Gabinete de Assistentes Sociais Privados

Gabinete de Assistentes Sociais Privados Este é um gabinete de AS privados que trabalham para e com a população que deles necessita.

A infantilização da pessoa maior continua a ser uma realidade presente no nosso dia a dia. Ainda ouvimos, com demasiada ...
29/12/2025

A infantilização da pessoa maior continua a ser uma realidade presente no nosso dia a dia. Ainda ouvimos, com demasiada naturalidade, que “os velhos voltam a ser crianças”, como se, ao envelhecer, perdessem a capacidade de compreender, decidir e participar ativamente na sua própria vida. Esta visão não só é injusta, como profundamente arrepiante, refletindo formas subtis de preconceito, associadas ao Idadismo.
Mesmo quando não há intenção de magoar, estas atitudes deixam marcas: palavras em tom de brincadeira, diminutivos usados como se falássemos com uma criança, decisões tomadas sem consulta, conversas das quais são excluídos… tudo isto contribui para que a pessoa se sinta diminuída, pouco valorizada, quase que invisível.
A comunicação não deve ser guiada pela idade, mas pela pessoa, e devemos adequar a nossa linguagem à capacidade cognitiva, ao nível de escolaridade, às dificuldades visuais ou auditivas, nunca à ideia preconcebida de que “idoso entende menos”. Da mesma forma, o excesso de cuidados, ainda que motivado por amor, pode ser sufocante. Retirar a oportunidade de fazer pequenas tarefas, impor rotinas ou substituir a autonomia por conveniência é, muitas vezes, retirar também a vontade de viver.
A quem cuida, f**a o convite: ajude apenas quando for realmente necessário; permita que a pessoa faça o que ainda consegue fazer, mesmo que mais devagar; procure ouvir antes de decidir por ela. Autonomia não é um detalhe, é dignidade!
É verdade que, em algum momento, podemos sentir que nos tornamos “pais dos nossos pais”. Mas isso não signif**a inverter os papéis. Eles continuam a ser quem sempre foram: protagonistas da sua própria história.

Dra. Lília Mendes- Assistente social Privada
📞 928 065 535
📧 lmassistentesocial24@gmail.com
📍 Atendimento em Farmácia Alfeirão, Vila Nova de Milfontes
🔗 facebook.com/liliacmendes

Apesar de vivermos num mundo dividido entre natais de riqueza, esbanjamento, glamour, hipocrisia, cinismo, manipulação, ...
23/12/2025

Apesar de vivermos num mundo dividido entre natais de riqueza, esbanjamento, glamour, hipocrisia, cinismo, manipulação, fingimento e pobreza, fome, guerra, morte, solidão, tristeza, injustiça.... queremos desejar que a Consciência possa entrar nos vossos coracões permitindo-vos olhar dentro e encontrarem uma réstia, que seja, da vossa centelha divina!
Boas Festas a todos os nossos clientes e a todos os que nos leêm e seguem :) Bem hajam por merecermos a vossa Confiança!

Dezembro é um mês em que se multiplicam ações de voluntariado, festas, atividades de animação e as famílias sentem a “ob...
22/12/2025

Dezembro é um mês em que se multiplicam ações de voluntariado, festas, atividades de animação e as famílias sentem a “obrigação” de olhar para quem é mais velho: “Pode ser o último Natal do meu pai ou da minha mãe!” Vestem-se de gestos e atitudes para que a consciência não pese;

Mas aos mais velhos, alguém os ouve?

D. Maria deixou de gostar do Natal no ano em que o marido faleceu. Não quer fazer Árvore de Natal, não quer comer Bolo Rei. Fazia isso tudo em conjunto com o marido e dói muito que ele não esteja cá. No Natal gosta de estar sozinha, com os seus pensamentos, a ouvir a missa do galo na Rádio.

Sr. Joaquim tem 5 filhos espalhados pelo Mundo. Só um consegue vir a Portugal no Natal. Nunca mais os conseguiu juntar. Porque razão tem de ir a casa de um filho, no Natal, se lhe faltam os outros? Prefere lembrar-se das noites de consoada em que tinha uma mesa farta de filhos.

D. Clara tem demência. Vive numa Instituição. Em Dezembro, a animadora coloca músicas de Natal e incentiva os residentes a cantar e a dançar. D. Clara f**a agitada e chora muito quando as ouve. A animadora não conhece as memórias de D. Clara. As atividades são para todos! E quem é que não gosta de músicas de Natal?

