Ana Silva - Terapias e Workshops

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Reiki
Mesa Psiónica
Constelações Familiares

Hoje celebramos o Dia Internacional da Mulher 🌸Num mundo onde ainda vemos conflitos, guerras e disputas de poder a tenta...
08/03/2026

Hoje celebramos o Dia Internacional da Mulher 🌸

Num mundo onde ainda vemos conflitos, guerras e disputas de poder a tentar dominar a sociedade, torna-se ainda mais importante lembrar o valor da energia feminina.

Durante muito tempo, muitas mulheres foram ensinadas a silenciar a sua voz, a diminuir a sua força e a duvidar de si mesmas. Mas a verdade é que o mundo precisa, hoje mais do que nunca, daquilo que tantas mulheres naturalmente trazem: capacidade de conciliação, de acolhimento, de compreensão e de cuidado.

A força de uma mulher não está apenas na resistência, mas também na sua sensibilidade, na sua intuição e na sua capacidade de criar pontes onde antes havia separação.

Que nenhuma mulher silencie a sua voz.
Que nenhuma mulher duvide do seu valor.
Que cada mulher possa acreditar em si mesma e no poder transformador que carrega dentro de si.

Porque quando uma mulher acredita na sua força, ela inspira outras a fazer o mesmo, e assim, pouco a pouco, ajudamos a construir uma sociedade mais consciente, mais justa e mais humana.

Feliz Dia da Mulher 👵👩‍🦳👩👧

Se foste “a filha perfeita”, talvez estas palavras sejam tuas. Talvez nunca as tenhas dito em voz alta.Esta é uma carta ...
28/02/2026

Se foste “a filha perfeita”, talvez estas palavras sejam tuas. Talvez nunca as tenhas dito em voz alta.

Esta é uma carta simbólica aos pais, não como acusação, mas como acto de crescimento.

🌼

Mãe, pai, eu preciso deixar de ser a filha perfeita.

Durante muito tempo acreditei que o amor se conquistava.
Que, para ser amada, precisava acertar sempre, corresponder às expectativas, não falhar, não dar trabalho.

Aprendi a ler os vossos silêncios, a antecipar o que esperavam de mim, a esconder as partes minhas que poderiam desiludir-vos.
Fui forte quando queria ser frágil.
Madura quando ainda era pequena.
Compreensiva quando, na verdade, só precisava de colo.

Tentei ser a filha exemplar.
A que resolve.
A que não erra.
A que carrega.
A que realiza os sonhos que talvez tenham f**ado por cumprir na vossa própria história.

Mas ser a filha perfeita teve um preço.
Custou-me a espontaneidade.
A liberdade de discordar.
A coragem de escolher caminhos diferentes dos que imaginaram para mim.

Hoje percebo que crescer implica desiludir.
E isso assusta-me.

Não porque não vos ame.
Não porque seja ingrata.
Mas porque, para me tornar mulher, preciso sair da imagem da filha ideal.

Preciso falhar sem sentir culpa.
Dizer “não” sem sentir que vos estou a trair.
Escolher por mim sem sentir que vos estou a abandonar.

Talvez vos desiluda em alguns momentos.
Talvez não compreendam certas decisões.
Talvez doa ver que não sigo exactamente o percurso que sonharam para mim.

Mas a maior desilusão seria eu continuar pequena para caber nas expectativas de ambos.

Não deixo de ser vossa filha quando deixo de ser perfeita.
Estou apenas a tornar-me inteira.

E, se algum dia conseguirem olhar para mim não como a filha que precisa de acertar sempre,
mas como a mulher que está a aprender a viver,
talvez vejam que não me estou a afastar.

Estou apenas a crescer.

E crescer, às vezes, é o acto mais honesto de amor.

🌼

“Quando os filhos querem algo diferente dos pais, isso faz parte do crescimento.”
— Bert Hellinger


Há quem confunda controlo com estabilidade.Organiza tudo, antecipa cenários, planeia cada detalhe, como se a vida pudess...
20/02/2026

Há quem confunda controlo com estabilidade.

Organiza tudo, antecipa cenários, planeia cada detalhe, como se a vida pudesse ser mantida numa ordem permanente. Mas, muitas vezes, essa necessidade não nasce da força. Nasce do medo.

