Jorge Ribas: Porto Physio Center

Jorge Ribas: Porto Physio Center Queremos ser uma referência nacional na prestação de cuidados de saúde de qualidade, orientada para o utente.

Instituto de Fisioterapia Manual e Saúde Pélvica
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Clínica • Formação • Investigação
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Março foi dedicado à saúde da mulher.Falámos sobre prolapso, endometriose, dor pélvica crónica, bexiga hiperativa, diást...
31/03/2026

Março foi dedicado à saúde da mulher.

Falámos sobre prolapso, endometriose, dor pélvica crónica, bexiga hiperativa, diástase, pós-parto, cesariana, desporto e saúde pélvica. Temas que raramente se abordam de forma técnica e acessível ao mesmo tempo.

O objetivo foi desmistificar, informar, e mostrar que há formas de trabalhar condições que muitas vezes são normalizadas ou ignoradas.

Se ao longo deste mês reconheceu sintomas, identificou-se com algum tema, ou simplesmente percebeu que há coisas sobre as quais vale a pena falar, essa era a intenção.

Amanhã enviamos uma newsletter que resume os principais temas do mês e aprofunda algumas questões. Se ainda não está inscrita, pode deixar o seu email através do link na bio.

E se algum destes temas lhe diz algo, não adie. Marque uma avaliação.

30/03/2026

Cirurgia pélvica não é a primeira opção.

Para condições como prolapso e incontinência urinária ou f***l grave, há casos em que a cirurgia é necessária. Porém, a fisioterapia pode resolver ou diminuir significativamente os sintomas em muitas situações.

Antes de tomar uma decisão, procure perceber junto de profissionais de saúde o grau da disfunção, qual a componente fisiológica que está a falhar e quais as estratégias para recuperar a função, pois é com certeza candidato ao tratamento conservador.

Na maior parte dos casos a fisioterapia será suficiente. Noutros complementa a cirurgia, tanto na preparação pré-operatória (fortalecer o pavimento pélvico e abdómen antes da intervenção) como na recuperação pós-operatória (reabilitar a função de forma adequada).

Decisões de saúde devem sempre ser baseadas em evidências cientificas. Marque a sua consulta.

A pressão social sobre o corpo feminino muda em cada fase da vida, mas nunca desaparece.Na adolescência é sobre aparênci...
27/03/2026

A pressão social sobre o corpo feminino muda em cada fase da vida, mas nunca desaparece.

Na adolescência é sobre aparência e conformidade. Aos vinte sobre performance. Aos trinta a maternidade e carreira. Aos quarenta manter-se jovem enquanto o corpo muda visivelmente. Aos cinquenta e sessenta lidar com menopausa e envelhecimento. Aos setenta e oitenta lutar contra a ideia de fragilidade e dependência.

Cada fase traz a sua própria pressão. E no meio disso, o corpo vai dando sinais que muitas vezes se ignoram porque admitir que algo não está bem parece ceder a essa pressão, parecer mais fraca, mais velha, menos capaz.

A pressão social não vai desaparecer. Mas cuidar da saúde pode ser uma forma de ter algum controlo sobre como se vive em cada fase. Ter menos dor, mais função, mais autonomia sobre o próprio corpo.

Não resolve a pressão externa. Mas ajuda a viver melhor apesar dela.

O pavimento pélvico tem influência em muito mais do que imaginamos.Dor menstrual, dor lombar, incontinência, dor durante...
24/03/2026

O pavimento pélvico tem influência em muito mais do que imaginamos.

Dor menstrual, dor lombar, incontinência, dor durante relações se***is, prolapso, diástase, até a forma como nos sentamos ou nos movemos, tudo pode estar relacionado com a forma como o pavimento pélvico está a funcionar.

Não porque seja a causa única de todos estes problemas, mas porque faz parte de um sistema integrado. Quando não funciona bem, tem impacto em cadeia noutras estruturas. E quando outras estruturas não funcionam bem, pode ser afetado em resposta.

É por isso que cuidar do pavimento pélvico é uma forma de auto cuidado tão importante. Não é apenas sobre evitar incontinência ou prolapso. É sobre manter o corpo a funcionar bem como sistema, prevenir disfunções antes que apareçam, ter qualidade de vida ao longo das várias fases da vida.

Pavimento pélvico saudável é um investimento em bem-estar a longo prazo. Vamos conversar?

Há o mito de que a cesariana poupa o pavimento pélvico.A ideia é que, se não houve parto vaginal, o pavimento pélvico nã...
23/03/2026

Há o mito de que a cesariana poupa o pavimento pélvico.

A ideia é que, se não houve parto vaginal, o pavimento pélvico não sofreu e por isso não precisa de cuidados. Mas isso ignora os nove meses de gravidez e o impacto que a cesariana tem na musculatura abdominal.

Durante a gravidez, o pavimento pélvico sustentou o peso crescente do útero e adaptou-se a mudanças posturais e hormonais. Essa pressão prolongada tem impacto, independentemente do tipo de parto que acontece depois.

Além disso, a cesariana é uma cirurgia abdominal que corta através de várias camadas de tecido, incluindo a musculatura abdominal. A recuperação dessa cirurgia, o tratamento da cicatriz e a reabilitação da musculatura abdominal coordenada com o pavimento pélvico são importantes para a função global, suporte dos órgãos pélvicos, continência e controle postural.

Mulheres que tiveram cesariana também podem desenvolver disfunções pélvicas no pós-parto. E podem beneficiar de avaliação e reabilitação adequada à sua situação específica.

Cesariana não dispensa cuidado pós-parto. Apenas significa um tipo diferente de recuperação.
Estamos aqui para ajudá-la.

Começou a ter perdas urinárias quando treina e agora tem receio de continuar?Evita correr. Deixou de ir às aulas de grup...
19/03/2026

Começou a ter perdas urinárias quando treina e agora tem receio de continuar?

Evita correr. Deixou de ir às aulas de grupo. Ou usa protecção "por precaução" e planeia o treino em função disso. Aos poucos, o desporto que lhe dava energia tornou-se fonte de ansiedade.

A tentação é parar completamente ou escolher apenas actividades de baixo impacto onde não há risco.
Mas o exercício é importante demais - para a saúde física e mental - para ser abandonado por causa de disfunção pélvica. E há formas de trabalhar isto.

Perdas urinárias durante o treino significam que o pavimento pélvico e a região abdominal não estão a gerir bem a pressão criada pelo movimento. Pode ser avaliado e trabalhado para que consiga voltar a treinar sem sintomas, ou pelo menos com sintomas suavizados.

Não desista do que lhe faz bem. Fale connosco.

Dor pélvica crónica altera a forma como se vive e vai corroendo aos poucos a qualidade de vida.Há dias em que se consegu...
18/03/2026

Dor pélvica crónica altera a forma como se vive e vai corroendo aos poucos a qualidade de vida.

Há dias em que se consegue funcionar quase normalmente. Outros em que cada movimento é consciente e pode desencadear dor.

Começa-se a planear a vida à volta da possibilidade de ter um dia mau: evitam-se compromissos, adia-se, desiste-se.

Nem sempre se consegue identificar o motivo em exames e consultas, e há a sensação de que talvez se esteja a exagerar. No entanto, a dor é real. O cansaço de viver assim também.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica pode fazer diferença. Não resolve todos os casos, mas quando há intervenção neuro- músculo-esquelética, pode melhorar significativamente a qualidade de vida.

Se vive com dor pélvica crónica ou conhece alguém que vive, procure ajuda.

Fale connosco.

13/03/2026

Temos vindo a falar sobre vários problemas de saúde que, quando começam, não se valorizam.

A bexiga hiperativa é um deles e atinge homens e mulheres em qualquer idade.

Pode manifestar-se através de aumento da frequência urinária, urgência súbita para urinar ou necessidade de acordar durante a noite para ir à casa de banho. São alterações que aparecem aos poucos e que no início se ignoram mas quando se mantêm, podem indicar disfunção na coordenação entre a bexiga e o pavimento pélvico, ou ser sinal de outras condições que merecem atenção médica.

O importante é não deixar arrastar sem perceber o que está a acontecer. Uma avaliação permite perceber a origem e identificar o que pode ser feito.

Se reconhece estes sintomas, vale a pena investigar.

Endometriose é uma condição crónica que afeta muitas mulheres.Acontece quando tecido semelhante ao endométrio (o revesti...
12/03/2026

Endometriose é uma condição crónica que afeta muitas mulheres.

Acontece quando tecido semelhante ao endométrio (o revestimento do útero) cresce fora do útero, nos ovários, trompas, intestino, bexiga ou noutras estruturas pélvicas. E esse tecido responde ao ciclo hormonal da mesma forma que o endométrio, causando inflamação, aderências e dor.

A dor pode ser intensa durante a menstruação, mas também pode manifestar-se durante a ovulação, durante relações se***is, ao urinar ou defecar. Pode ser constante ou cíclica. E em muitos casos, demora-se anos até haver diagnóstico porque a dor menstrual é normalizada.

A fisioterapia não trata a endometriose em si, essa é uma condição médica que requer acompanhamento ginecológico. Mas a fisioterapia especializada em saúde pélvica pode trabalhar as consequências músculo-esqueléticas da endometriose: alteração da função do pavimento pélvico, dor pélvica persistente, disfunções posturais que se desenvolveram como compensação à dor.

Muitas mulheres com endometriose desenvolvem disfunção do pavimento pélvico-por dificuldade em contrair e relaxar correctamente os músculos pélvicos desenvolvendo e agravando a dor crónica. A fisioterapia trabalha a acção muscular, ajuda a gerir a dor e melhora a qualidade de vida.

Endometriose é complexa, mas há formas de trabalhar o impacto que tem no corpo.

Não normalize a dor. Peça ajuda.

Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo ...
09/03/2026

Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?

Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo da linha média para acomodar o útero e o feto em crescimento. Após o parto, esse afastamento tende a diminuir naturalmente, mas nem sempre fecha completamente.

Na maioria das vezes há uma preocupação estética com esta questão, mas esse é na verdade o menor dos problemas. Com o tempo pode afectar a função e até piorar com exercício físico.

Dores lombares e abdominais, prolapso ou incontinência urinária podem ser algumas das consequências a médio e longo prazo, sobretudo durante a menopausa.

O que reforça a importância de haver cuidado pós-parto em reabilitar as funções músculo-esqueléticas. Está a apostar na sua saúde e bem-estar a longo prazo.

Não deixe ao acaso a sua saúde pélvica no pós-parto. Agradecerá mais tarde.
Marque já a sua avaliação.

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amame...
06/03/2026

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.

Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amamentação e por toda uma adaptação a uma nova etapa da vida. Tudo isto num turbilhão hormonal.

Há uma pressão social para recuperar rapidamente e voltar ao corpo de antes, de preferência de forma espontânea. Mas é um objectivo completamente irrealista.

Para além disso, há pouca informação para as novas mães sobre os desafios reais da recuperação pélvica. É aqui que a fisioterapia pode ajudar.

A fisioterapia no pós-parto avalia como o pavimento pélvico, a musculatura abdominal, o comportamento miccional e intestinal estão a funcionar após a gravidez e o parto. Trabalha o que precisa de ser trabalhado para que a recuperação seja funcional e para prevenir problemas e desconfortos a médio e longo prazo.

Cada corpo tem o seu ritmo. Pedir ajuda é saudável. E sobretudo, não exija de si objetivos irrealistas.
Esta nova realidade é uma fase que deve ser experienciada.

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está d...
05/03/2026

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?

Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está de pé durante muito tempo, quando faz esforço ou quando tosse?

É possível que seja prolapso: quando os órgãos pélvicos (bexiga, útero, recto) descem da sua posição normal porque os músculos e tecidos que os sustentam enfraqueceram. Pode acontecer após partos vaginais, com alterações hormonais, ou depois de anos de pressão excessiva sobre o pavimento pélvico.

Há diferentes graus que variam entre ligeiro, sem sintomas significativos, até desconforto que afecta o dia a dia. Muitas mulheres nem sabem que têm, não sabem o que é, nem que existe tratamento.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica avalia o grau de prolapso e trabalha o fortalecimento do pavimento pélvico, coordenação muscular e postura para reduzir o desconforto.

Se reconheceu estes sintomas, não se resigne. Agende uma avaliação.

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