Funerária O Convento

Funerária O Convento A Funerária O Convento tem à disposição dos seus clientes um grande leque de serviços, funerais
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Fundada em 2018, a funerária “O Convento” é fruto do sonho de duas vidas, a de Tiago Santos e de Gonçalo Carvalho. Cansados de uma vida monótona, em que trabalhavam apenas para se sustentarem, decidiram mudar de vida e fazerem o que realmente lhes preenchesse a alma e o coração. Duas pessoas bastante sociais e que criam facilmente empatia com os outros, queriam fazer diferença na vida de alguém! E

são nos momentos de perda e de dor extrema, que é preciso apoio, tolerância, compreensão e amor… Assim, não são apenas mais uma funerária, mas sim, dois humanos que se juntaram para estar lado a lado de alguém num momento difícil para apoiar em tudo, para darem a mão e, juntos, percorrerem este trilho difícil. A diferença está nas palavras, nos gestos, no carinho... no diálogo de um olhar... Querem que seja um momento o mais sereno possível dentro da complexidade de sentimentos. Também tratam de toda a burocracia para retirar todo esse peso de cima, para que não tenha de pensar em nada, de forma a não gerar mais sentimentos e pensamentos negativos.

Há um tema sobre o luto que muitas pessoas desconhecem e que é profundamente importante: não existe uma forma “certa” de...
20/04/2026

Há um tema sobre o luto que muitas pessoas desconhecem e que é profundamente importante: não existe uma forma “certa” de viver o luto.

Durante muito tempo criou-se a ideia de que o luto acontece por fases organizadas — negação, raiva, aceitação — como se todos passassem pelo mesmo caminho, na mesma ordem. Mas a realidade é bem diferente. O luto pode surgir em ondas: num dia a pessoa sente-se estável, no outro uma música, um cheiro ou uma data especial pode trazer tudo de volta.

Também há lutos invisíveis, pouco falados: o luto por alguém que ainda está vivo mas mudou (como numa doença), o luto por uma relação que terminou, por uma casa deixada para trás, por uma versão de nós que já não existe.

Outro ponto interessante é que superar não signif**a esquecer. Muitas pessoas não “fecham um ciclo” — aprendem antes a integrar a ausência na vida. Continuam a amar, a recordar e a seguir em frente ao mesmo tempo.

Falar de luto é importante porque normaliza emoções que muitos vivem em silêncio: culpa, alívio, saudade, confusão, até momentos de alegria em meio à dor. Tudo isso pode coexistir.

À medida que o tempo passa, o futuro começa a f**ar para trás. E percebemos, talvez tarde demais, que quanto mais avança...
19/04/2026

À medida que o tempo passa, o futuro começa a f**ar para trás. E percebemos, talvez tarde demais, que quanto mais avançamos, mais perto f**amos de tudo o que deixámos por viver.

Doem menos os erros do que as tentativas adiadas. O erro passa. O que não fizemos f**a.

Há coisas que não fizemos por preguiça. Outras por comodismo. Algumas por falta de tempo, como se o tempo alguma vez sobrasse. Outras por falta de oportunidade, à espera do momento certo que nunca chegou.

Também houve as que não fizemos por orgulho. Por teimosia. Por essa necessidade absurda de parecer fortes quando, no fundo, só estávamos a fugir.

E houve, sobretudo, as que não fizemos por medo.

Medo das consequências. Da opinião dos outros. De falhar. De sofrer. De gostar demais. Medo de querer mais, mesmo que fosse só um pouco.

Mas só um pouco pode mudar tudo.

Há quem tema cair. Há quem tema voar. E talvez voar assuste mais, porque exige uma liberdade para a qual nem sempre estamos preparados.

Aquilo que não fizemos não desaparece. Volta no silêncio da noite, em forma de pergunta. Surge como sombra do que podia ter sido. Como fantasma de uma vida cheia de coisas que nunca chegaram a acontecer.

O não vivido permanece.

Por isso, não queria deixar nada por fazer. Nada por sentir. Nada por dizer.

Nem sempre se consegue. Muitas vezes chegamos tarde a nós próprios.

Ainda assim, escrevo.

Escrevo para que a memória do que não fiz não seja maior do que a coragem do que ainda posso fazer. Escrevo para preencher, com palavras, o lugar vazio das ausências.

Porque enquanto houver tempo, ainda não é tarde.

Há momentos em que o mundo continua a girar…mas dentro de nós tudo abranda.Ficamos ali, entre o que fomos e o que ainda ...
17/04/2026

Há momentos em que o mundo continua a girar…
mas dentro de nós tudo abranda.

Ficamos ali, entre o que fomos e o que ainda estamos a tentar ser,
a ouvir o barulho dos pensamentos como quem ouve o mar —
intensos, desordenados, inevitáveis.

E talvez a vida seja mesmo isso:
não ter todas as respostas,
mas continuar a olhar em frente,
mesmo quando não sabemos exatamente para onde vamos.

Porque, no fundo, crescer é aprender a f**ar…
sem fugir de nós.

Nem todas as flores dizem o mesmo.A tulipa carrega um signif**ado silencioso, mas profundo:amor verdadeiro, respeito e u...
16/04/2026

Nem todas as flores dizem o mesmo.

A tulipa carrega um signif**ado silencioso, mas profundo:
amor verdadeiro, respeito e uma despedida feita com delicadeza.

É uma forma simples de homenagear…
mas cheia de intenção.

Porque há sentimentos que não precisam de palavras —
apenas de presença. 🌷



Funerária O Convento
📍 Av. São Silvestre 7 R/C, Lousã
📞 918 585 904
✉️ funerariaoconvento@gmail.com

A opinião de cada pessoa que se cruza no nosso caminho é muito importante para nós. 💙Deixe também a sua no Google Maps o...
15/04/2026

A opinião de cada pessoa que se cruza no nosso caminho é muito importante para nós. 💙

Deixe também a sua no Google Maps ou nos comentários:
https://g.page/r/CbsbvFLv1gUkEBM/review

Há momentos em que tudo falha.O plano, a direção, a segurança — desaparecem.Ficas suspensa entre o que eras e o que aind...
14/04/2026

Há momentos em que tudo falha.
O plano, a direção, a segurança — desaparecem.
Ficas suspensa entre o que eras e o que ainda não sabes ser.

E é aí que assusta.
Não pela queda em si, mas pelo vazio.
Pela sensação de não haver chão para onde voltar.

Mas há uma verdade que ninguém te ensina antes:
o chão, muitas vezes, era apenas uma ilusão de controlo.

Porque quando cais… não estás a perder tudo.
Estás, pela primeira vez, sem nada a prender-te.

Sem certezas.
Sem apoios falsos.
Sem o peso de ter de manter aquilo que já não eras.

E no meio dessa queda —
quando já não há mais nada a que te possas agarrar —
acontece algo inesperado:

tu não te desfazes.
tu ajustas-te.

O corpo aprende.
A mente abre.
E algo dentro de ti começa a fazer o que sempre soube… mas nunca precisou.

Voar.

Não com asas visíveis.
Mas com coragem.
Com desapego.
Com uma versão tua que só existe depois de tudo o resto cair.

Por isso, às vezes… cair não é o fim.
É o momento exato em que deixas de resistir
e começas, finalmente, a descobrir até onde consegues ir.

Sonha. Não foste feito para f**ar imóvel, nem para te desfazeres no tempo como areia levada pelo vento. Sonha. Porque é ...
12/04/2026

Sonha. Não foste feito para f**ar imóvel, nem para te desfazeres no tempo como areia levada pelo vento. Sonha. Porque é no sonho que nasce o impulso, é nele que começa qualquer caminho.

Sem sonho, não há avanço — há apenas permanência. E permanecer, quando a vida pede movimento, é uma forma silenciosa de desistir. Não se chega a lugar nenhum sem antes desejar ir. E desejar, no fundo, é já começar.

A vida não é um quadro pendurado numa parede, imóvel, intocável, à espera que alguém lhe limpe o pó. A vida respira, inquieta-se, chama. E tu com ela.

As almas não foram feitas para molduras. Não cabem em limites fixos nem em linhas definidas. São movimento. São viagem. São um bater constante que empurra para a frente, mesmo quando o medo pede recuo.

Somos feitos de céu — vastos, abertos, sem fim à vista. E somos nascente — lugar onde tudo começa, onde brota aquilo que nos sustenta por dentro.

E no centro de tudo isso, há uma fonte única, indispensável, inevitável:
os sonhos.
Porque é deles que nasce a vontade.
E é a vontade que, no fim, nos mantém vivos.

Em países como a Índia, o branco é a cor associada à morte, à paz e ao desapego. Em vez de escuridão, simboliza a libert...
09/04/2026

Em países como a Índia, o branco é a cor associada à morte, à paz e ao desapego. Em vez de escuridão, simboliza a libertação da alma e o fim de um ciclo.

Enquanto no Ocidente o preto representa ausência e dor, noutras partes do mundo o branco fala de continuidade, de passagem… quase como um recomeço.

A forma como lidamos com a morte diz muito mais sobre os vivos do que sobre quem parte.

Missa de 7º dia e agradecimento Alberto FerreiraRua Flor da Rosa, LousãA sua famíliaParticipa a todas as pessoas das sua...
09/04/2026

Missa de 7º dia e agradecimento
Alberto Ferreira
Rua Flor da Rosa, Lousã

A sua família
Participa a todas as pessoas das suas relações e amizades que manda celebrar missa de 7º dia pela alma do seu ente querido.

