SNP Organização sindical dos Psicólogos portugueses

O acesso à profissão de psicólogo em Portugal está hoje bloqueado por um modelo que não garante qualidade — cria desigua...
24/04/2026

O acesso à profissão de psicólogo em Portugal está hoje bloqueado por um modelo que não garante qualidade — cria desigualdades.

Durante anos, o problema foi o trabalho não remunerado. Hoje, mesmo com essa proibição, surgiu um novo obstáculo: o acesso depende quase exclusivamente de vagas financiadas, escassas e desiguais.

O resultado? Profissionais qualificados, com formação completa, impedidos de exercer — não por falta de competência, mas por falta de oportunidades.

O Sindicato Nacional dos Psicólogos é claro:
👉 O trabalho deve ser sempre remunerado
👉 O acesso à profissão não pode depender de financiamento
👉 A supervisão deve acompanhar o exercício profissional — não bloqueá-lo

Defendemos um modelo simples e justo: entrada na profissão com contrato de trabalho, com supervisão em paralelo.

📌 O acesso à profissão não pode ser uma lotaria.

Lê a posição completa do SNP no nosso site em

Reunião Sindical Online com Psicólogos Clínicos e da Saúde - Trabalhadores Independentes | 28 de abril às 21h30Reunião S...
20/04/2026

Reunião Sindical Online com Psicólogos Clínicos e da Saúde - Trabalhadores Independentes | 28 de abril às 21h30

Reunião Sindical online dirigida a Psicólogos Clínicos e da Saúde em situação de trabalhador independente

O SNP tem como âmbito de ação defender e promover, os interesses coletivos dos psicólogos portugueses das várias áreas de especialidade, estudando todas as questões laborais que interessam aos associados e conjuntamente procurar soluções para as mesmas, promovendo e organizando ações que expressem as reivindicações coletivas.

Assim e após terem decorrido várias reuniões, neste caso, da área da especialização da Psicologia Clínica e da Saúde, no regime de exercício a recibos verdes, em que foram escutadas as dificuldades gerais e específicas sentidas, foi feito o levantamento desta realidade laboral, na qual perduram e se têm vindo a exponenciar falta de direitos laborais básicos, que discriminamos:

- Precária proteção no trabalho, na saúde, na parentalidade e no desemprego
- Ausência de subsídios de férias e de Natal, perda de remuneração em dias feriados.
- Aplicação da taxa de 21,4% da remuneração bruta para a Segurança Social (taxa TSU).
- Não inclusão nos programas de formação nos locais em que prestam serviços.
- Fazendo-o autonomamente são penalizados por ausência de remuneração durante o período de formação.
- Frequente vedação a grupo de trabalho de supervisão e/ou intervisão clínica nesses mesmos locais.
- Inexistência de condições externas protocoladas e acessíveis, de modo a garantir equidade de acesso de todos os profissionais a estes recursos imprescindíveis a uma boa prática clínica e evolução profissional.
São assim criados precedentes para situações laborais que vulnerabilizam acentuadamente o exercício da profissão, exponenciando os riscos psicossociais associados à esfera do trabalho no exercício desta profissão de Psicólogo Clínico e da Saúde, a recibos verdes. Permitindo-se que entidades não contratualizantes (por sua opção), estabeleçam/definam unilateralmente horários, períodos de férias, “chamem” o prestador de serviços a pagar obrigações da empresa relativos ao prestador de serviços quando essa entidade ultrapassa 50% do serviço global prestado, bem como inviabilizem a comunicação entre os técnicos, não favorecendo ou mesmo subtilmente impedindo o trabalho de equipa.


Deste modo, o SNP convida à participação na próxima reunião online a decorrer no próximo dia 28 de Abril pelas 21h30, para a qual indicamos a seguinte ordem de trabalhos:

1- Análise das inconstitucionalidades por falta de regulamentação do trabalho dos psicólogos Clínicos e da Saúde a recibos verdes e sua não correspondência na lei Geral do trabalho.

2- Sistematizar um caderno de reivindicações, a apresentar futuramente às entidades reguladoras do trabalho, com vista a regulamentar e criar equidade entre todos os profissionais da referida área de especialização, abrangendo os que exercem funções em regime de recibos verdes.

3- Pesquisar e definir entidades com que iremos comunicar de modo a dar a conhecer e solicitar análise do referido caderno de reivindicações.

4- Pesquisar e definir eventuais entidades e grupos profissionais parceiros da profissão de Psicologia Clínica e da Saúde, de modo a dar força à necessidade coletiva desta regulamentação.

5- Outros assuntos/propostas (no âmbito da regulamentação da profissão, com exercício a recibos verdes).


