Mulher de Corpo e Alma

Mulher de Corpo e Alma Medicina Obstétrica e Ginecológica
Serviços de Apoio Perinatal, Parentalidade e Sexualidade, Apoio de Doula

Um gesto tão subtil mas que tudo transforma!!!
06/12/2017

Um gesto tão subtil mas que tudo transforma!!!

Children who had been more distressed as infants and had received less physical contact had a molecular profile that was underdeveloped for their age.

Visão interessante do trabalho de parto ☀️
13/06/2016

Visão interessante do trabalho de parto ☀️

~ Texto original (segunda parte de quatro) por The Matrona, tradução livre de Catharina Didelet e Joana Fartaria ~ Maes d’Agua ~ A CALMARIA (A FASE DE DESCANSO) Este é... Ler Mais

30/03/2016

Um testemunho empoderador de Constança Araújo Amador no qual a Dra. Alexandrina Mendes teve o privilégio de estar presente:

"Relato do meu parto natural e humanizado no Centro Materno Infantil do Norte (CMIN)
Quando engravidei tive desde cedo a vontade de ter um parto o mais natural possível. Queria, se possível ter em casa, ou na casa da minha Mãe, dentro ou fora d’água; o que o meu corpo dizia-me era que estava tudo bem e que não precisava de médicos nem intervenções para ter o meu filho.
Claro está que sendo o primeiro e no seio familiar, nem sempre era compreendida e na altura que falei que gostava de ter uma doula, fui questionada e a abordagem era simplesmente ser mais uma despesa desnecessária. Embora estivesse num turbilhão hormonal e por várias vezes sentir-me uma verdadeira “drama queen”, cedi e coloquei o assunto de lado.
À medida que as semanas iam passando e a barriga crescendo, com toda a informação que fui obtendo, quer fosse pelas maravilhosas aulas de preparação para o parto com a Enfermeira Carla da Silva (a quem agradeço tanto o que me ensinou, especialmente sobre a amamentação), da Unidade Familiar de Espinho, quer fosse em casa, com os documentários, artigos e partilhas sobre partos humanizados, partos na água, intervenções médicas – intervenções desnecessárias, negócios, procedimentos e afins, comecei a sentir-me desprotegida, incompreendida e com medo de ir parar às mãos de um médico. Contraditório o suficiente até para mim mesma!
Claro que nunca tornei-me numa fundamentalista, mas a verdade é que começava a questionar-me se devia mesmo ceder às vontades familiares e ter o meu parto no Centro Materno Infantil do Norte (CMIN) ou se devia ouvir o meu corpo e o meu filho e ter o parto em casa.
No dia 1 de Abril tive a minha primeira consulta e a médica obstetra que me calhou na rifa foi a Dra. Alexandrina Mendes. Lembro-me de ir com uma lista de perguntas a fazer, afirmações do que queria e desejava e, apesar da boa disposição, sentia a minha desconfiança a efervescer. O que aconteceu é que a afinidade foi mútua e imediata e assim conheci uma pessoa maravilhosa, que me compreendeu, apoiou e incentivou-me a acreditar que tudo o que eu pretendia iria ser possível nas novas instalações da Maternidade Júlio Dinis.
A questão agora era que equipa médica estaria no dia do parto. Mais tarde fiz ainda a visita às instalações e fui à consulta de esclarecimento sobre a epidural e o medo voltou quando me apercebi que tudo e todos apoiavam e achavam naturalíssimo o procedimento: chegada à Maternidade com uns 3 cm de dilatação, pedir a epidural e ter o parto o mais rápido possível.
A partir das 32 semanas as notícias começaram a ser outras, fosse pela minha ansiedade, fosse por que motivos fossem, o bebé não estava a crescer. Mais uma vez questionei-me e informei-me sobre os percentis, a repetição das ecografias e não estava de todo de acordo com os resultados. Aliás, ainda na primeira ecografia, onde há uma actualização do tempo de gestação, foi dado mais 5 dias ao meu filho, o que nunca concordei. 5 dias é praticamente uma semana e numa semana muitas diferenças se registam no crescimento como no desenvolvimento de um bebé.
Mesmo assim, o que me diziam era que estava bastante “descido” e “encaixado”, foi-me aconselhado a repousar, deixar de ir às aulas de yôga, não andar muito a pé e acima de tudo, relaxar e meditar. Efeito em mim: o oposto! Abrandei o ritmo físico sim, mas o mental só acelerou.
Com 35 semanas e na consulta com a Dra. Alexandrina, desabafei-lhe sobre as minhas inseguranças e receios, ao que tive como resposta: “porque não arranja uma doula?”! O que senti a partir daquele momento era como se me tivesse sido passado uma receita médica com o elixir da juventude e para rapidamente ir comprá-lo à farmácia mais próxima! Usei as palavras da minha médica com todos os que tinham duvidado anteriormente das minhas vontades (necessidades?), como se realmente fosse a minha medicação mais urgente a ser tomada. E tomei! Comecei por contactar doulas do Porto e Centro do país e encontrei-me numa semana com três. Apesar da incompatibilidade de agendas, cheguei a um consenso e ficou decidido que, na semana seguinte começaríamos os encontros e as práticas. Ao mesmo tempo voltava a questionar-me se devia ter o meu parto no CMIN ou no Hospital da Póvoa, onde é permitida a presença do Pai e da doula na sala de partos, mas sabia que ia ser difícil pedir os dados do meu processo para transferência.
