09/02/2021
⚠️ LEGENDA 🧐
👉🏼 Todos já tivemos emoções como stress, ansiedade, tristeza ou insegurança no nosso quotidiano, as quais acabamos por lidar e ultrapassar. A sua resolução pode ocorrer porque o agente causador desapareceu ou por autogestão (estratégias de coping).
👉🏼 Por outro lado, existem situações em que essas emoções não são geridas e permanecem bloqueadas por tempo indefinido, ou seja, trata-se de um transtorno ou disfunção emocional. Este tempo vai depender da constante presença do agente causador ou da fraca/ausência de estratégias que ajudam a gestão da emoção.
👉🏼 Como sabemos, a presença de um estado emocional alterado pode alterar o nosso bem-estar como reduzir o apetite ou diminuir a qualidade de sono. Neste prisma, torna-se fácil compreender que é igualmente possível desenvolver um sintoma muscular, através do aumento da tensão muscular ou por uma má postura adquirida (por exemplo, quando estamos tristes, temos a tendência de adquirir uma postura fletida, a famosa postura de “cabisbaixo”.
👉🏼 Existem dois fatores da disfunção emocional que influenciam o aparecimento de sintomas:
💥 Severidade
⌚ Duração
Por um lado, a manifestação de uma forte tristeza, ansiedade ou frustração pode despoletar o aparecimento de uma dor, ainda que não seja de imediato, dificultando a sua associação com o estado emocional.
Por outro lado, a presença de um estado emocional que se prolonga durante semanas, meses ou anos pode causar um quadro clínico “crónico”, em que este sintoma vai tendo picos de melhoria e agravamento, conforme os picos do estado emocional.
👉🏼 Apesar de não termos noção, é frequente o alívio ou o desaparecimento de sintomas após a resolução do estado emocional. Talvez já tenha experienciado estar ansioso e quando essa emoção desaparece, sente-se melhor, mais leve ou com mais energia.
🤓 Em suma, o nosso estado emocional pode contribuir com o aparecimento de sintomas musculares, sendo importante incluir outras disfunções que já estejam presentes.