Trabalhamos e mantemos o foco no desejo de alcançarmos o fim da precariedade estrutural e sistémica, que precisa do nosso enfrentamento e que sabemos ser um processo longo, que precisa ser organizado, combativo e construtivo, com responsabilidade pela nossa profissão.

Esta luta é de todos, não à precariedade laboral!

Inscrições através do link: https://forms.gle/wtuykGP2ea9eXoJC8

Quinto Boletim Trimestral do SNPjaneiro, fevereiro e março de 2026.Este boletim tem como objetivo dar conta das principa...
16/04/2026

Quinto Boletim Trimestral do SNP
janeiro, fevereiro e março de 2026.

Este boletim tem como objetivo dar conta das principais ações, iniciativas e lutas desenvolvidas em cada trimestre. Contamos com a leitura atenta e com os contributos dos nossos associados. A participação de cada um é essencial para um sindicato mais forte e mais interventivo.

Link aqui: https://drive.google.com/file/d/1bqieb46T8JNypHv6KdYpN4Sdkk4iH6wu/view

MANIFESTAÇÃO NACIONAL ABAIXO O PACOTE LABORAL | LisboaOs trabalhadores já rejeitaram o pacote laboral, saindo à rua em s...
09/04/2026

MANIFESTAÇÃO NACIONAL ABAIXO O PACOTE LABORAL | Lisboa
Os trabalhadores já rejeitaram o pacote laboral, saindo à rua em sucessivas ações, com o seu apogeu na grande Greve Geral de dia 11 de dezembro. O Governo teima em não ouvir os trabalhadores, pelo que é necessário continuar a luta até que este pacote seja completamente derrotado.

Exigimos ao governo que recue neste ataque generalizado aos direitos e que revogue as normas gravosas que já hoje existem na legislação laboral e que tanto prejudicam os trabalhadores.

Este pacote representa mais exploração, mais precariedade e mais desvalorização do trabalho.

Trata-se de uma opção política clara para:

Facilitar despedimentos
Fragilizar a contratação coletiva
Pressionar salários para baixo
Transferir riqueza do trabalho para o capital
Recusamos esta lógica de submissão aos interesses económicos que querem transformar direitos em custos e trabalhadores em números descartáveis.

Os psicólogos sabem bem o que significam vínculos frágeis, recibos verdes mascarados, carreiras bloqueadas e ausência de valorização salarial. Sabem o que é trabalhar com responsabilidade técnica elevada e reconhecimento político reduzido.



O Sindicato Nacional dos Psicólogos afirma com toda a clareza:

Não aceitamos o ataque aos direitos na parentalidade.

Não aceitamos a normalização e perpetuação da precariedade.

Não aceitamos a desregulação dos horários de trabalho.

Não aceitamos a facilitação dos despedimentos, até sem justa causa.

Não aceitamos a destruição da contratação coletiva.

Não aceitamos as limitações à liberdade sindical e ao direito de greve.

Nunca aceitaremos retrocessos!

Junta-te ao SNP dia 17 de abril às 14h30 no Saldanha, em Lisboa!

Há transporte organizado do Porto, com saída às 8h da Casa Sindical no Porto (em Campanhã). Inscreve-te enviando email para carina.ferreira@snp.pt

🚨 Psicólogos nas escolas: o Ministério abriu a porta à arbitrariedadeO SNP denuncia o novo modelo de concursos como um v...
08/04/2026

🚨 Psicólogos nas escolas: o Ministério abriu a porta à arbitrariedade

O SNP denuncia o novo modelo de concursos como um verdadeiro ataque à transparência e à justiça!

O Ministério decidiu lavar as mãos e entregar aos diretores a condução dos concursos. Resultado?

👉 Critérios diferentes em cada escola?
👉 Um processo “peça a peça” que obriga os psicólogos a concorrer vezes sem conta, escola a escola!

E mais grave:
❗ Zero respostas para quem está há anos em precariedade
❗ Nenhuma garantia de equidade no acesso aos quadros

Isto não é um concurso justo. É um sistema que divide, fragiliza e desvaloriza os psicólogos.

O SNP não aceita este caminho!

Exigimos concursos nacionais, transparentes e iguais para todos, e a vinculação de quem já assegura necessidades permanentes nas escolas.

Lê o comunicado na íntegra aqui:

O Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) vem tornar pública a sua profunda preocupação e veemente discordância face ao modelo de abertura d...

Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores 28 de março | 15h Mais de metade dos jovens trabalhadores em Portugal está...
21/03/2026

Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores 28 de março | 15h

Mais de metade dos jovens trabalhadores em Portugal está em situação de precariedade, seja através de contratos a prazo, falsas prestações de serviços, trabalho temporário, estágios intermináveis ou plataformas digitais que fogem a qualquer regra. A precariedade tornou-se a norma e não a exceção.

