Medicina Energética e Quântica

Medicina Energética e Quântica Os tratamentos de equilíbrio energético nada têm a ver com a medicina convencional ou alternativa, sendo contudo um complemento importante.

22/05/2017

O Destino e a Física Quântica

Afinal, existe o livre arbítrio, ou há um destino marcado?
Este é um problema que tem afligido muita gente. Num mundo dual, polarizado, parece evidente que a resposta só pode ser sim ou não.

Mas não é nada disso, pois a resposta é aquela que cada um decidir, de acordo com a sua crença.
Poucos já perceberam que as suas crenças moldam a sua personalidade e as suas decisões. Quem acredita que vai vencer, vence. Quem acredita que não vale a pena fazer nada porque o destino já está decidido também está certo porque o destino é aquele que ele decidiu.

Perante um obstáculo, há os que pensam logo em transpô-lo e há os que creem que o destino está decidido. Todos têm razão.

Na verdade todos nascemos com vários destinos prováveis, onde cada um escolhe o seu. Depende de nós agarrar o destino que queremos para nós, que pode não ser o mais fácil nem o mais provável.

Muitos queriam que o Mundo fosse muito certinho, previsível, científico, onde imperasse o Bem, a Felicidade, a Harmonia e as atitudes humanas correctas. Como o Mundo é o que é, a maioria das pessoas andam perturbadas, num Mundo que não entendem ou não querem entender.

O Mundo não é o que cada um quer. O Mundo é o que é, de acordo com o grau de consciência do conjunto da Humanidade.

Podemos concordar ou não concordar. O Mundo só se modif**a se nós contribuirmos para a mudança. Se cada um pensar que não adianta fazer nada porque outros o farão, é isso que vai acontecer. O Mundo será, em parte, aquilo que aqueles que nada fazem deixaram fazer.

Estamos numa encruzilhada histórica da nossa caminhada neste Mundo. Já passámos por épocas semelhantes no passado, mas esta parece ser a pior e a melhor de todas. A melhor porque temos Ciência e tecnologia quanto basta. A pior de todas porque a Ética e a Moral desceram muito abaixo de zero: Políticos, Instituições, Bancos, Banqueiros, Partidos, Dirigentes… a maior parte é o que sabe. Uma desgraça durante dezenas de anos de governos estáveis…e uma melhoria repentina com uma Geringonça. É só pensar e ver. Mas cada um veja por si.

O Mundo está num caos aparente, produzido por forças bem organizadas e decididas a afundar tudo, com fins inconfessáveis, para criar Medo e insegurança, um pânico Universal.

O Mundo tem que colapsar perante tanta Vilania? Haverá destino marcado? O Homem tem de sofrer com doenças físicas e mentais, ansiedades, depressões, pânicos, fobias e outras? Sim e não, dependendo da crença de cada um, ou melhor, da Humanidade.

As tuas crenças definem o teu destino. Se acreditas em algo, essa é a tua verdade. Se não acreditas, isso é como se não existisse para ti. A verdade objectiva, científ**a, só existe para quem a aceita e só ao nível da matéria inanimada. É por isso que a verdade científ**a de hoje é um erro amanhã, do mesmo modo que um erro de hoje é uma verdade no futuro. O Mundo da Física newtoniana aplica-se à Matéria, mas não à vida e menos ainda à Mente e à Consciência. A Física Quântica não anula a Física Newtoniana. Ela é apenas outro plano da Realidade. Cada plano tem leis próprias, diferentes de plano para plano.

No Mundo Quântico tudo pode ser ou não ser, de acordo com a mente de cada um. Estranho, não é?

Pensemos então: Um Ser Humano é formado por Órgãos, Aparelhos e Sistemas. Estes são formados por tecidos, formados por moléculas, formadas por átomos, formados por electrões, protões, neutrões. Estes são formados por quarks, energia pura. Afinal nós somos, cientif**amente, energia condensada. Para além da energia que somos, materialmente falando, temos uma consciência ou algo mais, desconhecido, que nos permite a noção de individualidade ou de unidade. Mas, de acordo com os conhecimentos científicos, nós somos apenas energia, triliões de quarks e electrões, que formam átomos, moléculas, órgãos e seres humanos.

Nós somos portanto muito diferentes do que pensamos ser. Perante estes dados científicos, já não nos podemos admirar das ideias niilistas de alguns Filósofos do tempo de Descartes, que consideravam que o Homem não existia, sendo apenas uma mera abstracção no Universo. Esta Filosofia existia e foi por isso que Descartes disse: Eu penso, logo existo.
Passaram cerca de 400 anos, e a realidade científ**a e filosóf**a mudou.

Talvez agora se possa dizer: Eu acredito, logo existo. É preciso perceber que a crença é uma forma de pensar. É por isso muito importante saber pensar e saber crer, pois daí resulta a nossa realidade.

Para não f**armos só por palavras, vou apresentar apenas alguns exemplos reais: Um Senhor acreditou que uma falsidade era verdade, criou a realidade virtual da existência de armas químicas no Iraque. Criou uma Guerra devastadora que desembocou no aparecimento do Estado Islâmico. Ora, esta gente também acredita que o seu Deus manda matar todos os infiéis. De um lado, os supostos cristãos, que consideravam e até afirmavam que uma Guerra rápida aquecia a Economia. Do outro lado, um grupo de extremistas que encontraram o motivo certo para fazer aquilo em que acreditam. E de crença em crença, outro País também acreditou que era bom derrubar pelas armas os dirigentes ditadores de outros países e assim chegámos à situação do Médio Oriente.

