Pausa Para Sentir

Pausa Para Sentir Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Pausa Para Sentir, Psicólogo/a, Rua Augusto Simões, número 1474, rés do chão, loja 0. 3, Maia.

A saúde mental não é um campo de te**es. Nem um espaço para improviso.Nem uma questão para ser resolvida por tentativa e...
19/02/2026

A saúde mental não é um campo de te**es. Nem um espaço para improviso.
Nem uma questão para ser resolvida por tentativa e erro.

Ferramentas de inteligência artificial não são acompanhamento psicológico.
Não avaliam risco.
Não reconhecem sinais clínicos graves.
Não têm responsabilidade ética.
Não sabem quando é preciso parar, encaminhar, proteger.

E sim, já existiram consequências reais. Casos graves. Situações de risco. Resultados catastróficos.

Não porque a tecnologia seja “má”.
Mas porque não foi feita para isto.

Um psicólogo não dá respostas automáticas.
Escuta o que é dito — e o que não é.
Avalia contexto, história, vulnerabilidade, risco.
Trabalha com ética, supervisão e responsabilidade clínica.

Quando alguém procura ajuda, está num lugar sensível.
E nesse lugar, não podem haver atalhos.

A inteligência artificial não deve, em circunstância alguma, substituir acompanhamento psicológico ou aconselhamento clínico.

Com saúde mental, não se br**ca.
E no Pausa Para Sentir, isso não é negociável.

Há formas de estar na vida que aprendemos muito cedo.Tão cedo que nunca as questionámos.Ideias sobre esforço, sobre o si...
16/02/2026

Há formas de estar na vida que aprendemos muito cedo.
Tão cedo que nunca as questionámos.

Ideias sobre esforço, sobre o silêncio, sobre o amor, sobre a culpa.
Sobre o que é “normal”. Sobre o que é certo ou errado. Sobre o que é esperado de nós.

Crescemos dentro dessas referências e, muitas vezes, passamos anos a viver assim — não porque escolhemos, mas porque foi o que nos ensinaram a acreditar.

Nem sempre é óbvio que estamos a repetir padrões Às vezes parece apenas “a nossa maneira de ser”.
Outras vezes, parecem a única forma possível de sobreviver, pertencer ou ser aceites.

Só mais tarde, quando algo nos começa a pesar, a cansar ou a doer, é que surge a pergunta:
isto é mesmo meu?

Reconhecer padrões herdados não é rejeitar a nossa história.
É compreendê-la melhor.
É perceber de onde vêm certas crenças, certos medos, certas exigências internas. E decidir, com cuidado, o que ainda faz sentido levar connosco.

No Pausa Para Sentir, fazer terapia é esse espaço de escuta e reconstrução.
Onde nada é imposto.
Onde tudo é visto com contexto.
E onde mudar não significa ‘’romper’’, mas escolher com mais consciência 🤍

Nem sempre sabemos o que sentimos... nem sempre sabemos o que precisamos.Às vezes começamos com uma dúvida: “Será que is...
10/02/2026

Nem sempre sabemos o que sentimos... nem sempre sabemos o que precisamos.
Às vezes começamos com uma dúvida: “Será que isto que sinto tem espaço para ser cuidado?”

Aqui, o cuidado não é único nem genérico.
É pensado. É acompanhado. É humano.
De pessoas, para pessoas, sempre!

Se alguma destas áreas tocou em si, talvez seja por aí o caminho 🤍

Um telemóvel nas mãos de uma criança pode parecer apenas algo natural da evolução. Mas nunca é só isso.É acesso sem filt...
09/02/2026

Um telemóvel nas mãos de uma criança pode parecer apenas algo natural da evolução. Mas nunca é só isso.

É acesso sem filtros. É exposição antes da maturidade. É um mundo inteiro a entrar em casa sem pedir licença — muitas vezes com o nosso consentimento.

Vivemos tempos em que a infância é apressada, encurtada, adultizada. E, quando algo corre mal, a culpa chega tarde e a sensação de impotência instala-se.

No nosso novo artigo refletimos sobre a desproteção por detrás de um telemóvel e sobre aquilo de que crianças e adolescentes realmente precisam para crescer em segurança.

O artigo completo está no nosso blog. Link na bio.

Há coisas que muitas pessoas pensam antes de marcar uma consulta…Pensam que têm de estar “mesmo mal” para pedir ajuda. Q...
05/02/2026

Há coisas que muitas pessoas pensam antes de marcar uma consulta…
Pensam que têm de estar “mesmo mal” para pedir ajuda. Que se ainda conseguem trabalhar, cuidar, reagir… então talvez não seja assim tão grave.
Que falar não vai mudar nada.
Que há quem precise mais.

Mas o sofrimento não se mede por comparação.
E ‘’estar funcional’’ no dia a dia não é o mesmo que estar bem.

Na terapia, não vamos dar respostas prontas, nem dizer ‘’tem de fazer desta forma’’. Vamos sim criar espaço para pensar, sentir e ligar pontos que andam soltos há demasiado tempo. Vamos perceber padrões, aprender a escutar o que o corpo e a mente tentam dizer — antes de gritarem.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza.
É sinal de consciência.
E, muitas vezes, é o primeiro passo para deixar de carregar tudo sozinho/a 🤍

Ser empático/a nunca foi o problema. O problema começa quando a empatia nos faz esquecer de nós mesmos. Quando dizer “si...
29/01/2026

Ser empático/a nunca foi o problema. O problema começa quando a empatia nos faz esquecer de nós mesmos. Quando dizer “sim” aos outros significa dizer “não” a si, vezes demais.

Muitas pessoas aprenderam que ser ‘’boa pessoa’’ é aguentar. É explicar-se. Justificar-se de tudo. Estar sempre disponível.

Mesmo cansadas. Mesmo magoadas. Mesmo esgotadas.

Mas empatia não é autoabandono.
Não é perder-se para não incomodar.
Não é aceitar tudo para manter a paz.

Pode ser empático/a e ainda assim colocar os seus limites.
Pode ser sensível e proteger-se.
Pode cuidar dos outros sem se deixar sempre para depois.

Este é um dos nossos trabalhos mais profundos:
Aprender que dizer “não” é sobre limites, sobre congruência e honestidade com as suas próprias necessidades.

Se este post lhe tocou, não é porque é egoísta. Talvez seja porque andou demasiado tempo a ser tudo para todos…
Menos para si.

Muita gente chega à terapia à espera de uma resposta rápida. De um alívio imediato. De alguém que diga o que fazer para ...
27/01/2026

Muita gente chega à terapia à espera de uma resposta rápida. De um alívio imediato. De alguém que diga o que fazer para “ficar bem” depressa.

E quando percebe que não é assim, às vezes sente frustração.
Porque fazer terapia não é um atalho. É um caminho — e é diferente para cada pessoa.

Fazer terapia é aprender a reconhecer o que se passa dentro de si —
e perceber como isso influencia escolhas, relações, limites e decisões.
É desenvolver inteligência emocional.
É construir autonomia emocional, mesmo fora da sessão.
É sobre compreender-se melhor para viver com mais clareza, intenção e verdade.

E isso nunca é igual para todos.
Nem deve ser 🤍

Seja bem-vindo/a ao Pausa Para Sentir 🤍Aqui, trabalhamos com pessoas para pessoas. Com tempo, escuta e acompanhamento co...
21/01/2026

Seja bem-vindo/a ao Pausa Para Sentir 🤍

Aqui, trabalhamos com pessoas para pessoas. Com tempo, escuta e acompanhamento contínuo — não apenas na consulta, mas em todo o processo.

Nunca acreditámos em soluções rápidas ou fórmulas prontas. Nem em respostas iguais para todos. O nosso cuidado é personalizado e o percurso é, sempre, construído em conjunto.

Porque cuidar, para nós, é isso: estar presente, respeitar o ritmo e criar espaço para que cada pessoa encontre o seu caminho. 🤍

A neofobia alimentar é uma fase comum da infância, mas quando não é compreendida pode transformar as refeições em moment...
14/01/2026

A neofobia alimentar é uma fase comum da infância, mas quando não é compreendida pode transformar as refeições em momentos de tensão, culpa e exaustão para toda a família.

Falar sobre isto é aprender a desacelerar, a observar e a cuidar da relação da criança com a comida — sem pressas, sem lutas, sem rótulos.

Saiba mais no nosso novo artigo de blog.

Endereço

Rua Augusto Simões, Número 1474, Rés Do Chão, Loja 0. 3
Maia
4470-147

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