Paralelamente, o custo de vida em Portugal tornou-se incomportável, particularmente na habitação. O salário jovem não acompanha a explosão das rendas, empurrando milhares de jovens para casa dos pais, para casas sobrelotadas ou mesmo para abandonar o país.



Os jovens psicólogos não são alheios a esta realidade. Conhecemos bem os vínculos precários, a baixa remuneração, a precariedade glorificada como empreendedorismo, a falta de contratação nos serviços públicos (SNS, escolas, área social, ...), e o entrave que é a obrigatoriedade de um estágio profissional após uma formação académica de 5 anos. Sucessivamente os psicólogos veem os seus planos de vida adiados e afetados pela instabilidade que a sua profissão lhes oferece.

Os psicólogos recém-formados encontram-se numa posição de extrema vulnerabilidade. Após terminarem o seu Mestrado, deparam-se com uma realidade muito dura: ou encontram um estágio de 12 meses ou não poderão exercer a sua profissão.

Todos conhecemos a realidade da grande maioria dos estágios de acesso à profissão– desde as remunerações e condições profissionais oferecidas pelas entidades, aproveitando-se da dificuldade que é encontrar um local de estágio, para fazer ofertas ridículas e contrárias à lei; aos estágios independentes, que levantam sérias dúvidas relativamente à função de um estágio.

Acresce a isto, a ausência de programas de estágio ou vagas muito diminutas e a indisponibilidade do mercado de trabalho em contratar sem ser por recurso a estágios financiados.

Apesar de serem detentores de uma licenciatura e um mestrado, os jovens trabalhadores não podem ser psicólogos, confrontando-se, assim, com um bloqueio estrutural ao exercício profissional.

Na prática, a necessidade de supervisão que justifica o estágio — e que deveria ser um mecanismo de qualidade — tornou-se um mecanismo de restrição de entrada.



O Sindicato Nacional dos Psicólogos é claro:

O trabalho do/a psicólogo/a tem de ser remunerado.
O acesso à profissão não pode depender da existência de vagas financiadas para estágio.
Não é necessário realizar um estágio profissional para aceder à profissão.
A supervisão pode e deve acontecer ao longo de toda a carreira, mas sem ónus para o trabalhador.
No ano inicial, a supervisão pode ser garantida de forma independente do tipo de contrato de trabalho.
Tal como noutras profissões reguladas, a prática pode decorrer em contexto laboral normal, com supervisão (externa ou interna) certificada.

Dia 28 de março, não fiques em casa. Sozinho não resolves nada, mas juntos podemos combater os entraves que nos impõem no acesso à nossa profissão! Junta-te ao SNP às 15h na Praça da Figueira.

Há transporte organizado do Porto, com saída às 8h30 da Casa Sindical no Porto (em Campanhã). Inscreve-te enviando email para adriana.ferreira@snp.pt.

Manifestação: Paz, Soberania e Solidariedade | 14 março Cuidar da mente humana é também lutar pelo direito dos povos a v...
11/03/2026

Manifestação: Paz, Soberania e Solidariedade | 14 março
Cuidar da mente humana é também lutar pelo direito dos povos a viver em Paz!

Tem sido cada vez mais recorrente o tema da guerra nas nossas vidas. A escalada de guerra e violência têm feito parte da realidade dos nossos dias. O militarismo, a corrida armamentista, e a falta de diálogo e cooperação, também.

As ameaças, cada vez mais agravadas, dos EUA com os seus aliados contra países e povos, confrontam milhões de pessoas em todo o mundo com a guerra. As agressões contra vários países em forma de ameaça à Gronelândia, os ataques à Venezuela, o recrudescimento do bloqueio em Cuba, a imposição do domínio sobre o Médio Oriente através da força, os recentes ataques ao Irão, o genocídio em curso na Palestina, e outras realidades que temos vindo a conhecer ao longo dos anos, perpetrados pelo imperialismo norte-americano em conjunto com Israel, tem sido evidentes e revestidos de uma impunidade que não podemos aceitar!

A UE, bem como atual o governo Português, não só não condenam estas agressões como participam diretamente, nomeadamente com a permissão de utilização da Base das Lajes como base de apoio a estes ataques ilegais.

Nas nossas cabeças, diariamente, já se traçam planos de para onde ir, o que fazer, o que ter em casa, como proteger os nossos filhos e os nossos pais, como sobreviver a um conflito de grandes proporções, que trará apenas tragédia e miséria aos povos do mundo. De forma silenciosa, começamos a aceitar a guerra e o conflito armado como algo inevitável.

