Minimamenteinvasiva

Minimamenteinvasiva Cirurgia ginecológica minimamente invasiva
Tratamento de endometriose, miomas, prolapso. Histeroscopia
Local: hospital da Luz

Muitas mulheres com endometriose dizem-me o mesmo: “Durmo, descanso, faço pausas e mesmo assim continuo exausta.” E isso...
11/03/2026

Muitas mulheres com endometriose dizem-me o mesmo: “Durmo, descanso, faço pausas e mesmo assim continuo exausta.” E isso tem uma explicação.

A fadiga associada à endometriose não é apenas cansaço físico. É o resultado de um corpo que vive em inflamação crónica, muitas vezes durante anos, em estado de alerta permanente.

A inflamação contínua consome energia. A dor frequente fragmenta o sono, mesmo quando dormes “as horas certas”. As alterações hormonais interferem com o metabolismo e com o ritmo biológico. E o esforço emocional de conviver com sintomas imprevisíveis pesa, mais do que se imagina.

O problema não é falta de descanso, é sobrecarga do sistema.

Quando a fadiga é persistente, precisamos de olhar para vários factores:
- controlo da inflamação;
- qualidade real do sono;
- equilíbrio hormonal;
- níveis de ferro e vitaminas,
- impacto emocional e stress acumulado;
- e o próprio ritmo de vida imposto ao corpo.

A fadiga crónica não é preguiça, nem falta de força de vontade. É um sinal claro de que o corpo precisa de ser cuidado de forma mais ampla e integrada.

Se te sentes constantemente exausta, mesmo quando “faz tudo certo”, não ignores. Há explicações e há estratégias para recuperar energia, passo a passo.

10/03/2026

Ter a endometriose controlada nos exames e continuar com dor é mais comum do que imaginas e não invalida aquilo que sentes. Inflamação residual, sensibilização do sistema nervoso, pavimento pélvico, intestino e factores emocionais podem estar por trás da dor persistente.

Quando isto acontece, não é hora de ignorar, é hora de reavaliar. O tratamento da dor exige uma abordagem integrada, ajustada à tua história e ao teu corpo.

Se continuas com dor, mesmo com a doença “controlada”, fala com o teu médico. Há caminhos possíveis e não tens de viver assim.

É com grande satisfação que participarei como professor no ESGE Online Advanced Course in Total Laparoscopic Hysterectom...
09/03/2026

É com grande satisfação que participarei como professor no ESGE Online Advanced Course in Total Laparoscopic Hysterectomy (TLH), promovido pela European Society for Gynaecological Endoscopy, com o apoio do Hospital da Luz Learning Health.

Este curso reúne especialistas internacionais para discutir técnicas avançadas, estratégias em casos complexos e boas práticas em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, incluindo cirurgias transmitidas em direto.

A partilha de conhecimento entre centros de referência é fundamental para elevar padrões, promover segurança cirúrgica e continuar a evoluir na prática clínica.

Como médico, acompanho mulheres todos os dias. Vejo histórias de dor, atraso no diagnóstico, cansaço acumulado e uma cap...
08/03/2026

Como médico, acompanho mulheres todos os dias. Vejo histórias de dor, atraso no diagnóstico, cansaço acumulado e uma capacidade enorme de continuar, mesmo quando o corpo pede descanso.

Se há algo que aprendi ao longo destes anos é isto: a saúde da mulher ainda é, muitas vezes, desvalorizada e isso não acontece por falta de força, acontece por falta de saber ouvir.

Gostaria que mais homens soubessem o que vejo em consulta, que dores menstruais incapacitantes não são normais, que viver com sintomas silenciosos tem impacto real, e que procurar ajuda é um acto de coragem.

Hoje é apenas um lembrete, mas este cuidado precisa de existir todos os dias.

Uma cirurgia não é apenas um acto técnico. É um processo que começa muito antes da entrada na sala operatória e continua...
06/03/2026

Uma cirurgia não é apenas um acto técnico. É um processo que começa muito antes da entrada na sala operatória e continua muito depois do pós-operatório imediato.

Quando a cirurgia é realizada por uma equipa experiente, muda tudo.

Muda o planeamento: exames são analisados em detalhe, a extensão da doença é mapeada com rigor e cada passo é antecipado. Nada é deixado ao acaso.

Muda a segurança: a experiência permite reconhecer variações anatómicas, lidar com situações complexas e tomar decisões informadas em tempo real, reduzindo riscos e complicações.

Muda a qualidade da intervenção: uma equipa habituada a cirurgias complexas trabalha com maior precisão, preserva melhor os tecidos e evita procedimentos desnecessários.

Muda a recuperação: menos trauma cirúrgico traduz-se, muitas vezes, em menos dor, recuperação mais rápida e melhor retorno à vida quotidiana.

E muda, sobretudo, a confiança da doente: saber que está a ser acompanhada por profissionais que trabalham em conjunto, comunicam entre si e conhecem profundamente a patologia traz tranquilidade num momento naturalmente sensível.

Experiência não é apenas número de cirurgias. É capacidade de escuta, leitura clínica apurada, trabalho em equipa e compromisso com o cuidado contínuo.

Porque quando se trata da tua saúde, quem cuida faz toda a diferença.

04/03/2026

Cirurgia minimamente invasiva significa tratar com precisão e causar o menor impacto possível no corpo.
Incisões pequenas, recuperação mais rápida e melhor preservação dos tecidos, sem comprometer a eficácia.

Quando bem indicada e realizada por equipas experientes, faz toda a diferença nos resultados e na qualidade de vida.