Sr. Manuel tem uma família numerosa. É no Natal que se juntam. É o dia em que vê e abraça filhos e netos. Contam histórias, jogam jogos, comem doces. O único dia em que se sente verdadeiramente feliz.

O Natal desperta emoções: umas boas, outras más. Relembra saudades de quem já partiu ou do que já se teve, de filhos pequenos, de maridos ou esposas, de comidas, de cheiros, de conforto e alegrias. Para as pessoas maiores é uma época tramada…

Mas deixe-me contar-lhe um segredo: As pessoas maiores querem presença! Presença de quem cá está: filhos, netos, vizinhos, cuidadores… Uma presença que não se esgota no mês de Dezembro, mas que se multiplica pelos restantes meses do ano.

No Natal, todos querem fazer algo, mas depois nos restantes meses, a pessoa maior torna-se invisível.

Não seria bom replicar tudo isto? Nem que seja um jantar no dia 24 de cada mês.
Afinal qualquer mês pode ser o último em que o pai ou a mãe cá estejam!
Já pensou nisso?

eucuido.te@gmail.com

A Mediação Familiar tem competência para intervir em diversos tipos de conflitos familiares e pode ser utilizada no âmbi...
18/12/2025

A Mediação Familiar tem competência para intervir em diversos tipos de conflitos familiares e pode ser utilizada no âmbito do processo de divórcio.
Durante o processo de Mediação podem ser construídos diverso acordos, destacando de entre estes o acordo relativo à regulação do regime de responsabilidades relativamente a animais de companhia;
No que respeita aos animais de companhia, o direito português prevê regras específ**as em caso de divórcio ou separação, embora não exista uma equiparação direta ao regime aplicável às responsabilidades parentais relativamente a filhos menores.
Quando existe um acordo sobre o destino do animal de companhia, devem ser ponderados aspetos como a pessoa a quem o animal será confiado e a possibilidade de definir um regime de visitas, permitindo que ambos os cônjuges mantenham contacto
com o animal.
Nesse acordo, devem ser considerados os interesses de cada cônjuge, o bem-estar dos filhos e, naturalmente, o bem-estar do próprio animal.
Em algumas situações, quando os filhos têm uma forte ligação com o animal de companhia, pode ser acordado que este siga o mesmo regime de visitas e permanência das crianças, evitando assim que se separem.
As despesas associadas ao animal, como alimentação, cuidados veterinários e outros encargos, devem ser repartidas entre os cônjuges, de acordo com o que for estabelecido no acordo. Este deve sempre privilegiar o bem-estar do animal, tendo em conta as suas necessidades e o ambiente onde irá permanecer.
O acordo final deve ser reduzido a escrito e anexado ao requerimento de divórcio, sendo posteriormente homologado pelo Conservador do Registo Civil.
Se o seu divórcio for por mútuo consentimento, pode recorrer à Mediação Familiar para apoiar e facilitar todo o processo.

📞 Contacte a Dra Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma

O envelhecimento é um processo biológico natural e multifacetado, marcado por alterações fisiológicas, cognitivas e emoc...
15/12/2025

O envelhecimento é um processo biológico natural e multifacetado, marcado por alterações fisiológicas, cognitivas e emocionais que ocorrem ao longo do tempo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o envelhecimento saudável envolve a manutenção da funcionalidade e da autonomia, promovendo qualidade de vida e bem-estar na terceira idade. Esse processo refere-se às mudanças celulares, hormonais e metabólicas que podem afetar desde a massa muscular até a capacidade sensorial, tornando fundamental a implementação de estratégias que promovam a longevidade com dignidade.
Envelhecer em casa, preserva a familiaridade, o convívio social, promove maior autonomia e contribui para a conservação da identidade. Reduz o risco de isolamento social e melhora e saúde mental. Estudos indicam que pessoas maiores que permanecem nos seus lares apresentam menor incidência de depressão, maior satisfação com a qualidade de vida e melhor funcionamento cognitivo.
A “relíquia” de envelhecer bem em casa envolve uma série de cuidados especializados, adaptações no domicílio e apoio social, sempre que sejam necessários, como a instalação de pisos antiderrapantes, barras de apoio, iluminação adequada e a presença de uma rede de suporte familiar ou de cuidadores qualif**ados.
Segundo o filósofo Gaston Bachelard, na Poética do Espaço, “a vida começa bem, começa fechada, protegida, agasalhada no regaço da casa” (2000, p.26), ou seja, começa de forma acolhedora, dentro de casa. A casa é, para muitas pessoas, o espaço que acompanha todo o ciclo de vida, onde produzimos sentimentos e lembranças, onde se vivem momentos de alegria, de conforto e de desafios, desde o nascimento até ao falecimento.
Envelhecer, em casa, é uma estratégia ef**az para uma velhice mais saudável, feliz e autónoma.
A velhice deve ser uma recompensa, não uma punição e a sociedade deve assegurar condições que garantam autonomia e bem-estar, nesta fase de vida da pessoa maior.

Já pensou em como transformar a sua casa num espaço mais acolhedor e seguro para envelhecer com dignidade?

Contacte-nos!
Maedra Sénior - Sta Maria da Feira - Serviço de Apoio a Famílias
E-mail: maedrasenior.smfeira@gmail.com

Pela lei da vida nascemos, crescemos, constituímos família (ou não), os nossos filhos crescem, seguem a vida deles, vão ...
08/12/2025

Pela lei da vida nascemos, crescemos, constituímos família (ou não), os nossos filhos crescem, seguem a vida deles, vão morrendo os nosso pais, tios, familiares mais velhos e um dia chega a nossa hora.
Mas, e quando a lei da vida se inverte?
E quando os irmãos mais velhos assistem à “partida” dos irmãos mais novos?
E quando os pais “perdem” não um, mas ambos os filhos?
E quando os pais vão f**ando para tratar dos funerais, das burocracias, e para fazer sozinhos e sem apoio todo o processo de luto?
A vida passa e quando se dão conta não têm mais ninguém. Os familiares próximos faleceram, e eles vivem envoltos numa tristeza e numa depressão profunda.
O que fazer? A quem recorrer quando não há “mais ninguém” para recorrer?
Pode recorrer a um Assistente Social privado, um profissional qualif**ado que de uma forma humanizada e através de um diagnóstico social, faz um levantamento de todas as necessidades do cliente e de acordo com as respostas/recursos disponíveis na comunidade propõe soluções que permitam combater a depressão, o isolamento social e promover o bem-estar, a melhoria da qualidade de vida, aliviando a dor de quem sofre, mostrando-lhes que vale a pena continuar a viver.
Um Assistente Social privado é muito mais que um profissional qualif**ado, é alguém com quem pode sempre contar.
Se precisa de um Assistente Social privado não hesite em contactar: maedrasenior.beja@gmail.com ou 926617842

22/11/2025

⚠️ Muito importante.👇

O Direito Fundamental à Não Discriminação e exercício de DefesaSabia que tem O direito à não discriminação?Este direito ...
18/11/2025

O Direito Fundamental à Não Discriminação e exercício de Defesa
Sabia que tem O direito à não discriminação?
Este direito é um princípio fundamental consagrado na Constituição da República Portuguesa e em várias leis específ**as, que garantem a todos os cidadãos serem tratados com igualdade, dignidade e respeito, independentemente da sua origem, deficiência, condição social, ou qualquer outra característica pessoal.
Em Portugal, a Lei n.º 46/2006, de 28 de agosto, é a principal legislação que protege as pessoas contra a discriminação com base na deficiência ou risco agravado de saúde. Esta legislação assegura que ninguém pode ser prejudicado ou tratado injustamente devido a essas condições, seja no acesso a serviços, ao emprego, à educação ou em outras áreas da vida.
É fundamental que todos saibam que a defesa contra atos discriminatórios é um direito e um dever cidadão. Se alguma vez se sentir vítima de discriminação, ou presenciar um caso, deve agir e expor a situação no próprio local ou através de mecanismos ou ferramentas para o efeito.
Nesse sentido, o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) disponibiliza um formulário simples e acessível para apresentar queixas de discriminação: Formulário de Queixa por Discriminação - INREste é um instrumento oficial que permite denunciar práticas discriminatórias, ajudando a garantir que os direitos de todos sejam respeitados e que a justiça seja feita.
Saiba mais e faça sua queixa aqui:
https://www.inr.pt/pt/queixa-por-discriminacaoJá se sentiu descriminado? Já assistiu a uma situação? Já expôs e nada aconteceu?
Conheça os seus direitos, use os recursos disponíveis e contribua para um país mais justo e inclusivo.
Defender o direito à igualdade é um compromisso de toda a sociedade

Se gostava de saber mais sobre este e ouros direitos seus contacte a Dra Ana SOfia Mota através da sua página Seres Brilhantes

A Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR) é uma tipologia da RNCCI vocacionada para pessoas com dependência funci...
10/11/2025

A Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR) é uma tipologia da RNCCI vocacionada para pessoas com dependência funcional moderada a grave, que necessitam de cuidados de saúde, reabilitação e apoio psicossocial durante um período mais alargado. A estadia pode durar entre 30 e 90 dias, e o foco é a recuperação progressiva da autonomia e funcionalidade, promovendo o regresso a casa ou, em alguns casos, a outra resposta mais adequada.

