Centro de Psicologia e Terapia da Fala

Centro de Psicologia e Terapia da Fala ESTE PROJECTO TERMINOU NO FINAL DE SETEMBRO DE 2017. OBRIGADO A TODOS!

Serviços especializados de Psicologia e Terapia da Fala para crianças, adolescentes e adultos. A nossa Equipa:

Psicólogos - Ana Parreira, Nuno Almeida e Sousa e Sandra Martins; Terapeutas da Fala - Diana Lança e Sara Catalão. Os preços dos nossos serviços foram ajustados, em termos de Justiça Social, aos rendimentos de quem nos procurou (entre o mínimo de 20 euros e o máximo de 40 euros por consulta).

04/10/2017

Informamos todos os amigos, clientes e seguidores da página do Centro de Psicologia e Terapia da Fala que este Projecto foi concluído no final de Setembro de 2017.

Consideramos que foi um Projecto benéfico para todos os envolvidos, designadamente para as pessoas que recorreram aos nossos serviços, assim como para os técnicos que desenvolveram as suas actividades profissionais neste contexto.

Esclarecemos que todos os profissionais que participaram neste Projecto, continuarão a prestar os seus serviços noutros locais/Instituições, divulgando-se, de seguida, os seus contactos:

- Dra. Ana Parreira, psicóloga clínica, contactos: 968182641; anamrparreira@gmail.com;

- Dra. Diana Lança, terapeuta da fala; contactos: 927862684; tfdianalanca@hotmail.com;

- Dr. Nuno Almeida e Sousa, psicólogo clínico, contactos: 969260503; njasousa@gmail.com; facebook.com/nunoalmeidaesousapsicologo; consultas em Lisboa e no Seixal;

- Dra. Sandra Cameira Martins, psicóloga clínica, contacto: 912649964; consultas em Lisboa, Loures e Odivelas;

- Dra. Sara Catalão, terapeuta da fala, consultas em Mafra, contacto: 962350631.

Obrigado a todos!
Centro de Psicologia e Terapia da Fala

20/09/2017

Entrevista a Cesar Bona, professor espanhol, eleito um dos 50 melhores do mundo

11/09/2017

Entrevista ao psiquiatra e escritor espanhol Enrique Rojas, o homem do momento em Espanha

05/09/2017

Um processo de acompanhamento psicológico contribui para o desenvolvimento da capacidade de pensar do paciente, nomeadamente sobre as consequências esperadas face a determinadas escolhas. Pensar antes de falar/agir? Sim, sem dúvida! Escolhas verdadeiramente conscientes produzem, em norma, melhores resultados do que (re)acções impacientes e precipitadas...

15/08/2017

A forma como cada pessoa justifica o que se passa na sua vida revela muito de si própria, nomeadamente ao nível de dimensões como a autonomia, motivação e confiança. De facto, quando alguém atribui o estado da sua vida, sobretudo a causas externas, o reconhecimento do seu poder pessoal encontra-se diminuído e, mediante esse facto, o mal-estar psicológico tende a manifestar-se, dados os sentimentos de inferioridade e a ansiedade perante um Mundo sentido como muito imprevisível.

Desta forma, muitas vezes a psicoterapia serve como um recurso especialmente importante para (re)construir o poder pessoal dos pacientes, melhorando a consciência das suas reais competências e a responsabilidade natural face às decisões que vão assumindo. Por conseguinte, nas pessoas que beneficiam deste tipo de processos, tende a suceder uma passagem gradual da esperança, em maior ou menor grau, face a alguém que as ajude, para a confiança crescente de que são capazes de se ajudarem a si próprias e construírem, progressivamente, aquilo que desejam para as suas vidas.

Nuno Almeida e Sousa - Psicólogo Clínico e da Saúde

(Nota: a frase, citada na imagem, é um provérbio italiano)

08/08/2017

As crianças tendem a compreender, facilmente, mesmo que não gostem, que os pais necessitam de trabalhar, assim como, elas próprias, precisam de estudar. Assim, não será devido a esses períodos que o afastamento das figuras parentais pode provocar ressentimentos persistentes nas crianças, porque a verdade dos deveres quotidianos não permite muito tempo para estarem, realmente, juntos. Exceptuando os casos dos pais que trabalhem aos sábados e/ou domingos, os fins-de-semana podem ser considerados pequenas réplicas das férias e, nessas alturas, ocorre, inevitavelmente, o estímulo para momentos descontraídos e alegres entre os pais e as crianças. É certo que, ainda assim, alguns deveres domésticos surgem nos fins-de-semana, assim como a necessidade do simples descanso de todos, mas é importante não esquecer a necessidade maior da felicidade partilhada, a qual, aliás, poderá ser também vivida nas próprias tarefas domésticas e nos momentos de descanso, desde que a componente lúdica e de diversão conjunta seja, de algum modo, integrada.

No entanto, existe um tempo em que as obrigações, adultas e infantis, não podem mais servir de pretexto para justificar o escasso convívio familiar: a altura em que as férias escolares dos filhos coincidem com as férias profissionais dos pais. E os pais sabem disso e as crianças também, mesmo que uns ou outros se esforcem por esquecer esse facto, nomeadamente em famílias em que os conflitos ou as negligências relacionais sejam muito intensos.

As férias em família são, assim, os últimos redutos da expressão amorosa entre pais e filhos. Se não existe bem-estar na família nessas alturas, como poderá existir noutras? É um tempo de base, de fortalecimento de uma segurança básica de amar e ser amado. Alguns podem se esquecer disso, mas todos sentirão esses momentos num aumento ou diminuição da esperança, assim como num reforço ou degradação do sentimento de pertença. E não serão, naturalmente, as crianças as principais responsáveis por tais resultados. Cabe aos pais recordarem uma das suas funções essenciais: serem os principais educadores para a alegria e união nas relações humanas. E como se transmite isso às crianças? Dando-lhes momentos reais dessa natureza.

Nuno Almeida e Sousa - Psicólogo Clínico e da Saúde

12/07/2017

Tenho sugerido com frequência às pessoas para tratar com bondade, generosidade e desvelo a criança que sempre carregam dentro de si.

Carl Rogers

07/07/2017

Quando o mal-estar psicológico persiste, o orgulho e a vergonha podem bloquear um natural pedido de ajuda. Por isso, a concretização de um pedido de auxílio a nível psicológico é uma clara prova de força mental em relação a resistências que dificultam o processo de mudança.

Estar, frequentemente, triste, irritado, ansioso ou abatido, devem ser considerados sinais de alarme, ou seja, desde logo «pedidos de ajuda interiores». Porém, não é fácil enfrentar sozinho um processo de mudança, dado que tendem a existir hábitos mentais e comportamentais muito enraizados, os quais dificultam o investimento em crenças e estratégias de acção diferentes para alcançar o bem-estar.

É preciso alguma coragem para pedir ajuda, sim, mas esse constitui um primeiro passo dado na superação do sofrimento, porque, realmente, só é possível ajudar alguém que queira ser ajudado.

Nuno Almeida e Sousa - Psicólogo Clínico e da Saúde
Consultas em Lisboa e no Seixal

03/07/2017

As experiências de convívio são muito importantes na relação de uma criança com os seus pais, uma vez que são, potencialmente, momentos de partilha real de alegria, os quais levam a criança a interiorizar a ideia vital de ser amada.

No entanto, por vezes, existe uma interferência à fluidez do bem-estar entre pais e filhos, dado que, pelo menos, um dos seus elementos não gosta, suficientemente, de uma determinada actividade lúdica escolhida. Apesar da boa vontade dos pais, as crianças apercebem-se quando não estão a gostar de brincar com ela, podendo concluir, através dessas experiências, que são pouco amadas. Por outro lado, os pais poderão julgar que os seus filhos devem gostar de determinadas brincadeiras ou actividades de lazer, nomeadamente por serem interpretadas como adequadas à idade ou ao género das crianças, mas nem sempre elas gostam verdadeiramente dessas experiências.

A alegria não deve ser confundida como um dever, quer para pais quer para filhos, mas sim como uma expressão de espontaneidade emocional. De facto, é possível obrigar alguém a fazer algo, mas não é possível impor a experiência subjectiva do gostar.

Assim, um adequado desenvolvimento do convívio entre pais e filhos, passará por identificar e escolher interesses lúdicos comuns, de modo a produzir as melhores situações possíveis: momentos familiares de alegria genuína... porque é sentida por todos!

Nuno Almeida e Sousa - Psicólogo Clínico e da Saúde

25/06/2017
Queres «dançar»?Uma qualquer relação entre duas pessoas é uma dinâmica interactiva que pode se manifestar de inúmeras fo...
06/06/2017

Queres «dançar»?

Uma qualquer relação entre duas pessoas é uma dinâmica interactiva que pode se manifestar de inúmeras formas e se alterar ao longo do tempo. Mas é preciso perceber bem que «dança» é essa, em cada momento, de modo a aceitarmos ou não determinado convite, ajustarmo-nos a essa interacção se assim o entendermos, e sermos mais activos ou passivos na sua condução.

Particularmente, a «dança» psicoterapêutica passa, muitas vezes, por treinar com o paciente «movimentos» tranquilos, confiantes e compreensivos. Este serviço será tão mais relevante quanto mais habituada uma pessoa estiver a dinâmicas interpessoais impacientes, inseguras ou confusas.

Neste sentido, a psicoterapia é uma «dança» relacional muito particular, na medida em que o psicoterapeuta deverá se ajustar, em cada momento, às necessidades de desenvolvimento pessoal do paciente, promovendo uma maior consciência do seu ritmo natural face à vida e dos «passos» que escolhe dar nas relações humanas.

Nuno Almeida e Sousa - Psicólogo Clínico e da Saúde

Endereço

Rua Da República Nº 60 2º Andar
Loures
2670-469

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Centro de Psicologia e Terapia da Fala publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Centro de Psicologia e Terapia da Fala:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram