Jorge Ribas: Porto Physio Center

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Instituto de Fisioterapia Manual e Saúde Pélvica
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Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo ...
09/03/2026

Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?

Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo da linha média para acomodar o útero e o feto em crescimento. Após o parto, esse afastamento tende a diminuir naturalmente, mas nem sempre fecha completamente.

Na maioria das vezes há uma preocupação estética com esta questão, mas esse é na verdade o menor dos problemas. Com o tempo pode afectar a função e até piorar com exercício físico.

Dores lombares e abdominais, prolapso ou incontinência urinária podem ser algumas das consequências a médio e longo prazo, sobretudo durante a menopausa.

O que reforça a importância de haver cuidado pós-parto em reabilitar as funções músculo-esqueléticas. Está a apostar na sua saúde e bem-estar a longo prazo.

Não deixe ao acaso a sua saúde pélvica no pós-parto. Agradecerá mais tarde.
Marque já a sua avaliação.

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amame...
06/03/2026

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.

Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amamentação e por toda uma adaptação a uma nova etapa da vida. Tudo isto num turbilhão hormonal.

Há uma pressão social para recuperar rapidamente e voltar ao corpo de antes, de preferência de forma espontânea. Mas é um objectivo completamente irrealista.

Para além disso, há pouca informação para as novas mães sobre os desafios reais da recuperação pélvica. É aqui que a fisioterapia pode ajudar.

A fisioterapia no pós-parto avalia como o pavimento pélvico, a musculatura abdominal, o comportamento miccional e intestinal estão a funcionar após a gravidez e o parto. Trabalha o que precisa de ser trabalhado para que a recuperação seja funcional e para prevenir problemas e desconfortos a médio e longo prazo.

Cada corpo tem o seu ritmo. Pedir ajuda é saudável. E sobretudo, não exija de si objetivos irrealistas.
Esta nova realidade é uma fase que deve ser experienciada.

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está d...
05/03/2026

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?

Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está de pé durante muito tempo, quando faz esforço ou quando tosse?

É possível que seja prolapso: quando os órgãos pélvicos (bexiga, útero, recto) descem da sua posição normal porque os músculos e tecidos que os sustentam enfraqueceram. Pode acontecer após partos vaginais, com alterações hormonais, ou depois de anos de pressão excessiva sobre o pavimento pélvico.

Há diferentes graus que variam entre ligeiro, sem sintomas signif**ativos, até desconforto que afecta o dia a dia. Muitas mulheres nem sabem que têm, não sabem o que é, nem que existe tratamento.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica avalia o grau de prolapso e trabalha o fortalecimento do pavimento pélvico, coordenação muscular e postura para reduzir o desconforto.

Se reconheceu estes sintomas, não se resigne. Agende uma avaliação.

04/03/2026

O corpo feminino não vem com manual de instruções.

Ninguém nos avisa que certas mudanças vão acontecer. Nem porquê. Muito menos o que fazer em relação a elas.

Sensação de peso pélvico ao deitar que não existia antes. Urgência urinária que apareceu sem razão aparente. Peso que aumenta independentemente do que come. Cansaço profundo que dormir não resolve.

Muitas destas alterações acontecem durante transformações hormonais que afectam também o sistema músculo-esquelético.

A primeira falha está muitas vezes em não perceber que há formas de viver estas mudanças com menos desconforto. A segunda é cultural: estamos habituadas a recorrer a certas áreas de saúde ou bem-estar, mas raramente nos ocorre que a fisioterapia possa ajudar.

A fisioterapia especializada em saúde da mulher avalia e trata as sequelas das alterações físicas e hormonais ao longo da vida. Durante março vamos explorar estes temas.

Não se acomode no desconforto. Há ajuda disponível.

Março está quase aí!É o mês da mulher e também o mês mundial da consciencialização sobre a incontinência urinária. Apesa...
28/02/2026

Março está quase aí!

É o mês da mulher e também o mês mundial da consciencialização sobre a incontinência urinária. Apesar de não ser um tema exclusivo feminino, a incontinência afecta desproporcionalmente as mulheres, especialmente durante a gravidez, após o parto e menopausa.

Durante fevereiro falámos sobre pavimento pélvico, sobre como o corpo trabalha em conjunto, sobre sintomas que se normalizam quando poderiam ser tratados. Em março vamos aprofundar especif**amente a saúde da mulher, não apenas incontinência, mas todas as disfunções pélvicas que afectam qualidade de vida.

Prolapso, dor pélvica, disfunção sexual, diástase abdominal, alterações na menopausa - temas que muitas mulheres vivem em silêncio porque não sabem que podem ser trabalhados, porque ouviram que é normal depois dos filhos, ou simplesmente porque não há espaço seguro para falar sobre isto de forma séria.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas áreas com base em evidência científ**a, sem tabus e sem dramatismo. Avalia o que está a falhar, identif**a causas específ**as, trata de forma direccionada.

Março vai ser dedicado a desmistif**ar saúde da mulher e a mostrar que há soluções técnicas e ef**azes para problemas que foram normalizados durante demasiado tempo.

Acompanhe-nos.

A fisioterapia ainda carrega o peso de ser vista como tratamento de doença.Procura-se quando há lesão ou dor e raramente...
27/02/2026

A fisioterapia ainda carrega o peso de ser vista como tratamento de doença.

Procura-se quando há lesão ou dor e raramente como aliada para manter o corpo funcional ao longo do tempo.

Mas a avaliação que se faz em fisioterapia especializada trabalha precisamente a forma como o corpo funciona como sistema integrado. Esta perspectiva sistémica identif**a causas que não são óbvias quando se olha apenas para sintomas isolados. Permite trabalhar o corpo como um todo, sem fragmentar em partes que funcionam independentemente umas das outras.

As pessoas investem regularmente em bem-estar de várias formas: exercício, alimentação, tratamentos que as fazem sentir melhor. E fazem bem. Mas muitas vezes continuam a viver com desconfortos que poderiam ser resolvidos.

A fisioterapia especializada pode trabalhar essas causas de forma específ**a e pode ser uma aliada regular para quem quer manter função ao longo da vida.

Deixo-lhe o desafio: dê uma oportunidade à fisioterapia, valerá a pena. Conversamos?

Incontinência urinária é frequentemente tratada como inevitável."É da idade." "Depois dos filhos é assim." "Após cirurgi...
26/02/2026

Incontinência urinária é frequentemente tratada como inevitável.

"É da idade."
"Depois dos filhos é assim."
"Após cirurgia à próstata f**a-se sempre com perdas."

São frases que se ouvem constantemente e que criam a ideia de que perder urina é consequência imutável do envelhecimento, da maternidade ou de intervenções cirúrgicas. Como se fosse um destino que não pode ser alterado.

Mas incontinência urinária tem causas específ**as e tratáveis. Enfraquecimento do pavimento pélvico que pode ser reabilitado. Descoordenação entre músculos abdominais e pélvicos que pode ser corrigida. Alterações hormonais cujo impacto pode ser gerido. Descompensações sistémicas que afectam a função da bexiga e podem ser trabalhadas.

O que torna a incontinência "inevitável" é a falta de intervenção adequada. Quando nada se faz, quando se assume que é assim e pronto, então sim, torna-se permanente. Mas quando há avaliação especializada e tratamento direccionado, a grande maioria dos casos melhora signif**ativamente ou resolve completamente.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha exactamente isto. Avalia o que está a falhar, porque está a falhar, e trata de forma específ**a. Sem dramatismo, sem promessas milagrosas, apenas trabalho técnico sobre causas reais.

Perder urina pode parecer inevitável. Mas na maioria dos casos, é evitável e reversível.
Vamos conversar?

O impacto, por si só, não causa perdas urinárias. A questão é como o corpo gere esse impacto.Quando corremos, saltamos o...
24/02/2026

O impacto, por si só, não causa perdas urinárias. A questão é como o corpo gere esse impacto.

Quando corremos, saltamos ou rimos intensamente, a pressão intra-abdominal aumenta de forma súbita. Num corpo funcional, o pavimento pélvico responde automaticamente - contrai de forma reflexa, coordena-se com o diafragma e a musculatura abdominal, distribui a pressão. Tudo isto acontece em milissegundos, sem pensarmos nisso.

Quando o pavimento pélvico está enfraquecido ou descoordenado, essa resposta automática falha. A pressão aumenta, o pavimento pélvico não consegue gerir, e há perda de urina. A falha está na coordenação automática entre sistemas, não em falta de controlo voluntário.

A resposta habitual é evitar. Deixar de correr, parar com desportos de impacto, ter cuidado ao rir ou tossir. Diminui o impacto do sintoma mas com o tempo agrava-se o problema, o pavimento pélvico f**a ainda mais descondicionado.

A solução passa por treinar o corpo para gerir impacto. Trabalhar força e coordenação do pavimento pélvico de forma progressiva em conjunto com a musculatura abdominal e reintroduzir impacto gradualmente, ensinar o sistema a responder como deve.

Isso é fisioterapia. E funciona.

Quando se fala de transições hormonais, pensa-se imediatamente em menopausa.Mas os homens também passam por alterações h...
19/02/2026

Quando se fala de transições hormonais, pensa-se imediatamente em menopausa.

Mas os homens também passam por alterações hormonais signif**ativas com o envelhecimento, a andropausa, embora menos falada, tem impacto real na função física, energia, massa muscular, e também no pavimento pélvico.

Nas mulheres, a menopausa traz alterações que afectam os tecidos pélvicos, a lubrif**ação, a força muscular, a densidade óssea. Pode surgir ou agravar-se incontinência urinária, dor durante relações se***is, prolapso dos órgãos pélvicos e perda de força no core.

Nos homens, a diminuição de testosterona afecta a massa muscular (incluindo o pavimento pélvico), a densidade óssea, a função sexual, a energia geral. Pode surgir dificuldade em controlar a micção, disfunção sexual e perda de força funcional.

Em ambos os casos, estas transições hormonais não signif**am declínio inevitável, mas sim que o corpo precisa de abordagem diferente. Trabalhar a musculatura de forma adaptada, manter mobilidade, fortalecer o que está a enfraquecer antes que se torne limitação.

A fisioterapia não reverte alterações hormonais, mas trabalha o seu impacto no corpo. E isso faz diferença em como se envelhece.

Venha avaliar o seu caso connosco.

Mulheres que tiveram filhos há muitos anos e que continuam a viver com perdas urinárias, diástase abdominal, dor pélvica...
18/02/2026

Mulheres que tiveram filhos há muitos anos e que continuam a viver com perdas urinárias, diástase abdominal, dor pélvica ou disfunção sexual, assumem, muitas vezes, que já é tarde para fazer alguma coisa.

Mas o pavimento pélvico não tem prazo de validade para ser trabalhado. O corpo continua a responder quando é dado tratamento adequado. A musculatura pode ser reabilitada, a coordenação pode ser recuperada, a função pode melhorar.

O que acontece é que muitas mulheres ouvem no pós-parto imediato que "é normal", que "vai passar com o tempo", que "todas as mães têm isto". E quando não passa, quando os sintomas se mantêm ou até pioram com o tempo, já interiorizaram que não há nada a fazer.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas disfunções em qualquer momento após o parto.

Pós-parto não tem prazo de validade. Nunca é tarde para recuperar.
Agende já a sua consulta.

Há temas de que ninguém fala.Dor durante relações se***is é um deles. E por não se falar, muitas pessoas vivem com isto ...
17/02/2026

Há temas de que ninguém fala.

Dor durante relações se***is é um deles. E por não se falar, muitas pessoas vivem com isto durante anos sem procurar ajuda, ou até a vida toda.

Pode ser disfunção dos músculos do pavimento pélvico que estão demasiado tensos ou descoordenados. Aderências cicatriciais após parto ou cirurgias. Alterações hormonais.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas causas de forma específ**a com avaliação e tratamento direcionado ao problema real.

Quando a causa física é identif**ada e trabalhada, intimidade sem dor é alcançável na maioria dos casos. Se vive com este problema, não desista, pode ser tratado.

"É normal. Acontece a toda a gente."É o que muitas pessoas ouvem quando falam de perder urina ao tossir, de urgência súb...
16/02/2026

"É normal. Acontece a toda a gente."

É o que muitas pessoas ouvem quando falam de perder urina ao tossir, de urgência súbita, de desconforto pélvico. E é verdade que é comum, acontece a muitas pessoas depois de ter filhos, com o envelhecimento, após cirurgias prostáticas. Mas comum não signif**a inevitável.

O que vejo em consultório são pessoas que já normalizaram completamente estes sintomas. Usam pensos todos os dias, evitam actividades de impacto como correr ou saltar, planeiam percursos em função das casas de banho disponíveis. São pequenos ajustes que se foram instalando na rotina, ao ponto de já nem repararem no impacto que têm na forma como vivem.

E quando pergunto há quanto tempo é assim, a resposta é quase sempre "já nem me lembro" ou "sempre foi assim desde que tive os filhos" ou "desde a cirurgia". Como se fosse um estado permanente que não pode ser alterado.

Mas o pavimento pélvico pode ser avaliado e trabalhado, independentemente de quanto tempo passou. Anos depois do parto, depois da menopausa ou depois de cirurgia prostática. Não há prazo de validade para recuperar função muscular, força, coordenação. O que foi normalizado como inevitável pode, na maioria dos casos, ser trabalhado e melhorado.

A questão não é se o sintoma é comum. A questão é se pode ser tratado.

Quer perceber se o seu caso tem solução? Agende uma avaliação.

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