Jorge Ribas: Porto Physio Center

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Instituto de Fisioterapia Manual e Saúde Pélvica
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Quando se fala de transições hormonais, pensa-se imediatamente em menopausa.Mas os homens também passam por alterações h...
19/02/2026

Quando se fala de transições hormonais, pensa-se imediatamente em menopausa.

Mas os homens também passam por alterações hormonais signif**ativas com o envelhecimento, a andropausa, embora menos falada, tem impacto real na função física, energia, massa muscular, e também no pavimento pélvico.

Nas mulheres, a menopausa traz alterações que afectam os tecidos pélvicos, a lubrif**ação, a força muscular, a densidade óssea. Pode surgir ou agravar-se incontinência urinária, dor durante relações se***is, prolapso dos órgãos pélvicos e perda de força no core.

Nos homens, a diminuição de testosterona afecta a massa muscular (incluindo o pavimento pélvico), a densidade óssea, a função sexual, a energia geral. Pode surgir dificuldade em controlar a micção, disfunção sexual e perda de força funcional.

Em ambos os casos, estas transições hormonais não signif**am declínio inevitável, mas sim que o corpo precisa de abordagem diferente. Trabalhar a musculatura de forma adaptada, manter mobilidade, fortalecer o que está a enfraquecer antes que se torne limitação.

A fisioterapia não reverte alterações hormonais, mas trabalha o seu impacto no corpo. E isso faz diferença em como se envelhece.

Venha avaliar o seu caso connosco.

Mulheres que tiveram filhos há muitos anos e que continuam a viver com perdas urinárias, diástase abdominal, dor pélvica...
18/02/2026

Mulheres que tiveram filhos há muitos anos e que continuam a viver com perdas urinárias, diástase abdominal, dor pélvica ou disfunção sexual, assumem, muitas vezes, que já é tarde para fazer alguma coisa.

Mas o pavimento pélvico não tem prazo de validade para ser trabalhado. O corpo continua a responder quando é dado tratamento adequado. A musculatura pode ser reabilitada, a coordenação pode ser recuperada, a função pode melhorar.

O que acontece é que muitas mulheres ouvem no pós-parto imediato que "é normal", que "vai passar com o tempo", que "todas as mães têm isto". E quando não passa, quando os sintomas se mantêm ou até pioram com o tempo, já interiorizaram que não há nada a fazer.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas disfunções em qualquer momento após o parto.

Pós-parto não tem prazo de validade. Nunca é tarde para recuperar.
Agende já a sua consulta.

Há temas de que ninguém fala.Dor durante relações se***is é um deles. E por não se falar, muitas pessoas vivem com isto ...
17/02/2026

Há temas de que ninguém fala.

Dor durante relações se***is é um deles. E por não se falar, muitas pessoas vivem com isto durante anos sem procurar ajuda, ou até a vida toda.

Pode ser disfunção dos músculos do pavimento pélvico que estão demasiado tensos ou descoordenados. Aderências cicatriciais após parto ou cirurgias. Alterações hormonais.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas causas de forma específ**a com avaliação e tratamento direcionado ao problema real.

Quando a causa física é identif**ada e trabalhada, intimidade sem dor é alcançável na maioria dos casos. Se vive com este problema, não desista, pode ser tratado.

"É normal. Acontece a toda a gente."É o que muitas pessoas ouvem quando falam de perder urina ao tossir, de urgência súb...
16/02/2026

"É normal. Acontece a toda a gente."

É o que muitas pessoas ouvem quando falam de perder urina ao tossir, de urgência súbita, de desconforto pélvico. E é verdade que é comum, acontece a muitas pessoas depois de ter filhos, com o envelhecimento, após cirurgias prostáticas. Mas comum não signif**a inevitável.

O que vejo em consultório são pessoas que já normalizaram completamente estes sintomas. Usam pensos todos os dias, evitam actividades de impacto como correr ou saltar, planeiam percursos em função das casas de banho disponíveis. São pequenos ajustes que se foram instalando na rotina, ao ponto de já nem repararem no impacto que têm na forma como vivem.

E quando pergunto há quanto tempo é assim, a resposta é quase sempre "já nem me lembro" ou "sempre foi assim desde que tive os filhos" ou "desde a cirurgia". Como se fosse um estado permanente que não pode ser alterado.

Mas o pavimento pélvico pode ser avaliado e trabalhado, independentemente de quanto tempo passou. Anos depois do parto, depois da menopausa ou depois de cirurgia prostática. Não há prazo de validade para recuperar função muscular, força, coordenação. O que foi normalizado como inevitável pode, na maioria dos casos, ser trabalhado e melhorado.

A questão não é se o sintoma é comum. A questão é se pode ser tratado.

Quer perceber se o seu caso tem solução? Agende uma avaliação.

Há músculos que ninguém vê mas que toda a gente usa.O pavimento pélvico é um conjunto de músculos que sustenta os órgãos...
13/02/2026

Há músculos que ninguém vê mas que toda a gente usa.

O pavimento pélvico é um conjunto de músculos que sustenta os órgãos internos e controla funções urinárias e intestinais. Funciona em coordenação com o abdómen, a zona lombar, a pélvis.

Quando está funcional, nem reparamos que existe. Quando deixa de funcionar bem, o impacto sente-se: perdas urinárias ao tossir ou espirrar, urgência súbita para urinar, sensação de peso na região pélvica, dor durante relações se***is.

E isto não é só assunto feminino. Homens também têm pavimento pélvico. Também pode enfraquecer após cirurgias prostáticas, com o envelhecimento, por compensações posturais mantidas durante anos, entre outros.

Raramente se fala disto e quando há sintomas, muitas pessoas assumem que é normal. "É da idade." "É depois dos filhos." "É assim mesmo."

Mas não é. Pavimento pélvico pode ser avaliado e trabalhado, como qualquer outro grupo muscular, e recuperar função, força, coordenação.

Faz parte da força funcional de que temos vindo a falar e pode fazer a diferença em como vivemos o dia a dia.

O corpo muda em cada década.Aos 40 não é o mesmo que aos 20. Aos 60 não é o mesmo que aos 40. E cada fase tem padrões es...
09/02/2026

O corpo muda em cada década.
Aos 40 não é o mesmo que aos 20. Aos 60 não é o mesmo que aos 40. E cada fase tem padrões específicos de adaptação que, se compreendidos, podem ser trabalhados de forma preventiva.

O que vejo em consultório é que muitas pessoas esperam que o corpo continue a funcionar da mesma forma ao longo de décadas. E quando surgem sintomas - rigidez, dor, perda de mobilidade - tratam como inevitáveis quando na realidade são sinais de que o corpo precisava de intervenção mais cedo.

A fisioterapia não é só para quando algo falha. É para manter o corpo funcional à medida que envelhece. Trabalhar a mobilidade articular antes que se torne rigidez crónica. Fortalecer o pavimento pélvico antes que perca função. Corrigir compensações posturais antes que criem dor persistente.

Mas mesmo quando esses sintomas já se instalaram, há margem para trabalhar. Em qualquer idade, o corpo responde quando lhe damos a intervenção adequada. Nunca é tarde para recuperar função, reduzir dor, melhorar mobilidade.

Longevidade funcional constrói-se década a década e pode começar hoje.
Vamos conversar?

Trabalhar força não é só no ginásio.Sente que já não consegue levantar-se da cadeira baixa sem apoiar as mãos? Que os sa...
06/02/2026

Trabalhar força não é só no ginásio.

Sente que já não consegue levantar-se da cadeira baixa sem apoiar as mãos? Que os sacos das compras pesam mais do que antes? Que subir escadas cansa mais? Que agachar para apanhar algo do chão dá trabalho, e levantar ainda mais?

São gestos simples que fazia sem pensar. E de repente deixaram de ser automáticos.

Estes movimentos exigem força coordenada: muscular, articular, postural, de equilíbrio. E quando essa força começa a faltar, o corpo compensa. Até que as compensações já não chegam e surge uma limitação real.

A fisioterapia trabalha precisamente isso: recuperar a força aplicada à função, em qualquer idade. Porque força funcional é o que mantém a sua autonomia ao longo das décadas.

Quer recuperar força funcional? Venha ter connosco.

Durante janeiro partilhámos aqui várias reflexões sobre o corpo, movimento, envelhecimento.Muitas pessoas escreveram a d...
05/02/2026

Durante janeiro partilhámos aqui várias reflexões sobre o corpo, movimento, envelhecimento.

Muitas pessoas escreveram a dizer que se identif**aram. Que reconheceram situações. Que f**aram a pensar.

E houve quem perguntasse: "Posso receber isto por email?"

A verdade é que as redes sociais são rápidas. Um post aparece, desaparece no meio de tudo o resto. E às vezes há temas que merecem mais tempo, mais atenção, mais espaço para reflectir.

Por isso, se quiser receber estas conversas directamente no email - reflexões sobre o corpo, sobre cuidado, sobre como viver bem em cada fase - pode deixar-nos o seu email.

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Janeiro é sempre assim.Frio, escuro às cinco da tarde, aquela sensação de que o mundo inteiro está em pausa mas a sua vi...
27/01/2026

Janeiro é sempre assim.

Frio, escuro às cinco da tarde, aquela sensação de que o mundo inteiro está em pausa mas a sua vida continua a correr. Trabalho, filhos, casa, contas. A lista não pára e o corpo f**a para depois. Sempre para depois.

Aquela tensão nas costas que não passa. O cansaço que o sono já não resolve. O desconforto pélvico que nem menciona porque parece demasiado pequeno, demasiado vago, ou simplesmente embaraçoso. A rigidez matinal que demora cada vez mais tempo a aliviar. Nada disto é urgente o suficiente para parar, por isso continua. Porque é o que se faz.

Mas há uma diferença entre continuar e estar bem. E algures pelo caminho, talvez há meses ou anos, perdeu essa diferença de vista. O corpo mudou tão devagar que nem reparou, e agora já nem sabe se isto é normal ou se simplesmente se habituou.

Vejo isto todos os dias em consultório. Pessoas que chegam meses ou anos depois de começarem a sentir que algo mudou, porque achavam que não era grave o suficiente, que ia passar sozinho, ou que não havia nada a fazer. Mas a verdade é que muitas destas condições podem ser identif**adas e trabalhadas. Não com urgência ou drama, apenas com atenção ao que o corpo está a dizer há tanto tempo.

Auto cuidado não tem de ser complicado. Às vezes é apenas começar. Dar esse primeiro passo e deixar que o resto se construa aos poucos. E daqui a uns meses, quando olhar para trás, pode ser a única coisa que realmente fez diferença num ano bom.

Quer começar?

"Já não consigo fazer o que fazia antes."Em consultório oiço isto muitas vezes. E há uma resignação na voz, como se foss...
23/01/2026

"Já não consigo fazer o que fazia antes."

Em consultório oiço isto muitas vezes. E há uma resignação na voz, como se fosse inevitável, como se não houvesse nada a fazer.

É verdade que o corpo muda, o envelhecimento acontece, doenças aparecem. Nem tudo está no nosso controlo.

Mas muitas vezes há mais margem de manobra do que pensamos. Há funções que podem ser recuperadas, dores que podem ser reduzidas e movimento que pode melhorar.

Em fisioterapia não prometemos milagres. Mas dentro das condições de cada corpo, há quase sempre algo que pode ser trabalhado.

E isso pode fazer diferença entre viver limitado ou viver com mais liberdade pois manter função é ter qualidade de vida.

Vamos conversar?

Cada corpo tem o seu ritmo.Há corpos que recuperam rápido de uma lesão. Outros precisam de mais tempo. Há quem ganhe mob...
21/01/2026

Cada corpo tem o seu ritmo.

Há corpos que recuperam rápido de uma lesão. Outros precisam de mais tempo. Há quem ganhe mobilidade em semanas. Outros levam meses.

E isso não signif**a que um corpo seja melhor ou pior que outro. Signif**a apenas que são diferentes.

A idade, o historial de movimento, a forma como o corpo compensou durante anos, o tipo de disfunção, tudo isto determina quanto tempo cada pessoa precisa.

Por isso, comparações não servem. "A minha amiga recuperou em três sessões" não diz nada sobre como o seu corpo vai responder.

Cada tratamento é único porque cada corpo é único. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar da mesma forma para outra.

Recuperação real não se mede em velocidade. Mede-se em resultado que se mantém.

Se quiser conhecer melhor a nossa abordagem, adoraríamos conhecê-lo(a).

Movimento não é apenas exercício.Quando pensamos em movimento, pensamos em ginásio, treino, desporto. Mas o corpo move-s...
19/01/2026

Movimento não é apenas exercício.

Quando pensamos em movimento, pensamos em ginásio, treino, desporto. Mas o corpo move-se o dia inteiro e é nesses movimentos do quotidiano que se revela se está a funcionar bem.

Levantar-se da cadeira sem apoiar as mãos. Subir escadas sem perder o fôlego. Pegar numa criança ao colo sem receio. Calçar os sapatos sem esforço. Virar-se na cama sem acordar com dor.

São movimentos simples. Automáticos. Até deixarem de o ser.

Quando estes pequenos gestos começam a custar, quando o corpo hesita antes de os fazer, é sinal de que algo mudou. Perdeu-se mobilidade, força, coordenação, ou as três coisas.

Manter função não é sobre correr maratonas. É sobre conseguir viver o dia a dia sem limitação, sem medo, sem compensar.

E isso constrói-se ou recupera-se com atenção ao movimento diário, não só no treino, mas na vida. A fisioterapia pode ajudar neste objetivo.

Agende uma avaliação para saber mais.

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