Enquanto psicólogos, conhecemos os detalhes da mente humana, que tanto nos fascinam e, por isso, reconhecemos os perigos da constante exposição repetitiva às narrativas de guerra, normalizando-as e transformando algo que começa por uma hipótese ou possibilidade, num desfecho provável no imaginário coletivo do nosso povo.

“A guerra já começou”. “A escalada é inevitável”. As conversas e comentários nos grandes e pequenos ecrãs, no café, à mesa com a família, têm tornado evidente a normalização da ideia de que a guerra é inevitável. Mesmo sem querer, tendemos automaticamente a imaginar os piores cenários e, aos poucos, o que poderia ser chamado de mecanismo de sobrevivência, começa a transformar-se numa fatalidade. E quando um desfecho trágico é sentido como inevitável, a mente humana tende a ter menos espaço para pensar criticamente, e para a solidariedade… Mas não nos conformamos com a inevitabilidade da guerra! Enquanto psicólogos sabemos e afirmamos sempre que cuidar da mente humana é também lutar pelo direito dos povos a viver em Paz!

A nossa história escreve-se todos os dias, por todos nós que caminhamos lado a lado pela defesa da nossa vida, da nossa segurança, da prosperidade do nosso povo, pela solidariedade com todos os povos que, tal como nós, não querem a guerra, querem sim viver em paz, trabalhar, amar, criar, sonhar, ser felizes e prosperar!

Não nos conformamos MESMO com a inevitabilidade da guerra! Não aceitamos que nos digam que não há outro caminho, para o nosso e outros povos.

É urgente abrir caminhos para o diálogo, para a solução pacífica dos conflitos internacionais e para a Paz, soberania e direitos dos povos!

Exigimos ao governo português que cumpra a Constituição da República, não se alinhando com a escalada de guerra, condenando-a!

Junta-te ao SNP às 15h no Porto (Batalha - Trindade)

Convocatória para Assembleia Geral do SNPSe és sócio, participa!
09/03/2026

Convocatória para Assembleia Geral do SNP
Se és sócio, participa!

Apelo à participação na Manifestação Nacional de Mulheres8 de Março é dia de luta!No próximo 8 de março, saímos à rua pa...
04/03/2026

Apelo à participação na Manifestação Nacional de Mulheres
8 de Março é dia de luta!

No próximo 8 de março, saímos à rua para afirmar que os direitos das mulheres não são concessões — são conquistas arrancadas com luta coletiva.

O Dia Internacional da Mulher não é uma data decorativa no calendário. É um dia de denúncia das desigualdades salariais, da precariedade que atinge de forma desproporcional as mulheres, da sobrecarga invisível do trabalho doméstico e de cuidados, da violência estrutural e das barreiras à participação plena na vida política e profissional.

Num tempo em que se tenta normalizar retrocessos e suavizar desigualdades com discursos vazios, afirmamos com clareza:
- Não há democracia plena com desigualdade de género.
- Não há justiça social sem libertação das mulheres.
- Não há saúde mental possível em contextos de opressão e discriminação.

A luta feminista é inseparável da luta laboral.
É inseparável da defesa dos serviços públicos.
É inseparável do combate à precariedade e à exploração.

O Sindicato Nacional dos Psicólogos apela à mobilização de todas e todos. Porque o 8 de março não é apenas das mulheres — é de quem recusa a injustiça.

Pela igualdade salarial.
Pelo fim da violência.
Por condições de trabalho dignas.
Por uma sociedade livre de discriminação.

Encontramo-nos na rua.
Porque os direitos não se pedem — conquistam-se.

Junta-te ao SNP em Lisboa e no Porto:
📍Lisboa: 14h30 Praça dos Restauradores

📍Porto: 14h30 Praça da Batalha

🌹 O SNP marcou presença na iniciativa da ASPP/PSP evocativa do Dia Internacional da MulherO Sindicato Nacional dos Psicó...
03/03/2026

🌹 O SNP marcou presença na iniciativa da ASPP/PSP evocativa do Dia Internacional da Mulher

O Sindicato Nacional dos Psicólogos esteve hoje na iniciativa promovida pela ASPP/PSP no âmbito do Dia Internacional da Mulher, reafirmando que a luta pela igualdade não é simbólica — é estrutural.

Num setor historicamente masculinizado como o policial, falar de mulheres é falar de poder, de hierarquias, de cultura institucional e de desigualdades persistentes.
É falar de progressão na carreira, de reconhecimento, de exposição a contextos de risco, de conciliação entre vida profissional e familiar, e também de assédio, silenciamento e sobrecarga invisível.

A ciência psicológica tem aqui uma responsabilidade clara:
não para individualizar problemas que são estruturais,
mas para desmontar mecanismos de discriminação e transformar culturas organizacionais.

O SNP afirma, com a sua presença, três ideias centrais:
🔹 A igualdade de género não é um apêndice das políticas laborais — é uma condição de justiça social.
🔹 A saúde mental das mulheres trabalhadoras é atravessada por desigualdades específicas que exigem respostas específicas.
🔹 O movimento sindical é um espaço essencial de resistência à cultura patriarcal ainda presente em muitas instituições.

O Dia da Mulher não é apenas uma celebração. É memória de luta e compromisso com mudança.

O SNP estará onde essa mudança se constrói.
✊ Pela igualdade.
✊ Pela dignidade.
✊ Por instituições que não reproduzam desigualdade, mas a combatam.

28 fevereiro 2026SNP presente na Manifestação Nacional contra o Pacote LaboralO SNP esteve na rua — e não dará um passo ...
03/03/2026

28 fevereiro 2026
SNP presente na Manifestação Nacional contra o Pacote Laboral
O SNP esteve na rua — e não dará um passo atrás!

No dia 28 de fevereiro o SNP integrou, no Porto e em Lisboa, a Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN contra o chamado Pacote Laboral — um instrumento ao serviço do patronato e contra os trabalhadores.

Não há ambiguidades: Este pacote representa mais exploração, mais precariedade e mais desvalorização do trabalho!

Trata-se de uma opção política clara para:

- Facilitar despedimentos
- Fragilizar a contratação coletiva
- Pressionar salários para baixo
- Transferir riqueza do trabalho para o capital

Recusamos esta lógica de submissão aos interesses económicos que querem transformar direitos em custos e trabalhadores em números descartáveis.

Os psicólogos sabem bem o que significam vínculos frágeis, recibos verdes mascarados, carreiras bloqueadas e ausência de valorização salarial. Sabem o que é trabalhar com responsabilidade técnica elevada e reconhecimento político reduzido.

Não aceitaremos que a precariedade seja institucionalizada!

Não aceitaremos retrocessos civilizacionais travestidos de modernização!

Não aceitaremos que se ataque a contratação coletiva, que é um pilar da democracia laboral!

O SNP estará sempre do lado do trabalho.

Contra a exploração! Contra o enfraquecimento dos direitos! Contra qualquer política que agrave desigualdades!

A luta não é simbólica — é necessária. E continuará nas ruas, nos locais de trabalho e na ação sindical organizada.

Abaixo o pacote laboral. Viva a luta dos trabalhadores!

PSICÓLOGOS CONTRA O PACOTE LABORAL – JUNTA-TE AO SNP NO DIA 28 DE FEVEREIROA grande Greve Geral do passado dia 11 de dez...
24/02/2026

PSICÓLOGOS CONTRA O PACOTE LABORAL – JUNTA-TE AO SNP NO DIA 28 DE FEVEREIRO
A grande Greve Geral do passado dia 11 de dezembro confirmou a clara rejeição do pacote laboral, mas é preciso continuar a luta até que seja totalmente derrotado.

Exigimos ao governo que recue neste ataque generalizado aos direitos e que revogue as normas gravosas que já hoje existem na legislação laboral e que tanto prejudicam os trabalhadores.

A luta contra este pacote laboral que afronta a Constituição da República Portuguesa continuará até que este seja retirado.



Dia 28 de fevereiro, em Lisboa e no Porto, os psicólogos saem à rua exigindo a retirada do pacote laboral, por mais salário e direitos, contra o aumento do custo de vida, em defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado.



O Sindicato Nacional dos Psicólogos afirma com toda a clareza:

Não aceitamos o ataque aos direitos na parentalidade.

Não aceitamos a normalização e perpetuação da precariedade.

Não aceitamos a desregulação dos horários de trabalho.

Não aceitamos a facilitação dos despedimentos, até sem justa causa.

Não aceitamos a destruição da contratação coletiva.

Não aceitamos as limitações à liberdade sindical e ao direito de greve.

Nunca aceitaremos retrocessos!





Junta-te ao SNP nos seguintes locais:

Porto: 10h30 - Praça da República

Lisboa: 14h30 – Cais do Sodré (ponto de encontro específico do SNP: às 14h15 junto da estátua do Duque da Terceira – Praça Duque da Terceira)

Endereço

Rua Jardim Do Tabaco, Nº 90/2º Dto
Lisbon
1100-288LISBOA

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando SNP publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para SNP:

Compartilhar