Nessa mesma semana, novamente consulta na Maternidade, dia 1 de Julho, véspera da passagem para a 38.ª semana de gestação, onde iria saber o resultado do Spectrococcus para poder saber se podia ficar em casa o máximo de tempo possível. O resultado foi negativo e eu rejubilei. Entretanto fui reencaminhada para o serviço de urgências para fazer nova ecografia. Pouco tempo depois, com resultado na mão (o percentil tinha baixado de 12 para 9 e o peso de 2.400kg para 2.200kg), dirigi-me ao gabinete e comecei a falar com a minha médica que tinha encontrado uma doula e que ia tentar mudar os procedimentos no CMIN para a aceitação de doulas na sala de partos. Falei que começava a sentir-me mais confiante e tranquila. A Dra. Alexandrina parecia partilhar o seu entusiasmo comigo, quando me disse que essa experiência teria que ficar para uma próxima, que o meu bebé não estava a crescer nem a engordar e por isso queria internar-me para a indução do parto. Fiquei paralisada. Não podia estar a acontecer, de todas as hipóteses, não tinha ainda ponderado a indução e saber que o dia estava a ser escolhido e que não seria a Natureza a decidir, estava a deixar-me numa ansiedade extrema. Pedi para ao menos ir a casa, para estar com o Sérgio, o meu companheiro. Muito bem, desde que estivesse no dia seguinte às 8h15 nas urgências. Quis examinar-me, mas eu defendi-me ao dizer que já que teria que ir para indução, que ao menos no dia seguinte todos esses procedimentos fossem feitos.
Saí da Maternidade com a sensação de estar sem chão. Felizmente não tinha feito nenhum exame de “toque” e tratei de começar a fazer tudo o que não podia fazer até então: comi wasabi e gengibre, fiz chá de limão com canela e mais gengibre ainda, andei imenso a pé, fartei-me de subir e descer degraus, namorei, dancei e fui para a cama às 3h00. Lembro-me ainda à noite, antes de irmos para casa, olhar para a Lua Cheia e pedir-lhe que já que o meu filho tinha que nascer, que ela fizesse o seu trabalho. Era noite de Lua Cheia e ela estava ali, majestosa e naquele sábio silêncio que conseguimos identificar.
Às 4h30 comecei com contracções! Curioso, pois em toda a gravidez nunca tinha tido nenhuma e muitas vezes questionava-me como se podia saber como eram e se realmente eram. A frequência começou a encurtar mas era praticamente indolor. Não queria ir mas o facto é que só por volta das 10h00 é que dei entrada nas Urgências. A Dra. Alexandrina que estava em serviço já tinha perguntado por mim. Com um sorriso gigante disse-lhe que estava em trabalho de parto! Fui fazer o CTG e a seguir nova ecografia (perdi a conta às ecografias que fiz e ainda hoje, pelo que tenho lido, estou receosa com os efeitos que possam causar). Resultado, percentil 15, peso 2.700kg (aqui verifica-se a margem de erro nas medições e que nem sempre podemos acreditar nos resultados). Novamente quis examinar-me e eu contorci-me, pois sabia que aqui podia ser dada “uma ajudinha” (fosse ruptura da bolsa, fosse descolamento das membranas). Pedi que não se realizasse nada e que apenas se tentasse saber com quantos centímetros de dilatação estaria, mas logo que me deitei fiquei tão tensa que não foi possível que o exame se realizasse por completo.
Apontou-se para uns 3 cm de dilatação. Sorri e perguntei se podia ir para casa continuar a fazer o trabalho de casa. E assim foi. Fui à sala de espera ter com o Sérgio e ainda deu tempo, em passo menos acelerado para ir por 10 minutos ao Palácio de Cristal. Quando chegámos a casa, ainda tratei de fazer o nosso almoço (apetecia-me caril) e a seguir ainda consegui descansar um pouco. Tínhamos instalada uma aplicação que registava a frequência e duração das contracções e, por volta das 19h00 começaram a intensificar-se. Até lá, bastava-me esticar os braços numa parede e respirar fundo que tudo facilmente passava. Fui cerca de duas vezes tomar d***e de água bem quente, mas quando as contracções começaram realmente a doer, a posição de maior conforto era a de joelho ou de cócoras e para aliviar, fazer pressão no lado direito do sacro.
Como tudo foi tão repentino não cheguei a telefonar à doula e foi o Sérgio que esteve sempre ao meu lado, em silêncio, apontado as contracções e a tratar do meu bem-estar. Mais tarde, numa ida à casa de banho, reparo que estou com sangue, sinal que sabia ter chegado a altura de ir para a Maternidade. O caminho pareceu-me bem mais longo que o costume, mas ao mesmo tempo sentia-me feliz por saber que era a altura. À chegada às urgências, por volta das 22h00 o Segurança ao ver-me, prontificou-se a colocar uma cadeira de rodas à minha frente, pelos vistos rosnei-lhe um: “Não quero nada disso!” e pelo meu pé fui fazer a inscrição ao balcão. Nova contracção e um agaixamento ali mesmo, olhei ainda de soslaio para as salas de espera, cheias e com alguns olhares na minha direcção. Entrei no serviço de triagem e logo dei de caras com a Dra. Alexandrina que continuava em serviço! Olhámos uma para a outra e sem dizer nada, sentimos a mesma felicidade por estarmos ali, as duas, daquela forma e sem que nada tivesse sido forçado. Numa nova contracção, comigo a gemer agarrada a um parapeito do corredor e com mais olhares preocupados à minha volta, ouço-a a dizer: “Deixem-na estar, que ela sabe o que está a fazer.”
Quando pensava que podia já ir para a sala de partos, a Dra. Alexandrina quis examinar-me e, novamente (com algum orgulho meu, confesso), não foi possível realizar-se e ao que eu apontei que fosse registado com 8 cm de dilatação. Fui chamar o Sérgio e fomos directamente para o corredor de trabalho de parto para nos dirigirmos à última box. Logo no início do percurso perguntaram se eu queria epidural e foi a última vez que me perguntaram! Custou-me imenso percorrer aquele corredor e a forma que encontrei para aliviar as dores e caminhar mais depressa foi com a minha cabeça empurrar o Sérgio pelas costas. Parecia um animal. Atirei-me para a bola de pilates, mal a vi estacionada à beira da box. Quando entrámos logo me foi pedido para de lá sair, que a box ia ser ocupada por outra pessoa e para ir para a número 6, a primeira do corredor!!! Aquele corredor de trabalho de parto, mais me pareceu um corredor da morte, infindável e doloroso. A custo lá cheguei e pedi educadamente para apagarem algumas luzes. A partir de então, estive quase sempre de olhos fechados, quase imóvel. Houve um momento que estive de pé e tinha duas enfermeiras com o CTG colado à minha barriga, preocupadas porque o batimento que ouviam era reduzido. Lembro-me de ter pegado no aparelho e encostá-lo no sítio certo, onde sentia o meu filho. Disse-lhes: “esse é o meu coração, o bebé está aqui!”. Ainda estive de pé uma ou outra vez, porque deitada e só levantando a bacia é que sentia alívio nas contracções. Mas há aqui um período de tempo que não sei medir, entre a entrada e saída de uma ou outra enfermeira apenas para certificar se estava tudo bem e da Dra. Alexandrina estar ao meu lado, a dizer-me as melhores palavras de conforto que podia sentir.
Nos entretantos, consegui comer uma ou outra bolacha, tinha muita sede e alguma falta de ar, não transpirava, mas pelos vistos só comecei a sentir-me bem com o ar condicionado ligado a uma temperatura baixíssima. Numa das vindas da Dra. Alexandrina, os meus níveis de oxitocina estavam em alta, pois lembro-me que aí sim, consentir em ser examinada pela minha médica que só me perguntou se não tinha vontade de puxar, pois estava na hora! Ao meu lado tinha a Enfermeira Olinda Bragança a dar-me conselhos das posições e como puxar, enquanto eu dizia-lhe que gostava dela, que gostava muito da sua voz e que a minha avó paterna tinha o mesmo nome. A Enfermeira Olinda disse-me para entregar-me à dor e para tentar não apertar o copo que eu tinha na mão. A verdade é que a seguir e quando senti a chegada de uma nova contracção, permaneci de olhos fechados com o copo erguido ao céu e entreguei-me à dor. Foi uma sensação maravilhosa esta entregua e este controle, como num rito de passagem, com uma parte de mim fora daquela sala de partos, uma parte que estava leve, elevada, sem dor e preparada.
Já passava da meia-noite e os puxos começaram então a surgir. A frequência das contracções tinha diminuído e eu relaxei um pouco. Fomos deixados sozinhos não sei por quanto tempo e só mais tarde, quando os puxos começaram a intensificar-se, decidi levantar-me. Tinha o Sérgio ao meu lado e quando um novo puxo veio, senti a cabeça do Francisco entre as pernas. Lembro-me de ter pensado que íamos ter o nosso filho ali, a sós, os dois, mas tinha medo. O Sérgio só me perguntou se era altura de chamar a Dra.; e assim foi. Entrou a Dra. Alexandrina e a discreta enfermeira Carla Machado. Foi pedido para me deitar e comecei a puxar, mas daquela forma não estava confortável além de que, começava a ficar com poucas forças e a retraír-me. Não sei explicar bem porquê, mas estava agora com uma sensação receosa por saber que o meu filho ia deixar de ser meu, que ia deixar de estar dentro de mim e que viria ao mundo, que eu realmente ia ser Mãe e que já não podia voltar atrás. A Dra. Alexandrina, apercebeu-se do meu estado, começou a tirar partes do colchão da marquesa e pediu-me para me chegar à frente, para poder ficar sentada, incentivando-me com palavras doces e de força, dizendo-me que daqui a nada ia ter o meu filho nos meus braços. A dor tinha desaparecido praticamente por completo, mesmo com os puxos o que eu sentia era pressão. As forças estavam também a diminuir, mas era a hora e lembro-me de pensar que tinha que arranjá-las fosse onde fosse.
Sentada, gemi, berrei, rangi os dentes, puxei e de uma vez e rapidamente senti o meu filho a nascer, sem dor. Deixei-me estender na marquesa e só depois de o ouvir a chorar é que abri os olhos. Eram 3h00 da manhã e tinha o meu filho encostado a mim e eu era o Universo, com tanto, tanto amor que lhe disse todas as palavras de amor, de carinho e de protecção que sabia. Estava tão feliz!
Deixaram-nos permanecer assim ainda durante algum tempo e só depois o cordão foi cortado pelo Pai. Estava branco, o que me satisfez por saber que o nosso filho tinha recebido o sangue que necessitava. A parte seguinte e última do parto é que não me agradou em nada, tenho ainda em mim a sensação da placenta a ser descolada. Fui ainda suturada onde tive pequenas lacerações superficiais. Custaram-me mais esses poucos pontos que muitas contracções e só tenho a agradecer a paciência da Dra. Alexandrina teve comigo. Aliás, nem sei bem ainda como lhe agradecer infinitamente.
O Francisco, meu filho, mamou na primeira hora, esteve sempre comigo e nu. Só depois foi medido, pesado e vestido e a pomada oftálmica só lhe foi dada à saída da sala de partos. Ao todo permanecemos mais de três horas na sala após o seu nascimento, os três, a sós.
Quando saí da sala de partos foi-me dito que não havia quartos na enfermaria e que ia ficar na secção de indução à espera que me fosse atribuído um. Eram 6h30 da manhã e tive naquele momento que despedir-me do Sérgio sem saber ao certo quando é que ele podia voltar para nos visitar.
Às 7h30 levantei-me para ir à casa de banho e tentei dar-lhe de mamar novamente, uma enfermeira ainda passou a perguntar se eu não queria suplemento. Numa instituição que se diz “amiga do bebé”, coisas como esta não deviam acontecer. Se eu fosse menos informada e sabendo que o meu filho tinha nascido com baixo peso, teria logo aceite. Disse-lhe que não, obviamente.
Na verdade, o Francisco nasceu com baixo peso (2,460kg) o que torna efectivo que as ecografias apontavam valores mais ou menos correctos. Dou muitas graças pela última ter dado um peso estimado de 2,700kg, pois só assim me foi possível ir para casa para que tudo se desenrolasse naturalmente.
Penso que dormitei um pouco, terão sido 5, 10 ou 15 minutos, não sei, pois só havia a necessidade de o ver, de confirmar que respirava e afirmar a mim mesma que a partir de agora tudo seria diferente.
Ao meio-dia e meia foi-me atribuído um quarto e a partir daqui quero só referir o excelente trabalho, profissionalismo e atenção que tive por parte das enfermeiras. Não sei bem onde encaixar tantos elogios e as palavras não me chegam, mas a verdade é que todas as equipas de enfermeiras que passaram por mim, foram excepcionais. Para além de me ajudarem com a amamentação, com os cuidados com o Francisco, estiveram ali, sempre e principalmente à noite, quando nos sentimos mais indefesas, frágeis e também sozinhas. Quero agradecer muito especialmente à Enfermeira Sameiro que foi preciosa na ajuda da “subida/descida” de leite; não me vou esquecer o que nos rimos naquela noite. Quero agradecer à Enfermeira Joana Tavares, ainda em estágio, mas que desde já merece ficar no CMIN, pois nunca vi enfermeira tão atenciosa, sábia e exímia no seu papel. Espero mesmo que fique no CMIN. À Enfermeira Iola quero dizer que a empatia foi tal que nela vi um ombro amigo para uma entrega e confiança no seu trabalho e, nas suas palavras que foram tão importantes para mim, não vou esquecer o abraço que demos quando o Francisco teve alta. À Enfermeira Lídia, à Enfermeira Carla Santos, à Dra. Joana e à Dra. Filomena, o meu muito obrigada. E, sem esquecer, um muito e especial obrigada à Dra. Helena Graça (ela sabe porquê).
Após o parto, já fui ao CMIN noutras circunstâncias e continuo a ser extremamente bem recebida por todos, como com a enfermeira Cecília da Neonatologia, um exemplo a seguir por todos, no que toca à sabedoria dos primeiros cuidados com um recém-nascido, desproblematizando os preconceitos que temos. O meu agradecimento estende-se igualmente às auxiliares e às voluntárias.
Pode parecer exagero da minha parte, mas escrevo este relato para mostrar às futuras mães que é possível tal como eu ter um parto praticamente “normal/ natural/ humanizado” fora de casa. Escrevo para provar que é possível sermos nós a dar à luz praticamente a sós, em sossego, sem intervenções desnecessárias, sem medicação, sem pressas, mas sim, acompanhadas pelos que sabem e que estão lá para nos ajudar.
Por último, quero agradecer ao Sérgio que esteve permanentemente comigo, ao meu lado, amando e apoiando-me, sendo desde o primeiro segundo, o melhor Pai do mundo!"

Vamos ouvir as nossas crianças?
07/03/2016

Vamos ouvir as nossas crianças?

This is "O Começo da Vida - Trailer Oficial (legendas em Português)" by mariafarinhafilmes on Vimeo, the home for high quality videos and…

Olhe-se no espelho, veja a criança doce de dois anos que já foi, que ainda é uma parte de si. Quando falar consigo, lemb...
05/03/2016

Olhe-se no espelho, veja a criança doce de dois anos que já foi, que ainda é uma parte de si. Quando falar consigo, lembre-se que é com ela que está a falar também. Muda alguma coisa?

"I love you sweet girl..."
Exercício do dia

Parentalidade que começa na cocepção, porque a modulação da nossa personalidade acontece na primeira célula do nosso cor...
02/03/2016

Parentalidade que começa na cocepção, porque a modulação da nossa personalidade acontece na primeira célula do nosso corpo

For more information about this speaker, please visit her website at http://www.fromwombtoworld.com/. In the spirit of ideas worth spreading, TEDx is a progr...

Mulheres que servem, por uma gravidez mais sentida.A boa notícia é que ainda vai a tempo de apanhar esta formação, aqui ...
24/02/2016

Mulheres que servem, por uma gravidez mais sentida.

A boa notícia é que ainda vai a tempo de apanhar esta formação, aqui tão perto.

Apresentamos um curso completo de doulas (com as componentes inicial e avançada juntas e uma forte componente de trabalho emocional e que conta com 8 módulos de 2 dias) para aquelas mulheres que desejam dedicar-se a esta tarefa maravilhosa de forma integral e profissional. Esta será uma viagem aos n…

Estamos nós também a preparar uma surpresa que nos vai aproximar..
22/02/2016

Estamos nós também a preparar uma surpresa que nos vai aproximar..

De corpo e alma...
18/02/2016

De corpo e alma...

Feliz dia de São Valentim
14/02/2016

Feliz dia de São Valentim

Endereço

Porto
4200

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Mulher de Corpo e Alma publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Mulher de Corpo e Alma:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram