Minimamenteinvasiva

Minimamenteinvasiva Cirurgia ginecológica minimamente invasiva
Tratamento de endometriose, miomas, prolapso. Histeroscopia
Local: hospital da Luz

17/04/2026

Na endometriose, a primeira cirurgia nem sempre é a última.

Isso pode acontecer porque a doença é complexa, pode envolver diferentes órgãos e, em alguns casos, evoluir ao longo do tempo.

Mas há algo que faz uma grande diferença: o planeamento.

Avaliação cuidadosa, exames de imagem especializados e uma equipa experiente e multidisciplinar ajudam a mapear a doença com maior precisão e a planear a cirurgia da forma mais completa possível.

Cada caso é único, mas uma abordagem bem estruturada pode reduzir a necessidade de novas intervenções no futuro.

15/04/2026

Miomas e adenomiose são duas doenças diferentes do útero, mas com sintomas que muitas vezes se sobrepõem.

Por isso, um diagnóstico preciso é fundamental. Porque compreender a origem dos sintomas ajuda a definir o tratamento mais adequado para cada mulher.

No vídeo explico como diferenciar ambas, assista!

A endometriose é frequentemente diagnosticada anos depois do início dos sintomas. Durante esse tempo, muitas mulheres ap...
14/04/2026

A endometriose é frequentemente diagnosticada anos depois do início dos sintomas. Durante esse tempo, muitas mulheres aprendem a conviver com a dor, a adaptar rotinas e a normalizar sinais que o corpo tenta comunicar.

O problema é que a doença pode evoluir ao longo dos anos. Quando o diagnóstico chega tarde, os sintomas podem já ter um impacto significativo na qualidade de vida.

Quanto mais cedo compreendemos a doença, maiores são as possibilidades de controlar sintomas e preservar bem-estar ao longo do tempo.

Durante muito tempo, a endometriose foi vista apenas como uma doença do útero ou dos ovários. Hoje sabemos que essa visã...
10/04/2026

Durante muito tempo, a endometriose foi vista apenas como uma doença do útero ou dos ovários. Hoje sabemos que essa visão é demasiado limitada.

A endometriose é uma doença complexa, que pode afectar várias estruturas da pélvis e não apenas os órgãos ginecológicos. Lesões podem envolver o intestino, a bexiga, os ligamentos pélvicos e até áreas próximas de nervos importantes.

Mas mesmo quando as lesões são tratadas ou controladas, outras estruturas podem continuar a contribuir para os sintomas.

A musculatura do pavimento pélvico pode ficar em tensão constante, o sistema nervoso pode tornar-se mais sensível à dor e o intestino ou a bexiga podem reagir de forma mais intensa.

É por isso que muitas mulheres descrevem sintomas que parecem “misturados”: dor pélvica, desconforto intestinal, urgência urinária, dor na relação sexual ou sensação de pressão na pélvis.

Não significa que exista apenas um problema isolado, significa que a pélvis funciona como um sistema integrado, onde diferentes órgãos e tecidos se comunicam entre si.

Compreender isto muda a forma como olhamos para a doença. O tratamento da endometriose nem sempre passa apenas por medicação ou cirurgia. Muitas vezes envolve também fisioterapia do pavimento pélvico, abordagem da dor crónica, cuidados com a saúde intestinal e estratégias para reduzir a inflamação.

Tratar a endometriose é, cada vez mais, tratar a pélvis como um todo e é essa visão mais completa que permite cuidar melhor das mulheres que vivem com esta doença.

08/04/2026

Abril Roxo é o mês de conscientização para a adenomiose, uma doença que muitas vezes passa despercebida durante anos.

Menstruações muito dolorosas, sangramento abundante, sensação de peso pélvico e cansaço persistente são sintomas frequentemente normalizados, mas que podem ter uma explicação médica.

Falar sobre adenomiose é um passo importante para reconhecer sinais, procurar avaliação e melhorar a qualidade de vida de muitas mulheres.

Hoje fala-se muito de saúde, mas, na prática, saúde não é apenas não ter um diagnóstico.Saúde é conseguir viver o dia-a-...
07/04/2026

Hoje fala-se muito de saúde, mas, na prática, saúde não é apenas não ter um diagnóstico.

Saúde é conseguir viver o dia-a-dia sem que o corpo esteja constantemente a pedir atenção. É ter energia para trabalhar, estar presente com a família, dormir bem, fazer planos e cumpri-los.

Na área da saúde pélvica, muitas mulheres vivem durante anos com sintomas que aprendem a normalizar, como dor menstrual incapacitante, fadiga persistente, desconforto pélvico, alterações intestinais ou urinárias.

E, muitas vezes, só percebem o verdadeiro impacto quando esses sintomas começam a limitar a qualidade de vida.

Cuidar da saúde não começa apenas quando a doença aparece. Começa quando aprendemos a ouvir o corpo, reconhecer sinais e procurar respostas antes que o problema se torne maior.

No consultório, vejo todos os dias como a informação, o diagnóstico correcto e um plano de tratamento adequado podem transformar a forma como uma mulher vive o seu próprio corpo.

Porque saúde não é apenas tratar doença. É permitir que cada pessoa viva com mais conforto, mais autonomia e mais qualidade de vida.

06/04/2026

Caso clínico de miomas múltiplos, com abordagem cirúrgica planeada de forma a tratar a doença e preservar a função uterina.

Cada caso exige uma avaliação individualizada para garantir o melhor resultado possível.

01/04/2026

Após os 40 anos, o tratamento da endometriose pode e muitas vezes deve ser ajustado. As prioridades mudam, o corpo muda e a abordagem precisa de acompanhar essa fase da vida, sempre com foco na qualidade de vida.

Não se trata de tratar exames ou idades. Trata-se de cuidar da mulher, da sua história e do que faz sentido para ela hoje.

Se tens dúvidas sobre o teu tratamento nesta fase, fala com o teu médico. Há caminhos possíveis e personalizados.

O tratamento hormonal é, muitas vezes, uma das primeiras estratégias usadas no controlo da endometriose e da adenomiose....
30/03/2026

O tratamento hormonal é, muitas vezes, uma das primeiras estratégias usadas no controlo da endometriose e da adenomiose. Para algumas mulheres, funciona bem. Para outras, os sintomas mantêm-se ou até pioram.

As hormonas actuam sobretudo sobre a actividade das lesões, ajudando a reduzir estímulos inflamatórios e sangramento. Mas a dor nem sempre depende apenas da lesão visível.

Em muitas situações, a dor persiste por outros mecanismos:
- inflamação residual, mesmo com as lesões “controladas”;
- sensibilização do sistema nervoso, que mantém o corpo em estado de alerta;
- disfunção do pavimento pélvico, com contracções involuntárias;
- sobreposição com intestino ou bexiga, frequente na dor pélvica crónica;
- impacto emocional e stress, que amplificam a perceção da dor.

Além disso, cada organismo reage de forma diferente às hormonas. O que alivia uma mulher pode não ser tolerado por outra e isso não é falha, é individualidade biológica.

Por isso, quando o tratamento hormonal não traz alívio, não significa que não haja solução. Significa que precisamos de olhar para o corpo de forma mais ampla, ajustar a estratégia e, muitas vezes, integrar outras abordagens no plano de tratamento.

Cuidar da dor é mais do que suprimir hormonas. É escutar o corpo, respeitar a história de cada mulher e construir um caminho que faça sentido para ela.

27/03/2026

Miomas e adenomiose podem parecer iguais, mas não são. E, em algumas mulheres, podem mesmo coexistir. Quando o diagnóstico não é claro, o tratamento pode falhar.

Exames adequados, escuta atenta e avaliação especializada fazem toda a diferença. Porque cuidar bem começa por diagnosticar correctamente.

25/03/2026

Cada cirurgia de endometriose exige um planeamento cuidadoso e uma abordagem adaptada à extensão da doença.

Mais do que tratar lesões, o objetivo é aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida de cada doente.

Decidir por uma cirurgia é um processo, não um impulso. Antes de qualquer indicação cirúrgica, avalio a história clínica...
24/03/2026

Decidir por uma cirurgia é um processo, não um impulso. Antes de qualquer indicação cirúrgica, avalio a história clínica, o impacto dos sintomas, os exames, a resposta aos tratamentos prévios e, sobretudo, aquilo que faz sentido para a doente.

Operar não é tratar imagens. É cuidar de pessoas, com responsabilidade, planeamento e respeito.

Se tens dúvidas sobre o teu tratamento ou sobre a necessidade de cirurgia, fala com o teu médico. A decisão deve ser sempre partilhada.

Endereço

Avenida Lusiadas, 100
Lisbon
1500-650

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Minimamenteinvasiva publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Minimamenteinvasiva:

Compartilhar

Categoria