Controlar é uma forma silenciosa de tentar evitar o imprevisível. Se tudo estiver sob domínio, talvez nada doa. Se nada fugir ao previsto, talvez nenhuma emoção transborde. O controlo cria a ilusão de segurança, como se fosse possível proteger-se de frustrações, perdas ou desilusões apenas mantendo as rédeas bem apertadas.

O problema é que, ao tentar controlar o mundo exterior, acabamos por endurecer o mundo interior. As emoções não desaparecem por serem ignoradas, f**am apenas à espera. E quanto mais são reprimidas, mais exigem ser sentidas.

Permitir-se não controlar tudo é um acto de coragem. É admitir que há coisas que escapam, que há sentimentos que não se resolvem com organização ou disciplina. É aceitar a vulnerabilidade como parte da experiência humana.

Equilíbrio não é rigidez. É flexibilidade.
Não é ausência de emoção, é a capacidade de a atravessar sem precisar de dominar tudo à volta.

Às vezes, largar não é perder.
É, finalmente, respirar.

“Cada um tem a força para o seu problema e para a sua solução.” — Bert HellingerHá algo de profundamente libertador nest...
18/02/2026

“Cada um tem a força para o seu problema e para a sua solução.” — Bert Hellinger

Há algo de profundamente libertador nesta ideia: cada pessoa traz em si os recursos para enfrentar o que a vida lhe apresenta.

🪻Quando esperamos que os outros resolvam por nós:
Quando f**amos à espera que alguém, os pais, o(a) companheiro(a), o chefe, os amigos ou até a própria vida, nos dê aquilo que sentimos que nos falta, é muitas vezes a nossa criança interna que está a conduzir.

É a parte que ainda procura segurança, validação ou reconhecimento fora de si. Que duvida da própria capacidade. Que teme não conseguir sozinha.

Tomar o nosso adulto é perceber: eu posso sentir medo e, ainda assim, avançar. Posso não ter todas as respostas e, mesmo assim, confiar que encontrarei caminho. A força não está na ausência de dificuldade, está na capacidade de a atravessar.

🪻Quando queremos resolver pelos outros:
Do outro lado, quando sentimos necessidade de proteger, salvar ou evitar que o outro sofra, também algo nosso se ativa.

Sem nos apercebermos, saímos do nosso lugar. Assumimos responsabilidades que não nos pertencem. E, de forma subtil, podemos cair na ideia de que sabemos o que é melhor ou que conseguimos suportar melhor a dor que é do outro.

Respeitar o adulto em nós é também respeitar o adulto no outro.

Confiar que cada pessoa tem a sua própria força.
Permitir que viva as suas experiências, mesmo as difíceis, porque é aí que cresce.

Nas constelações familiares e sistémicas, este movimento é essencial: integrar o adulto que somos hoje e que pode cuidar da sua própria criança interior, sem carregar o que não é seu.

Cada um no seu lugar.
Cada um com a sua força.

E isso é profundamente libertador.

Síndrome do Gémeo EvanescenteHá pessoas que carregam uma sensação difícil de nomear. Um vazio silencioso. Uma saudade se...
25/01/2026

Síndrome do Gémeo Evanescente

Há pessoas que carregam uma sensação difícil de nomear. Um vazio silencioso. Uma saudade sem lembrança.

Hoje sabemos que muitas gravidezes começam como gemelares.
Estima-se que uma percentagem signif**ativa perca um dos embriões nas primeiras semanas, muitas vezes antes mesmo da primeira ecografia.
Na maioria dos casos, essa existência nunca é reconhecida.

Na visão sistémica, a vida cria vínculo desde o início. Mesmo num estágio muito precoce, há relação, há campo, há pertença.

Quando um gémeo desaparece sem ser visto ou nomeado, essa perda pode f**ar registada no inconsciente daquele que permanece.
Não como memória, mas como sensação.

Ao longo da vida, isso pode manifestar-se como:
• sentimento de perda sem causa aparente
• tristeza ou angústia difusa
• medo profundo de abandono
• dificuldade em sentir pertença
• inquietação constante
• tendência à auto-sabota​gem
• dificuldade em criar raízes ou ocupar plenamente o próprio lugar

Nas constelações familiares, vemos muitas vezes que o sobrevivente vive “por dois”,
ou sente que não pode ser totalmente feliz,
ou carrega uma lealdade invisível a quem partiu cedo.

