Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD)

Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD) A Tradição Druídica é antiga e representa uma das fontes de inspiração da Tradição Espiritual do Ocidente.

Mas, embora seja antiga, é tão relevante e viva hoje como sempre foi. | www.obod.com.pt

No Druidismo, não existe uma crença obrigatória sobre o que acontece depois da morte. Há espaço para diferentes entendim...
30/12/2025

No Druidismo, não existe uma crença obrigatória sobre o que acontece depois da morte. Há espaço para diferentes entendimentos, desde a transmigração da alma e a reencarnação, até uma postura aberta e agnóstica, ou crenças influenciadas por outras tradições espirituais.

Mais do que definir o que vem depois, o Druidismo convida-o a viver com consciência, reverência e ligação profunda à Terra e ao momento presente.

24/12/2025

Uma pausa breve num dia cheio. Um lembrete silencioso de que a presença também é um lugar onde podemos ficar.

🐍 Após um longo interregno, temos a alegria de anunciar que já está disponível o novo n.º da revista druídica "Ophiusa",...
22/12/2025

🐍 Após um longo interregno, temos a alegria de anunciar que já está disponível o novo n.º da revista druídica "Ophiusa", que pode ser encontrada na página da editora Zéfiro.

📜 A edição online em PDF está disponível para entrega imediata e a impressa está em pré-venda, com envio a partir do próximo dia 6 de Janeiro.

✍️ Quer participar num dos próximos números com o seu texto, poema, ilustração ou fotografia? Escreva-nos: ophiusa@obod.com.pt

🌳 A "Ophiusa" é a revista da Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas em língua portuguesa, disponível em duas edições: impressa e online.

✨ Esta é uma revista dedicada à divulgação do druidismo em língua portuguesa, não só em Portugal, mas em todo o espaço lusófono, através de ensaios, crónicas, fotografia, ilustrações, e claro, através do conhecimento muito particular que só a poesia consegue transmitir. Um conhecimento que leva à sabedoria, "Sophia", que por sua vez é anagrama de "Ophiusa". "Terra de Serpentes", o nome que os antigos gregos deram ao actual território português.

🌳 Esta publicação da OBOD apresenta um espaço de partilha, de encontro, de caminho percorrido em conjunto. Uma revista de todos para todos na comunidade druídica.

📌 Índice deste número:

- As Oito Celebrações da Roda do Ano
OBOD no Instagram

- Paradoxos da Vida na Entrada do Outono
Vera Mendes

- Uma Destas Coisas
MAR

- As Origens do Ogham
Alexandre Gabriel

- Conversas Serpentinas
Marco Dinis Santos

- Conexões com o Mundo Natural
António Serra

- Eisteddfod
- Almanaque
- Tríade

📌 Colaboraram nesta edição: Alexandre Gabriel, Ana Simões, António Serra, Freya Berit, Joel Marteleira, Lídia Palminha, Luís Barros, MAR, Marco Dinis Santos, Maria de Fátima Remédios, Mariana Soares, Q- Mab, Sara Valentim, Tânia Antunes, Vera Mendes.

🙏 A todos, o nosso obrigado!

Abrem-se os Portais do Solstício, entre o Fogo e a Terra:Ao Norte, damos as boas-vindas ao Portal de Alban Arthan, a "Lu...
21/12/2025

Abrem-se os Portais do Solstício, entre o Fogo e a Terra:

Ao Norte, damos as boas-vindas ao Portal de Alban Arthan, a "Luz de Artur" (o Urso, que é Uno com a Terra), celebrando o pico do Inverno, a interioridade e o renascimento, após a travessia das longas noites que agora começam a diminuir.

Ao Sul, damos as boas-vindas a Alban Heffin, a "Luz da Costa", celebrando o pico do Verão, a manifestação suprema do poder solar, da exteriorização e dos dias quentes, que a pouco e pouco começarão a diminuir.

Nestes portais solsticiais, o Sol parece deter-se no lugar onde nasce e se põe ao longo de 3 dias. A sua dança de nascimento e morte em cada dia, cada vez mais a norte ou mais a sul, parece aqui deter-se: no Norte, o Sol nascia e punha-se cada vez mais a sul; no Sul, cada vez mais a norte.

Este é um tempo silente.
É a cessação necessária.
O tempo de repouso fundamental, para ganhar força e intento para iniciar a mudança de direcção na viagem. É a inspiração necessária que precede a expiração.

O Sol agora fará a sua inversão de rumo necessária:
nascendo cada vez mais a sul, no Norte;
e cada vez mais a norte, no Sul.

Esta é a dança ancestral entre o Fogo do Sol — a calorosa estação do sul — e a Fertilidade da Terra — a fria estação do norte.

O zénite contém no seu seio a semente do seu próprio nadir.
A sua polaridade é necessária para a geração do movimento perpétuo e da perpétua ciclicidade, dinamizadora da Roda da Vida na Terra.

Celebrar o pico do calor é também celebrar o início do seu declínio. Celebrar o pico da invernia é também celebrar o início do calor que gradualmente vai crescendo.

Numa viagem de solstício a solstício.
De estação em estação.

A mudança é necessária.
É vital.

A Terra e o Céu assim o proclamam.
A mudança é necessária à Vida.

Girando com a Roda, de norte a sul, entre o Fogo e a Terra, nascendo e morrendo, que possamos renascer a cada dia,

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21/12/2025

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20/12/2025
“Historicamente, penso que muitas vezes foi precisamente em tempos de declínio cultural e espiritual — quando se perde o...
17/12/2025

“Historicamente, penso que muitas vezes foi precisamente em tempos de declínio cultural e espiritual — quando se perde o rumo e a sociedade se vai desfazendo — que emergiu uma consciência mais profunda. Aqueles que a procuram reúnem-se, restauram-se fundações duradouras e, então, acontece a renovação.“

John Butler

16/12/2025

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Ao longo dos séculos, muito do que se disse sobre os Druidas chegou-nos pelas mãos de autores clássicos como Júlio César...
09/12/2025

Ao longo dos séculos, muito do que se disse sobre os Druidas chegou-nos pelas mãos de autores clássicos como Júlio César ou Diodoro Sículo. Falavam de mestres que ensinavam à sombra dos bosques sagrados, de filósofos que estudavam as estrelas e transmitiam, de viva voz, uma tradição tão vasta que exigia anos de aprendizagem. Outros relatos mencionam práticas sombrias que hoje é impossível confirmar — e que não voltam a surgir na literatura medieval irlandesa, onde os Druidas são descritos como os mais sábios e eruditos do seu tempo.

Dizer que “nada ficou escrito” não significa que nada tenha sobrevivido. A sabedoria passou por histórias, mitos, tríades, tradições orais e pela herança do Renascimento Druídico, que procurou recuperar aquilo que ressoava como autêntico.

É desse conjunto de fontes — antigas, medievais, revivalistas e contemporâneas — que nasce o caminho que a OBOD partilha hoje.

Um caminho vivo, enraizado no passado, mas construído com rigor, estudo e respeito pelo mistério.

04/12/2025

Os animais, na tradição druídica, relembram-nos que a natureza está sempre a conversar connosco — seja nas pegadas que encontramos pelo caminho, as p***s, o modo como a água se move...

Que animal tem cruzado o seu caminho nos últimos tempos?

Um convite silencioso da floresta, onde a corça surge como guardiã de graça, renovação e transformação serena.
02/12/2025

Um convite silencioso da floresta, onde a corça surge como guardiã de graça, renovação e transformação serena.

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