08/02/2026
Muitas pessoas falam de fascismo e rotulam como fascistas aqueles que defendem os interesses do próprio país e dos seus cidadãos. Ora, isso está muito longe de ser fascismo. Esse princípio tem outro nome: patriotismo.
Vivemos num tempo em que muitos aceitam como verdade absoluta aquilo que ouvem nos meios de comunicação social, meios esses que há muito praticam a desinformação, deturpam factos, escondem verdades e manipulam narrativas ao serviço de um sistema cujo objetivo é o controlo e a submissão do povo.
Afonso Henriques conquistou Portugal aos mouros. Hoje, precisamos de um novo Afonso Henriques, não com espada, mas com coragem, lucidez e sentido de justiça para libertar o país das mãos dos soberbos que se vendem, que vendem o país e traem o seu próprio povo.
Assistimos a tentativas constantes de silenciar, desacreditar e destruir todos aqueles que fazem frente ao sistema, que divergem das opiniões dominantes e que ousam defender um país livre e soberano.
Perante isto, impõe-se a pergunta: quem são afinal os verdadeiros fascistas? Quem é que pretende impor o totalitarismo, a censura e o pensamento único?
Portugal precisa de pessoas com sentido crítico, que pensem pela própria cabeça e saibam usar o discernimento. Quem tem filhos e netos deve começar a refletir seriamente sobre que Portugal quer deixar às próximas gerações, um país onde uma mulher terá medo de sair à rua?
um país regido por políticas e doutrinas que não lhe pertencem, que não respeitam a sua identidade nem a sua cultura?
A mudança não nasce do “mais do mesmo”. Se as mesmas atitudes não produzem resultados diferentes, então as mesmas políticas jamais trarão algo novo.
Portugal precisa de acordar.