A UMDR acolhe, por exemplo, utentes com sequelas de AVC, fraturas com perda de mobilidade, doenças neuromusculares, situações de descompensação de doenças crónicas, entre outros quadros clínicos com impacto direto na autonomia. Os critérios de admissão incluem a existência de potencial de recuperação, necessidade de cuidados clínicos e terapêuticos regulares, e suporte social passível de ser restabelecido.

A intervenção nesta unidade é intensiva e baseada em programas terapêuticos individualizados, com foco na reabilitação física, motora, cognitiva e emocional. A equipa é composta por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, terapeutas da fala, psicólogos, assistentes sociais e técnicos auxiliares.

Ao longo da permanência, é implementado um Plano Individual de Intervenção (PII) com objetivos concretos, continuamente monitorizado e ajustado. As UMDR garantem também um acompanhamento da família e cuidadores, preparando-os para a fase pós-internamento.

Além do cuidado direto, estas unidades funcionam como espaço de readaptação e treino para a vida diária, promovendo o reforço das competências e da autoconfiança do utente. A articulação com os cuidados primários, hospitais e serviços sociais é essencial para garantir uma transição segura após a alta.

A preparação da alta na UMDR é um processo contínuo e estruturado, ajustado à evolução clínica do utente. Inclui a reavaliação das condições de autonomia, treino de atividades de vida diária, capacitação dos cuidadores informais e articulação com a rede de apoio comunitária, garantindo uma transição segura e sustentada para casa ou para outra resposta adequada.

Para uma alta preparada entre em contacto com
Drª Sophie Soares - Projeto Aidda Aidda
932499764 projetoaidda@gmail.com

D. Luísa tem 98 anos e 2 filhos: Sofia e Pedro.Vive na sua casa. Como a idade é muita e já tem tido algumas quedas, os f...
03/11/2025

D. Luísa tem 98 anos e 2 filhos: Sofia e Pedro.
Vive na sua casa. Como a idade é muita e já tem tido algumas quedas, os filhos sugeriram integrá-la numa ERPI. D. Luísa recusa e diz que quer morrer em casa.
Pensa-se em alternativas e conseguem uma cuidadora para apoiar a D. Luísa.
Durante o dia a cuidadora ajuda-a na sua higiene, prepara-lhe as refeições, trata da roupa e faz pequenas limpezas.
A cuidadora sai por volta das 18h e Sofia e Pedro, asseguram, à vez, os cuidados à mãe. Querem certif**ar-se que faz a refeição do jantar, que toma a medicação de forma correta e que não se levante de noite e caia.
Os fins de semana são, também, assegurados pelos filhos.
D. Luísa sente-se triste. Apesar de estar na sua casa, tem uma pessoa que é, carinhosa e cuidadosa, mas não deixa de ser uma estranha. Não consegue fazer as suas coisas, ao seu ritmo, pois a cuidadora faz tudo por ela.
Ao final do dia conta com a presença dos filhos mas também não sente prazer nessas visitas. Não lhes quer dar trabalho e sente que eles desorganizam as suas vidas para poderem acompanhá-la ao fim do dia e noite.
Tentaram arranjar uma cuidadora para as noites, mas o valor a pagar por 2 cuidadoras era avultado.
D. Luísa quer dizer o que sente, mas não o faz. Ser velho é difícil! Tem receio de magoar os filhos pois estão a fazer um esforço para poderem cuidar dela.
Sente que o seu desejo de f**ar em casa não é o que pensava. A presença diária dos filhos tem como objetivo vigiar e prestar os cuidados à mãe e não o estar verdadeiramente com ela, sem preocupações, sem pensar na hora do jantar e da medicação.
Sabe que tem muita idade e apesar de ainda fazer as suas coisas, o medo de uma queda ou que se sinta mal e se encontre sozinha mobilizou os filhos para uma superproteção que não a deixa feliz.
Pede muitas vezes, nas suas orações, para partir. Acha que já não está cá a fazer nada.
Sabe que os filhos fazem tudo isto por amor. D. Luísa também os ama. Eles próprios estão com setenta anos e estão a fazer um esforço gigante para que D. Luísa esteja bem.
D. Luísa aceita tudo pois quer estar na sua casa, mas não está feliz. Talvez aceite ir para uma ERPI…

