Planos Nutriçao e Desporto

Planos Nutriçao e Desporto Ajudo na construção de planos de treino e nutrição para que cada um possa alcançar os seus obje

Chamo-me Hugo Montenegro e possuo o curso de Instrutor de Musculação e Cardiofitness, 6 anos de experiência de treino de musculação e um grande gosto pela área de desporto e nutrição. Na perspectiva ter possibilidades de ajudar as pessoas que procuram perder ou ganhar peso, disponibilizo-me aplicar os conhecimentos e a ceder planos de treino e de alimentação, consoante os objectivos e as características de cada pessoa. Uma vez que se trata de uma área que me nutre um grande interesse e me concretiza a nível pessoal e profissional, mostro-me disponível para ajudar todos os que precisem a ter uma vida mais saudável e a motivarem-se para a prática de desporto.

03/12/2012

Dieta cetogenica

Breve apresentaçao do que é uma dieta CKD:

O que é a Dieta Cetogénica Cíclica (Cyclical Keto Diet – CKD)?
A dieta cetogénica limita a ingestão de hidratos de carbono e maximiza o consumo de gorduras. Poderíamos dividir esta dieta em dois tipos: dieta cetogénica intermitente e dieta cetogénica cíclica. Neste artigo, vamos explorar a dieta cetogénica cíclica.

Na dieta cetogénica cíclica (cyclical keto diet, em inglês, ou simplesmente CKD) existem períodos de baixa ingestão de hidratos de carbono e alto consumo de proteínas e gorduras e períodos onde se faz o oposto: dieta rica em hidratos de carbono e proteína e pobre em gorduras.

Como fazer a dieta cetogénica cíclica

Existem diferentes variações deste tipo de dieta, mas a mais usada é a seguinte:

- 5 ou 6 dias de baixo consumo de hidratos de carbono
- 1 ou 2 dias de alto consumo de hidratos de carbono (normalmente ao fim de semana, iniciando sexta à noite)

A ideia aqui é reabastecer o glicogénio muscular, para estares apto a enfrentar mais uma semana de treinos. Normalmente, antes da fase de reabastecimento faz-se um treino com o objectivo de acabar de vez com as reservas de glicogénio. Na fase de reabastecimento deves diminuir ao máximo o consumo de gorduras e alimentares-te só de proteínas e hidratos de carbono.

A parte do reabastecimento costuma ser o período de maior gozo para quem está numa dieta cetogénica, pois agora pode voltar a comer as coisas “boas”: cereais, batatas, arroz, massa, etc. Há pouca probabilidade de estes hidratos de carbono f**arem acumulados como gordura pois serão utilizados unicamente para repor o glicogénio.

A maioria das pessoas opta por iniciar esta fase de reabastecimento na sexta à noite e termina-a sábado antes de ir para a cama. Deves consumir entre 10 a 12 gramas de hidratos de carbono por cada quilo que tenhas. A primeira refeição da fase de recarga deve ser feita a seguir ao último treino de sexta feira. É nesta altura que o teu corpo anseia por hidratos de carbono. Quanto às gorduras que ingeres nesta fase, não ultrapasses em gramas o teu peso (se pesas 70kg, não consumas mais do que 70 gramas de gorduras).

Dependendo da intensidade dos treinos, algumas pessoas poderão achar que o seu desempenho piora na fase final do período de baixo consumo de hidratos de carbono. Nestes casos, é altamente recomendado ingerir hidratos de carbono a meio da semana, de modo a repor o glicogénio muscular. Tem em conta que, a ser necessária, esta acção não é para se tornar um hábito. Quando o teu organismo começar a usar a gordura como combustível, vais sentir um grande boost de energia.

E hidratos de carbono depois do treino?

Lembra-te que o objectivo da dieta cetogénica é manter os níveis de insulina baixos e os da hormona de crescimento elevados durante toda a semana. Um batido pós-treino rico em hidratos de carbono irá funcionar contra ti.
(fonte: http://logon.prozis.com/pt/o-que-e-a-di ... -diet-ckd/)

Outro artigo que vale a pena ler:
A palavra “cetogénico” passou a fazer parte do vocabulário corrente dos entusiastas do fitness. Muitas pessoas encontraram nas dietas cetogénicas uma forma ef**az de melhorar a sua composição corporal, embora poucos sejam capazes de explicar o que realmente está a acontecer no organismo. Na verdade, muitos nunca chegam a atingir os níveis de corpos cetónicos considerados ideais para um verdadeiro estado “cetogénico”. Embora a variabilidade inter-individual seja um factor importante, muitas vezes encontro um erro comum que compromete grandemente a cetose: a ingestão de demasiada proteína.

O estado “cetótico” é definido arbitrariamente por uma concentração de ácido acetoacético (AcAc) e beta-hidroxibutírico superior a 1 mmol/L e 2 mmol-L respectivamente, o que é normalmente atingido em 2-3 dias de jejum. Os níveis basais dos corpos cetónicos no plasma são muito reduzidos, da ordem dos 0.1 mmol/L em pessoas saudáveis. O método mais comum e expedito para quantif**ar o AcAc ou acetona é a reacção com a nitroprussida em tiras de teste para a urina que gera um complexo facilmente detectável. Embora existam alguns factores que influenciam o resultado, como a exposição ao ar das tiras, baixo pH da urina ou substâncias com grupos sulfidrilo (como a N-acetil-cisteína, NAC), esta metodologia é bastante robusta e representa uma óptima aproximação aos valores reais.

Mas porque razão a cetoacidose severa é tão comum em diabéticos não-controlados e muito rara em pessoas saudáveis, mesmo após um jejum prolongado? Nestes, os níveis raramente excedem os 6 mmol/L enquanto que na diabetes podem chegar aos 12-14 mmol/L. Esta questão não é ainda totalmente clara mas julga-se que um aumento muito acentuado da concentração de corpos cetónicos iniba a sua produção. A infusão de corpos cetónicos parece estimular ligeiramente a produção de insulina, mas a níveis suficientes para inibir o metabolismo cetogénico. Como os diabéticos são incapazes de produzir insulina, não possuem este mecanismo auto-regulador. Mas uma característica que distingue todas as formas de cetoacidose severa da benigna, induzida pela privação alimentar, é o chamado hipermetabolismo. Não é um conceito simples de explicar mas vou dar o meu melhor. A diabetes é caracterizada por níveis elevados de glucagina e um aumento relativo da secreção de norepinefrina (ou noradrenalina), o que estimula a gluconeogénese e a taxa metabólica. Pelo contrário, o jejum é geralmente um estado hipometabólico. O stress metabólico aumenta o fluxo de ácidos gordos livres e percursores glucogénicos para o fígado, o que, aliado a um metabolismo acelerado pela norepinefrina, resulta num aumento do consumo energético e capacidade cetogénica no órgão. Em pessoas não-diabéticas, um aumento da glicemia induzido por stress, com uma elevação das catecolaminas, iria estimular a libertação de insulina de forma a inibir a lipólise e gluconeogénese, bloqueando assim a cetogénese. Portanto, é a incapacidade de resposta ao aumento da glicemia que determina o controlo dos níveis de corpos cetónicos no sangue. A título de curiosidade, antes da insulina terapêutica estar disponível, o único tratamento que aumentava signif**ativamente a esperança de vida dos diabéticos era uma dieta reduzida em glicose.

Agora que vimos como o corpo controla a cetogénese em pessoas saudáveis, mesmo após um jejum prolongado, torna-se evidente o quanto uma dieta tem de ser rigorosa para que se atinja um estado de cetose, especialmente no que diz respeito à glicose e seus precursores. Klein [1] estudou o efeito da restrição de hidratos de carbono e valor energético da dieta na resposta metabólica ao jejum. A infusão intravenosa isocalórica de ácidos gordos não atenua a produção de corpos cetónicos. Volek demonstrou que uma dieta isoenergética baixa em hidratos de carbono (43g/dia) resulta em níveis elevados de AcAc na urina [2] e a infusão hipocalórica de glicose (250kcal/dia) reduz 6 vezes o aumento de cetonas verif**ado num jejum de 4 dias [3]. Estes dados indicam claramente que a restrição dos hidratos de carbono é o factor determinante na cetogénese.

Mas na verdade, uma dieta baixa em hidratos de carbono não é necessariamente cetogénica e aqui reside o problema das dietas vocacionadas para o culturismo e fitness. Ainda em 1928, Heinbecker [4] verificou que nos Esquimós de Baffin a cetonúria era mínima, mesmo subsistindo com uma dieta exclusivamente à base de foca, rica em gordura e proteína. A explicação óbvia é que a glicose derivada da proteína alimentar era suficiente para prevenir a cetose, o que de facto veio a ser verif**ado mais tarde. Em pessoas com dietas muito pobres em hidratos de carbono, a cetose varia inversamente com a quantidade de proteína consumida. Isto ocorre porque até 60% dos aminoácidos presentes nos alimentos são gluconeogénicos [5] e por cada 2g de proteína consumida, 1-1.2g é potencialmente convertida em glicose. A noção, correcta diga-se, de que a proteína é essencial para o incremento e manutenção da massa magra leva muitos atletas a consumir quantidades elevadas de proteína que, por mais moderadas que possam parecer, podem inibir consideravelmente a cetogénese. A título de exemplo, de 100g de proteína podem ser derivadas 57g de glicose [5], um valor suficiente para atenuar a produção de corpos cetónicos em diversos ensaios. Uma fórmula ef**az utilizada em quadros clínicos é um consumo de gordura que excede o dobro dos hidratos de carbono mais metade da proteína [6], por exemplo, 300g de gordura, 50g de hidratos de carbono e 100g de proteína. Tendo isto em conta, é transparente a razão porque muitos dos que utilizam as dietas cetogénicas para fins estéticos falham em atingir a cetonúria ideal: demasiada proteína.

Para piorar as coisas, alguns caem no erro de suplementar a dieta com glutamina de forma a beneficiar do papel anti-catabólico que lhe é atribuído (embora duvidoso deixam-me dizer). A glutamina é um aminoácido gluconeogénico que em condições de baixo nível de insulina eleva consideravelmente a produção de glicose no fígado e rim. A concentração plasmática de glutamina relaciona-se de forma inversa com a glucagina, uma hormona que estimula a síntese de novo de glicose. Isto acontece porque a glutamina é preferencialmente mobilizada para a gluconeogénese [7]. A suplementação, aliada a uma dieta consideravelmente rica em proteína, pode ser, e geralmente é, um factor limitante para o sucesso dos regimes cetogénicos.

Assim sendo, caso pretenda tirar partido desse pretenso efeito metabólico das dietas cetogénicas há que sacrif**ar no consumo tanto de hidratos de carbono como de proteínas e aminoácidos. Devido ao controlo hormonal apertado da cetogénese, é aconselhável que os níveis de cetonas na urina sejam testados de forma a certif**ar de que estão dentro dos valores ideais. Caso contrário, não é mais do que uma dieta low-carb. Eu não sou apologista das dietas cetogénicas mas, como sabem, defendo um consumo moderado e com um “timming” de hidratos de carbono. Mesmo não entrando em cetose, é natural que alguns efeitos positivos surjam devido à redução drástica da carga glicémica global. Mas se acredita que as dietas cetogénicas são a solução ou “o segredo”, ou se já falhou neste objectivo, f**a avisado: a proteína é o principal factor limitante em atletas.

(fonte :http://www.fat-new-world.com/2011/02/porque-muitos-falham-entrar-em-cetose.html)

03/12/2012

Importância das Vitaminas

Podemos definir vitaminas como nutrientes essenciais para a manutenção de certas funções do organismo humano. As vitaminas são geralmente adquiridas através da alimentação, apesar de determinadas vitaminas poderem ser absorvidas através da captação dos raios ultravioleta como é o caso da vitamina D ou então serem produzidas por microorganismos existentes na flora intestinal (vitamina K e B12).
As vitaminas podem ser classif**adas em dois grupos: lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K) que podem ser conservadas durante algumas semanas pelo fígado, e hidrossolúveis (vitaminas H, C e do complexo B) que se perdem facilmente quando cozinhadas (por isso, alimentos ricos nestas vitaminas devem preferir-se crus) e não são armazenadas pelo organismo.
Cada vitamina constitui portanto um elo importante para manter uma saúde plena e evitar doenças graves, daí que tenha sido concebida uma percentagem de dose diária recomendada (DDR). Essa dose diária varia ligeiramente consoante o s**o, o estado de saúde, a idade e outros factores.

Vitamina A ou retinol
Tem um papel importante no que respeita à visão, pele, cabelo, crescimento, desenvolvimento do osso, assim como no fortalecimento do sistema imunológico. Podemos encontrá-la em alimentos como os espinafres, cebola, legumes de folha verde, abóbora, batata-doce, meloa, salsa, cenoura, pimento vermelho e manga.
A sua deficiência pode provocar visão deficiente à noite, secura generalizada das mucosas, stresse, aumento de infecções e redução do olfacto e paladar.
O valor da DDR encontra-se entre as 600 e 700 mcg.

Vitamina B1 ou tiamina
Tem como função principal transformar os hidratos de carbono e as gorduras em energia. É importante para o bom funcionamento do sistema nervoso, músculos e coração. Também melhora o raciocínio.
Alimentos como ervilha, pão, cereais, arroz integral, feijão, frutos secos, leguminosas e batatas apresentam grande oferta dessa vitamina.
Problemas relacionados com insónias, fadiga, nervosismo, perda de apetite/memória/energia/sensibilidade, fraqueza muscular encontram-se na origem de carências desta vitamina.
O valor da DDR encontra-se entre 0,8 e 1 mg.

Vitamina B2 ou riboflavina
Actua na boa saúde dos tecidos celulares, é também essencial para a libertação da energia contida nos alimentos. Importante para a saúde dos olhos, pele e boca. Para evitar problemas como a depressão, inflamação das gengivas, lábios secos, grande sensibilidade à luz e algumas formas de anemia convém alimentar-se de arroz, aveia, sementes de girassol, ervilhas, todas as couves e cereais.
O valor da DDR encontra-se entre 1,1 a 1,3 mg.

Vitamina B3 ou PP (niacina)
É uma vitamina que desempenha uma função importante no metabolismo energético através dos quais o organismo extrai dos alimentos a energia necessária ao seu funcionamento. Facilita a circulação do sangue e a respiração celular.
Encontra-se sobretudo em alimentos ricos em proteínas, nas batatas, ervilhas e nos alperces secos.
O valor da DDR é de cerca de 15mg. Como o excesso desta vitamina é eliminado pela urina, não existe risco de consumo excessivo. A sua carência é muito rara em países ocidentais, onde a alimentação é rica em proteínas.

Vitamina B5 ou ácido pantoténico
Rem um papel importante no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.
Encontra-se presente em quase todos os alimentos, de forma que não se conhecem formas carência
Mas vegetais, legumes e cereais de grão inteiro são provavelmente as fontes mais comuns.
Deve ingerir-se 4 a 7 mg diários desta vitamina.

Vitamina B6 ou piridoxina
Desempenha uma função importante no metabolismo das proteínas e na formação dos glóbulos vermelhos. As carências desta vitamina manifestam-se quase só em crianças pequenas, com sintomas como perda do apetite, modif**ações da pele e das mucosas, atraso no crescimento, problemas musculares, cãimbras.
Encontra-se nos cereais integrais, no feijão, na banana e no fermento.
O valor da DDR é de cerca de 2mg

Vitamina B9 ou ácido fólico
É essencial para o crescimento correcto e para o funcionamento óptimo do sistema nervoso e da medula óssea. As perturbações causadas por esta vitamina são anemia, malformação dos glóbulos vermelhos. As necessidades desta vitamina aumentam signif**ativamente durante a gravidez.
Pode encontrar-se no gérmen de trigo, na soja, nas sementes de linhaça e nas hortaliças.
A DDR ronda os 200 mcg.

Vitamina B12 ou cianocobalamina
É essencial para o crescimento, para a divisão celular e coagulação do sangue.
Um ovo-lacto-vegetariano pode obter vitamina B12 nos ovos e nos lacticínios. Um vegano deve consumir cereais e leite de soja fortif**ados ou um suplemento.
A sua deficiência é causadora de anemia, alterações neurológicas graves e fadiga.
O valor da DDR é à volta 1,5 mg.

Vitamina C
É conhecida por combater as gripes, favorecer a formação dos ossos e dentes, e também contribuir para absorção do ferro e acelerar o processo de cicatrização. As frutas cítricas são a sua principal fonte, mas também é possível encontrá-la no morango, kiwi, couve-de-bruxelas, batata, caju, pimento e goiaba.
A deficiência de vitamina C pode causar fadiga, perda de apetite, gengivas inflamadas, e uma cicatrização lenta. Em casos mais graves pode dar origem ao escorbuto que provoca, entre outros sintomas, a queda dos dentes e enfraquecimento dos ossos.
O valor da DDR é de cerca de 40 mg.

Vitamina D
Tem como função promover a adequada absorção do cálcio e fósforo e favorecer o crescimento. A sua absorção é sintetizada pela pele, isto é a pele absorve os raios ultravioletas e converte-os.
A deficiência deste nutriente provoca fraqueza, tensão muscular e raquitismo nas crianças (apesar de ser bastante raro, principalmente na Europa). Estudos recentes demonstram haver uma ligação entre níveis baixos de vitamina D em mães, e o risco crescente de pré-eclampsia - uma grave complicação na gravidez, que pode levar à morte do feto.
Não existe um valor fixo da DDR, mas a sua formação na pele durante o Verão é geralmente suficiente para o organismo durante todo o ano. Caso exista a impossibilidade de apanhar sol recomenda-se um suplemento de 10 mcg.

Vitamina E
É conhecida pela sua acção benéf**a relativamente ao sistema reprodutor, assim como pelo bom funcionamento do tecido muscular e um aumento da resistência às infecções. Os cereais constituem a sua fonte, mas também pode ser encontrada na noz, avelã, batata-doce, gérmen de trigo, aveia, abacate e óleos vegetais.
Apesar da sua carência ser rara (manifesta-se unicamente em bebés prematuros e pessoas incapazes de absorver gorduras), esta leva a anemia, lesões nos nervos e fraqueza muscular.
O valor da DDR é de pelo menos 4 mg.

Vitamina H ou biotina (também conhecida por B8)
Encontra-se presente na composição de numerosas enzimas que intervêm no metabolismo do carbono, em especial dos glícidos e dos lípidos. Excepto em casos de grave desnutrição, não costumam registar-se carências desta vitamina.
Grande parte das necessidades desta vitamina é suprida através das bactérias da flora intestinal. Algumas fontes alimentares de vitamina H incluem levedura de cerveja, rebentos de soja, cogumelos, verduras frescas.
A DDR é de cerca de 10 mcg.

Vitamina K
Tem um papel importante no processo de coagulação do sangue, e em casos graves a sua falta pode causar hemorragias.
O conhecimento do teor da vitamina K nos alimentos ainda se encontra pouco esclarecido, mas podemos apontar como principais fontes os legumes verdes, espargos, arroz integral, tomate e óleos vegetais.
O valor da DDR encontra-se entre 65 a 70 mcg.

18/06/2012

Passado muito tempo venho actualizar um pouco a minha página, tenho andado ocupado com trabalho :)
Vou postar fotos da minha evoluçao, e mais tarde virei meter fotos de outros clientes meus

13/09/2011

Criei Esta página com o intuito de poder ajudar todos aqueles que quiserem e/ou precisarem de ajuda no que diz respeito a nutriçao e planos de treino.
Porque uns precisam perder aquela "barriguinha" outros precisam de ganhar uns kilos pois estão muito magros e nao conseguem de maneira nenhuma, enfim exeiste imensos objetivos uns mais dificeis outros mais faceis de alcançar eu pretendo poder dar uma ajuda, para aquele "bocadinho" que falta por um valor simbólico.

Abraços

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