Associação Crohn Colite PT

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A Associação Ritual Purple - Crohn/Colite Portugal é mantida por um grupo de pessoas com Doença Inflamatória do Intestino (DII) que acreditam que conseguem fazer a diferença e dar voz às DII.

Se estás em crise e a sentir-te perdido(a): o que fazer agora 💜Estás em crise de DII. Dor, diarreia frequente, sangue, f...
21/02/2026

Se estás em crise e a sentir-te perdido(a): o que fazer agora 💜

Estás em crise de DII. Dor, diarreia frequente, sangue, fadiga extrema. Sentes que perdeste o controlo e não sabes como sair disto.

Aqui estão passos concretos que podes dar agora.

Agora, hoje:

Se os sintomas são graves (dor intensa, hemorragia abundante, febre alta, vómitos persistentes) - vai às urgências. Não esperes.

Se os sintomas são intensos mas geríveis - contacta o teu gastroenterologista urgentemente. Telefona para o hospital, manda e-mail, pede consulta urgente. Não esperes pela próxima consulta agendada.

Mantém a hidratação - água, caldos, bebidas isotónicas. A desidratação agrava tudo.

Nas próximas 24-48h:

Descansa. Pede baixa médica se precisas - não forces trabalho quando o corpo precisa de recuperar.

Alimentação simples e suave - arroz branco, batata cozida, frango ou peixe cozido, banana, torradas. Evita fibra, picante, gordura.

Regista os sintomas - frequência de ida ao WC, presença de sangue, dor, febre. Ajuda o médico a avaliar a gravidade.

Esta semana:

Segue rigorosamente as indicações médicas - medicação SOS, ajustes de dose, exames pedidos.

Pede ajuda prática - nas compras, tarefas domésticas, no cuidar de crianças se tiveres. Não tentes fazer tudo sozinho(a).

Cancela os compromissos não essenciais sem culpa. A tua saúde é a prioridade.

Se a crise não melhorar:

Volta a contactar o médico. Pode ser necessário o ajuste do tratamento, corticoides, ou até hospitalização.

Não minimizes nem esperes que "passe sozinho".

Apoio emocional:

As crises são assustadoras e desgastantes. Se precisares de falar, contacta a ACCP ou procura apoio psicológico.

Próximo passo prático:

Contacta o teu médico hoje. Não esperes. As crises precisam de atenção médica urgente. 💜

Mito: se fizeres a dieta certa, curas a DII 💜Se tens Doença Inflamatória Intestinal, já te sugeriram dezenas de dietas m...
20/02/2026

Mito: se fizeres a dieta certa, curas a DII 💜

Se tens Doença Inflamatória Intestinal, já te sugeriram dezenas de dietas milagrosas. Dieta sem glúten, dieta paleo, dieta low-FODMAP, dieta dos carboidratos específicos, sumos detox, jejum intermitente. A lista é interminável.

Vamos ser claros: nenhuma dieta cura a DII.

A realidade:

A DII é uma doença autoimune crónica. Não tem cura conhecida até ao momento. A alimentação pode ajudar a gerir sintomas, melhorar a qualidade de vida, evitar carências nutricionais - mas não elimina a doença.

O papel da alimentação na DII:

Certos alimentos podem agravar sintomas em algumas pessoas. Identif**ar e evitar esses alimentos pode reduzir o desconforto, diarreia, dor. Isto varia muito de pessoa para pessoa - o que te faz mal pode não fazer mal a outra pessoa com DII.

Durante as crises, uma dieta pobre em fibras ou líquida pode dar descanso ao intestino e reduzir sintomas. Isto é gestão de sintomas, não tratamento da inflamação.

Manter uma boa nutrição é fundamental, a DII pode causar má absorção e carências. Uma alimentação equilibrada e acompanhada ajuda a manter a força, energia, e a saúde geral.

Porque as dietas milagrosas são problemáticas:

Prometem algo que não podem cumprir, a cura. Isto cria falsas esperanças e, quando a dieta não "funciona", a pessoa sente-se culpada, como se tivesse falhado.

Dietas muito restritivas sem supervisão nutricional podem causar carências graves, perda de peso excessiva, relação pouco saudável com a comida.

O foco apenas na dieta pode levar a atrasar ou a rejeitar o tratamento médico adequado - e isso tem consequências graves.

A verdade:

Podes e deves trabalhar com um nutricionista especializado em DII para otimizar a tua alimentação. Mas isso complementa o tratamento médico, não o substitui.

A DII trata-se com medicação adequada, vigilância médica e apoio multidisciplinar. A alimentação é uma ferramenta importante, mas não é a solução. 💜

20/02/2026
Apoio existente: comparticipação de medicamentos 💜Se tens Doença Inflamatória Intestinal, a medicação é essencial mas po...
19/02/2026

Apoio existente: comparticipação de medicamentos 💜

Se tens Doença Inflamatória Intestinal, a medicação é essencial mas pode ser dispendiosa. Em Portugal, o Sistema Nacional de Saúde garante a comparticipação dos medicamentos usados directamente no tratamento da DII, o que reduz o custo para a pessoa com doença. Mas é importante saberes como funciona!

Como funciona a comparticipação:

Os medicamentos têm diferentes escalões de comparticipação do Estado, reflectidos em diferentes Portarias (documentos legais do Estado). Quando vais à farmácia de rua com receita médica do SNS, em alguns tipos de medicamentos usados no tratamento da DII pagas apenas uma percentagem do preço total. Quando vais â farmácia do hospital, buscar alguns tipos de medicamentos usados na DII, o Estado assume o pagamento desses medicamentos por ti.

Comparticipações especial:

O tratamento da DII está abrangida por um regime de comparticipação especial que garante percentagem comparticipação a 90% ou 100% (como é o caso dos biológicos e biossimilares)

Onde procurar informação oficial:

INFARMED [www.infarmed.pt] - informação sobre medicamentos e comparticipações
SNS [www.sns.gov.pt] - informação sobre acesso a medicamentos

O que fazer se tens dificuldade em pagar medicação:

Não deixes de tomar a medicação por dificuldades financeiras. Fala com o teu médico, há programas de apoio, formas de aceder a tratamentos, possibilidades que podes não conhecer.

O assistente social do hospital pode ajudar-te a navegar estas opções.

Contacta-nos! A Associação pode orientar-te!

A verdade:

O custo da medicação não deve ser uma barreira ao tratamento adequado. Informa-te sobre os apoios disponíveis e não hesites em pedir ajuda para aceder a eles. 💜

Conectar pessoas, uma comunidade que compreende 💜Viver com Doença Inflamatória Intestinal pode ser isolante. Os amigos e...
18/02/2026

Conectar pessoas, uma comunidade que compreende 💜

Viver com Doença Inflamatória Intestinal pode ser isolante. Os amigos e a família querem ajudar, mas não compreendem completamente. Sentes-te sozinho(a) numa experiência que ninguém à tua volta partilha.

A ACCP cria espaços onde encontras outras pessoas que sabem exatamente o que é viver com DII.

Como criamos comunidade:

Grupos de apoio online - onde podes partilhar experiências, fazer perguntas, desabafar, sem medo de julgamento.

Eventos e encontros - workshops, webinars, atividades sociais - que permitem conhecer outras pessoas com DII, trocar experiências, construir amizades.

Redes sociais - onde a comunidade DII se reúne, partilha, apoia mutuamente.

Iniciativas como o “DII Café” - criam momentos leves e alegres que criam conexão e sentido de pertença.

O valor da comunidade:

Quando falas com alguém que também tem DII, não precisas de explicar. Eles sabem o que é urgência defecatória, fadiga debilitante, medo de crises. Há alívio em ser compreendido automaticamente.

Aprendes com as experiências dos outros - estratégias que funcionaram, médicos recomendados, formas de lidar com situações difíceis.

Sentes-te menos sozinho(a). Ver outras pessoas a viver, a gerir, a prosperar apesar da DII dá esperança.

Para quem é a comunidade:
▪️Para quem acabou de receber o diagnóstico e está perdido.
▪️Para quem vive com DII há anos mas sente-se isolado.
▪️Para familiares que querem compreender melhor.
▪️Para quem só quer sentir que pertence a algo maior.

A verdade:

Não tens de gerir a DII sozinho(a). Há uma comunidade inteira de pessoas que compreendem, que apoiam, que estão aqui.

A ACCP facilita essas conexões porque sabemos o quanto elas importam. 💜

"A associação apoia pessoas com doença e também quem cuida delas. Esclarece dúvidas, partilha informação em linguagem si...
18/02/2026

"A associação apoia pessoas com doença e também quem cuida delas. Esclarece dúvidas, partilha informação em linguagem simples e ajuda a compreender melhor o que é viver com uma doença inflamatória do intestino. Promove encontros, ações de sensibilização e espaços de partilha onde é possível falar sem medo sobre sintomas e desafios do dia a dia. Mais do que informar, a associação cria uma comunidade. Um lugar onde ninguém se sente estranho por falar de dor, onde ninguém é julgado por precisar de parar, e onde todos sabem que não estão sozinhos nesta caminhada."

Tenho colite ulcerosa e costumo ouvir frases como “isso passa” ou “não pareces doente”. Como se a ausência de sinais visíveis fosse prova de que estava tudo bem. Mas a dor que não se vê também pesa.

Relações e intimidade: a DII não define o teu valor 💜Se tens Doença Inflamatória Intestinal, pode ser difícil falar sobr...
17/02/2026

Relações e intimidade: a DII não define o teu valor 💜

Se tens Doença Inflamatória Intestinal, pode ser difícil falar sobre a doença com parceiros(as) ou pessoas com quem te queres relacionar. Há medo de rejeição, vergonha dos sintomas, preocupação com a intimidade física.

Vamos falar sobre isto de forma honesta e sem tabus.

Quando e como falar com um(a) parceiro(a):

Não há uma regra sobre quando contar. Alguns preferem partilhar cedo, outros esperam por maior intimidade. Faz o que te fizer sentir confortável.

Quando partilhares, sê honesto(a) mas não dramático(a). "Tenho uma doença crónica intestinal que por vezes afeta o meu dia a dia" abre a conversa sem assustar.

Se a pessoa reagir com curiosidade genuína, explica mais. Se reagir com desconforto ou preconceito, essa pessoa provavelmente não era certa para ti.

Intimidade física com DII:

Sintomas como dor abdominal, fadiga extrema, urgência intestinal podem afetar o desejo sexual e o conforto durante a intimidade. Isto é normal e válido.

Uma comunicação aberta com o(a) parceiro(a) é essencial. "Hoje não me sinto bem" deve ser respeitado sem pressão ou culpa.

Se tens doença perianal ativa, fístulas, ou fizeste cirurgia recente, pode haver limitações ou desconforto. Fala com o médico sobre adaptações.

Se tens estoma, há roupa interior específ**a, posições mais confortáveis, formas de gerir a ansiedade. Não é impeditivo de uma vida sexual satisfatória.

Medo de rejeição:

É real e dói. Mas a pessoa certa para ti vai querer compreender, apoiar, adaptar-se. A DII faz parte de ti, mas não é tudo o que és.

Se alguém te rejeitar por causa da doença, essa pessoa não merecia estar na tua vida.

A verdade:

A DII pode complicar relações, mas não te torna menos merecedor de amor, intimidade, conexão. Mereces parceiros(as) que te aceitem totalmente, doença incluída.

Não te escondas. Não te envergonhes. A pessoa certa vai f**ar. 💜

A DII tem cura? 💜Esta é uma das primeiras perguntas que fazes depois do diagnóstico. E a resposta honesta é: não, a Doen...
16/02/2026

A DII tem cura? 💜

Esta é uma das primeiras perguntas que fazes depois do diagnóstico. E a resposta honesta é: não, a Doença Inflamatória Intestinal não tem cura conhecida neste momento.

Mas isso não signif**a que não possas viver bem.

O que signif**a "não ter cura":

A DII é uma doença crónica. O sistema imunitário vai continuar a ter tendência para atacar o intestino. Não há tratamento que elimine completamente esta predisposição.

Mesmo em remissão profunda (sem sintomas, sem inflamação visível), a doença continua lá. Se parares tratamento, a probabilidade de voltar é alta.

O que o tratamento consegue fazer:

Induzir e manter remissão - controlar a inflamação, eliminar ou minimizar sintomas, permitir-te viver normalmente.

Prevenir complicações - estenoses, fístulas, necessidade de cirurgia.

Melhorar qualidade de vida signif**ativamente.

Remissão vs cura:

Remissão signif**a que a doença está controlada. Podes não ter sintomas durante anos. Podes fazer uma vida normal. Mas continuas a precisar de medicação e vigilância.

Cura signif**aria que a doença desapareceu completamente e não volta. Isso não existe na atualidade para a DII.

Há investigação em curso:

Há investigação ativa sobre causas da DII, novos tratamentos, formas de modif**ar o curso da doença. O futuro pode trazer avanços signif**ativos.

Como lidar com "não ter cura":

Foca-te no que é possível: remissão sustentada, boa qualidade de vida, gerir bem a doença.

Remissão, mesmo não sendo cura, pode signif**ar uma vida plena, ativa, satisfatória.

A verdade:

"Não ter cura" assusta. Mas muitas doenças crónicas não têm cura e ainda assim milhões de pessoas vivem bem com elas - diabetes, asma, artrite reumatoide.

A DII é gerível. Com tratamento adequado, muitas pessoas vivem anos em remissão, com qualidade de vida.

Não ter cura não signif**a não ter esperança. 💜

O cansaço emocional de gerir uma doença crónica 💜Se tens Doença Inflamatória Intestinal há algum tempo, conheces um tipo...
14/02/2026

O cansaço emocional de gerir uma doença crónica 💜

Se tens Doença Inflamatória Intestinal há algum tempo, conheces um tipo de cansaço que não se resolve com sono. É cansaço de gerir a doença todos os dias - tomar medicação, ir a consultas, explicar a doença, adaptar planos, lidar com sintomas, viver em alerta constante.

O cansaço emocional da cronicidade é invisível mas devastador.

Como se manifesta:

Sensação de estar farto. Farto de médicos, de hospitais, de medicação, de ter de pensar na DII constantemente.

Apatia sobre o tratamento - sabes que devias tomar medicação, ir a consultas, mas custa cada vez mais.

Irritabilidade aumentada. Menos paciência para explicar a doença, para lidar com comentários insensíveis, para gerir a vida além da DII.

Sensação de que a doença rouba energia mental para tudo o resto - trabalho, relações, hobbies.

Porque acontece:

Gerir uma doença crónica é um trabalho invisível e constante. Não há dias de folga da DII.

A imprevisibilidade esgota. Nunca sabes se vais acordar bem ou mal, se vais conseguir cumprir compromissos.

Há perdas acumuladas - planos cancelados, limitações aceites, a vida que imaginavas vs a vida que tens. Luto crónico cansa.

Não é depressão (necessariamente):

O cansaço emocional da cronicidade pode existir sem depressão clínica. Mas se vem acompanhado de tristeza profunda, perda de prazer em tudo, pensamentos negativos persistentes - pode ser depressão e merece apoio profissional.

Como aliviar:

Permite-te pausas da "gestão ativa" quando possível. Dias em que só fazes o mínimo essencial - como tomar medicação - e nada mais.

Procura apoio psicológico. O terapeuta ajuda a processar o cansaço emocional e a encontrar estratégias.

Conecta-te com a comunidade DII. Não ter de explicar, ser compreendido automaticamente, alivia.

A verdade:

O cansaço emocional de gerir a DII é válido. Não és fraco(a) por te sentires esgotado(a) de algo que geres há anos ou meses.

Permite-te descansar. Não tens de ser guerreiro(a) resiliente todos os dias. 💜

Amor e DII, mereces ser amado(a) exatamente como és 💜Hoje é Dia dos Namorados, e queremos falar sobre algo importante: s...
14/02/2026

Amor e DII, mereces ser amado(a) exatamente como és 💜

Hoje é Dia dos Namorados, e queremos falar sobre algo importante: se tens DII, mereces amor, intimidade, companheirismo - exatamente como qualquer outra pessoa.

A doença não te torna "menos" em nenhum aspeto. Especialmente no amor.

Se tens DII e estás numa relação:

Sabemos que a DII pode complicar a intimidade - física e emocional.

Sintomas imprevisíveis, fadiga, medicação com efeitos secundários, inseguranças sobre o corpo, medo de ser "demasiado" para o outro.

Conversas difíceis sobre coisas que nunca imaginaste ter de explicar a alguém.

Mas também sabes: o amor verdadeiro não foge quando a vida f**a complicada.

Para quem ama alguém com DII:

Obrigado por f**ares quando há crises, quando os planos mudam de repente, quando o corpo não coopera.

Obrigado por ouvires, por tentares compreender, por não minimizares o que não vês.

Obrigado por amares a pessoa toda - não apesar da DII, mas incluindo todas as partes que a doença toca.

Se estás solteiro e com medo de nunca encontrar alguém:

A DII não te torna "impossível de amar". Complica? Às vezes sim. Mas não te define completamente.

A pessoa certa vai querer conhecer-te - por inteiro, incluindo a parte que vive com doença crónica.

Não tens de esconder quem és para seres digno(a) de amor.

O que o amor com DII pode ser:

Conversas honestas sobre limitações e necessidades.

Companheirismo que se adapta quando o corpo não colabora.

Cumplicidade em encontrar formas de estar juntos que respeitem os dois.

Intimidade que vai além do físico - vulnerabilidade, confiança, presença.

A verdade:
Viver com DII e construir relações exige coragem - coragem para seres vulnerável, para comunicares necessidades, para acreditares que mereces amor mesmo nos dias difíceis.

E mereces. Completamente. Sem dúvida.

💜 Feliz Dia dos Namorados a todos - em relação, solteiros, à procura, ou perfeitamente felizes sozinhos. Merecem amor, começando pelo amor próprio. Sempre.

Palpites sobre o que estamos a preparar para ti?Descobre no dia 23 de fevereiro 💜           ̧asautoimunes
13/02/2026

Palpites sobre o que estamos a preparar para ti?

Descobre no dia 23 de fevereiro 💜

̧asautoimunes

Poderá ser necessário tentar vários medicamentos até encontrar o certo para ti 💜Se já experimentaste mais do que um medi...
13/02/2026

Poderá ser necessário tentar vários medicamentos até encontrar o certo para ti 💜

Se já experimentaste mais do que um medicamento para a tua Doença Inflamatória Intestinal, se mudaste de tratamento porque o anterior deixou de funcionar, ou se ainda estás à procura da combinação certa, isto é completamente normal.

A DII não se trata com fórmula única. É tentativa, ajuste, e paciência.

Porque acontece:

Cada pessoa responde de forma diferente aos tratamentos. Um biológico que funciona maravilhosamente numa pessoa pode não fazer nada noutra. Não sabemos antecipadamente qual vai funcionar em ti, é preciso tentar.

A DII pode desenvolver perda de resposta a medicamentos ao longo do tempo. Um tratamento que funcionou anos pode deixar de funcionar porque o corpo cria anticorpos ou a doença altera a forma de se manifestar.

A gravidade da doença influencia. DII ligeira pode responder adeterminado tipo de medicamentos. DII moderada pode precisar outro tipo de medicamentos. DII grave pode exigir um certo tipo de tratamento ou combinação de vários tratamentos desde o início.

O percurso típico:

Maioria das pessoas recebe um tratamento funciona na perfeição logo à primeira. Há quem experimente 3, 4, 5 medicamentos até encontrar o que funciona para si. Ambos os cenários são normais.

Como lidar com isto:

Comunica abertamente com o teu médico sobre como te sentes: sintomas, efeitos secundários, preocupações. Isto ajuda a tomar decisões informadas sobre ajustes.

Dá tempo ao tratamento. Muitos medicamentos demoram semanas ou meses a fazer efeito completo. Não desistas muito cedo.

Mas também não te agarres a tratamentos que claramente não funcionam por medo de mudar.

A verdade:

Encontrar o tratamento certo para ti pode ser frustrante. Mas cada tentativa traz informação. E quando finalmente o teu médico especialista encontra o que funciona para ti, a diferença na tua qualidade de vida compensa. 💜

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Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00

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