Ainda é comum ouvir que a endometriose “vai passar”, que melhora sozinha ou que é apenas uma fase ligada ao ciclo menstr...
02/03/2026

Ainda é comum ouvir que a endometriose “vai passar”, que melhora sozinha ou que é apenas uma fase ligada ao ciclo menstrual, mas a realidade é outra.

A endometriose é uma doença crónica. Pode ter fases de maior ou menor intensidade, mas não desaparece simplesmente com o tempo.

E, quando não é acompanhada de forma adequada, pode evoluir, mesmo quando os sintomas parecem controlados.

O acompanhamento regular permite:
- Monitorizar a progressão da doença;
- Ajustar o tratamento conforme a fase da vida;
- Prevenir complicações futuras;
- Proteger órgãos como ovários, intestino e bexiga;
- Preservar qualidade de vida.

Cuidar da endometriose não é apenas tratar crises de dor. É escutar o corpo ao longo do tempo, rever estratégias, antecipar decisões e adaptar o plano às necessidades reais da mulher.

Não se trata de viver com medo, trata-se de viver com informação, vigilância e cuidado contínuo.

27/02/2026

Nem toda a massa no ovário é um endometrioma. Existem vários tipos de quistos e tumores benignos e cada um exige uma abordagem diferente.

A ecografia especializada, a RMN e a história clínica ajudam-nos a distinguir, evitar tratamentos desnecessários e escolher o caminho mais seguro.

Avaliar bem é cuidar melhor. Se tens dúvidas sobre um achado no ovário, fala com o teu médico.

Muitas mulheres com endometriose dizem-me que vivem num estado constante de tensão, mesmo nos dias em que a dor não é in...
25/02/2026

Muitas mulheres com endometriose dizem-me que vivem num estado constante de tensão, mesmo nos dias em que a dor não é intensa e isso não acontece por acaso.

A endometriose é uma doença inflamatória crónica. Quando o corpo convive com dor recorrente, imprevisibilidade dos sintomas e medo de crises, o sistema nervoso entra num modo de alerta permanente.

O corpo aprende a antecipar a dor, o cérebro mantém-se vigilante e, com o tempo, isso pode manifestar-se como ansiedade, irritabilidade, dificuldade em relaxar, alterações do sono e sensação constante de cansaço mental.

Não se trata de “falta de força emocional”, trata-se de um organismo que passou demasiado tempo a proteger-se.

Além disso, a ansiedade pode amplificar a perceção da dor. Dor e ansiedade alimentam-se mutuamente, criando um ciclo difícil de quebrar sem uma abordagem adequada.

Por isso, cuidar da endometriose não é apenas tratar lesões ou controlar ciclos. É também olhar para a saúde mental, para o descanso real, para o apoio psicológico quando necessário e para estratégias que ajudem o corpo a sair desse estado contínuo de defesa.

Ansiedade não é sinal de fraqueza. É um sinal de que o corpo esteve demasiado tempo em esforço.

E quando cuidamos do corpo e da mente, o caminho torna-se mais leve e a qualidade de vida melhora.

Nem toda a endometriose se manifesta com dor intensa. Em algumas mulheres, a doença é silenciosa, mas isso não significa...
23/02/2026

Nem toda a endometriose se manifesta com dor intensa. Em algumas mulheres, a doença é silenciosa, mas isso não significa que seja inofensiva.

Os exames ajudam-nos a ver o que o corpo ainda não expressa em sintomas.
E é essa combinação entre imagem, história clínica e acompanhamento que permite decidir o melhor caminho, sem alarmismo, mas com responsabilidade.

Se tens um diagnóstico de endometriose, mesmo com poucos sintomas, não ignores. Cuidar também é vigiar.

Muitas mulheres chegam à consulta com a sensação de que “não sabem explicar bem” o que sentem. Dor que muda de lugar, si...
21/02/2026

Muitas mulheres chegam à consulta com a sensação de que “não sabem explicar bem” o que sentem. Dor que muda de lugar, sintomas que aparecem e desaparecem, cansaço difícil de descrever, desconfortos que não cabem em palavras claras.

E quero dizer-te algo importante: isso não invalida a tua história.

Nem tudo o que o corpo sente é fácil de traduzir em frases médicas. Há sintomas que se constroem ao longo do tempo, que se misturam com o dia-a-dia, com o stress, com o cansaço, com a tentativa constante de “aguentar”.

A história clínica não é feita apenas de exames, datas e diagnósticos. É feita de detalhes, de perceções, de sensações, de coisas que talvez nunca tenhas dito porque achaste que não eram importantes ou porque ninguém te perguntou.

Quando escutamos com atenção, esses detalhes fazem toda a diferença. Ajudam a ligar pontos, a compreender padrões, a escolher exames, tratamentos e decisões com mais precisão.

Por isso, se sentes que algo não está bem, mesmo que não consigas explicar exactamente como, traz isso contigo para a consulta.

O teu corpo comunica e a tua experiência merece ser levada a sério.

É sempre uma enorme responsabilidade e um privilégio integrar o corpo docente da MIS Academy. A partilha de conhecimento...
20/02/2026

É sempre uma enorme responsabilidade e um privilégio integrar o corpo docente da MIS Academy.

A partilha de conhecimento entre especialistas de diferentes países permite-nos elevar o nível técnico, discutir casos complexos e alinhar boas práticas em cirurgia ginecológica minimamente invasiva.

A docência faz parte do meu compromisso com a excelência. Ensinar é também aprender, questionar, evoluir e regressar ao consultório com uma visão ainda mais rigorosa e actualizada.

Continuar a contribuir para a formação de colegas é uma extensão natural do cuidado que prestamos às mulheres todos os dias.



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