Espaço 7Raios

Espaço 7Raios Terapias energéticas

A proteção verdadeira não impede as quedas do caminho, ela sustenta a alma no momento em que tudo parece frágil. Existe ...
23/02/2026

A proteção verdadeira não impede as quedas do caminho, ela sustenta a alma no momento em que tudo parece frágil.

Existe uma força silenciosa que ampara, reorganiza por dentro e lembra que cada passo, mesmo depois do tropeço, ainda é avanço.

Cair faz parte da jornada humana, levantar revela a presença do invisível cuidando de cada detalhe do processo.

As mãos em volta do copo formam um pequeno templo, simples, íntimo, verdadeiro.A água recebe o calor do toque, recebe a ...
19/02/2026

As mãos em volta do copo formam um pequeno templo, simples, íntimo, verdadeiro.
A água recebe o calor do toque, recebe a intenção limpa, recebe a presença que se recolhe por alguns instantes para ouvir Deus em silêncio. No centro desse gesto, a vida se lembra de algo antigo: toda cura começa quando a alma para de fugir de si e escolhe ser cuidada com humildade.

Deus, Pai de amor, consagro esta água com respeito.
Rogo aos Bons Espíritos que se aproximem com ternura, que envolvam este copo em luz serena, que fluidifiquem cada gota com recursos de paz, equilíbrio e fortalecimento interior. Que este líquido carregue alívio para o corpo cansado, clareza para a mente que gira, maciez para o coração que se apertou de tanto segurar o mundo sozinho.

Que a vibração desta água toque os lugares onde a dor não soube virar palavra.
Que alcance as memórias que ainda ardem em segredo, os pensamentos repetidos que roubam energia, a inquietação que visita sem avisar. Que o sopro do alto renove as forças, reorganize o ânimo, traga repouso por dentro, como chuva fina em terra ressecada.

Que, ao beber, eu receba também disciplina para continuar o tratamento do que precisa ser cuidado, coragem para mudar o que precisa ser mudado, mansidão para aceitar o que pede tempo, lucidez para reconhecer sinais e caminhos. Que esta água seja ponte de reconciliação comigo mesmo, com a vida e com Deus, levando serenidade ao meu dia, proteção ao meu lar, delicadeza às minhas palavras.

Abençoa, Senhor, cada molécula como quem abençoa uma história inteira.
Transforma a energia desta água em instrumento de saúde física, emocional e espiritual, com a medida certa, com a vontade do bem, com a luz que educa e sustenta. Que eu beba com gratidão, e que a gratidão amplie a graça no meu caminho.

Que assim seja!

O Espiritismo explica que o vício não é apenas um problema orgânico, mas uma simbiose espiritual. Espíritos que partiram...
17/02/2026

O Espiritismo explica que o vício não é apenas um problema orgânico, mas uma simbiose espiritual. Espíritos que partiram da Terra mantendo dependências químicas ou físicas, como o alcoolismo, buscam ambientes onde possam saciar seus desejos por meio das sensações alheias.

Nos bares e locais de consumo excessivo, ocorre o fenômeno da "vampirização" ou obsessão simples, onde o desencarnado induz o encarnado ao consumo para que, através do duplo etérico do bebedor, ele possa sentir os vapores do álcool.

Essa companhia espiritual agrava a dependência, pois o Espírito obsessor "sopra" pensamentos de ansiedade e necessidade, tornando a luta contra o vício muito mais árdua.

O tratamento, portanto, deve ser tanto médico quanto espiritual. É necessário elevar a vibração do ambiente e do indivíduo através da prece e da mudança de hábitos para que essa sintonia de interesses seja quebrada, libertando tanto o encarnado quanto o Espírito sofredor que se encontra escravizado pelas sensações da matéria.

Já pensou como seria bom voltar a dormir bem, se sentir se relaxado o dia todo, ter mais energia, e ainda atrair mais am...
16/02/2026

Já pensou como seria bom voltar a dormir bem, se sentir se relaxado o dia todo, ter mais energia, e ainda atrair mais amor e abundância para sua vida ?

Os 5 Cristais Anti Ansiedade

Ao contrário dos remédios, que apenas tratam os sintomas, alguns cristais especiais permitem equilibrar o corpo emocional chegando assim a raiz do problema.

1) Água Marinha: Diminui o estresse e dá a sensação de paz interior
Ela reduz o estresse e seus efeitos nocivos, purif**a as energias ao seu redor, acalma a mente e desperta estados elevados de consciência.

2) Quartzo Rosa: Dá a sensação de paz interior e atrai o amor
Ele atrai o amor para nossa vida, limpa e fortalece a Aura, revive a paixão e harmoniza os relacionamentos amorosos e familiares.

3) Prehnita: É o Cristal de Cura do Arcanjo Rafael
Ajuda a eliminar os medos e pânicos, atrai energias de cura para seu portador, protege a saúde e auxilia a evolução de nossa Alma.

4) Cristal de Quartzo: Purif**ação e Energização da Aura
Purif**a e eleva as energias da Aura, energiza outras pedras e cristais, dissipa a negatividade e atrai vibrações positivas.

5) Quartzo Azul: Reduz a ansiedade e elimina os medos
Promove a cura emocional profunda, remove o medo da vitória, nos ajuda a ter sucesso na vida e acalma ataques de pânico.

Como Usar os 5 Cristais Anti Estresse
Eles podem ser usados próximos a cama para irem atuando em nosso corpo energético durante o sono.

Se utilizados junto ao corpo na forma de pulseiras, atuam equilibrando nossa energia, relaxando nosso corpo e harmonizando as emoções durante o dia.
Usados na meditação acalmam a mente e ajudam a entrar em estado elevado de consciência.

Dica de Terapeuta Holístico!O carvão e a água são condutores energéticos, quando se juntam, f**a melhor ainda. O objetiv...
16/02/2026

Dica de Terapeuta Holístico!

O carvão e a água são condutores energéticos, quando se juntam, f**a melhor ainda. O objetivo e puxar do ambiente toda energia densa, que seja do ambiente em si ou dos moradores e frequentadores.
Como fazer:
Coloque em um copo com água fragmentos de carvão mineral ( de churrasqueira ). Você tanto pode escolher cantos de paredes do ambiente, atrás da porta de entrada e saida e principalmente embaixo da cama ou das camas. Quando perceber que os fragmentos de carvão estão começando a afundar, chegou a hora de descartar no vaso sanitário 🚽.
Obs: não se preocupe, pois, não entope o vaso.
Boa sorte 🍀

Na jornada da alma, os encontros mais desafiadores raramente são acaso. Muitas vezes, são reencontros necessários. A fam...
16/02/2026

Na jornada da alma, os encontros mais desafiadores raramente são acaso. Muitas vezes, são reencontros necessários. A família não é apenas um vínculo de sangue, é um encontro de espíritos com histórias entrelaçadas, aprendizados pendentes e oportunidades de evolução.

Dentro desse contexto, surge uma verdade libertadora: amar não signif**a se abandonar.

O amor verdadeiro não exige que você suporte desrespeito constante.
Não pede que sua paz seja sacrif**ada para manter laços desequilibrados.
Não exige que você cure alguém que ainda não decidiu olhar para si.

Cada espírito tem seu próprio tempo.
Seu próprio processo.
Suas próprias provas.

Você pode desejar luz e ainda assim escolher distância.
Pode perdoar e, ao mesmo tempo, estabelecer limites.
Pode amar sem permitir que a dor continue atravessando a mesma porta.

Crescimento espiritual não é carregar o que não é seu.
É desenvolver consciência para entender o que te cabe e o que pertence ao outro.

Limites também são amor.
Amor por si.
Amor que não invade o processo alheio.

Você não veio para salvar ninguém.
Veio para aprender, evoluir e preservar sua própria luz.

Alguns caminham conosco por toda a vida.
Outros permanecem apenas o tempo necessário para nos ensinar força, discernimento e autonomia.

Eu estava sentada no sofá, vendo TV, e meu peito parecia uma bateria de escola de samba.Depois vieram os tremores. Mãos ...
16/02/2026

Eu estava sentada no sofá, vendo TV, e meu peito parecia uma bateria de escola de samba.

Depois vieram os tremores. Mãos suando frio. Insônia. E uma fome de leão, mas eu emagrecia. Perdi 6 quilos em um mês comendo como um pedreiro.

Fui no endocrinologista. Exames de sangue. TSH zerado. T4 nas alturas.

Diagnóstico: Hipertireoidismo. Minha glândula estava trabalhando por dez.

— Doutora, eu sempre fui saudável. O que causou isso?

— Pode ser autoimune. Doença de Graves. Estresse. Genética. Vamos entrar com Tapazol e betabloqueador para o coração não pifar.

Comecei o tratamento. Remédios em horários rígidos. Exames mensais.

Melhorou? Os exames, sim. Eu, não.

Eu continuava uma pilha de nervos. Irritada. Intolerante. Se meu marido demorasse dois segundos pra responder, eu explodia. Se meus filhos deixassem um copo na pia, eu gritava.

Eu fazia mil coisas ao mesmo tempo. Começava a lavar a louça, parava pra estender roupa, largava a roupa pra responder e-mail. Uma agitação interna que não passava nem dormindo.

E, no fundo, uma tristeza profunda. Uma sensação de que eu fazia TUDO por TODOS, e ninguém me dava valor.

Voltei na médica. Ajuste de dose.

— Se não estabilizar, Clara, vamos ter que fazer iodoterapia radioativa. Ou cirurgia pra tirar a tireoide.

Saí de lá chorando. Cirurgia? Eu só tenho 34 anos.

Até que encontrei uma tia, a Tia Leninha, num café. Ela me viu tremendo pra segurar a xícara.

— Clara, você tá vibrando igual corda de violão. Já tentou entender o que a sua garganta tá querendo dizer?

— Tia, é hormonal. Minha tireoide enlouqueceu.

— A tireoide é a glândula do tempo. E da comunicação. Mas, metafisicamente, ela é a glândula da HUMILHAÇÃO e da REJEIÇÃO. Quem você tá tentando agradar tanto, minha filha, a ponto de se queimar inteira por dentro?

Aquelas palavras me deram um soco no estômago.

Ela me indicou a mesma terapeuta que ela ia. Fui. Sem fé nenhuma, mas fui.

A sala era tranquila. Cheiro de lavanda. A terapeuta, Helena, me ouviu falar atropelado por 20 minutos.

Ela esperou eu parar de respirar e perguntou:

— Clara, você sente que faz tudo sozinha?

— Sinto! Porque se eu não fizer, ninguém faz! Meu marido é lento. Meus colegas de trabalho são devagar. Eu tenho que carregar o mundo nas costas!

— E você espera que eles te aplaudam por isso?

Gelei.

— Eu... eu espero o mínimo de consideração.

Helena me olhou nos olhos:

— O Hipertireoidismo é o grito do corpo de quem busca aprovação o tempo todo. Você acelera o seu metabolismo, "queima" a sua vida, tentando ser útil, tentando ser indispensável. Porque, no fundo, você morre de medo de ser REJEITADA.

— Eu não tenho medo de rejeição... eu só sou eficiente!

— Não, Clara. Você é INTOLERANTE. A metafísica explica: o hipertireoideo oscila. Uma hora quer fazer tudo pelos outros para ser amado. Na outra, odeia todo mundo porque não recebeu o aplauso que achava que merecia. Você se sente excluída, então tenta "comprar" seu lugar sendo a super-heroína.

Meus olhos encheram de lágrimas.

Ela continuou, implacável:

— Você começa dez tarefas e não termina nenhuma, não é?

— É...

— É a pressa de ser vista. É a agitação de quem não se suporta. Você acha que só tem valor pelo que FAZ, não pelo que É. E enquanto você não aprender a se dar valor sozinha, sua tireoide vai continuar gritando, acelerando seu coração até você pifar.

Saí de lá atordoada.

Cheguei em casa. Vi a bagunça na sala. O impulso veio: gritar, catar tudo correndo, reclamar que ninguém me ajuda, fazer o papel de vítima eficiente.

Parei. O coração disparou.

Lembrei da Helena: *"Pare de exigir dos outros o que eles não podem dar. Respeite o ritmo deles. E se respeite."*

Sentei no sofá. No meio da bagunça.

Meu marido chegou:

— Ué, não vai fazer o jantar?

A Clara antiga teria gritado: *"Eu trabalhei o dia todo, você não vê? Eu tenho que fazer tudo!"*

A nova Clara respirou fundo e disse:

— Hoje não. Tô cansada. Se quiser, pede uma pizza.

Ele estranhou. Mas pediu.

Comemos. Ninguém morreu. A casa não caiu.

Comecei um exercício diário. Toda vez que eu ia fazer algo SÓ para agradar ou para depois jogar na cara que fiz, eu PARAVA.

Parei de atropelar as falas das pessoas. Parei de querer que meu marido tivesse a minha velocidade. Aceitei que ele tem o tempo dele.

E o mais difícil: comecei a me olhar no espelho e dizer: *"Eu sou importante mesmo se eu não fizer nada hoje."*

Foi uma desintoxicação. Deixei de ser a "faz-tudo". Deixei tarefas inacabadas sem culpa.

Dois meses depois. Retorno na médica.

— Clara... seu TSH normalizou. E o T4 baixou. Estamos na dose mínima da medicação. O que aconteceu?

Sorri.

— Eu desacelerei, doutora. Parei de correr atrás de aplauso.

Hoje, sigo em remissão. Sem tremores. Sem taquicardia.

A tireoide f**a na garganta. É o portal entre a mente e o corpo. E a minha estava inchada de tanto engolir a sensação de rejeição e cuspir intolerância.

O corpo fala. E o hipertireoidismo diz:

"VOCÊ NÃO PRECISA CORRER PRA MERECER AMOR. NÃO PRECISA FAZER TUDO. NÃO PRECISA SER A MAIS RÁPIDA. SEJA APENAS VOCÊ."

A cura começou quando entendi que a minha "eficiência" era apenas um pedido desesperado de socorro.

Não exija dos outros a sua velocidade. E não exija de si mesma a perfeição.

Se sua tireoide grita, é hora de calar o ego, parar de tentar salvar o mundo e começar a se salvar.

Às vezes, a coisa mais produtiva que você pode fazer é... nada. Apenas ser."

A vida não é uma linha reta, nem um caminho que sempre compreendemos.Ela é um movimento constante de energia que muda de...
13/02/2026

A vida não é uma linha reta, nem um caminho que sempre compreendemos.
Ela é um movimento constante de energia que muda de forma, de ritmo e de direção para nos levar exatamente ao ponto onde precisamos crescer.

Aquilo que você acreditou ter perdido não desapareceu.
Transformou-se em força, em clareza, em uma versão sua que hoje enxerga diferente.
Cada experiência deixou algo dentro de você, inclusive as que doeram, inclusive as que não trouxeram respostas imediatas.

Nem tudo o que vai foi feito para f**ar.
Nem tudo o que chega vem para durar, mas tudo chega para ensinar.
Há encontros que despertam, processos que limpam e momentos que quebram estruturas antigas para que algo mais verdadeiro possa nascer.

A transformação nem sempre é suave.
Às vezes dói, confunde e cansa.
Mas ela é sempre honesta.

Confie nos ciclos que você atravessa.
Confie no que hoje ainda não entende.
Nada na sua história foi em vão, nada aconteceu sem sentido.

Tudo está sendo reorganizado pela vida para conduzi-lo a um nível mais consciente, mais alinhado e mais real.

Nada se perde.
Tudo, absolutamente tudo, se transforma.

No Espiritismo, entendemos que a destruição é apenas uma transformação. A Natureza destrói para que a vida possa renasce...
13/02/2026

No Espiritismo, entendemos que a destruição é apenas uma transformação. A Natureza destrói para que a vida possa renascer mais forte e evoluída. Sem a morte do velho, não há espaço para o novo. É uma lei de reciclagem necessária para o progresso do planeta.

Eventos naturais, como terremotos ou furacões servem para acelerar o progresso de uma região ou de um grupo de Espíritos através de provas coletivas. Além disso, ajudam a regular as energias físicas da Terra. A dor é o meio, mas o fim é sempre o avanço moral e material.

O que chamamos de destruição atinge apenas a matéria. O Espírito é indestrutível. Após os grandes flagelos, a Vida Espiritual se reorganiza e os envolvidos recebem o suporte necessário para continuar sua jornada, muitas vezes em condições melhores do que antes.

Para refletirO Grito da Terra.Eu falo.Mas vós chamais-lhe ruído.Falo nos sismos que vos assustam,nas cheias que levais p...
08/02/2026

Para refletir

O Grito da Terra.

Eu falo.
Mas vós chamais-lhe ruído.
Falo nos sismos que vos assustam,
nas cheias que levais por castigo,
no fogo que chamais desgraça
quando é apenas febre.
Sepultastes em mim os vossos mortos,
as vossas dores,
as vossas guerras,
e depois cobriste tudo com betão
para não ouvir o que ficou a pulsar.
Pisais-me como quem pisa algo mudo,
inerte,
como se eu fosse chão sem sangue.
Mas eu sou carne antiga.
Tenho ossos de montanha,
veias de água,
pulmões de floresta.
Cada estrada é uma cicatriz.
Cada mina aberta é um grito arrancado.
Cada árvore caída é um nome que esqueceis.
Eu vos recebo ao nascer.
Abro-me para que respireis,
dou-vos alimento, abrigo, tempo.
E ainda assim chamais progresso
à minha mutilação.
E quando eu me movo,
quando tremo,
quando ardo,
perguntai-vos:
quem está a atacar quem?
Não vos odeio.
Nunca vos odiei.
Mas estou cansada.
Sou Mãe.
E até as Mães sangram.
Escutai-me enquanto ainda falo.
Porque quando eu me calar,
não será paz —
será fim.

Quando acordei daquele sonho, meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito.Não era um sonho comum.Era um...
04/02/2026

Quando acordei daquele sonho, meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito.

Não era um sonho comum.
Era uma memória.

Eu tinha 12 anos quando conheci Lucas na escola. Não foi amor à primeira vista — foi reconhecimento. Como se minha alma sussurrasse: "finalmente te encontrei de novo".

Nossa amizade era diferente. Não era só carinho de criança. Era uma conexão que assustava até os adultos ao redor.

"Vocês parecem velhos conhecidos", minha mãe dizia, sem imaginar o quanto estava certa.

No último dia de aula, antes da mudança, Lucas segurou minha mão e disse algo estranho para uma criança de 13 anos:

"A gente vai se encontrar de novo. Sempre encontramos."

Eu ri nervosa. Ele não riu. Seus olhos castanhos estavam sérios, quase tristes.

Nunca mais o vi.

Quinze anos depois, eu estava casada com outro homem. Uma vida normal. Um casamento ok. Nada de extraordinário.

Até aquela noite.

O sonho foi tão real que quando acordei, procurei Lucas ao meu lado na cama.

No sonho, éramos casados. Vivíamos em um casarão antigo, com escadas de madeira que gemiam a cada passo. Eu usava um vestido que arrastava no chão, com mangas compridas até os punhos — roupas de outro século.

Lucas desceu as escadas e me abraçou com aquela ternura que só ele tinha.

"Prometemos que voltaríamos juntos desta vez", ele disse no sonho, beijando minha testa.

Acordei com lágrimas no rosto e uma certeza absurda no peito: aquilo tinha acontecido de verdade.

O dia inteiro, o sonho me perseguiu como um fantasma.

À tarde, minha mãe me ligou: "Vem comigo visitar Dona Helena. Ela tá doente, mora longe, mas eu não quero ir sozinha."

Aceitei só pra distrair a cabeça.

Pegamos um táxi. A cidade foi f**ando para trás. Estradas de terra. Paisagens vazias.

E então eu vi.

A casa do sonho.

"PARA!" gritei pro motorista, que freou assustado.

Era ela. Exatamente ela. O casarão de madeira, agora em ruínas. As janelas quebradas. As escadas apodrecendo.

Desci do carro como hipnotizada.

E quando pisei na varanda, as memórias explodiram na minha mente como uma represa se rompendo:

Lucas me esperando na porta depois de um dia no campo.

Eu rindo enquanto ele me perseguia pelas escadas.

Nossas mãos entrelaçadas na varanda, vendo o pôr do sol.

O vestido longo. As mangas compridas. Tudo igual ao sonho.

Eu já tinha vivido ali. Com ele.

"Filha, você tá passando mal?" Minha mãe me segurou pelo braço.

"Precisamos ir embora. AGORA."

Passei dias pesquisando. Arquivos. Jornais antigos. Bibliotecas.

Até que encontrei.

Reportagem de 15 de março de 1823:

"Casal de jovens proprietários brutalmente assassinado em fazenda isolada. Mariana Costa, 24 anos, e Lucas Ferreira, 26 anos, encontrados mortos em seu casarão. Crime permanece sem solução. Não há suspeitos."

A foto era pequena, granulada, quase apagada pelo tempo.

Mas eu reconheci o rosto dele.

Era o garoto da escola.

Eram os mesmos olhos que me disseram: "A gente sempre se encontra".

Naquela noite, Lucas voltou no sonho.

Mas não estava sozinho. Uma mulher de luz estava ao lado dele — uma guia espiritual, eu sabia sem precisar perguntar.

"Por que eu me lembro?", perguntei, tremendo.

A guia sorriu com tristeza: "Porque vocês fizeram uma promessa antes de voltar. Uma promessa de se encontrarem. De terminarem o que foi interrompido."

"Mas eu casei com outro homem..."

"O medo é mais forte que a promessa", Lucas disse, e sua voz estava cheia de compreensão, não de mágoa. "Quando te encontrei nesta vida, você me reconheceu. Mas tinha medo de sentir o que sentia."

"Eu era criança!"

"Sua alma não era."

A guia tocou meu ombro: "O amor verdadeiro não tem pressa. Ele espera. Ele sempre volta. Mas quando você o rejeita por medo, não está rejeitando apenas uma pessoa — está rejeitando seu próprio destino."

Acordei com o coração partido.

Porque eu sabia que era verdade.

Pesquisei mais. Descobri que Lucas — o garoto da escola — tinha morrido aos 19 anos. Acidente de carro. Dois anos depois que nos separamos.

Ele nunca teve chance de me procurar nesta vida.

Mas sua alma cumpriu a promessa: me encontrou. Mesmo que por pouco tempo. Mesmo que eu não tenha sabido aproveitar.

O Que Eu Aprendi (E Por Que Você Precisa Ler Isso)
Existem conexões que a morte não desfaz.

Existem pessoas que não são coincidência na sua vida. São reencontros.

Aquela sensação de "eu já conheço você" não é ilusão. É memória da alma.

E quando você sente isso — esse reconhecimento profundo, essa conexão sem explicação — não deixe o medo vencer.

Porque as almas se encontram, mas as oportunidades não esperam.

O amor que tem raiz em vidas passadas não pede permissão. Ele simplesmente é.

E a maior tragédia não é perder esse amor. É reconhecê-lo e deixá-lo ir por medo do que é inexplicável.

Hoje, quando fecho os olhos, ainda vejo Lucas descendo aquelas escadas de madeira.

E sei que, em algum lugar entre o tempo e a eternidade, ele ainda me espera.

Porque algumas promessas são mais fortes que a própria morte.

💭 Você já sentiu que conhecia alguém sem nunca ter visto? Já teve a certeza de que aquela pessoa não era um estranho? Talvez não seja loucura. Talvez seja memória.

🕯️ "A morte separa corpos. Mas almas que se amam de verdade... essas se encontram vida após vida, até terminarem o que começaram."

Você tem coragem de reconhecer seu reencontro quando ele chegar?

Coloque estas coisas na sua casa. Gratidão 🙏🏼
30/01/2026

Coloque estas coisas na sua casa. Gratidão 🙏🏼

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