Estudio da Alma - Mindfulness & Inteligencia Emocional - Empresas e Publico

Estudio da Alma - Mindfulness & Inteligencia Emocional - Empresas e Publico Consultoria e Programas de Mindfulness e Inteligência Emocional para empresas e individuos.

Hoje é o Dia Internacional da Mulher.Muitas mulheres aprenderam desde cedo que precisam:• cuidar dos outros• assumir res...
08/03/2026

Hoje é o Dia Internacional da Mulher.

Muitas mulheres aprenderam desde cedo que precisam:

• cuidar dos outros
• assumir responsabilidades
• manter tudo a funcionar
• não falhar
• não pedir demasiado

Com o tempo isto transforma-se num padrão.

Listas de tarefas intermináveis.
Muitas responsabilidades.
Pouco espaço para si próprias.

Alguns números ajudam a perceber o contexto:

• As mulheres fazem cerca de **3 vezes mais trabalho doméstico e de cuidado não remunerado**
• Reportam **níveis mais elevados de burnout** em vários estudos organizacionais
• Interrompem a carreira com mais frequência por responsabilidades familiares

(Fontes: OECD, UN Women, McKinsey)

Mas há também um lado invisível.

Muitas destas crenças começam ainda na infância.

A ideia de que precisamos ser responsáveis.
Que precisamos segurar tudo.
Que não podemos deixar cair nada.

E assim muitas mulheres vivem com a sensação de que **têm tudo às suas costas**.

Nas agendas há sempre espaço para os outros.

Mas raramente aparecemos **como prioridade na nossa própria lista**.

E mesmo quando tomamos consciência disto, surgem muitas vezes pequenas negociações internas:

“É só hoje.”
“Agora não dá.”
“Primeiro resolvo isto e depois cuido de mim.”

Ou a dificuldade em colocar limites.

Dizer que não.
Pedir ajuda.
Reconhecer que já chega.

Não é falta de vontade.

Muitas vezes são **anos de condicionamento**.

Mudar isto não acontece de um dia para o outro.

É um caminho.
É um treino.

Um treino que precisa de continuar.
E que precisa de ter espaço nas nossas vidas.

Aprender a parar.
Aprender a escutar o corpo.
Aprender a reconhecer limites.
Aprender a não carregar tudo sozinha.

Vivemos com pressa.Pressa para decidir.Pressa para responder.Pressa para fechar temas e passar ao próximo.A urgência tor...
27/02/2026

Vivemos com pressa.

Pressa para decidir.
Pressa para responder.
Pressa para fechar temas e passar ao próximo.

A urgência tornou-se permanente — e começámos a confundir aceleração com desempenho.

O que raramente paramos para perguntar é:
o que está essa velocidade a fazer ao teu corpo?

Porque ele está lá em cada decisão.
Em cada reunião.
Em cada conversa difícil.

Durante algum tempo, resulta viver só na cabeça.
Pensar mais. Resolver mais. Avançar mais.

Até que começam os sinais subtis.

Irritação fora de proporção.
Impaciência que contamina a equipa.
Cansaço que não passa ao fim de semana.
Dificuldade em manter clareza quando a pressão sobe.

Nada dramático.

Mas cumulativo.

Não se trata de abrandar a ambição.
Trata-se de retirar o ruído que está a consumir energia invisível.

A verdadeira eficiência não é fazer mais.
É decidir com margem interna — física e mental.

O RESET nasce exatamente aqui.

Não como pausa decorativa.
Mas como treino para sustentar desempenho sem pagar o preço invisível que muitos líderes só reconhecem tarde demais.

Se lideras, isto não é teoria.

É uma escolha sobre como queres decidir — e sobre o custo que estás disposto a aceitar.

📍 RESET · 27 de Março · Viana do Castelo
Envia-me mensagem se sentes que este é o momento.

25/02/2026

Se identif**aste algum destes sinais, isso na sinal de fraqueza.
É sinal que estás no teu limite.
E tens a escolha de mudar isso!

Dia 27 de Março, em Viana do Castelo vamos estar a treinar!

21/02/2026

Operar no limite não começa com exaustão.

Começa com menos margem.