O caminho é reconhecer o que existiu. Dar lugar a quem não pôde f**ar liberta quem ficou para viver com mais inteireza.
Quando cada um ocupa o seu lugar, a vida pode finalmente fluir. Cada um pertence.

❤️ Vamos reconectar-nos com o amor da mãe?“Na medida em que rejeita a sua mãe, assim também rejeita a vida, o seu trabal...
19/01/2026

❤️ Vamos reconectar-nos com o amor da mãe?

“Na medida em que rejeita a sua mãe, assim também rejeita a vida, o seu trabalho e a sua profissão.
Alguém que está feliz com a sua mãe, está feliz com a vida e com o seu trabalho.”
— Bert Hellinger

Na perspetiva sistémica, o nascimento é o nosso primeiro grande sucesso. E, logo a seguir, acontece o movimento mais essencial da vida: o movimento em direção à mãe.

É ela quem acolhe, alimenta, nutre e apresenta o mundo ao recém-nascido. É através dela que recebemos a vida.

No entanto, este movimento natural pode ter sido interrompido por separações, doenças, traumas, ausências, desafios emocionais ou circunstâncias familiares difíceis.

Afinal, somos filhos de uma mulher real, com limites, dores e a sua própria história.

Quando o vínculo com a mãe f**a interrompido ou ferido, isso pode refletir-se na vida adulta através de:
• Dificuldade em prosperar ou seguir em frente
• Vergonha, medo de se expressar ou de ser visto
• Sensação de estagnação, vazio interno ou perda de rumo
• Ideias e sonhos que não se concretizam
• Relações marcadas por dependência, culpa ou sobrecarga
• Dificuldade em receber, pedir ajuda ou confiar
• Excesso de responsabilidade e autocobrança

Não porque exista algo errado connosco,
mas porque, inconscientemente, algo dentro de nós continua a tentar proteger, substituir ou carregar a mãe.

Reconciliação com o amor da mãe não signif**a idealizar, justif**ar ou apagar a dor. Signif**a reconhecer a mãe como mulher e permitir que a vida que recebemos dela encontre lugar dentro de nós, com gratidão, suavidade e força.
Quando a mãe está integrada no coração, a vida volta a fluir.

✨ Workshop Sistémico — Reconciliação com o Amor da Mãe

Através de exercícios de perceção e do uso de bonecos, iremos reconhecer, integrar e honrar este vínculo essencial, abrindo espaço para mais vida, sucesso e tranquilidade interna.

📅 Sábado, 7 de fevereiro
🕑 14h às 18h
💫 Contribuição: 60€
📩 Inscrições abertas — vagas limitadas

💪 Vamos reconectar-nos com a força do pai?“Quem rejeita o pai rejeita a si mesmo e sente-se vazio, sem realização e sem ...
19/01/2026

💪 Vamos reconectar-nos com a força do pai?

“Quem rejeita o pai rejeita a si mesmo e sente-se vazio, sem realização e sem propósito de vida.”
— Bert Hellinger

Na visão sistémica, o pai representa direção, força, ação e o movimento em direção ao mundo.
É através dele que recebemos o impulso para crescer, conquistar, arriscar e ocupar o nosso lugar na vida.

Quando, na infância, houve ausência, conflito, críticas, rejeição ou histórias difíceis, o coração da criança pode ter fechado esse vínculo como forma de proteção.

Esse afastamento, consciente ou inconsciente, acompanha-nos muitas vezes até à vida adulta.

E pode manifestar-se através de:
• Falta de propósito, motivação ou direção
• Dificuldade em concretizar projetos e manter o foco
• Medo de avançar, crescer ou prosperar
• Sentimento de vazio, inadequação ou estagnação
• Relações marcadas por competição, fuga ou imaturidade
• Repetição de padrões masculinos do sistema familiar
• Tendência a sabotar oportunidades ou o próprio sucesso

Não porque exista algo errado connosco, mas porque a ligação ao pai ainda não encontrou lugar, reconhecimento ou paz dentro de nós.

Tomar a força do pai é um movimento interno de inclusão. Não depende da história vivida, da convivência ou do comportamento dele.
É aceitar que a vida chegou até nós através do pai e permitir que essa vida se transforme em força, autonomia, coragem e capacidade de construção.

✨ Workshop Sistémico – A Força do Pai

Através de exercícios de perceção e do uso de bonecos sistémicos, iremos reconhecer, integrar e honrar o pai dentro de nós, abrindo caminho para mais realização, progresso e presença no mundo.

🗓 Sábado, 14 de março
⏰ 14h às 18h
💶 Contribuição: 60€
📩 Inscrições abertas — vagas limitadas

“O que quer que tenha acontecido no passado, permite-te agora um novo começo.”Não precisas de corrigir a tua história. O...
01/01/2026

“O que quer que tenha acontecido no passado, permite-te agora um novo começo.”

Não precisas de corrigir a tua história. O que viveste já encontrou o seu lugar no tempo. Cada experiência, cada dor, cada silêncio trouxe-te até aqui. Mesmo aquilo que ainda não compreendes teve um sentido maior. Quando deixas de lutar contra o que foi, algo em ti pode finalmente descansar.

Na visão sistémica, nada precisa de ser excluído para que possas seguir em frente. Tudo merece um lugar, também as partes difíceis. Quando honras o teu passado como ele foi, libertas-te do peso de o carregar. O que é aceite deixa de te prender.

Este novo ano não te pede que sejas diferente, nem melhor. Pede apenas que estejas presente. Que largues o que não te pertence, que reconheças os teus limites e que escolhas, a partir de agora, um novo movimento. Recomeçar não é esquecer; é caminhar com mais consciência, mais verdade e mais leveza.

Permite-te dizer “sim” à vida tal como ela é. Com tudo o que trouxe até aqui e com tudo o que ainda quer oferecer-te. Quando te reconcilias com o teu passado, o futuro abre-se naturalmente.

E nesse espaço de aceitação, o novo começa.

Dentro de cada um de nós existem duas forças fundamentais: a energia masculina (Yang) e a energia feminina (Yin). São pó...
28/12/2025

Dentro de cada um de nós existem duas forças fundamentais: a energia masculina (Yang) e a energia feminina (Yin). São pólos diferentes, mas profundamente complementares, como o dia e a noite, como o céu e a terra.

A energia masculina leva-nos para fora. É a força que age, cria, planeia e conquista. Conecta-nos à lógica, à iniciativa e à ação. Quando equilibrada, é corajosa, focada e determinada.

A energia feminina, pelo contrário, volta-se para dentro. É a força que acolhe, sente, recebe e espera. Conecta-nos às emoções, ao cuidado e à empatia. Quando equilibrada, é paciente, intuitiva e generosa.

O desafio é aprender a integrar estas duas energias. Quando estão em harmonia, despertam um poder criativo incrível, a verdadeira alquimia do ser.

Mas quando uma energia está em desequilíbrio, surgem dificuldades: hesitamos em agir ou em receber, sentimos medo ou raiva, temos dificuldade em construir ou em nutrir.

Algumas perguntas podem ajudar-nos a refletir:

⚫️ Dou demais e sinto-me esgotado/a? Tenho medo de me abrir ou de me libertar? Estou em desequilíbrio com a minha energia feminina?

⚪️ Recebo demais ou sinto raiva? Sinto que destruo em vez de edif**ar? Estou em desequilíbrio com a minha energia masculina?

Muitas destas questões têm raízes em memórias antigas, relações com os nossos pais, experiências marcantes ou padrões da nossa árvore genealógica. Olhar para estas memórias com amor e coragem permite-nos ressignif**ar, curar e harmonizar as nossas polaridades internas.

Encontrar equilíbrio entre o masculino e o feminino dentro de nós é aprender a viver com presença, força e delicadeza e a criar a vida de forma mais consciente e plena.

No Natal celebramos o nascimento de Jesus, mas antes do menino, honramos o campo familiar que tornou a sua chegada possí...
24/12/2025

No Natal celebramos o nascimento de Jesus, mas antes do menino, honramos o campo familiar que tornou a sua chegada possível.

Maria, que disse sim à vida, mesmo sem compreender tudo.

José, que escolheu f**ar, sustentar e assumir um filho que não veio do seu corpo, mas que nasceu do amor e do desígnio maior.

Nas Constelações Familiares aprendemos que a vida flui quando cada um ocupa o seu lugar. E ali, naquela manjedoura simples, vemos uma família alinhada com algo maior: Maria como mãe, José como pai e Jesus acolhido como filho, pertencendo.

O Natal recorda-nos que todo o nascimento traz consigo uma história, e que cada criança precisa de ser vista, reconhecida e aceite para que a sua luz possa brilhar no mundo.

Que neste Natal possamos honrar as nossas origens e o caminho que a vida escolheu para nós.

Quando dizemos sim à nossa história,
o amor encontra espaço para nascer novamente.

Feliz Natal!
Com amor, presença e consciência.

Dentro de cada adulto existe uma criança que guarda as nossas experiências mais profundas da infância, momentos de alegr...
19/12/2025

Dentro de cada adulto existe uma criança que guarda as nossas experiências mais profundas da infância, momentos de alegria, mas também feridas que podem marcar a vida adulta.

Quando a nossa criança interior não foi acolhida ou protegida, pode carregar sentimentos de rejeição, abandono, humilhação, traição ou injustiça.

Estas feridas podem criar padrões repetitivos: dificuldade em confiar, medo de intimidade, auto-sabotagem ou baixa autoestima.

Reconhecer e acolher a nossa criança interior é dar-lhe aquilo que muitas vezes lhe faltou: amor, segurança e validação. Não se trata de apagar o passado, mas de transformar a nossa relação com ele.

Integrar a criança interior signif**a:
🌼 Reconhecer as feridas sem se culpar
🌼 Aceitar o que sentimos e fomos
🌼 Curar padrões repetitivos
🌼 Viver com mais confiança, liberdade e alegria

Isso traz benefícios concretos para a vida adulta:
🌼 Relações mais saudáveis e profundas
🌼 Maior autoestima e segurança emocional
🌼 Capacidade de tomar decisões conscientes e equilibradas
🌼 Redução de ansiedade, medo e auto-sabotagem
🌼 Mais amor, abundância e equilíbrio no dia a dia

Quando nos reconciliamos com a nossa criança interior, abrimos espaço para viver plenamente, em harmonia com quem somos.

“Com a mãe, o dinheiro vem. Com o pai, o dinheiro f**a.”Esta frase resume de forma simples uma verdade profunda: o dinhe...
19/12/2025

“Com a mãe, o dinheiro vem. Com o pai, o dinheiro f**a.”

Esta frase resume de forma simples uma verdade profunda: o dinheiro, assim como a vida, é energia.

A mãe representa a vida, a recepção, o acolhimento e a nossa capacidade de servir a vida. Quando incluímos a mãe dentro de nós, abrimos espaço para que o sucesso, a abundância e a prosperidade fluam até nós. É a energia da vida que chega.

O pai, por outro lado, simboliza a ordem, os limites e a estrutura. É através da força paterna que aprendemos a sair da casa dos pais, a assumir a nossa independência e a sustentar aquilo que recebemos. Integrar o pai em nós permite que a abundância não apenas chegue, mas fique.

Honrar a mãe e o pai, nesta perspectiva, não signif**a aceitar tudo o que nos fizeram ou suportar comportamentos tóxicos. Não se trata de romantizar ou idealizar. Honrar é reconhecer a vida que nos foi dada, aceitar as funções essenciais que cada um desempenha e integrar estas energias de forma saudável, com limites claros e consciência.

Quando equilibramos estas duas forças dentro de nós, a energia da mãe que nos abre à vida e a energia do pai que nos dá estrutura e estabilidade, a prosperidade deixa de ser apenas uma questão material. Passa a ser reflexo do nosso alinhamento interno, da nossa capacidade de receber, sustentar e servir a vida.

✨ Com a mãe, o dinheiro chega.
✨ Com o pai, o dinheiro f**a.

É esta integração consciente que nos permite viver em plenitude, honrando a nossa missão e mantendo a abundância em harmonia com a vida e com quem somos.

equilibrio

Endereço

Rua Alcino Araújo 59
São Félix Da Marinha

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:30 - 17:00
Terça-feira 09:30 - 17:00
Quarta-feira 09:30 - 17:00
Quinta-feira 09:30 - 17:00
Sexta-feira 09:30 - 17:00
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