Psicologicamente - Clínica de Saúde e Bem-Estar

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No Carnaval escolhemos a máscara que queremos usar e nas redes sociais… também 🥸Há a máscara da produtividade infinita.A...
17/02/2026

No Carnaval escolhemos a máscara que queremos usar e nas redes sociais… também 🥸

Há a máscara da produtividade infinita.
A máscara da vida equilibrada.
A máscara do relacionamento perfeito.
A máscara do “está tudo sob controlo”.
A máscara do “para mim é fácil”.

E, enquanto vemos estas máscaras no feed das redes sociais, começamos a questionar a nossa própria realidade.

Porque do nosso lado há cansaço.
Há dúvidas.
Há dias em que nada corre como planeado.
Há inseguranças que não cabem num story bonito.

Mas quase ninguém publica a parte imperfeita.

Então comparamos a nossa vida com o palco dos outros e é aí que dói 🥲

A verdade é que a maioria das pessoas está a usar uma máscara. Não é por mal.

Mas porque é mais confortável mostrar coisas positivas do que negativas.

Se já sentiu que a sua vida não acompanha aquilo que vê nas redes…
Se já se comparou com alguém que “faz parecer fácil”…
Se já duvidou de si por causa de um scroll…

Respire. Nem tudo o que parece, é!

Se este post fez sentido, talvez seja um sinal para olhar para as redes com mais gentileza consigo. Deixe o seu ❤️ para sabermos.




Ana Jeronimo, Lda
ERS registo n.º E154702

Crescemos a ver histórias onde o amor é intenso, arrebatador e cheio de momentos cinematográficos, não é verdade? 💘Os ec...
14/02/2026

Crescemos a ver histórias onde o amor é intenso, arrebatador e cheio de momentos cinematográficos, não é verdade? 💘

Os ecrãs estavam cheios de declarações perfeitas, aqueles corridas icónicas no aeroporto, beijos à chuva com música de fundo, e muito mais…

E sem darmos conta, começamos a medir as nossas relações por esse guião 🥲

“Porque é que ele não faz isto?”
“Porque é que nós não somos assim?”
“Será que a nossa relação devia ser mais emocionante?”

Mas o amor da vida real raramente tem banda sonora.

Tem dias cansativos… Tem conversas imperfeitas… Tem pequenos gestos.

❌ E talvez o problema não seja a relação.
✅ Talvez seja a comparação constante com histórias editadas para emocionar em duas horas.

O amor saudável não vive de intensidade constante, mas sim de consistência, respeito e presença ❤️

Partilhe este post com alguém especial e aproveite as sugestões destes filmes para ver hoje aí em casa em família ou com amigas (sem comparação 😉).




Ana Jeronimo, Lda
ERS registo n.º E154702
Rua José Isidro dos Santos, 9A 2625-087 Póvoa de Santa Iria

13/02/2026

Porque por detrás do "não me importo" e do "não preciso" muitas vezes esconde-se um "dói mais do que quero admitir" 🫣

E não há problema nenhum nisso!
Não há problema em desejar companhia, em sentir falta, em querer ser escolhida...

Negar os seus sentimentos não torna o dia dos namorados mais leve

Experimente dizer com autenticidade "sim! gostava de ter alguém" ou "sim! este dia custa-me"... é a vulnerabilidade que nos liga-nos a nós e aos outros 🥰

Partilhe com quem precisa de admitir isto ❤️

❤️

Também fomos ao baú e regressámos a 2016 🤭Em vez de só mostrarmos quem éramos… fizemos um exercício diferente:o que diri...
12/02/2026

Também fomos ao baú e regressámos a 2016 🤭

Em vez de só mostrarmos quem éramos… fizemos um exercício diferente:
o que diria o nosso “eu” de há 10 anos se nos visse hoje?

Isto porque muitas vezes somos muito duras connosco no presente, mas esquecemo-nos de que houve uma versão nossa que sonhava exatamente com a vida que hoje questionamos.

Talvez o exercício não seja perguntar “Estou onde devia estar?”, mas sim:
“A versão de mim de há 10 anos teria orgulho de quem me tornei?”.

