Associação Portuguesa de Geógrafos

Associação Portuguesa de Geógrafos Muito do que pode interessar a geógrafos

Dia da Geografia Portuguesa em Ponte da BarcaNo dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é...
09/03/2026

Dia da Geografia Portuguesa em Ponte da Barca
No dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é uma oportunidade para refletir sobre o papel desta ciência na compreensão do território, especialmente o território português, as suas dinâmicas naturais e humanas e a promoção de um desenvolvimento sustentável, entre sociedade, ambiente, economia e cultura.

Celebrar o Dia da Geografia é reconhecer a relevância desta ciência na formação de cidadãos críticos, informados e responsáveis, capazes de interpretar o território, valorizar o património e desenvolver estratégias de proteção ambiental face aos desafios naturais e humanos contemporâneos.

Para assinalar este dia foi realizada uma exposição no átrio do Bloco C, onde foram divulgados poemas sobre a Geografia, bem como uma mensagem do Professor Doutor Norberto Santos sobre a importância desta disciplina.

Durante a primeira aula da manhã, foi lido um texto em todas as turmas que permitia aos alunos refletir sobre a importância da disciplina.

No Programa Leituras e Companhia os alunos leram poemas sobre temas de Geografia, e, para assinalar o dia, as turmas A e B do 7.º ano efetuaram uma pesquisa sobre geógrafos nacionais e internacionais.

Para envolver os alunos nas atividades deste dia, cada turma referiu o que representa para si a Geografia.

Realizou-se ainda uma nova dinâmica: Globão da Geografia. Nas turmas com a disciplina de Geografia, os alunos votaram nas seguintes categorias: Fenómeno Geográfico; Palavra relacionada com a Geografia; Objetivo de Desenvolvimento Sustentável e Instrumento utilizado em Geografia, para proceder à atribuição dos prémios.

Apurados os votos, o vencedor do Globão da Geografia de Fenómeno Geográfico foi Sismo; o Globão da Geografia da palavra relacionada com a Geografia foi País; o Globão da Geografia do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável foi atribuído ao objetivo n.º 5, Igualdade de Género; e o Globão da Geografia na categoria Instrumento utilizado em Geografia foi atribuído a Bússola.

O grupo de Geografia agradece o auxílio do 12.º C na montagem e desmontagem da exposição.

O grupo disciplinar de Geografia

https://www.avepb.pt/portal/index.php/agrupamento/noticias/noticias-do-agrupamento-2025-2026/146-noticias-gerais-2025-2026/3506-dia-da-geografia-2026?fbclid=IwY2xjawQbm8pleHRuA2FlbQIxMQBicmlkETFxVUM3QU5velo1eUd2NTBHc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHiBy7hpaJ9hviBYoQWhFJLwHn6dYDdUK2WajiQ03ONtwZX_A-F_DEXyEQrRm_aem_VqItMWjATrEdXMnsZB7Gtg

No dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é uma oportunidade para refletir sobre o papel desta ciência na compreensão do território, especialmente o território português, as suas dinâmicas naturais e humanas e a promoção de um desenvolvimento sustentável, en...

Entrevista APG | Mafalda Bastos de Moura"A ação climática está num impasse: por um lado, multiplicam-se as promessas int...
06/03/2026

Entrevista APG | Mafalda Bastos de Moura

"A ação climática está num impasse: por um lado, multiplicam-se as promessas internacionais e os planos técnicos; por outro, a realidade dos territórios continua a agravar-se, com comunidades cada vez mais expostas, perda de meios de subsistência, dos seus recursos e do património. O problema já não está na falta de conhecimento científico, mas na distância entre as decisões políticas e as vivências locais.
A ação climática não pode ser desenhada apenas em gabinetes técnicos ou em fóruns distantes que favorecem quem tem mais recursos económicos. Precisa de nascer na sociedade, pelas ruas, nas escolas, nas conversas entre cidadãos que sentem, dia após dia, ano após ano, os impactos concretos da crise climática. É aí que se percebe quem é mais vulnerável, onde falham os serviços, onde faltam planos, quando as promessas se esvaziam e as ferramentas de resiliência demoram a chegar. E é aí, sobretudo, que se descobre que soluções fazem sentido no contexto local. As áreas rurais, muitas vezes esquecidas pelo Governo central, são um exemplo urgente. Isoladas geograficamente e problemas de esvaziamento pela migração para as cidades, enfrentam riscos crescentes, mas também guardam um potencial enorme: comunidades com forte ligação à terra, ecossistemas resilientes e saberes tradicionais que são fundamentais para uma transição justa, segurança climática e sumidouros de carbono. Apoiar estas regiões não é só uma questão de equidade, é uma estratégia essencial para um futuro integrado, justo e sustentável.
Para isso também exige mais mecanismos de participação e capacitação que vão além da consulta simbólica: orçamentos participativos climáticos, comissões mistas com cidadãos (pedidas pela Lei de bases do Clima), acesso aberto a dados espaciais, formação em literacia climática e, sobretudo, vontade política para ouvir e entregar.
Mas ouvir não basta se a comunidade não tem meios de agir. É urgente investir mais em capacitação local: desenvolver empregos verdes acessíveis, oferecer formações práticas em economia circular, gestão florestal e agrícola ecológica, adaptação e energia renovável e descentralizada, e garantir que essas oportunidades cheguem também às regiões mais isoladas.
Além disso, os eventos e fóruns sobre clima precisam ser descentralizados, não podem concentrar-se sempre nas grandes cidades. Só assim conseguiremos recolher recomendações autênticas, ouvir os desafios reais do interior e construir políticas que reflitam a diversidade territorial de Portugal.
É através da Geografia que aprendemos a analisar as dinâmicas e a distribuição de recursos no território, a fundamentar diagnosticamente os problemas e as vulnerabilidades, e a mapear não só os riscos climáticos, mas também a exposição real das comunidades. Essa leitura só faz sentido se for completa, integrando dados técnicos, saberes locais, indicadores de exposição e justiça social. E só assim pode-se orientar uma educação e cidadania ambiental crítica, capaz de transformar o território. Por fim, uma resposta climática só será eficaz se tiver uma base geográfica situada, contextualizada e justa.
A ação climática deve ser entendida, antes de mais, como resposta preventiva e estruturante para reduzir danos e impactos, e não apenas como uma reação posterior aos desastres. Eventos recentes, como as tempestades e precipitações extremas ou os incêndios florestais recorrentes, demonstram que continuamos a atuar sobretudo após a ocorrência, mobilizando milhões de euros em respostas de emergência e reconstrução, esquecendo a urgência a longo prazo."

https://apgeo.pt/117-mafalda-moura

Dia da Geografia Portuguesa nas EscolasNo dia 25 de fevereiro de 2026 comemorou-se o Dia da Geografia Portuguesa. Vários...
05/03/2026

Dia da Geografia Portuguesa nas Escolas
No dia 25 de fevereiro de 2026 comemorou-se o Dia da Geografia Portuguesa. Vários agrupamentos de escolas do país o assinalaram com diversas atividades, que em muito enriquecem e promovem a Geografia enquanto área do saber fundamental para uma cidadania ativa, participada e responsável.
A exemplo, o Agrupamento de Escola de Ermesinde, em que o grupo de Geografia desenvolveu várias atividades junto dos alunos e dos colegas docentes, também disseminadas à comunidade em geral.
Promoveu-se: a realização e divulgação de vídeos (por ano de escolaridade) acerca da importância da Geografia com o contributo das várias turmas dos 7º, 8º, 9º e 11º anos de escolaridade que foram divulgados nas páginas do agrupamento e às turmas; aulas interativas com dinâmicas alusivas à Geografia; duas tertúlias com o Professor Doutor Pedro Chamusca “À conversa com…” acerca da Geografia e da sua utilidade no dia a dia para os sétimos e nonos anos respetivamente; comemoração nas salas dos professores com um “momento doce com a Geografia” e uma memória descritiva numa moldura acerca do Dia da Geografia; atuação de uma turma do sétimo ano com música e coreografia – A Rosa dos Ventos e decoração dos espaços nas escolas com uma tela com um globo.
Os alunos envolveram-se ativamente nestas atividades, o que foi francamente positivo para incutir o seu gosto pela disciplina e pela compreensão e perceção acerca da sua utilidade na sociedade em geral. A Geografia numa perspetiva mais subjetiva (mas real!) com os seus contributos ajuda a sociedade em geral a ser mais feliz!
Se tens curiosidade sobre esta atividade consulta o site do Agrupamento de Escolas de Ermesinde nos seguintes links:

https://novo.aeermesinde.net/wp/dia-da-geografia-portuguesa-2/
https://novo.aeermesinde.net/wp/dia-da-geografia-portuguesa-3/

Saudações Geográficas!

Geógrafos no terreno: O geógrafo na administração local | Sofia Bernardino, Técnica Superior na Câmara Municipal de Cond...
04/03/2026

Geógrafos no terreno: O geógrafo na administração local | Sofia Bernardino, Técnica Superior na Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova

A Geografia, enquanto ciência do território, capaz de articular compreensão teórica e intervenção prática, desempenha um papel fundamental no contexto da administração local. O geógrafo não se limita a observar ou descrever o espaço. Analisa dinâmicas, interpreta relações e participa ativamente na construção de decisões que estruturam o desenvolvimento territorial.
Ao longo de 13 anos em funções na Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, no Departamento do Urbanismo, Ambiente e Desenvolvimento, a aplicação do conhecimento geográfico tem-se materializado na implementação e gestão do Sistema de Informação Geográfica Municipal, instrumento estruturante para a organização, análise e disponibilização da informação territorial.
A recolha e tratamento de dados, a produção de cartografia temática, a análise de processos urbanísticos e o apoio aos instrumentos de gestão territorial constituem algumas das expressões concretas de uma prática que transforma dados dispersos em conhecimento integrado e fundamentado, essencial à tomada de decisão.
Planear e ordenar o território exige compreender a sua complexidade e antecipar os efeitos das intervenções. O geógrafo, ao estruturar informação, fundamentar pareceres e apoiar a elaboração de instrumentos de gestão territorial e demais planos, participa ativamente na construção de políticas públicas mais conscientes das especificidades locais.
Deste modo, a Geografia afirma-se não apenas como conhecimento do espaço, mas como prática responsável de organização do território, orientada para a sustentabilidade, a coesão e o bem comum.

https://apgeo.pt/o-geografo-na-administracao-local-sofia-bernardino

Geógrafos no Terreno | Ser Geógrafo: Um CompromissoAdriano Nave - Unidade de Ambiente e Proteção Civil da Comunidade Int...
03/03/2026

Geógrafos no Terreno | Ser Geógrafo: Um Compromisso
Adriano Nave - Unidade de Ambiente e Proteção Civil da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões
Na última aula de 2001, o Professor Fernando Rebelo despediu-se da turma com uma frase que nunca mais me abandonou: “A partir de agora, vocês estão licenciados para aprender. É esse o significado de ser licenciado.”
Ora, o percurso profissional que iniciei em 2002 não podia ter sido mais revelador da força daquela afirmação. A transversalidade científica da Geografia e a densidade do pensamento geográfico obrigam-nos a uma aprendizagem permanente. Só assim conseguimos estar preparados para integrar projetos multidisciplinares que partilham objetos e objetivos comuns, mas recorrem a metodologias distintas.
Os anos que trabalhei na administração local, no município de Mangualde, trouxeram-me o território concreto, as pessoas, os constrangimentos reais e a responsabilidade de transformar análise espacial em apoio à decisão.
Hoje, na Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, trabalho numa escala supramunicipal, onde a visão estratégica, a articulação entre municípios e a coerência territorial são desafios permanentes. Trabalhar a região é ainda mais exigente.
A prevenção estrutural de incêndios rurais e os sistemas de informação geográfica, sempre foram para mim, as áreas de maior interesse. Mais recentemente, a credenciação em fogo prescrito para gestão de paisagem e a utilização de ferramentas de análise e simulação do comportamento do fogo possibilitaram uni-las na perfeição.
Em suma, o maior valor do geógrafo reside na sua capacidade de traduzir complexidade em soluções, apoiar decisões, qualificar políticas e servir os cidadãos. E essa responsabilidade faz-me regressar frequentemente àquela última aula.

https://apgeo.pt/ser-geografo-um-compromisso-adriano-nave

📘 Lançamento da Inforgeo 28 (2026) | Geografia das MobilidadesJá se encontra disponível, desde o 25 de fevereiro de 2026...
02/03/2026

📘 Lançamento da Inforgeo 28 (2026) | Geografia das Mobilidades
Já se encontra disponível, desde o 25 de fevereiro de 2026 - Dia da Geografia Portuguesa - a nova edição da Inforgeo, dedicada ao tema “Geografia das Mobilidades”, editada pela Associação Portuguesa de Geógrafos.

Este número reúne contributos científicos que analisam migrações, transportes, fluxos de capital, mobilidades digitais e políticas públicas, evidenciando o papel central das mobilidades na organização do território — do local ao global.

Uma edição atual, crítica e essencial para compreender os desafios do século XXI. 🌍

https://apgeo.pt/lancamento-da-revista-inforgeo-28-2026

Perspetivas da Geografia | Brevíssimas notas sobre as tempestades que assolaram Portugal neste início de 2026 - António ...
01/03/2026

Perspetivas da Geografia | Brevíssimas notas sobre as tempestades que assolaram Portugal neste início de 2026 - António Lopes (IGOT-UL)

A propósito do grande terramoto de Lisboa de 1755, terá Voltaire lembrado a fragilidade da vida humana e a proximidade constante da morte perante “tais crueldades do destino”. Hoje, não posso deixar de relembrar as tempestades que atingiram Portugal no início de 2026 e de pensar no papel da geografia e na sua capacidade de intervir nos territórios afetados.
As alterações climáticas são uma tendência de longo prazo e observa-se um aumento de fenómenos extremos. Embora as cheias sejam naturais e, no passado, fertilizassem os campos, tornam-se destrutivas quando transformamos o uso do solo e construímos em leitos de cheia. Ventos excecionalmente fortes podem provocar danos generalizados, tornando indispensável preparar as populações e garantir infraestruturas robustas.
Planear e intervir é assim essencial e o ordenamento do território não pode assentar apenas num quadro jurídico imposto: tem de envolver comunidades e criar uma cultura de planeamento partilhada, com mais literacia científica. A nossa segurança exige “sair da frente” dos elementos, respeitando o espaço natural dos cursos de água.
A geografia, sem precisar de explicações divinas, pode propor soluções — de base natural ou de outra natureza — que, assentes em planeamento e rigor científico, podem ajudar a reduzir os riscos futuros; e cabe-nos, a nós geógrafos, transformar esse conhecimento em ações concretas: produzir cartografia de risco (incluindo cenários futuros); identificar áreas de exposição e apoiar decisões sobre onde não construir ou relocalizar; trabalhar com comunidades e proteção civil; comunicar a ciência com clareza e evitar o ruído mediático. Assim tenhamos força e vontade para mudar o que está ao nosso alcance.

https://apgeo.pt/brevissimas-notas-sobre-tempestades-que-assolaram-portugal-neste-inicio-de-2026-antonio-lopes

🌍 Imprensa: Dia da Geografia Portuguesa — 25 de fevereiro de 2026No passado 25 de fevereiro de 2026, Dia da Geografia Po...
28/02/2026

🌍 Imprensa: Dia da Geografia Portuguesa — 25 de fevereiro de 2026

No passado 25 de fevereiro de 2026, Dia da Geografia Portuguesa, destacou-se a importância desta ciência para a compreensão dos territórios, das relações humanas com o ambiente e dos desafios do nosso tempo. O papel da Geografia é relevante na análise crítica de fenómenos como as mobilidades, o ordenamento do território e as transformações socioeconómicas que moldam o país e o mundo.

Um dia para reconhecer o contributo dos geógrafos e da educação geográfica na formação de cidadãos mais informados e no desenvolvimento de soluções para sociedades sustentáveis.

📸 Prémio APG Fotografia – Olhares Geográficos 2026🎯 Tema da 6.ª edição: Habitação: dinâmicas, desigualdades e contrastes...
28/02/2026

📸 Prémio APG Fotografia – Olhares Geográficos 2026

🎯 Tema da 6.ª edição: Habitação: dinâmicas, desigualdades e contrastes
📅 Submissão de candidaturas: até 31 de março de 2026
🏆 Prémio: 250 € para a fotografia distinguida pelo júri

Na 6.ª edição do concurso de fotografia da Associação Portuguesa de Geógrafos (APG), convida-se o público em geral a retratar as problemáticas associadas à crise da habitação, um fenómeno com fortes repercussões sociais e económicas e impactos profundos no território, nas comunidades e nas vivências, tanto em contexto urbano como rural.

São particularmente valorizadas fotografias que evidenciem situações de sobrelotação habitacional, gentrificação, segregação e exclusão social, bem como outros contrastes e desigualdades ligados ao acesso à habitação.

🔹 A participação é gratuita
🔹 Cada participante pode submeter até 3 fotografias
🔹 A submissão é individual e implica a aceitação integral do regulamento
🔹 É obrigatório o preenchimento da ficha de inscrição disponível no site da APG e a cedência de direitos de utilização não comercial da imagem

👉 Consulta o regulamento completo e participa!
Porque a Geografia também se olha… através da fotografia. 🌍📷

https://apgeo.pt/premio-apg-fotografia-olhares-geograficos-2026

📢 Última Lição de Maria José RoxoRealizou-se ontem, no Auditório B1 (Campus da Avenida de Berna), a Última Lição da Prof...
27/02/2026

📢 Última Lição de Maria José Roxo
Realizou-se ontem, no Auditório B1 (Campus da Avenida de Berna), a Última Lição da Professora Maria José Roxo, subordinada ao tema “O meu percurso académico: uma história de amizade, determinação e sorte”.

Professora Catedrática e investigadora do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, distinguida em 2013 com o prémio Dryland Champions das Nações Unidas, Maria José Roxo deixou uma reflexão marcante sobre o seu percurso académico, científico e humano, num momento de grande significado para a comunidade.

A sessão, aberta ao público, assinalou igualmente o Dia da Geografia Portuguesa e incluiu a apresentação da oferta letiva do Departamento, reunindo colegas, estudantes e investigadores numa celebração da Geografia e do seu legado.

No Dia da Geografia Portuguesa, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra promoveu a homenagem ao Professor de Ge...
26/02/2026

No Dia da Geografia Portuguesa, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra promoveu a homenagem ao Professor de Geografia Física Lúcio Cunha, assinalada pela publicação da obra "Natureza, Ambiente e Território", editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra.

A sessão reuniu antigos alunos, colegas e membros da comunidade académica, num momento de reconhecimento de um percurso académico e científico de quase cinquenta anos dedicados à instituição e à Geografia.

Nas palavras de Lúcio Cunha, tratou-se de “um dia muito feliz, principalmente por ser o Dia da Geografia”, numa celebração que uniu afetos, partilhas e sorrisos.

A celebrar, ontem, dia 25 de fevereiro, o Dia da Geografia Portuguesa no Departamento de Geografia e Turismo - Faculdade...
26/02/2026

A celebrar, ontem, dia 25 de fevereiro, o Dia da Geografia Portuguesa no Departamento de Geografia e Turismo - Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra! Foi, verdadeiramente, um dia festa e repleto de homenagens, aprendizagens e excelentes reencontros!

Endereço

Instituto De Ciências Sociais, Avenida Professor Aníbal Bettencourt, N. º 9
Lisbon
1600-189LISBOA

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