mostram os estudos.

Aqui está o ponto-chave: prescrever ferro não é só escolher a dose. É entender biologia, genética, inflamação e individualidade.

Na Mentoria EPIGEN, eu ensino exatamente isso:
como interpretar o ferro além da hemoglobina e aplicar estratégias baseadas em fisiologia real, integrando genética, epigenética e inflamação na prática clínica.

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