A autocompaixão começa aqui:
✨ em reconhecer o caminho
✨ em validar o esforço
✨ em olhar com mais ternura do que crítica

Agora é a sua vez.
Volte a 2016.
Olhe para essa fotografia.

O que diria essa versão de si se a visse hoje?
Escreva. Mesmo que seja só para si 💚

#2016 #


Ana Jeronimo, Lda
ERS registo n.º E154702
Rua José Isidro dos Santos, 9A 2625-087 Póvoa de Santa Iria

10/02/2026

Há desgastes que não acontecem numa grande discussão 🫤

Acontecem devagar, no dia a dia, no que f**a por dizer…

Quando a impaciência aparece, muitas vezes não é falta de amor. É cansaço acumulado.

É sentir que se repete, se explica, se adapta… e mesmo assim não é ouvida.

E então escolhe-se a resposta mais fácil:
👉🏼 a que evita conflito
👉🏼 a que protege o momento
👉🏼 a que empurra a conversa para depois.

Mas o que não é dito não desaparece. F**a e vai criando distância 😥

As relações não se desgastam porque alguém “é demasiado sensível” ou “está sempre stressado”. Desgastam-se quando o diálogo deixa de ser um espaço seguro e passa a ser algo que se evita.

Reconhecer este padrão já é um primeiro passo importante ✅

O próximo é perceber como falar sem acusar, sem calar, sem afastar.

💭 Se esta troca de mensagens ou diálogo lhe parece familiar, não precisa de continuar a ser assim.

Marque a sua consulta de Terapia de Casal com a psicóloga Inês Videira e descubram novas formas de se ouvir, compreender e voltar a sentir ligação.




Ana Jeronimo, Lda
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Rua José Isidro dos Santos, 9A 2625-087 Póvoa de Santa Iria

07/02/2026

Queremos que seja sincera consigo própria 🙏🏼

Se este copo representasse o seu nível de stress no trabalho, estaria cheio até onde?

Atenção que todos nós sentimos algum tipo de stress. E até certo nível é normal... porque juda-nos a focar, a preparar, a responder a desafios…

O problema começa quando o copo vai enchendo, enchendo e nunca esvazia, permanecendo assim demasiado tempo 🥲

Vamos por níveis:

💧 Copo a 25%
Nervosismo pontual antes de uma reunião, uma apresentação ou de dia mais exigente. O stress vem e vai. Recupera logo depois.

💧 Copo a 50%
Cansaço frequente, dificuldade em desligar do trabalho, pensamentos constantes sobre tarefas mesmo fora do horário. Ainda “funciona”, mas já está mais no limite do que parece.

💧 Copo a 75%
Irritabilidade presente, sensação de estar sempre em modo alerta, dificuldade em descansar, culpa quando pára. Aqui o stress já começa a afetar o corpo e as emoções.

💧 Copo a 100% (ou quase a transbordar)
Exaustão constante, perda de motivação, ansiedade, dificuldade em dormir, sensação de que qualquer coisa a mais pode fazer o copo transbordar. Este é um sinal claro de que algo precisa de ser cuidado!

O problema não é o copo ir enchendo, mas sim nunca o deixarmos esvaziar.

O stress prolongado não é sinal de não ser capaz de dar conta do recadp, é um sinal de que os limites estão a ser ultrapassados 😟

👉 Se pudesse pôr um limite no trabalho na próxima semana, qual seria? Escreva-o no bloco de notas do seu telemóvel e tente respeitá-lo, mesmo que não seja perfeito.




Ana Jeronimo, Lda
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Não conseguimos ignorar esta frase 🫣Uma das nossas psicólogas reviu recentemente o filme “O Diabo Veste Prada” (talvez p...
05/02/2026

Não conseguimos ignorar esta frase 🫣

Uma das nossas psicólogas reviu recentemente o filme “O Diabo Veste Prada” (talvez porque já foi anunciada uma sequela para breve 🤭) e este momento específico chamou a sua atenção.

Isto acontece quando:

👉🏼 a personagem Emily está claramente doente (febre, exausta, corpo a falhar)
👉🏼 continua a trabalhar sem parar
👉🏼 recusa descansar
👉🏼 está emocionalmente à beira de um colapso

Ela vive para corresponder, não falhar e não ser substituída. Ela sente um amor pelo trabalho como identidade total. Então, repete “eu adoro o meu trabalho” para se relembrar do porquê de estar a fazer este sacrifício.

Vivemos numa cultura que romantiza o excesso de trabalho.
Que normaliza o cansaço constante.
Que transforma exaustão em prova de mérito.

Dizemos que gostamos do que fazemos enquanto o corpo pede pausa e vamos vivendo para o trabalho, até deixarmos pouco espaço para viver fora dele 🥲

Reconhecer limites nem sempre é fácil, sobretudo quando crescemos a acreditar que parar é falhar, que descansar é fraqueza e que o valor pessoal está ligado ao desempenho.

Alguns sinais de que o corpo e a mente precisam de abrandar:

⚠️ cansaço que não passa com descanso
⚠️ dificuldade em desligar do trabalho
⚠️ irritabilidade constante
⚠️ sensação de estar sempre “em modo alerta”
⚠️ culpa quando se tenta parar

Gostar do que fazemos não devia signif**ar viver sempre no limite. Trabalhar não devia custar-nos a saúde mental e cuidar de nós não devia ser algo a adiar.

Talvez precisemos mesmo de falar disto.

E talvez o primeiro passo seja escutar estes sinais antes de o corpo nos obrigar a parar.

Identif**a-se com este tema? Estamos deste lado para a ajudar, agende a sua consulta no link da bio 💚




Ana Jeronimo, Lda
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Os Grammys celebram talento, sucesso e performances incríveis 🎤Mas longe dos palcos, muitos artistas vivem verdadeiros d...
02/02/2026

Os Grammys celebram talento, sucesso e performances incríveis 🎤

Mas longe dos palcos, muitos artistas vivem verdadeiros desafios emocionais como ansiedade, quadros de depressão e exaustão emocional.

Histórias como as da Billie Eilish, Lady Gaga, Justin Bieber ou Doechii lembram-nos de algo essencial:

👉🏼 a dor emocional não escolhe estatuto, idade ou profissão.

E é por isso que falar sobre saúde mental é tão necessário 💚 e que estes artistas o fazem através da sua expressão criativa.

O que revela responsabilidade, autocuidado e um ato de coragem.

Que estas vozes públicas ajudem a quebrar o silêncio, a normalizar a procura de apoio e a lembrar-nos de que ninguém tem de enfrentar tudo sozinho.

Partilhe este post para normalizarmos as conversas sobre saúde mental.




Ana Jeronimo, Lda
ERS registo n.º E154702
Rua José Isidro dos Santos, 9A 2625-087 Póvoa de Santa Iria

28/01/2026

Nem sempre há uma crise evidente no casal…

Às vezes é a sensação de estarem juntos, mas a conversar menos. De evitarem certos temas. De discutirem sempre pelas mesmas coisas (ou de já nem discutirem 🫤).

Muitos casais chegam até nós depois de períodos de maior pausa, como o início do ano. Quando o ritmo abranda, o que foi sendo evitado ganha espaço: a distância emocional, o cansaço da relação, a dificuldade em comunicar sem conflito.

A Terapia de Casal é uma nova possibilidade na Psicologicamente, com a psicóloga Inês Videira, pensado para ajudar o casal a:

– compreender padrões que se repetem na relação
– aprender a comunicar sem acusações ou afastamento
– perceber de onde vêm certas reações e silêncios
– reconstruir ligação, intimidade e cooperação

Não é sobre procurar culpados, é sobre entender como chegaram até aqui e como podem, juntos, construir algo diferente 💚

Se sentem que algo mudou, reconhecer esse sinal é um ato de coragem e cuidado com a relação.

👉 Estamos aqui para vos ajudar a cuidar da relação, marcação de consultas através do link na bio.




Ana Jeronimo, Lda
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Ouvimos estas frases e às vezes não é o que parece 🤔Ditas com um riso nervoso ou em tom de culpa, mas todas com uma hist...
26/01/2026

Ouvimos estas frases e às vezes não é o que parece 🤔

Ditas com um riso nervoso ou em tom de culpa, mas todas com uma história por trás.