Cerimónia
SÁBADO, 11 DE ABRIL 2026 | 18H00 | IGREJA MATRIZ DA LOUSÃ

Na impossibilidade de o fazer pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que se incorporaram nas cerimónias fúnebres ou que de qualquer outro modo lhe manifestaram o seu pesar pela hora difícil que acabam de passar.

A todos a sua eterna gratidão.

Sua família participa a todas as pessoas das suas relações e amizades que manda celebrar missa de 7º dia pela alma do seu ente querido.

Havia sempre uma voz na cozinha.Não era preciso olhar.Sabíamos que estava lá — entre o chiar da panela, o bater da colhe...
07/04/2026

Havia sempre uma voz na cozinha.

Não era preciso olhar.
Sabíamos que estava lá — entre o chiar da panela, o bater da colher, o silêncio de quem estava a ouvir.

O rádio não era só som.
Era companhia. Era mundo. Era ligação a tudo o que f**ava longe demais para se ver.

As notícias chegavam baixinho,
as músicas f**avam no ar,
e, sem dar por isso, a casa deixava de estar vazia.

Havia dias em que ninguém falava muito.
Mas o rádio falava por todos.

E talvez por isso…
o silêncio de hoje soa diferente.

Porque já não tem voz.

É difícil esperar.Não pela demora — mas pelo silêncio que a acompanha.Esperar é um espaço estranho entre aquilo que fomo...
06/04/2026

É difícil esperar.
Não pela demora — mas pelo silêncio que a acompanha.

Esperar é um espaço estranho entre aquilo que fomos e aquilo que ainda não sabemos se seremos. Um lugar onde o controlo nos escapa devagar, onde as certezas deixam de ter voz e onde, muitas vezes, só nos resta f**ar… e sentir.

Há esperas que nascem da confiança — uma fé tranquila de que tudo se alinhará, mesmo sem sabermos como. E há outras que nascem do medo — um aperto no peito, uma dúvida persistente, uma inquietação que não nos larga. Esperamos porque acreditamos. Esperamos porque já não sabemos se conseguimos voltar a acreditar.

É difícil esperar quando tudo em nós quer correr.
Quando o impulso grita mais alto do que a razão.
Mas também é difícil esperar quando já caímos — quando o tempo não acelera, quando cada passo custa, quando reaprender a caminhar exige mais coragem do que qualquer partida.

Há uma solidão própria da espera.
Mesmo rodeados de gente, há momentos em que ninguém pode esperar por nós. Porque certas travessias são interiores, silenciosas, inevitavelmente nossas. E é aí que a espera pesa mais — quando não pode ser partilhada, quando não pode ser explicada.

Esperamos respostas.
Esperamos sinais.
Esperamos por algo que, muitas vezes, nem sabemos nomear.

E, no entanto, há alturas em que esperar é tudo o que nos é permitido. Não por falta de ação, mas por respeito ao tempo — esse tempo que não se força, que não se apressa, que não responde à urgência do nosso querer.

Esperar também é um ato de coragem.
Porque exige f**ar quando fugir seria mais fácil.
Exige confiar quando duvidar parece mais seguro.
Exige permanecer quando tudo em nós pede mudança imediata.

Mas a espera não é sempre nobre.
Às vezes, é fuga disfarçada.
Às vezes, é medo vestido de paciência.
Às vezes, esperar é adiar o que já sabemos que precisa de decisão.

E é nesse equilíbrio frágil que a vida acontece.

Entre esperar e agir.
Entre confiar e desistir.
Entre dar tempo ao tempo… e perceber quando o tempo já deu tudo o que tinha para dar.

É difícil esperar.
Porque, no fundo, nunca sabemos verdadeiramente o que nos espera.

E talvez seja exatamente por isso que esperamos.

Faleceu  Carlos Alberto Monteiro Simões Natural e residente em Coimbra Pai de: Paula Maria Rosa Dias Monteiro SimõesSogr...
06/04/2026

Faleceu
Carlos Alberto Monteiro Simões
Natural e residente em Coimbra
Pai de: Paula Maria Rosa Dias Monteiro Simões
Sogro de: Eduardo Henriques
Avô de: Filipa Henriques
Sua família cumpre o doloroso dever de participar o falecimento do seu ente querido, realizando-se o seu funeral.
Cerimónias Fúnebres
TERÇA-FEIRA, DIA 07 DE ABRIL 2026 | 11H30 | NO COMPLEXO FUNERÁRIO MUNICIPAL DE COIMBRA
Onde serão realizadas as cerimónias fúnebres, findas quais será cremado.
Nota: O corpo encontrar-se-á em câmara ardente, segunda-feira, dia 06, na Sala de Velório do Complexo funerário Municipal de Coimbra, a partir das 15H00.

"Não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho."
Santo Agostinho

Sua família cumpre o doloroso dever de participar o falecimento do seu ente querido, realizando-se o seu funeral.

Endereço

Avenida São Silvestre, 7
Lousã
3220-203

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