Pensemos bem o que fazem as crenças. Os cristãos acreditavam que tinham força para fazer a Guerra, assim disse o sr. Bush, sem ter pensado se tinha força para a parar. E ninguém parou a guerra até hoje.

Cada um criou a sua realidade e o Mundo está no fogo cruzado das lutas entre realidades criadas pelas crenças de cada uma das partes.

Cada um acredita no que quer, mas o Mundo sofre devido às crenças, sejam elas filosóf**as, políticas ou religiosas. Cada um que tem uma crença, acredita que tem a verdade. Daí se deduz que os outros estão na falsidade. Se a esta mistura, potencialmente explosiva, juntarmos a intolerância, temos o Mundo actual, tal como o vemos.

Solução? É o que todos andamos à procura. Ela já existe há muito tempo.
Eu não quero impor nenhuma verdade. Não faço parte de nenhuma religião ou seita. Não tenho dogmas nem verdades feitas. Penso, creio e decido em função do que observo.
Cada um tem de se interrogar por dentro de si próprio e perceber se a sua crença conduz ou não à realidade que procura.

A cultura e a crença mais difundida na actualidade é a violência.

Será que a violência é o caminho que nos conduz à Paz? Os israelitas faziam guerras sucessivas em nome de Jeová. Os cristãos fizeram cruzadas e matanças em nome de Deus. Os islâmicos pregam a guerra santa.

Todos acreditavam no que faziam e fizeram esta realidade que vemos hoje. Parece que temos que mudar de crença, para mudar de realidade, mas isso depende de todos nós. Mas quando alguém tem uma crença, tem a verdade, tem a obrigação de impor a sua verdade, porque os outros estão errados.

É aqui que está um dos principais dramas da Humanidade.
Como as Religiões criaram grandes dramas, muitos fizeram da Ciência a sua Religião, criando os seus dogmas, com crenças que são verdades, perseguindo os que pensarem de forma diferente, em nome da Ciência.

O Ser Humano é assim, gosta de dogmas e verdades feitas, sem ter de pensar sobre o que se aceita como verdade. Os Humanos gostam de crer sem ter de pensar sobre o que creem. É aqui que reside o fanatismo e a violência a ele associada. Ora, é legítimo ter fé e ter crenças, porque sem isso, o Homem não tem rumo. O que não é legítimo é procurar impor a sua verdade de qualquer forma violenta ou persecutória, mesmo velada.

Os religiosos ameaçam os hereges com o fogo do Inferno que eles inventaram e os cientistas fanáticos acusam de charlatanice qualquer prática fora do cânon das suas Academias de Ciência.

Sem qualquer intuito religioso, pois sou independente, direi apenas que há cerca se 2000 anos Jesus, o Cristo, disse: Ouvistes o que foi dito aos antigos: Olho por olho, dente por dente? Eu porém vos digo: amai os vossos inimigos.
Podemos dar todas as voltas, não encontraremos outra solução para o Mundo. O Mundo não é aquilo que parece. O Mundo é quântico e reage às nossas crenças. Se acreditamos na Violência, ele torna-se violento.

Jesus usou a força duas vezes apenas, talvez para indicar que há situações onde poderemos ter de impor limites. Parece que ser contra a violência seria deixar correr e permitir toda a violência aos violentos. Não! É legítimo usar a Força para impor limites, mas f**amos por aí.

Se aplicarmos esta ideia à Medicina, vemos como o excesso se dr**as pesadas têm intoxicado e inflamado o corpo humano. São os anti isto, anti aquilo. A Medicina é predominantemente anti qualquer coisa, baseada na força de um medicamento. Depois surgem as consequências do excesso de antis. Com menos dr**as e mais suaves far-se-ia melhor Medicina, evitando o excesso de poluição farmacológica. É legítimo usar medicação pesada em certos casos, mas não correntemente.

Mas se Jesus ensinou a amar os inimigos, como foi possível que os Cristãos se dividissem em seitas cristãs, que se combatem umas às outras, ao ponto de na reforma Protestante, Lutero e Calvino que lutavam contra a Igreja Católica e a sua Inquisição, terem-se, eles próprios, transformado em inquisidores, perseguindo e matando não só católicos mas também anabaptistas, porque eles recusavam o baptismo infantil?

Os protestantes reformaram o Catolicismo e fizeram o mesmo tipo de perseguições dos católicos. Mas há outras curiosidades: Calvino foi um perseguidor cruel dos anabatistas e depois, muitos dos seus sucessores transformaram-se em calvinistas fanáticos, defensores de um Deus que criou alguns homens para a salvação e a maioria dos humanos para a perdição eterna, para se vingar neles no dia do juízo. Não estou a inventar nada. Estou a dizer o que está escrito, para chamar a atenção do poder das crenças e o seu impacto no funcionamento do Mundo.

Mas Jesus disse também: Pelos frutos os conhecereis. Não disse que as pessoas seriam conhecidas pelas suas crenças ou pela sua fé, mas sim pelos seus frutos, as suas obras.
Então, cada um pode ter a ideia que quiser, a fé que quiser, a crença que quiser. Os seus frutos, as suas obras dirão quem é tal pessoa e mostrarão qual é a sua verdadeira fé ou crença. Não esqueçamos que, uma coisa é a fé oca, racional, que professamos. Outra coisa bem distinta é a fé que praticamos.
Então, o destino existe? Existe, sim, porque nós o criámos.

Não há fatalismo no Universo, pois a Física Quântica nos ensina que há múltiplas possibilidades à nossa disposição. Nós escolhemos e criamos a nossa realidade com as escolhas que fazemos, de acordo com as nossas crenças. Não há fatalismo. Há possibilidades e probabilidades.

Esta é uma crença oposta àquela que afirma que está tudo predestinado, não podendo ser de outro modo.
Se está tudo predestinado, de forma fatal, que culpa têm os criminosos de praticarem crimes?

Está tudo predestinado de forma probabilística, mas não fatal. Dentro das várias possibilidades, cada um escolhe a que quer. É verdade que escolhe condicionado pelos seus genes, condicionado pela sua cultura, condicionado pelo povo a que pertence, condicionado pela sua família, condicionado pela sua religião. Mas cada um escolhe de acordo com aquilo em que acredita. A crença é a base da escolha de qualquer um.
Somos por isso responsáveis por aquilo em que acreditamos.

Termino com uma frase lapidar de Jesus, para pensar: E conhecereis a Verdade e a verdade vos libertará!

21.5.2017
Daniel Matos

29/04/2017

Respondendo ao mail de um Laboratório
Recebi um mail de um dos melhores Laboratórios que muito prezo e prezei, a MSD, que transcrevo:
Caro(a) Dr(a).
Há mais de um século que a MSD desempenha um papel importante na história da vacinação.
Temos no nosso património o legado de um dos maiores peritos em vacinas de que há memória, Maurice Hilleman, reconhecido como a pessoa cujo trabalho resultou no maior número de vidas salvas no século XX.
Conheça o legado da MSD Vacinas
As vacinas são uma das medidas mais custo-efetivas em Saúde Pública, contribuindo signif**ativamente para a redução de custos relativos a hospitalizações, tratamentos, incapacidades, surtos e perdas de produtividade.1
A maioria das vacinas ajuda a proteger não só o indivíduo vacinado mas, também, a própria comunidade.
Durante a semana de 26 a 30 de abril, a Organização Mundial de Saúde celebra a Semana Mundial da Vacinação, este ano sob o tema ‘As vacinas funcionam’.
Acerca deste mail respondi:
Respondendo ao mail enviado pelo vosso laboratório, informo:
Jamais duvidei da eficiência das vacinas. Eu próprio as levei e levo. Levei uma há cerca de 3 ou 4 meses. Nos Prós e Contras eu só questionei o excesso de vacinação e a recusa de reconhecimento dos seus perigos reais, como está provado.
Eu só questionei o excesso de vacinação em situações sem justif**ação válida. Não é cientif**amente correcto esconder a elevada iatrogenia. O VAERS não o esconde. Por que hão de os portugueses esconder? Eu só apelei ao Bom Senso. O debate criou uma situação que eu não esperava porque o Senhor Director-Geral insistiu que os dados que eu apresentava eram só uma opinião que contrastava com os dados científicos que ele tinha. Por isso afirmei que não se trata de opinião, mas sim de dados do portal de Saúde do Governo americano.
Debater ideias é Filosofia que faz parte da Ciência. O conceito de Ciência foi criado filosof**amente por Descartes.
Infelizmente, muitos cientistas querem saltar por cima do Método científico desconhecendo que ele é filosófico. Quando o meu colega Pediatra diz que um cientista americano afirma que se podem dar cem mil vacinas numa só dose num dia, eu só posso pensar que altas esferas do saber pensam que sabem o que estão longe de saber; recusam saber e detestam quem sabe.
Foi este abuso em nome da Ciência que eu denunciei. É falta de senso criar ciência hipotética ou fragmentos de Ciência e apresentá-la como verdade.
A Ciência sabe tudo sobre o Sistema Imunitário?
Infelizmente eu vi muitas situações destas. Eu disse, digo e direi que as vacinas são um método importante de combate a epidemias. Não o disse para fingir. Eu disse-o por convicção.
Simplesmente pus a hipótese provável, de bom senso, que o excesso de vacinação pode ser perigosa.
E foi isso que irritou os meus colegas, talvez porque, se vai aparecer em breve a vacina hexavalente, a seguir vem a vacina com cem vacinas e depois a vacina com cem mil vacinas em dose única.
Afinal, quando eu alertei para o perigo do excesso de vacinação, o Bom Senso que defendi, estava certo, porque serviu para o meu colega Pediatra abrir o jogo e mostrar que já estava na mente científ**a de cientistas e médicos a possibilidade da vacina em dose única, num só dia com cem mil vacinas.
Eu lamento o que se passou, mas não tenho culpa dos auto golos que os meus colegas meteram na sua própria baliza. Eu creio ter sido claro desde o início. O debate mostrou algo de grave, a verdade dogmática e o Fundamentalismo em Medicina, que não deve existir, porque contraria o conceito e a essência da Ciência. A Ciência é humana e sujeita a dúvidas e críticas.
Como Médico constatei que os doentes se revoltam contra os Médicos de Família por pensarem que não se curavam por negligência médica, considerando que a Medicina já dispunha de recursos para os tratar.
Eu sou científico e se fui levado a estudar outras terapêuticas, tal situação resultou da insuficiência da Farmacologia. Mas sempre usei tais terapêuticas como complementares e só excepcionalmente como alternativas pois não tenho a mais pequena dúvida da importância da Farmacologia. Simplesmente, é frequente que as doses terapêuticas em farmacologia tenham uma iatrogenia elevada que pode ser minorada com múltiplos tratamentos não convencionais. Isto é Bom Senso.
Talvez por isso há quem não goste de baixar a iatrogenia para não baixar as vendas de outros fármacos para tal iatrogenia. Dou apenas um exemplo concreto: Os AINE produzem gastralgias ou até úlceras. Não tenho grande dificuldade em anular esses efeitos colaterais, mantendo a eficiência dos anti inflamatórios, com terapêutica não farmacológica. Isto é bom senso. A Indústria farmacêutica continuará a ter o seu mérito e o seu valor, mas perderá um pouco com os fármacos inibidores da bomba de protões.
Eu compreendo que a Indústria não goste disto. Eu nada tenho contra a Farmacologia, uma das grandes terapêuticas que continuo a defender, mas também a chamar a atenção para os seu perigos eventuais em situações onde não é justificável.
Eu só apelo ao Bom Senso numa época em que as pessoas estão extremadas, ao ponto de só pensarem em termos de sim ou não, como se o Mundo fosse a preto e branco. Ora o Mundo tem muitas cores.
Assim, as terapêuticas da Medicina Convencional não são as únicas terapêuticas válidas. Felizmente há outras. Eu sou contra o dogmatismo, o Fanatismo e o Fundamentalismo. Eu escrevi um artigo, colocado na minha página do facebook, onde faço esta afirmação: Eu não aceito o dogma e o fundamentalismo em religião, muito menos em Ciência.
Assim, repito que eu não tenho qualquer dúvida sobre a eficiência e utilidade das vacinas. Por isso as uso. Apenas duvidei, e é legítimo duvidar, que estejam a ser tomadas todas as medidas para minorar os terríveis efeitos produzidos por elas e descritos no portal americano VAERS.
Eu apenas defendi o Bom Senso e emiti uma única opinião de Bom Senso: Usar as vacinas só quando apenas necessário, sem esgotar o Sistema Imunitário.
Eu defendi que o Sistema Imunitário não tem capacidades infinitas e ilimitadas.
Mas foi dada a ideia de que era seguro fazer cem mil vacinas numa só dose num só dia.
Tenho de ser incisivo: Parece que o Bom Senso anda a fugir de certas mentes científ**as, talvez porque se ligaram ao Fundamentalismo em nome da Ciência.
Eu direi que a Ciência é como um GPS, muito importante para nos guiar.
Mas atenção: A Ciência e o GPS foram criados pelo Homem para o servir, não para o escravizar. Se eu seguir o GPS e encontrar um sentido proibido, o Bom Senso manda não seguir o GPS e seguir a minha Inteligência.
É falta de Senso usar a Ciência como Fundamentalismo na vida ou na Medicina.
É legítimo usar a Ciência e o GPS, mas é falta de Senso ir contra a Razão Humana, usando a Ciência e o GPS de forma fundamentalista.
Quando a Razão duvida de algo, é de bom senso investigar até ao mínimo pormenor.
Nem sempre a Razão nos conduz à verdade, mas ela consegue detectar a falsidade. Kant foi claro neste aspecto, mas parece que poucos gostam de o seguir.
É preciso ter em conta que a Ciência é filha da Filosofia, ligada à mãe pelo Método criado por Descartes. Fazer Ciência desligada da Filosofia é agir como desligados dos nossos pais.
Há verdades que são aparentemente contraditórias, apenas porque se referem a planos diferentes de pensamento e acção.
Fora desta situação, temos de ser lógicos em primeiro lugar, concretos e científicos em 2º lugar. Não devemos inverter as situações. Primeiro pensamos e depois agimos, embora as situações possam ser inversas nas situações automáticas.
Com isto eu quero dizer que as vacinas são importantes como prevenção, mas também podem despoletar automatismos perigosos. Apreciamos as vantagens. Mas vamos deixar de pensar nos seus perigos? Este é o problema. Ele não está resolvido. Os Fundamentalistas garantem que está tudo resolvido e sob controle. Eu apenas tenho dúvidas porque procuro o Bom senso, embora posso cometer erros como todos nós. Apenas tenho consciência de tudo isto. Infelizmente o Fundamentalismo anula a consciência e a capacidade de pensar, dos seus seguidores.
Um Fundamentalista tem a Verdade! Não precisa de pensar.
Mas o mais grave de tudo isto é que um Fundamentalista quer impedir que os outros pensem.
Obrigado pelo vosso mail, mas eu nunca duvidei da eficiência das vacinas.
Daniel Matos

28/04/2017

Esclarecendo um ponto importante: No Programa Prós e Contras eu fui considerado pela Dra. Fátima Campos Ferreira como Especialista em Homeopatia. Devido ao pouco tempo que me era concedido e ao desvio do assunto do programa, nada disse sobre o assunto. No Congresso de Naturopatia passou-se algo semelhante mas, como tinha tempo, eu frisei que não há especialistas em Homeopatia ou Acupuntura em Portugal, ao contrário de outros países, pelo simples facto de que tais títulos não são reconhecidos em Portugal.
Faço este esclarecimento em nome da verdade e do rigor que é devido.
Daniel Matos

26/04/2017

Caros amigos, creio que não falarei mais neste assunto, a menos que algo de imperioso me leve a isso.

Pretendo apenas clarif**ar alguns pontos do Programa Prós e Contras, muito importantes, que podem ter passado despercebidos.
Em primeiro lugar vamos aos dados que eu citei, que se pretendia ser apenas uma opinião. Os dados são 100% fidedignos.
Dados extraídos do VAERS
O portal VAERS é um serviço público do governo americano. As mais de 300 mortes cobrem apenas um período de tempo; referem-se apenas aos EUA e à vacina combinada. Para além das muitas mortes presentes nas pesquisas pode ainda contabilizar-se as doenças incapacitantes que advieram da vacinação, e nesse caso, são muitos milhares.
No Programa eu falei só das 108 mortes ocorridas entre 2004 e 2015. Mesmo assim foi dito que eu apenas estava a dar uma opinião que não pode comparar-se com os dados científicos. Não se trata de opinião. O site oficial do Governo americano diz que neste período de tempo não houve nenhum caso de morte por sarampo, mas houve 108 mortes relacionados com a vacina do sarampo.
Se se consultar o 2º site, mais completo que o 1º pode ver-se que existiram muitas mais mortes em anos anteriores.
O site oficial americano não esconde. Por que hão de os portugueses esconder?
Se tiver dúvidas, consulte o que é
VAERS Vaccine Adverse Event Reporting System
Veja então estes dois sites
Vacina do Sarampo mata mais do que a própria doença
http://vaccineimpact.com/…/zero-u-s-measles-deaths-in-10-y…/
361 exemplos de morte (vacina combinada)
http://www.medalerts.org/vaersdb/findfield.php…
Pode também ver notícias credíveis, embora já não tenham a mesma credibilidade, do que aconteceu na Europa:
800 crianças da Europa ,com narcoplesia devido a vacina gripe H1N1 "Pandemrix"
http://web.archive.org/…/sweden-a-cautionary-tale-about-va…/
http://www.reuters.com/…/us-narcolepsy-vaccine-pandemrix-id…
https://www.rt.com/ne…/vaccine-nacrolepsy-link-children-520/
UK Government Awards Compensation For Swine Flu Vaccine That Caused Brain Damage To Hundreds Of Children
http://www.vaccines.news/2016-03-03-uk-government-awards-co…
http://www.collective-evolution.com/…/over-800-children-in…/
Mas há tantos, tantos, estudos credíveis que são quase incontáveis, uns a dizer uma coisa e outros o contrário.
Por aqui se pode ver o que é Ciência em Medicina, o que irritou o meu colega Director-Geral de Saúde. Dizer verdades irrita certas pessoas, cuja personalidade têm medo da verdade. Eu percebo que as pessoas fujam da verdade por medo, seguindo o exemplo da avestruz que se sente protegida por não ver.
Quando eu expus a verdade, dizendo que há estudos credíveis que tiram conclusões diversas, o meu colega Director-Geral disse baixinho: Não falo consigo. Lamento esta atitude, pouco de acordo com a Ciência e o seu Método. Talvez não saiba que a verdadeira Ciência vive e desenvolve-se na luta saudável entre posições diferentes para chegar à verdade possível, que por vezes ainda se transforma numa verdade maior e assim sucessivamente. Quando eu pus em dúvida as conclusões de estudos contraditórios, em vez de admitir a dúvida metódica científ**a, a frase foi: Não falo consigo.
Se estudarem as lutas científ**as entre Einstein e Niels Bohr verif**arão o que é o espírito científico. Niels Bohr ganhou a Enstein, que nunca quis aceitar, mas acabou por aceitar parcialmente.
O espírito científico não tem dogmas. Os factos são para ver e usar e jamais para esconder.
Na Ciência não se admitem Fundamentalismos nem dogmas. A Ciência também falha porque é feita por cientistas falíveis.
Mas há quem queira transformar a Medicina numa super ciência que não é nem pode ser. Eu nunca fui contra as vacinas nem contra a Medicina Convencional. Mas não gosto de ver mitos científicos. Só isso. Por dizer a verdade que está no Portal de saúde americano, estou a emitir uma opinião? Não. Estou a expor uma verdade incómoda. Que culpa tenho eu de a verdade ser incómoda? Porquê querer ocultar uma verdade incómoda?
Sim à vacinação, mas com mais cuidado. É preciso fazer estudos sem preconceitos e aceitar os resultados. A vacinação mostrou muitas vantagens associadas a grandes perigos. Os factos mostram isto. Será científico esconder a Verdade?
Eu não gosto nada que queiram tapar-me os olhos porque eu quero ver e decidir em consciência. É uma questão de personalidade e de postura perante a Vida.
Eu vou expor de forma simples e clara o que por vezes se esconde debaixo duma linguagem técnica, difícil de perceber.
No debate sobre vacinação eu não defendi sim ou não, mas apenas o bom senso. Se dissesse sim queria dizer que aceitava tudo como está. Se dissesse não queria dizer que estava contra toda a vacinação.
Optei por não aceitar o sim ou não porque não vejo o Mundo a preto e branco, mas com muitas cores.
Disse que levei vacinas e as prescrevi. Disse que as vacinas são importantes no combate a epidemias. Mas disse também que as vacinas são perigosas e por vezes mortais. Disse que nos Estados Unidos da América desde 2004 a 2015 não houve nenhum caso de morte por sarampo mas houve 108 casos de morte relacionados com a vacina do sarampo.
Numa repetição, cometi um lapso, dizendo que nos Estados Unidos desde 2004 a 2015 não tinha havido nenhum caso de sarampo, quando deveria ter dito que não houve nenhuma morte por sarampo, mas houve 108 mortes relacionadas com o sarampo.
Não fui rebatido do lapso, certamente para não dar mais visibilidade ao caso.
Eu apenas queria passar a ideia de que as vacinas são importantes, mas devemos ter bom senso, não esgotando o Sistema Imunitário, mas foi dito que o Sistema Imunitário aguenta quase tudo. Foi dito que um cálculo americano tinha estabelecido que não haveria qualquer problema se uma criança levasse cem mil vacinas num só dia. Isto foi dito, sem ser qualquer engano.
Fui rebatido com o argumento de que o Sistema Imunitário está a fazer milhões de tarefas ao mesmo tempo. É verdade, mas aprendeu-as sucessivamente ao longo do tempo, passando a executá-las em piloto automático. É bem diferente de injectar cem mil vacinas numa criança ao mesmo tempo.
Neste caso, em relação a todos os germes ainda não conhecidos pelo Organismo, o Sistema Imunitário teria de iniciar um processo de luta contra tamanha invasão.
Fiquei a pensar que dentro em breve se fará uma única vacina para todas as doenças infeciosas, com todas as estirpes, de todas as bactérias e virus, mycobactérias, ricketsias, com uma multidão de virus e bactérias misturadas. As crianças f**arão vacinadas por longo período … talvez a eternidade.
Eu defendo que, quando o Sistema Imunitário leva uma vacina, uma parte do Sistema Imunitário f**a ocupado durante um tempo mais ou menos longo, certamente vários dias. Se forem várias vacinas simultaneamente, uma parte muito maior do Sistema f**a ocupado para reagir à vacina. Não pode ser de outra maneira, excepto se os recursos imunitários fossem infinitos e ilimitados.
É frequente ter um Síndrome gripal a seguir à vacinação contra a gripe. Então é lógico presumir que outros virus, adenovírus, virus sinciciais respiratórios ou outros, aproveitem o abaixamento imunitário para criarem tal Síndrome gripal, idêntico a uma gripe; ou até eventualmente uma verdadeira gripe, induzida pela vacina, por abaixamento imunitário.
Sabemos também que várias situações como o cansaço, stress, até disfunções digestivas podem baixar a imunidade fazendo com que o virus herpes 1, latente no interior das células, se manifeste. O virus pode estar anos sucessivos latente e criar só doença quando a imunidade baixa. Isto prova que o Sistema Imunitário baixa a sua guarda em múltiplas circunstâncias, até psicológicas. O Sistema está longe de ter capacidade de suportar todas as cargas que os cientistas desejariam.
Os recursos imunitários são “finitos” e “limitados” e variam de pessoa para pessoa, ao ponto de algumas, sem qualquer vacina, resistirem a infecções que outras contraem facilmente. O Ser Humano é muito diferente de qualquer máquina técnico-científ**a; é aqui que reside a falta de bom senso que está a invadir a mentalidade pseudocientíf**a.
A maioria da população conhece casos de gripes que surgem pouco depois da vacinação contra a gripe.
O facto de ser frequente um Síndrome gripal a seguir a uma vacinação contra a gripe indicia um abaixamento do alerta imunitário. É lógico portanto presumir que juntar várias “vacinas” na mesma injecção pode conduzir a perturbações imunitárias.
Isto é apenas bom senso: se uma vacina já pode trazer problemas, um conjunto de vacinas em simultâneo poderá trazer muitos mais problemas.
Mas uma parte da Medicina Oficial só aceita a tragédia quando f**ar claramente provado que aquele acto médico foi desastroso. Até lá não há provas científ**as, mesmo quando as evidências estejam a mostrar que se deve ter prudência.
Eu disse que a Medicina não é uma Ciência mas sim uma Arte científ**a.
O Cientista e Imunologista respondeu que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência … que obedece ao Método científico …
Fiquei a pensar que o Senhor Cientista até já considerava a Medicina uma Ciência mais exacta que a Matemática ou a Física. Ser a Ciência por excelência só pode signif**ar ser tão ou mais rigorosa que a Matemática e a Física.
Mas já não pude responder. É nestes casos que se vê a falta que faz a Filosofia. Este senhor, certamente um bom cientista, mostrou apenas um desconhecimento de algo fundamental, a origem do Método Científico que diz praticar. Desconhece portanto que não usa o genuíno Método, mas uma adaptação posterior, para tornar possível considerar científico o que na verdade só o é parcialmente.
No final do programa disse-lhe que ele estava errado. Ele disse-me que era cientista e praticava o método científico. Disse-lhe que devia estudar bem o Discurso do Método de Descartes e ver que o Método científico se aplica facilmente à matéria inanimada, mas com dificuldade e só parcialmente à Medicina. O Ser Humano têm uma variabilidade fenomenológica de tal ordem grande que não permite aplicar o método científico definido por Descartes. Para contornar este problema, a Biologia, Medicina e Psicologia criaram um método modif**ado que permite tirar várias conclusões. Tudo isto está certo, mas não é Ciência pura. É isto apenas que não querem que se perceba – ou talvez eles não percebam mesmo, por desconhecimento filosófico, a origem da Ciência.
Um fenómeno só é científico se tiver constância, se nas mesmas condições se obtiver o mesmo resultado, se for mensurável e se for independente do observador.
Não vou pormenorizar o Método Cartesiano, o Método que permite definir o que é Ciência e o que não o é. Mas é fácil de perceber a dificuldade de aplicar Ciência ao SER HUMANO, com os triliões de fenómenos físicos, fisiológicos, bioquímicos, emocionais, racionais e irracionais que se dão a cada momento no Organismo Humano, sem que se consiga definir algo de concreto, constante, que possa constituir uma verdade a que se possa chamar Ciência. Onde está a constância em Medicina para que se possa dizer que a Medicina é uma Ciência? A Medicina só é científ**a porque se socorre de Ciências. Em si mesma ela é uma arte. É por isso que a prática médica é tão variável, tendo algo de constante na parte científ**a.
Há de facto uma constante em Medicina: Tudo é variável.
A Medicina dita científ**a tem diferenças de país para país, até na medicação usada para algumas doenças. Há medicamentos usados na Europa e proibidos nos Estados Unidos. Há doentes que têm de ir a um país estrangeiro tratar-se porque os seus médicos não podem receitar certos fármacos na sua pátria, pois f**ariam sem carteira profissional. Isto não é próprio de uma Ciência.
O meu Colega Director-Geral de Saúde ficou muito irritado comigo por eu dizer que a Ciência é difícil de aplicar em Medicina. Eu disse: O caso da Ciência é um problema em Medicina. Ele respondeu: eu não falo consigo.
Ficou claro que o conceito científico do Sr. Director-Geral não permite discordância. Ora, a Ciência consiste exactamente em debater ideias, por vezes opostas, entre cientistas oponentes, para chegar a uma verdade consensual. Parece que o Sr. Director-Geral desconhece as lutas científ**as aguerridas entre Einstein e Niels Bohr. E Niels Bohr ganhou. Einstein era um génio, mas estava errado.
O Sr. Director-Geral pretendia passar a ideia de que eu estava apenas a emitir opiniões, quando eu estava a relatar factos, alguns provenientes de um site de credibilidade total, do Governo americano.
Os estudos médicos são baseados em estatísticas que têm alguma validade, mas não podem ser considerados definitivos até porque há outros estudos igualmente credíveis que dizem o contrário.
Pode haver interesses manipulativos. Mas a verdade é que é mesmo difícil fazer Ciência em Medicina. Por isso a Medicina, tal como a Arquitectura ou o Desenho, não são Ciências nem misturas de ciências. São Artes científ**as, Artes que se socorrem de ciências.
Parece que não interessa explicar a verdade tal com é.
O Povo pensa que a Medicina é uma Ciência como outra qualquer. Portanto deverá ter o mesmo êxito da Física ou da Química.
Se um cientista diz que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência, então o seu rigor deve ser de excelência.
Quando as pessoas não se curam ou morrem só pode ser por culpa dos Médicos porque – pensam – a Medicina é uma Ciência muito avançada.
Felizmente, o cientista admitiu não estar certo e disse que ia estudar o assunto. Talvez então perceba a pouca cientificidade da Medicina e a causa de tantos erros médicos, de que os Médicos não têm culpa total, mas têm alguma culpa por aceitar tudo como científico sem o ser, por motivos diversos
A Medicina usa a estatística para medir e dar credibilidade científ**a aos estudos. Está certo, mas estamos ainda longe do Método Científico puro. Dou um exemplo de Estatística: Clinton está em 1º lugar. Trump ganhou. Notemos que não estou a desvalorizar a estatística. Estou só a apresentar factos.
Para transformar em Ciência toda a fenomenologia biológica que não se enquadrava no Discurso do Método, criou-se uma modif**ação do Método, convencionando-se que a nova metodologia se aplicaria em tudo o que é biológico, incluindo o Homem. Está certo. Agora o que não era Ciência já é Ciência porque se convencionou que o é. Mas não é Ciência pura tal como foi estabelecido por Descartes.
O meu colega pediatra disse, mais ou menos, que é triste ver morrer crianças com sarampo que teria sido evitado com uma vacina.
Faltou dizer como se sente quando olha para as mortes com a vacina que não teriam morrido se não as levassem.
Um pai sofre quando vê um filho morrer de morte natural, mas talvez fique revoltado se ele morrer ou f**ar deficiente com uma vacina evitável, ou por não ter feito algum tratamento extra.
Obviamente, eu não tenho a verdade, mas ninguém a tem.
É preciso resolver esta inequação: vantagens vs benefício.
Eu sou da opinião de que há maiores benefícios, mas não está provado que assim seja. A quantidade de efeitos colaterais graves relatados no site oficial do Governo americano fazem pensar. As Rosas estão com excesso de espinhos e os perigos são grandes.
Eu só quis fazer pensar, mostrando que o que se diz ser Ciência médica não é tão científ**a como se pretende fazer crer.
Sim, eu sei, a Verdade dói. Será preferível escondê-la?
Eu não sou contra a Medicina Convencional porque a pratiquei e continuo a defendê-la. Mas tenho consciência das suas insuficiências e dos seus excessos.
Mas como foi dito no Programa, há quem pense que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência.
E o Senhor Director-Geral não fala com quem apresente estudos diferentes dos dele.
Enfim, talvez não tenha conseguido passar a mensagem de que seria bom repensar a maneira de administrar as vacinas e usá-las com mais critério, não ocultando os perigos que elas envolvem para que, quando aparecer a vacina com cem mil vacinas, considerada inofensiva para as crianças, não tenhamos uma surpresa. Eu só apelei ao bom senso. Considero bom senso não abusar do Sistema Imunitário. Eu sou científico mas não sou fundamentalista da Ciência, como se a minha mente só se guie pela Ciência. Eu não aceito fundamentalismos nem dogmas na Religião e muito menos na Ciência. A Ciência tem muito valor, mas há conhecimentos que vão para além da Ciência, que não podem naturalmente conflituar com a verdadeira Ciência.
Já cheguei a uma conclusão, nada agradável: A maioria dos Seres Humanos não aprende com pequenos erros. Repetem-se os erros até se tornarem num erro fatal. Quando não existir nenhuma possibilidade de salvação ou recuperação, a lição está aprendida.
A minoria que vê os pequenos erros e quer evitar o erro fatal só pode alertar e pedir bom senso. Nada mais podemos fazer. Mas é bom que o façamos. Estamos no caminho duma hecatombe a vários níveis: Ecológica, Médica, Social, Política. A Medicina não sabe lidar com micróbios. E não quer aprender. Só pensa em vacinas e antibióticos, obviamente muito importantes. Simplesmente não chega, e cada vez menos devido à resistência aos antibióticos. A Homeopatia e outras terapêuticas têm um papel muito importante no bom funcionamento imunitário complementando as vacinas, os antibióticos e outros fármacos.
Ninguém tira o valor da Medicina Convencional e dos seus fármacos. Simplesmente, a maioria dos fármacos são produtores de doenças, ditas iatrogénicas. Estas são tratadas com outros fármacos que produzem mais iatrogenia, e assim sucessivamente. É portanto necessário complementar a Medicina Convencional com outras terapias. Eu defendo aquilo em que acredito, sem dogmas e sem qualquer fundamentalismo.
O Fundamentalismo é o terror do nosso tempo. Quer a Medicina Convencional impor a sua verdade, baseada na Ciência, bem discutível devido aos muitos erros sucessivos, repetindo os erros do passado, a Inquisição que matava quem se opusesse à Igreja, Lutero que se separou da Igreja para depois fazer o mesmo, outra Inquisição protestante que até matava outros protestantes, e Calvino que mandou matar Anabatistas e outros protestantes que discordavam dele???
Não chegou já o Fundamentalismo religioso para aterrorizar a Humanidade? Não chega o Fundamentalismo Islâmico, que não dialoga, porque tem a Verdade?
Haverá necessidade de que a Ciência se torne também fundamentalista ao ponto de impor a verdade, não da Ciência, mas de alguns cientistas, muitas vezes dependentes de quem lhes paga?
Não há nenhum mal nisto desde que sejam isentos, defendam as suas ideias e respeitem as dos outros. Eu só defendi o bom senso. Eu apresentei dados dum site de credibilidade total.
O Sr. Director-Geral disse que não fala comigo e que o que eu disse é apenas uma opinião.
Só emiti uma opinião e de bom senso: devemos ter cuidado com excesso de estimulação imunitária. Em tudo o resto relatei factos e dados publicados.
É nestes casos complexos, até nos efeitos colaterais da vacinação, em que há tratamentos que podem melhorar a Saúde, permitindo diminuir a carga tóxica do Organismo, melhorando a nossa ecologia corporal e mental que vale a pena usar outros métodos para minorar os efeitos iatrogénicos.
É sempre a mesma situação: Há fármacos indispensáveis, mas o seu mau uso ou o seu excesso vai criar sérios problemas. É possível na maior parte das situações dar qualidade de vida e melhor saúde associando terapêuticas diversas das quais eu pratico apenas algumas: Acupuntura auricular, técnica de Nogier, Homeopatia, Cromoterapia e colorpunctura, terapia vibracional, Access Bars, várias terapias psicológicas.
Mas existem muitos outros métodos igualmente bons: terapia de Bowen, quiroprática, osteopatia, fitoterapia, naturopatia.
Mas quando a verdade está só de um lado … quando a Ciência vira Fundamentalismo … quando a Medicina desdiz hoje o que queria impor dogmaticamente ontem…
Pensemos!!! A vacina total das cem mil vacinas em dose única, num só dia, já está na mente de grandes cientistas. Ninguém tenha receio porque a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência.
Morrer ou f**ar doente de forma científ**a será uma honra.
Daniel Matos

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