19/02/2026
A saúde mental não é um campo de te**es. Nem um espaço para improviso.
Nem uma questão para ser resolvida por tentativa e erro.
Ferramentas de inteligência artificial não são acompanhamento psicológico.
Não avaliam risco.
Não reconhecem sinais clínicos graves.
Não têm responsabilidade ética.
Não sabem quando é preciso parar, encaminhar, proteger.
E sim, já existiram consequências reais. Casos graves. Situações de risco. Resultados catastróficos.
Não porque a tecnologia seja “má”.
Mas porque não foi feita para isto.
Um psicólogo não dá respostas automáticas.
Escuta o que é dito — e o que não é.
Avalia contexto, história, vulnerabilidade, risco.
Trabalha com ética, supervisão e responsabilidade clínica.
Quando alguém procura ajuda, está num lugar sensível.
E nesse lugar, não podem haver atalhos.
A inteligência artificial não deve, em circunstância alguma, substituir acompanhamento psicológico ou aconselhamento clínico.
Com saúde mental, não se br**ca.
E no Pausa Para Sentir, isso não é negociável.