“Eu não sei explicar.”
“Isto não é assim tão grave.”
“Já devia ter ultrapassado isto.”

Estas frases não surgem do nada. São formas de lidar com emoções que nunca tiveram espaço, tempo ou validação suficientes.

Na Psicologicamente, a terapia não começa com respostas prontas.

Começa com escuta, com cuidado e com a criação de um espaço onde não é preciso ser “mais forte” para ser levada a sério.

💬 Se alguma destas frases lhe soa familiar, talvez este seja o momento de procurar apoio.
Estamos aqui para acompanhá-la neste processo. Agende a sua consulta através do link na bio.




Ana Jeronimo, Lda
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Ainda a processar o final da série Stranger Things? Se já viste o último episódio e sentiste falta de um closure, f**a a...
24/01/2026

Ainda a processar o final da série Stranger Things? Se já viste o último episódio e sentiste falta de um closure, f**a a saber que não estás só…

Nas últimas semanas, este foi um tema que surgiu em consulta. Não para falar da série em si, mas do que aquele final fez sentir

Jovens adultos que cresceram com a série expressaram-nos tristeza, frustração, vazio, por não terem tido o final que esperavam - aquele em que sabemos exatamente como cada personagem ficou, em que há um closure claro, em que "tudo f**a bem". Apenas expressaram alívio e satisfação porque o Steve não morreu 😅🫶🏼

E porquê é que nos sentimos assim?

👉🏼 Entre os 20 e os 30 e pouco anos, vivemos numa fase paradoxal: já não somos adolescentes, mas muitas vezes ainda não sentimos a estabilidade que imaginávamos para a vida adulta.

Carreiras incertas, relações que mudam, decisões que parecem definitivas mas raramente o são. Um período em que pouco parece verdadeiramente resolvido.

E por essa razão, quando desejamos um final "arrumado" e previsível para Stranger Things, estamos, no fundo, a pedir algo que a nossa própria vida raramente nos dá: a garantia de que tudo vai f**ar bem.

Crescemos com estas personagens. Acompanhámo-las durante 10 anos. E talvez por isso queiramos tanto saber se f**aram bem… porque, se elas conseguiram, talvez nós também consigamos! 🙌🏼

Esta identif**ação não é ingénua mas sim profundamente humana. Projetamos nas narrativas aquilo que ansiamos para nós mesmos: coerência, sentido, e sobretudo, a promessa de que o caos eventualmente se organiza.

Um final previsível, coerente e fechado funciona como um contentor emocional temporário. Por alguns minutos, num ecrã, vemos que é possível que as coisas se resolvam. Que o esforço compensa. Que o amor vence. Que crescer dói, mas vale a pena.

E quando isso não nos é dado, sentimos a falta dessa contenção.

💬 F**a a reflexão: e se a vida não precisar de estar “arrumada” para ter sentido?

E se os finais abertos forem precisamente o espaço onde continuamos a crescer?

Talvez o verdadeiro closure não seja saber exatamente como tudo acaba, mas aprender a habitar o meio da história com mais compaixão por nós mesmos.

Estas fotos mostram uma parte de quem somos 💚Mostram...O que nos acalma depois de um dia cheio.Onde descansamos a mente....
22/01/2026

Estas fotos mostram uma parte de quem somos 💚

Mostram...
O que nos acalma depois de um dia cheio.
Onde descansamos a mente.
O que nos faz sorrir.
O que nos ajuda a voltar para nós.

Nem sempre é fácil resumir quem somos em palavras… mas acreditamos uma imagem diz muito! E neste post queremos mostrar isso mesmo 😊

São pequenos momentos que mostram quem somos para além das Psicólogas da clínica.

Porque, no fim, cuidar dos outros começa por nos conhecermos e cuidarmos de nós mesmas. E partilhar estes pedaços do nosso dia a dia é também uma forma de nos conhecerem melhor ✨

Gostaram? Deixem o vosso ❤️ e prometemos trazer mais conteúdo sobre a nossa equipa.




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