a casinha

a casinha A casinha é um espaço dedicado à promoção do bem-estar e saúde mental.

Acreditamos em intervenções personalizadas e adaptadas às necessidades de quem nos procura, com base nas evidências científicas, e no contexto de uma relação colaborativa. A casinha é um espaço dedicado à promoção do bem estar e saúde mental na gravidez e pós-parto; ao apoio à parentalidade; e ao desenvolvimento na infância e idade escolar. Oferecemos serviços na área da PSICOLOGIA CLÍNICA (adultos e crianças), da NEUROPSICOLOGIA (adultos e crianças) e do MINDFULNESS (adultos).

Sem dúvida! ☺️ Photo:
11/12/2018

Sem dúvida! ☺️ Photo:

Uma mensagem a todos os pais: “Isso vai passar.” 🤗
06/12/2018

Uma mensagem a todos os pais: “Isso vai passar.” 🤗

Resumidamente ☺️Photo:
05/12/2018

Resumidamente ☺️

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Boa tarde 🌨Partilhamos uma ferramenta útil para pais e educadores. Os cinco passos para ajudar uma criança a regular as ...
29/11/2018

Boa tarde 🌨
Partilhamos uma ferramenta útil para pais e educadores. Os cinco passos para ajudar uma criança a regular as suas emoções:
Passo 1: Está atento/a às emoções da criança.
Passo 2: Reconhece a emoção (positiva ou negativa) como uma oportunidade para conexão e aprendizagem.
Passo 3: Ajuda a criança a identificar e nomear verbalmente a emoção.
Passo 4: Comunica empatia e compreensão.
Passo 5: Estabelece limites e ajuda e encontrar alternativas ou soluções para o problema.

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Utilizamos muito o “Se...” - é provavelmente a forma como comunicamos com mais frequência o que queremos ou o que não go...
27/11/2018

Utilizamos muito o “Se...” - é provavelmente a forma como comunicamos com mais frequência o que queremos ou o que não gostamos quando queremos que a criança coopere. No entanto, como encorajar cooperação sem recorrer a ameaças, castigos ou expressões de amor condicional?
Aqui ficam algumas estratégias:
1. Descreve o que vês. Seja o que a criança está a fazer, sentir, uma interação conflituosa, um problema, etc. Descreve de forma calma e empática (mesmo que não concordes ou compreendas).
2. Dá informação. Explica porquê (mas sem entrar em longos sermões).
3. Fala sobre os teus sentimentos. Fala sobre como aquele comportamento ou situação te faz sentir (mas sem te fazeres de mártir). Diz “Eu” em vez de falares na terceira pessoa. E não ataques o carácter ou personalidade da criança.
4. Escreve uma nota. Com crianças mais pequenas podes ser criativo/a! Fazer come elas as regras da casa e afixar na parede. Usa imaginação e envolve a criança ☺️.

Criar conexão com a criança gera cooperação. Falar com ela da mesma forma que gostavas que ela falasse contigo gera conexão e consequentemente cooperação.

Se queres saber mais sobre estas e outras estratégias contacta-nos n’a casinha. 🏠

Bom dia ☀️ A little reminder for the week: Talk to yourself like you would to someone you love 💕 Photo:
19/11/2018

Bom dia ☀️ A little reminder for the week: Talk to yourself like you would to someone you love 💕
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Na maior parte das vezes, sem nos darmos conta, a forma como falamos com os nossos filhos ou com as crianças com quem tr...
16/11/2018

Na maior parte das vezes, sem nos darmos conta, a forma como falamos com os nossos filhos ou com as crianças com quem trabalhamos, reflete um tipo de comunicação violenta que fere a sua auto-estima e não gera cooperação ou conexão. Alguns dos métodos mais usados são: o culpar e acusar; o chamar nomes; o comandar; o discurso moralizante; os avisos; as afirmações que fazem de nós mártires; as comparações; o uso do sarcasmo; as profecias. Existem alternativas? - Sim! No próximo post vamos partilhar algumas que geram cooperação e conexão 😉

Partilhamos um lembrete para ajudar em dias mais difíceis. Experimenta dizer isto a ti próprio/a: nenhum sentimento é fi...
14/11/2018

Partilhamos um lembrete para ajudar em dias mais difíceis. Experimenta dizer isto a ti próprio/a: nenhum sentimento é final, as emoções vão e vêm; lida com um dia de cada vez; eu sou forte; pedir ajuda não é sinal de fraqueza; eu sou amado/a. Fala contigo próprio/a como falarias com uma pessoa com quem te preocupas...e repara no efeito que tem em ti 😉❤️.

As crianças sentem antes de saberem o que estão a sentir, antes de conseguirem verbalizar o que estão a sentir. O sentir...
12/11/2018

As crianças sentem antes de saberem o que estão a sentir, antes de conseguirem verbalizar o que estão a sentir. O sentir (não-verbal) vem antes da linguagem (verbal). Estes dois sistemas neurológicos no cérebro de uma criança precisam ser conectados. A investigação sugere que aprender desde cedo a nomear e verbalizar as emoções providência essa ligação. O nosso papel enquanto pais, educadores, adultos que cuidam da criança é ajudá-la nesta aprendizagem. Quando compreendemos esta ligação conseguimos olhar para uma ‘birra’ de uma forma diferente. Dar nome às emoções da criança têm um efeito neurológico calmante.

As nossas emoções são temporárias. Podem até não parecer quando estamos a experiência-las de forma intensa e não vemos u...
07/11/2018

As nossas emoções são temporárias. Podem até não parecer quando estamos a experiência-las de forma intensa e não vemos uma saída. Relembra-te que as tuas emoções vão e vêm. Tu não és as tuas emoções. Tu tens a força e as ferramentas dentro de ti para tornar essas emoções temporárias. Elas vão e vêm, e tu ficas. 💛

A saúde mental é uma realidade desde a infância. Mas ainda se fala muito pouco. Procurar a ajuda do Psicólogo ainda é vi...
05/11/2018

A saúde mental é uma realidade desde a infância. Mas ainda se fala muito pouco. Procurar a ajuda do Psicólogo ainda é visto como uma sinal de fraqueza ou desnecessário. É importante combater esta noção que minimiza a importância da saúde mental e o papel do Psicólogo. Reconhecer que se precisa de ajuda e procurá-la é sinal de coragem e força ❤️.

Endereço

Rua Das Cravinas 76
Porto
4250-177

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 16:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 16:00
Sexta-feira 09:00 - 15:00
Sábado 10:00 - 13:00

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A casinha é um espaço onde promovemos o bem-estar e a saúde mental.

Criamos um espaço onde pretendemos que quem nos visita se sinta acolhido, único e especial. Cada caso é um caso, cada família é uma família, e é assim que recebemos todos os que nos procuram. Desenvolvemos em conjunto com os pais, famílias e indivíduos programas de intervenção personalizados baseados nas evidências científicas do que ‘funciona para quem’. Oferecemos apoio e terapia baseados nos mais recentes estudos científicos e no contexto de uma relação colaborativa e transparente.

​A transição para a parentalidade marca um período de profundas mudanças na vida da mulher, do homem e da família. Pretendemos contribuir na prevenção e promoção de bem-estar e saúde mental nesta fase e acompanhar a família neste processo e durante a primeira infância. Famílias felizes, crianças felizes.

A nossa abordagem caracteriza-se pelo respeito à individualidade de cada criança, de cada família e de cada indivíduo, reconhecendo que não há fórmulas mágicas.