eucuido.te@gmail.com

1. Linguagem centrada na pessoaO foco é a pessoa e não a sua condição!Dizer "pessoa com deficiência" reconhece que a def...
27/10/2025

1. Linguagem centrada na pessoa
O foco é a pessoa e não a sua condição!
Dizer "pessoa com deficiência" reconhece que a deficiência é apenas uma parte da identidade mas não define a pessoa como um todo. A linguagem centrada na pessoa é uma prática fundamental no discurso!

2. "Deficiente" é redutor e estigmatizante
O termo "deficiente" reduz a pessoa à sua limitação. É uma forma de rotular negativamente. Perpetua estereótipos e discriminação e tem impacto social e psicológico.

3. Respeito pelas orientações internacionais e nacionais
Organizações como a ONU, OMS e documentos como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e em Portugal, a Direção-Geral da Educação, a CNOD e outros organismos seguem a mesma linha.

4. A linguagem influencia atitudes
A forma como falamos molda a forma como pensamos. Uma linguagem com respeito e atual contribui para uma sociedade mais empática, consciente e justa. Evitar termos com preconceitos e estereótipos é parte ativa do combate à exclusão.

Qual a alternativa?
Pessoa com deficiência
Pessoa com diversidade funcional (a forma mais atual e progressistas)

Vamos falar menos e fazer mais?

Se tem interesse por saber mais sobre o tema, se precisa de se capacitar ou capacitar a sua equipa siga o trabalho da Dra Ana Sofia Mota - Seres Brilhantes e recorra aos seus serviços!

Nestas situações, é essencial procurar respostas sociais adequadas, que garantam tranquilidade ao sénior e à família.Exi...
23/10/2025

Nestas situações, é essencial procurar respostas sociais adequadas, que garantam tranquilidade ao sénior e à família.
Existem várias opções: Serviço de Apoio Domiciliário, que permite viver em casa com ajuda diária; Centros de Dia, com refeições, cuidados e atividades; Centros de Convívio, que promovem a socialização; Estruturas Residenciais (lares), com acompanhamento permanente; Unidades de Cuidados Continuados, para cuidados de saúde; e Programas de Envelhecimento Ativo, que incentivam exercício, cultura e convívio. Conhecer vantagens e limitações de cada resposta e contar com a orientação de um Assistente Social ajuda a fazer a escolha certa.
É importante verif**ar se a instituição está licenciada pela Segurança Social e cumpre normas de segurança. A localização também é relevante: quanto mais próxima e acessível, mais fácil será manter visitas e ligações à comunidade.
A decisão deve envolver sempre a pessoa sénior. Ouvir a sua vontade e levá-la a conhecer as instituições evita que a decisão seja imposta, transmitindo-lhe confiança e respeito.
As instalações devem ser limpas, seguras e confortáveis, com quartos adequados, espaços comuns agradáveis e zonas exteriores. Devem ser disponibilizados serviços de: alimentação, medicação, cuidados médicos, fisioterapia, transporte e apoio espiritual, entre outros.
A equipa de profissionais deve ser qualif**ada, atenciosa e respeitar rotinas individuais.
Fale com residentes e familiares, observe o ambiente e confirme a reputação da instituição.
Analise ainda os custos e apoios disponíveis (complemento por dependência, Segurança Social, ADSE). Prefira instituições com equipas multidisciplinares, com médicos, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas e auxiliares. Os horários de visita devem ser flexíveis.
Ao considerar segurança, qualidade, serviços, custos e envolvimento da pessoa maior, garante-se uma decisão consciente e um envelhecimento mais digno e feliz.
Para mais informações:
📞 928 065 535
📧 lmassistentesocial24@gmail.com
📍 Farmácia Alfeirão, Vila Nova de Milfontes
🔗 facebook.com/liliacmendes

Endereço

Rua José Maria Da Costa Nº 43, 1ºesq
Mafra
2640-496

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Gabinete de Assistentes Sociais Privados publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram