Carla Xavier - Psicóloga Clínica e da Saúde

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âncoraMENTE
Psicologia Clínica e Psicoterapia ONLINE 🌍
💕Contigo na Relação e Transformação para Seres Quem És🦋
💡SUPERVISÃO Clínica de Psicólogos 👥️
Diversidade de Ser, Género, Sexual, Estar e Relacional ⚤ 🏳️‍🌈🏳️‍⚧️

Pausei.Parei.Olhei.E vi-me.Às vezes é só isto. Nada mais.☀️🏵🌿Carla🗯Xavier
11/04/2026

Pausei.
Parei.
Olhei.
E vi-me.
Às vezes é só isto.
Nada mais.
☀️🏵🌿

Carla🗯Xavier

Nem toda a intimidade passa pelo desejo sexual.Ontem, 6 de Abril, assinalou-se o Dia Internacional da Assexualidade, uma...
07/04/2026

Nem toda a intimidade passa pelo desejo sexual.

Ontem, 6 de Abril, assinalou-se o Dia Internacional da Assexualidade, uma data que importa não deixar passar em silêncio.

Ser assexual não significa ausência de amor, de intimidade ou de vínculos.

Significa, simplesmente, que a experiência de atração sexual não está presente, ou surge de forma diferente na vida de algumas pessoas.

Num mundo que associa constantemente felicidade, realização e até identidade ao desejo sexual, a assexualidade lembra-nos algo essencial, que não existe uma única forma legítima de viver a intimidade humana, mas sim múltiplas.

Reconhecer a assexualidade é ampliar o conceito de diversidade, validar experiências frequentemente invisibilizadas e reduzir a pressão social, que faz muitas pessoas sentirem-se “erradas”, não validadas, por não corresponderem às expectativas normativas sobre desejo e relacionalidade.

Falar sobre isto é criar espaço para mais liberdade, e para relações construídas a partir da autenticidade, não da obrigação ou dever.

Porque diversidade também é isto, diferentes formas de sentir, de se relacionar e de expressar.

Carla🗯Xavier

31 de Março Dia da Visibilidade Trans 🩵🩷🤍Viver a tua identidade é existir plenamente 🌈🏳️‍⚧️Pessoas trans existem em toda...
31/03/2026

31 de Março
Dia da Visibilidade Trans
🩵🩷🤍

Viver a tua identidade é existir plenamente 🌈🏳️‍⚧️

Pessoas trans existem em todas as famílias, comunidades e sociedades.

Viver como nos sentimos é fidelidade a nós mesmes, não uma escolha.

Em Portugal e no mundo, ainda existem desafios políticos e sociais que tornam a visibilidade necessária e urgente.

A defesa dos direitos, do respeito e do reconhecimento é essencial para todes.

Cada pessoa trans merece ser ouvida, reconhecida e ter espaço seguro para existir e participar na sociedade 💜✨





Hoje quero falar de autocuidado, do meu autocuidado... não como conceito bonito, clichê , mas como prática diária de sob...
26/03/2026

Hoje quero falar de autocuidado, do meu autocuidado... não como conceito bonito, clichê , mas como prática diária de sobrevivência e amor.

Ser psicóloga clínica é habitar muitos mundos ao mesmo tempo. Escuto histórias, contenho emoções, penso, sinto, organizo, acompanho.
Também sou gestora, o meu dia a dia é muitas vezes longo e preenchido.

Durante muito tempo esqueci-me de perguntar: onde fico eu no meio disto tudo?

Tenho tendência para viver em modo checklist, sessão após sessão, tarefa após tarefa, como se não houvesse amanhã. Já vivi o preço disso. O burnout aos 42 anos ensinou-me, de forma dura, que cuidar dos outros sem espaço para mim não é dedicação, é desaparecimento.

Hoje o meu autocuidado é também uma posição ética.

Preciso de pausas reais entre sessões.
Preciso de respirar antes de voltar a escutar.
Preciso de espaço entre o papel de psicóloga, supervisora e gestora, lugares que habitam o meu dia e pedem presenças diferente.
Preciso de sentir que existo para além da agenda.

Durmo as horas que o meu corpo pede 💤
Movimento-me no ginásio para voltar ao corpo 🏃‍♀️
Como e bebo com atenção 🍵
Estou com os meus cães, com a família e com amigos, lugares onde expando quem sou 🐾

Leio.
Desenho, pinto, escrevo.
Cuido das plantas como quem aprende ritmos mais lentos 🌱
Deixo-me inspirar continuamente pela arte e conhecimento, porque é lá que a vida volta a respirar dentro de mim.

Gosto de estar sozinha.
Viajar sozinha para bem longe.
Encontrar-me em desafios novos, não para provar algo, mas para me sentir viva.

Ser psicóloga e gestora, para mim, não é ser invulnerável. É reconhecer limites, emoções, o que circula de mais humano em mim e em quem me procura.

Cuidar de mim é também cuidar melhor de quem me procura 🤍

Carla🗯Xavier

Tristeza, revolta e indignação.Os direitos das pessoas trans e intersexo não são negociáveis.Como sempre, a luta continu...
20/03/2026

Tristeza, revolta e indignação.

Os direitos das pessoas trans e intersexo não são negociáveis.

Como sempre, a luta continua.

As dimensões identitárias e a saúde mental são profundamente atingidas.

Carla🗯Xavier

Quero partilhar convosco uma série que acompanho há pouco tempo. Toca-me como pessoa e profissional — Empathy (Tvcine). ...
12/03/2026

Quero partilhar convosco uma série que acompanho há pouco tempo.

Toca-me como pessoa e profissional — Empathy (Tvcine). 🏞

Na série, a psiquiatria Suzanne Bien-Aimé surge com uma abordagem para além do diagnóstico, do sintoma ou da medicação. Surge como relação 💞. O que desde o início me fez colar ao ecrã, costumo dizer que este é que é o meu ecossistema, sentir com, interagir.

Num contexto simultaneamente clínico e judicial, acompanhamos uma psiquiatra forense cujo trabalho exige compreender pessoas que cometeram crimes graves, esta compreensão não existe para desculpabilizar, mas para compreender sem perder a responsabilização.

A série mostra algo raramente visível, os profissionais também têm história, feridas, perdas, consumos, paixões e inseguranças. 💔

A vulnerabilidade não desaparece com o saber técnico, acompanha quem cuida e não há como estes aspetos não ressoarem em nós psis.

A relação entre a psiquiatra e o seu colega revela precisamente isso, dois percursos marcados por origens e experiências distintas, que se encontram na tentativa comum de olhar o humano para além das categorias.

Ela, branca, adotada por uma família racializada após um início de vida marcado pelo abandono; ele, negro, profundamente ligado à mãe e ao seu próprio percurso identitário.

Entre pacientes com doença mental grave e crimes difíceis de integrar, a série lembra algo essencial:
👉 a empatia não é concordar, é conseguir pensar o outro como humano. Algo muito confundido habitualmente.

Enquanto psicóloga clínica e psicoterapeuta psicanalítica relacional🙂, reconheço-me particularmente nesta ponte entre relação, escuta e compreensão emocional, muitas vezes ausente em modelos centrados apenas no sintoma, sejam modelos da psiquiatria, Psicologia Clínica ou Psicoterapia.

A par da intervenção técnica, existe sempre um encontro, intersubjetivo, duas mentes e dois "corpos" (bioquímica e psicossomaticamente) que se "tocam" nas emoções e experiências, identificações e projeções...

E é nesse encontro que algo pode realmente transformar-se. ☀️💎

Pelo respeito, dignidade e direitos, de todas as mulheres do mundo 🌏, atuais e transgeracionais,  independentemente da i...
08/03/2026

Pelo respeito, dignidade e direitos, de todas as mulheres do mundo 🌏, atuais e transgeracionais, independentemente da idade, classe, raça ou etnia, crenças ou religião, país, conjuntura social, política, características psicólogicas ou físicas, identidade de género (cis ou trans), orientação sexual, nível de saúde física e mental, funcionalidade cognitiva, motora.....

A todas um enorme 🫂 ❤️

Seguimos juntas, apesar de todos os fatores de fragmentação, firmes, lutando.

Juntas, somos poderosas, cada vez mais.

Carla🗯Xavier





Às vezes a vida pede apenas isto:abrandar um pouco e continuar a caminhar. Nem sempre vemos o caminho todo.Nem sempre sa...
07/03/2026

Às vezes a vida pede apenas isto:
abrandar um pouco e continuar a caminhar.

Nem sempre vemos o caminho todo.
Nem sempre sabemos como tudo se vai resolver.

Há algo profundamente humano em confiar que,
mesmo quando o dia termina,
novos horizontes e possibilidades continuam a existir.

Assim como novas formas de chegar onde pretendemos, mesmo que dando muitas voltas, contornando curvas, não deixando desviarmo-nos do que interessa.

Que este fim de semana traga pausa,
algum silêncio interior
e a coragem tranquila de seguir em frente. 🌅

Eis a proposta para a minha mente acelerada e antecipatória 😳🤷🏻🤦🏻‍♀️🙂

Carla🗯Xavier





28/02/2026

Desde cedo que a consciência transgeracional faz parte de mim.

Talvez porque sou uma esponja a sentir silêncios, angústias escondidas, perdas irreparáveis e muito facilmente estabeleço fidelidades, que me fazem transportar dores impensáveis que não são minhas, mas chegam até mim e eu sinto-me responsável por cuidar de quem as sente. 💔

Nos últimos anos tenho olhado mais de frente para as questões transgeracionais, o meu legado familiar.

A questão do/s nome/s sempre foi a questão mais claramente inquietante.
Os meus nomes não foram atribuídos pelos meus pais, mas por outras duas pessoas, mulheres relevantes na minha vida, especialmente uma.

Em fases diferentes da minha vida e ao longo do meu desenvolvimento debati-me de forma ambivalente com todos os meus nomes, próprios e apelidos, havendo especialmente um que ainda hoje não é estável na minha mente.

Assim, quando dei conta desse livro 📘 - Os Nomes, de Florence Knapp (Porto Editora), fiquei de imediato interessada e colada.

Comprei ontem, e estou avidamente a percorrer a história do presumível Gordon, nome do pai e dos vários homens da família paterna, mas que a mãe não deseja atribuir, não vá o seu bebé absorver o carácter desses mesmos homens.
Entretanto, é a irmã que sugere outro nome, com conotação de fofinho, meigo, Bear.

Ultimamente, por via de estar a fazer formação em Psicogenealogia Transgeracional e a participar num grupo de Intervisão, em que recentemente estivemos a explorar precisamente a "técnica" do Nome, este livro está a ser um excelente espelho, e base de identificações.

Na Psicogenealogia, aprendemos que o nome pode ser um fio invisível que nos liga a histórias anteriores à nossa. Uma homenagem, uma repetição, uma esperança, uma reparação, ou até missão.

Surgem vários questões...
Que sonhos carrego?
Que lealdades guardo?
Que partes de mim foram moldadas antes mesmo de eu nascer?

Talvez crescer seja tambem uma reconciliação com o/s nome/s.
Honrar o que trouxeram.
E, ao mesmo tempo, autorizarmo-nos a ser mais do que qualquer expectativa inscrita neles. 💎✨️

Carla🗯Xavier

Há algo que quase não se fala sobre supervisão clínica… 🤍Desde que fiz formação em Psicologia Clínica, ao longo dos anos...
27/02/2026

Há algo que quase não se fala sobre supervisão clínica… 🤍

Desde que fiz formação em Psicologia Clínica, ao longo dos anos tenho feito supervisão com diferentes colegas, modelos e abordagens.

E, em alguns momentos, senti-me pequena.

Como se estivesse ali apenas para ouvir.
Como se houvesse um guião invisível do certo e do errado.
Como se pensar diferente fosse arriscado.
Como se questionar fosse sinal de incompetência.

E não é isso que a supervisão deve ser. 🧠

Supervisão não é um lugar de superioridade.
Não é um palco de saber inquestionável.
Não é um espaço onde o erro envergonha.

Supervisão é relação. 🌿
É construção conjunta de pensamento clínico.
É aprender a confiar na própria escuta.
É poder dizer: “não sei” — sem medo.
É sentir, refletir, integrar. ✨

A capacidade de estabelecer relação, escutar as emoções, perceber o/s corpo/s, permitir o silêncio, são competências clínicas que também se constroem em supervisão entre colegas que olham e sentem o psiquismo de uma dada pessoa em acompanhamento ou psicoterapia, escolhida para o espaço de supervisão.

Se estás no início da tua prática clínica e procuras um espaço de tranquilidade, rigor e crescimento real, talvez possamos trabalhar em conjunto. 🤍

Porque ninguém aprende sob humilhação.

Aprendemos na relação.💎

Carla🗯Xavier





Partiu Eric Dane 💔, acompanhei a trajetória da doença neurológica que ele tinha, doença progressiva que, pouco a pouco, ...
20/02/2026

Partiu Eric Dane 💔, acompanhei a trajetória da doença neurológica que ele tinha, doença progressiva que, pouco a pouco, retira movimento ao corpo, mas não necessariamente consciência, desejo, identidade ou presença no mundo, na vida.

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença do sistema nervoso que afeta os neurónios motores, aqueles que permitem ao corpo mover-se, falar, engolir e respirar.

Tudo é muito duro nesta doença, a progressão física, o corpo perdendo funções, enquanto a mente vai-se mantendo lúcida.

Por isso, quando penso na ELA, não penso só na doença.

Penso na forma como algumas pessoas continuam a viver apesar dela. ☀️

O meu pai fez isso. ❤️
Ele também teve ELA.
Continuou a fazer o que gostava, a existir com dignidade, a manter gestos de vida mesmo com a evolução da doença, até não ser viável nenhum sopro de existência.
É algo profundamente doloroso para a família.

A minha prima também.🤍

A ELA não apaga a pessoa.
Há algo profundamente humano na resiliência consciente, não se negar a doença, mas continuar a habitar a vida dentro dos limites que ela impõe progressivamente.

Hoje para além da experiência com ELA e partida de Eric Dane, figura pública, que viveu tudo também na sua dimensão íntima, privada, de humano, há a lembrar todas as vidas silenciosas que vivem e viveram com coragem dentro de um corpo em transformação abrupta.

A dignidade de continuar a ser até ser humanamente possível, mesmo quando o corpo deixa de obedecer, não se tem controlo sobre o mesmo.

Carla🗯Xavier

Lateral Amiotrófica

Endereço

Avenida Forças Armadas, Nº. 4, 2 B
Lisbon
1600-082

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Terça-feira 09:00 - 20:00
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