15/01/2026
O exercício físico e o jejum intermitente ativam vias semelhantes no corpo:
ambos estimulam adaptação metabólica, renovação celular e eficiência energética.
Quando treinamos em contexto de jejum leve e consciente, o organismo tende a:
• Aumentar a utilização de gordura como fonte de energia
• Melhorar a sensibilidade à insulina
• Estimular a produção de mitocôndrias (as “centrais de energia” das células)
• Ativar processos de autofagia
• Reduzir inflamação crónica
Mas há algo importante:
nem todo o corpo deve treinar em jejum.
Se o sistema nervoso já está em sobrecarga, se há histórico de stress crónico, distúrbios hormonais ou relação difícil com a comida, o jejum + exercício pode tornar-se mais um fator de stress.
O corpo não evolui com imposição.
Evolui com segurança.