15/10/2025
Temos vindo a associar a obesidade ao baixo rendimento e nível de escolaridade, o que leva muitas pessoas a ripostar com “Pois, porque uma alimentação saudável é muito mais cara!” - mas será mesmo?
Trouxe-vos alguns exemplos que demonstram bem que alimentos simples (ex.: fruta inteira, pão, queijo, tortitas de arroz e também poderia lá estar os flocos de aveia, por exemplo) são normalmente mais económicos e nutritivos que os ultraprocessados.
Claro que o abacate, o kiwi amarelo, as pastas de frutos gordos, etc seriam opções menos económicas. Mas não temos que ir para estes alimentos para sermos saudáveis, principalmente se a nossa carteira não o permitir.
O mesmo se aplica a refeições principais onde conseguimos um prato super nutritivo e económico se optarmos por leguminosas, arroz/batata/massa e legumes frescos, locais e da época.
Claro que também temos peixes muitos caros, legumes já lavados e cortados e embalados mais caros que os frescos, etc. Mas basta sabermos fazer as escolhas mais inteligentes - para a nossa carteira e para a nossa saúde.
E atenção: a obesidade pode ser o resultado de uma soma imensa de fatores (ex.: políticos, ambientais, sedentarismo, baixa literacia alimentar, comportamento alimentar perturbado, depressão, ansiedade…) e a alimentação é apenas um dos fatores na balança, nunca a causa única.
Se quiserem saber mais sobre alimentação dos 1-10 anos podem adquirir o workshop “comer após os 12 meses” ou os ebooks para a infância - os links estão na bio do meu perfil.
Se tem em casa uma criança com excesso de peso ou obesidade e precisa de uma ajuda empática e sem julgamento, contem comigo 🤍