Menos paciência numa pergunta simples.
Menos tolerância a um erro pequeno.
Menos disponibilidade para escutar até ao fim.

Nada disto parece grave.
Mas é o início da contração.

Quando o sistema nervoso permanece demasiado tempo em modo de alerta, a irritabilidade aumenta antes da produtividade cair. A OMS reconhece o burnout como resultado de stress crónico mal gerido — e ele raramente surge de um dia para o outro. Vai-se acumulando.

O que muitas vezes chamamos de “exigência” pode ser apenas ativação contínua.

E quando a margem emocional encolhe, a qualidade das decisões começa a seguir o mesmo caminho.

A questão não é se és exigente.
É se ainda tens espaço interno para responder — e não apenas reagir.

📍 RESET · 27 de Março · Viana do Castelo

Duas pessoas podem dizer exatamente a mesma frase.Uma gera abertura.A outra gera retração.A diferença raramente está no ...
19/02/2026

Duas pessoas podem dizer exatamente a mesma frase.

Uma gera abertura.
A outra gera retração.

A diferença raramente está no vocabulário. Está no estado interno.

Quando estás sob pressão, o corpo acelera antes da voz. A respiração encurta, a paciência diminui, o olhar f**a mais rígido. Nada disto é intencional. Mas é percetível.

As equipas leem muito mais do que o conteúdo verbal. Leem tensão. Leem urgência. Leem impaciência. E ajustam-se a isso.

O mais interessante é que muitos líderes acreditam que estão a ser claros quando, na prática, estão apenas ativados.

Mindful listening — conceito sublinhado no mais recente white paper do World Economic Forum — começa aqui: na capacidade de notar o próprio estado antes de entrar na conversa.

Antes da próxima reunião importante, vale a pena perguntar:

Como estou a chegar?

Porque liderança não é apenas o que comunicas.
É o ambiente que crias quando comunicas.

16/02/2026

Operar no limite raramente parece dramático.

Parece eficiência.
Parece foco.
Parece “estar a dar conta”.

O problema é que, sob pressão contínua, o corpo e o cérebro começam a adaptar-se. E essa adaptação tem custos invisíveis.

Os estudos mostram que o stress crónico reduz a actividade do córtex pré-frontal — área essencial para pensamento estratégico, regulação emocional e tomada de decisão ponderada. Ao mesmo tempo, aumenta a activação de sistemas ligados à resposta rápida e automática.

Traduzindo: decidimos mais depressa.
Mas não necessariamente melhor.

A Organização Mundial da Saúde reconhece o burnout como resultado de stress crónico mal gerido no contexto de trabalho. E a evidência mostra que ele não começa com exaustão total — começa com irritabilidade subtil, redução de margem emocional e dificuldade em desligar.

Num estudo referido no white paper do Fórum Económico Mundial sobre liderança, quase metade dos profissionais experientes afirmou não ter um processo estruturado para decisões críticas, e mais de metade reconheceu não ter sido treinada para decidir em contextos complexos.

Não estamos a falar de falta de competência.

Estamos a falar de pressão prolongada sem espaço suficiente para integrar, reflectir e escolher com clareza.

A pergunta não é se estás cansado.
É se ainda tens margem interna para decidir com a qualidade que o teu cargo exige.

📍 RESET · 27 de Março · Viana do Castelo

Quando a pressão deixa de ser pontual e passa a ser constante, algo muda.Não deixas de decidir.Decides mais rápido.Mais ...
14/02/2026

Quando a pressão deixa de ser pontual e passa a ser constante, algo muda.

Não deixas de decidir.
Decides mais rápido.
Mais funcional.
Mais curto-prazo.

E quase sem dar por isso, a margem encolhe.

Não há colapso.
Há menos espaço para pensar.

E raramente falamos disto quando falamos de liderança.

Falamos de visão, execução, resiliência.
Falamos pouco do estado interno a partir do qual as decisões emergem.

A questão não é se sabes decidir.
É se ainda tens margem para decidir bem.

Condições especiais até 28/02.

A maior parte dos líderes não precisa de mais informação.Precisa de espaço.Espaço para observar padrões que já se repete...
13/02/2026

A maior parte dos líderes não precisa de mais informação.

Precisa de espaço.

Espaço para observar padrões que já se repetem.
Espaço para integrar o que já sabe.
Espaço para decidir sem estar em modo reacção.

Num mundo saturado de conteúdo, talvez a vantagem competitiva não seja saber mais.

Seja conseguir parar o suficiente para transformar a forma como decides.

É aqui que começa a verdadeira evolução.

📍 RESET · 27 de Março · Viana do Castelo

12/02/2026

Estás sempre disponível para todos.

Para resolver tudo.

A levar tudo às costas.

E, muitas vezes, é isso mesmo que te torna um bom líder.

Mas… quem é que te segura a ti?

A verdade é que há um limite —
E não é de competência, é de margem interna.
Aquela clareza que já não aparece. A decisão que já sai em piloto automático.

A resposta que resolve o momento, mas cobra depois.

O cansaço não vem (só) do volume de trabalho.

Vem de ter de funcionar bem — mesmo quando por dentro já nada está inteiro.

📍 RESET — 27 de Março | Viana do Castelo

Um dia de treino para quem lidera com exigência, mas não quer continuar a pagar com o corpo o preço do sucesso.
Não é uma pausa. É um regresso à presença.

🔗 Link na bio
👥 Vagas limitadas (Early Bird até 27 de Fevereiro)

11/02/2026

Há um ponto em que a liderança deixa de ser sobre o que sabes — e passa a ser sobre quem és no momento de decidir.

Porque o mesmo líder, com a mesma experiência, os mesmos valores e as mesmas intenções, pode tomar decisões completamente diferentes consoante o estado interno a partir do qual está a operar.

E isto não é “psicologia leve”. É arquitetura.

O estado interno não é um detalhe pessoal: é o sistema operativo por trás da estratégia, da comunicação, da coragem e da ética. É o lugar invisível onde se decide se vais ouvir ou defender-te; se vais clarif**ar ou controlar; se vais escolher ou reagir.

Quando não há espaço, a liderança tende a encolher: torna-se mais rígida, mais rápida, mais utilitária. Pode até parecer eficiente. Mas, a médio prazo, perde qualidade — e perde humanidade.

O que me interessa (cada vez mais) é esta pergunta:
que tipo de cultura se constrói quando as decisões são tomadas sem espaço?

E o oposto também é verdadeiro: quando existe espaço, a liderança expande. E aquilo que era urgência passa a ser discernimento. Aquilo que era tensão passa a ser direção.

Não se trata de abrandar o mundo.
Trata-se de não deixar que o mundo te acelere por dentro.

Queres treinar?

Junta-te ao Reset!

Link na bio!

10/02/2026

Todos os dias, tomamos decisões a partir de dois lugares diferentes.

De um nasce da pressa, da urgência, do “resolve já”.
Funciona. Mas cobra.

O outro precisa de espaço.
Não reage. Observa. Integra.
Decide com mais alcance.

O problema não é conhecer esta diferença.
É não ter espaço para escolher de onde se decide.

O RESET existe para treinar essa escolha.

📍 27 de Março · Viana do Castelo

Um dia para treinar a capacidade mais exigente da liderança actual:

criar espaço para decidir bem, quando tudo aperta.

08/02/2026

Vivemos num estado quase permanente de alerta.
Não porque algo esteja sempre a acontecer, mas porque o ritmo raramente abranda.

Quando isso se prolonga, deixamos de distinguir urgência real de ruído interno.
Respondemos mais. Escolhemos menos.

Parar, neste contexto, não é desligar nem sair do jogo.

É recuperar informação interna que o dia-a-dia não deixa chegar.
É mudar o lugar de onde se decide.

O RESET existe para treinar exactamente isso:
a capacidade de parar no meio do caos e voltar a decidir com clareza.

📍 27 de Março | Viana do Castelo
🔹 Formação presencial · Grupo reduzido

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Porto
4150-272

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
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Mindfulness permite-nos ganhar uma maior Auto-Consciência: A Consciência Plena de quem somos transforma-nos: deixar de ser o resultado do que nos acontece, para fazer acontecer o resultado da nossa escolha.

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