Maria Andresen

Maria Andresen Consultas de psicologia clínica, psiquiatria, psicodrama para crianças, jovens e adultos. Consulta de Pais, bebés , regulação emocional e desenvolvimento.

Grupos de desenvolvimento de competências. Terapia da Fala e Terapia Ocupacional


ERS 25834/2025

23/12/2025

Do nosso coração para o vosso… tantas histórias numa história só.
A nossa história é a constelação de histórias que escrevemos todos os dias juntos. Somos a História conjunta entre nós e quem nos procura.

Desejamos a cada um um Feliz Natal, um Natal sobretudo de Amor.
Obrigada por TANTA confiança. ✨♥️

Há qualquer coisa nesta época que nos devolve a uma memória muito antiga.Uma alegria sem palavras.Um sentir-se especial ...
23/12/2025

Há qualquer coisa nesta época que nos devolve a uma memória muito antiga.
Uma alegria sem palavras.
Um sentir-se especial antes de saber porquê.
Talvez o Natal se pareça com o início da vida.

Com esse primeiro tempo em que existimos porque alguém ficou a olhar para nós, pegou-nos ao colo e nos desejou profundamente.
Foi assim que o Prof Carlos Amaral Dias nos ensinou.

Os sorrisos, os presentes, os rituais
não valem por si.
Valem porque dizem: tu importas. Porque nos fazem sentir Amados. Teremos sido um Menino Jesus para os nossos Pais?

E mesmo quando a vida não foi fácil,
o Natal insiste querer devolver-nos a esperança de encontrar o Amor [nada de perfeição, o Amor existe por si mesmo].

Talvez seja por isso que o Natal toca tão fundo.
Porque acorda em nós a memória mais essencial de todas: o Amor. #ɴᴀᴛᴀʟ2025

19/12/2025

O Natal perfeito é… IMPERFEITO ♥️🎄 #ɴᴀᴛᴀʟ2025

Lembram-se do Ódio? Corrigir…. Corrigir coloca-nos por cima. Dá a ilusão de controlo e de poder. Já dar a mão obriga-nos...
18/12/2025

Lembram-se do Ódio? Corrigir…. Corrigir coloca-nos por cima.
Dá a ilusão de controlo e de poder.

Já dar a mão obriga-nos a descer.
A acompanhar sem respostas prontas.
A tolerar não saber. A Confiar.

Corrigimos quando o desconforto é nosso.
Quando a dor do outro nos toca [sem sabermos] em demasia.

Dar a mão exige tempo, silêncio e um certo risco.
Risco de sentir.
Risco de falhar.
Risco de nos vermos ao espelho (pode doer!).

Talvez por isso corrigir seja tão tentador.
E dar a mão, tão transformador.

No Natal — e fora dele - dê na mão. Na dúvida, dê a mão. #ɴᴀᴛᴀʟ2025

16/12/2025

♥️ APELO PARA PAIS DIVORCIADOS ESTE NATAL ♥️

Como não viver o Natal?Não o viva na perfeição.A perfeição não existe! É muda, chata e não deixa espaço para o imprevist...
12/12/2025

Como não viver o Natal?

Não o viva na perfeição.
A perfeição não existe! É muda, chata e não deixa espaço para o imprevisto, para o erro, para o humano. Onde tudo tem de estar certo, ninguém cabe por inteiro.

Não o viva na comparação.
Comparar é afastar-se da própria história. Cada família tem a sua forma de AMAR, de falhar e de se encontrar — e nenhuma precisa de parecer com a dos outros.

Não o viva na pressa.
A pressa rouba o encontro. O Natal acontece quando há tempo — tempo para esperar, para escutar, para f**ar.

Não o viva no julgamento…. Que peso!
No julgamento não há curiosidade, nem escuta, nem possibilidade de reparação. Há o vazio.

E não o viva excessivamente estruturado.
Quando tudo está demasiado organizado, não sobra espaço para a vida acontecer. O vínculo precisa de flexibilidade, não de controlo.

Talvez o Natal não seja sobre fazer bem.
Talvez seja sobre estar — com falhas, com limites, com Verdade.

11/12/2025

Porque o Pai Natal existe e porque é que é tão importante ? ♥️

05/12/2025

Se eu me portal@mal estrago o Natal?
O QUE É AFINAL O NATAL PERFEITO? ♥️🌟 🔜

Há inícios que não são suaves.Há bebés que chegam ao mundo antes do tempo — e, sem saberem, começam a vida a lutar.Na pr...
17/11/2025

Há inícios que não são suaves.
Há bebés que chegam ao mundo antes do tempo — e, sem saberem, começam a vida a lutar.

Na prematuridade, o corpo é pequeno demais para o susto, e o susto é grande demais para caber na recordação.

𝙈𝙖𝙨 𝙚́ 𝙞𝙨𝙨𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙩𝙤𝙧𝙣𝙖 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙙𝙞𝙛𝙞́𝙘𝙞𝙡:
𝙣𝙖̃𝙤 𝙛𝙞𝙘𝙖 𝙖 𝙧𝙚𝙘𝙤𝙧𝙙𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤, 𝙛𝙞𝙘𝙖 𝙖𝙥𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙖 𝙈𝙚𝙢𝙤́𝙧𝙞𝙖.

Uma espécie de eco silencioso que, mais tarde, pode aparecer como ansiedade, hipersensibilidade, dificuldade em confiar, ou um medo que não se sabe explicar.

