14/04/2026
Já conheceu alguém que parece quase imune aos efeitos do álcool? A resposta não costuma estar no “treino”, mas sim no ADN. 🧬🍻
Como explico no vídeo, variações nos genes ADH1B e ALDH2 ditam a velocidade a que o seu fígado processa as bebidas alcoólicas. Esta extrema eficiência metabólica acaba por mascarar a típica sensação de embriaguez.
No entanto, é crucial ter atenção a um ponto: não sentir os efeitos imediatos não torna o corpo imune ao impacto do álcool. Pelo contrário, esta “tolerância” genética pode ser uma armadilha. Sem os sinais de alerta da embriaguez, torna-se muito mais fácil cair no consumo excessivo sem perceber, sobrecarregando o fígado e o organismo de forma silenciosa.
Quais são, de facto, as consequências físicas desse consumo excessivo? Esse será tema para outro vídeo. Fique atento!
E você, conhece alguém com esta característica genética? Partilhe este Reel com essa pessoa.