Esta Experiência traumática demasiado precoce, demasiado intensa, num tempo em que o bebé ainda não tem palavras, nem imagens, nem pensamento.
O corpo guarda o que a memória ainda não sabe guardar.

E, muitas vezes, os pais também f**am com marcas: o terror de perder, a culpa de não ter conseguido evitar, a sensação de que a vida começou antes de estarem prontos.
A prematuridade atravessa a família inteira.

Mas há uma boa notícia:
tudo o que foi vivido sem compreensão pode, mais tarde, ser compreendido.
O que começou assustador pode transformar-se quando é acolhido por vínculos seguros, presença constante, e alguém que ajude a dar sentido ao que o corpo guardou em silêncio.

Porque o início da vida pode ser assustador —
mas não precisa de definir a vida inteira.
🌸

A tecnologia abriu portas que as crianças não sabem fechar.E, muitas vezes, pela primeira vez, entram sozinhas num unive...
16/11/2025

A tecnologia abriu portas que as crianças não sabem fechar.
E, muitas vezes, pela primeira vez, entram sozinhas num universo — o da pornografia — que chega demasiado cedo e demasiado cru.

O problema não é “só” verem “algo impróprio”.
É que a pornografia aparece antes do desejo, antes da fantasia, antes do corpo estar pronto para sentir.
Chega-lhes como um guião mecânico e rápido, que ocupa precisamente o lugar onde a sexualidade deveria nascer devagar.

𝙀 𝙝𝙖́ 𝙖𝙡𝙜𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙦𝙪𝙖𝙨𝙚 𝙣𝙞𝙣𝙜𝙪𝙚́𝙢 𝙙𝙞𝙯:
𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙪𝙢𝙖 𝙘𝙧𝙞𝙖𝙣𝙘̧𝙖, 𝙘𝙚𝙧𝙩𝙖𝙨 𝙞𝙢𝙖𝙜𝙚𝙣𝙨 𝙥𝙤𝙙𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙧 𝙫𝙞𝙫𝙞𝙙𝙖𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙪𝙢𝙖 𝙞𝙣𝙩𝙧𝙪𝙨𝙖̃𝙤, 𝙪𝙢 𝙖𝙗𝙪𝙨𝙤 𝙥𝙨𝙞́𝙦𝙪𝙞𝙘𝙤.
Não porque alguém tenha tocado no corpo, mas porque aquilo que entra pelos olhos invade a cabeça com uma força para a qual não têm defesas.
𝘼𝙨𝙨𝙪𝙨𝙩𝙖, 𝙘𝙤𝙣𝙛𝙪𝙣𝙙𝙚, 𝙖𝙣𝙜𝙪𝙨𝙩𝙞𝙖 — 𝙚 𝙛𝙞𝙘𝙖 𝙨𝙚𝙢 𝙨𝙚𝙧 𝙙𝙞𝙩𝙤.
Quando tudo é mostrado antes de ser imaginado, mata-se a fantasia.
E sem fantasia, a sexualidade deixa de ser descoberta para ser imitação; deixa de ser encontro para ser coreografia; deixa de ser corpo para ser consumo.

Os pais não conseguem vigiar tudo — e não devem viver a vigiar.
Mas precisam de estar muito atentos.

A pornografia estraga a sexualidade porque entra onde ainda não devia entrar — e porque rouba o espaço onde o desejo, a imaginação e o vínculo deveriam crescer. 💥‼️

ALERTA para pais, educadores e professores:a infância não precisa de palcos, precisa de Presença.Estamos a encher as cri...
15/11/2025

ALERTA para pais, educadores e professores:
a infância não precisa de palcos, precisa de Presença.

Estamos a encher as crianças de programas “espetaculares” — fins-de-semana temáticos, actividades perfeitas, agendas dignas de um gabinete de eventos — e esquecemo-nos de que o que as marca não é o espetáculo, é o VÍNCULO.

As crianças não contam quantos programas fizeram.
Contam quem lá estava.
Contam quem se sentou no chão, quem ouviu, quem deixou tempo acontecer sem pressa de mostrar nada a ninguém.

A relação não precisa de um guião extraordinário.
Precisa de um adulto inteiro, disponível, curioso.

Porque, no fim, o que é realmente espetacular não são os planos:
é o lugar que o adulto ocupa dentro da criança.
♥️

A S. perguntou-me se era verdade que se pensasse positivo o que sentia iria passa. Que talvez a culpa fosse dela por não...
06/11/2025

A S. perguntou-me se era verdade que se pensasse positivo o que sentia iria passa. Que talvez a culpa fosse dela por não conseguir pensar positivo.

Dizem “pensa positivo” como quem entrega um remédio mas talvez se esqueçam de que o sofrimento não obedece a ordens.
Quem está a sofrer não precisa que lhe digam o que sentir: precisa que alguém tenha coragem para f**ar ao lado, mesmo quando não há nada a dizer.

O pensamento positivo tornou-se a forma moderna de tapar o desconforto.
Serve para quem o diz, não para quem o ouve.
Porque é mais fácil ensinar o outro a calar a sua dor do que suportar escutá-la.

Há dores que não passam assim.
Passam quando são pensadas, quando são nomeadas, quando alguém f**a presente o tempo suficiente para que pensar volte a ser possível encontrar um [novo] lugar para o sofrimento.

Pensar positivo não é o antídoto da dor é a mais fast food das expressões que temos nos tempos modernos para dizer “deixa lá de ser mariquinhas, faz como eu e finges que estás bem.”

Endereço

Rua Caldas Xavier Nr 38 1 O Direito
Porto
4150-162

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