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A Diferença entre Manipulação e Luz DivinaÉ comum existir confusão entre os termos "bruxaria branca", "magia" e "trabalh...
19/02/2026

A Diferença entre Manipulação e Luz Divina
É comum existir confusão entre os termos "bruxaria branca", "magia" e "trabalho de luz". No entanto, para quem procura o caminho espiritual, é vital compreender que estas são vias opostas na sua essência e funcionamento.

​1. A Natureza da Bruxaria (Branca ou Negra)
​Independentemente da cor que se lhe atribua, a bruxaria é, por definição, uma manipulação de energia.
​A Ilusão da "Magia Branca": Muitas pessoas acreditam que a bruxaria branca é inofensiva, mas ela utiliza rituais e fórmulas para tentar interferir no destino ou na vontade alheia.
​O Erro da Manipulação: Toda a magia tenta moldar a realidade através da força energética. Ao tentar alterar o que está traçado, cria-se um desequilíbrio, pois tenta-se "forçar" um resultado que a alma pode não estar pronta para receber.

​2. A Divinação pela Luz Branca (O Caminho do Divino)
​Trabalhar com a Luz Branca é um processo de entrega e clareza, não de força.
​Conexão com o Sagrado: A Luz Branca emana diretamente do Divino. É uma energia pura que não aceita rituais de amarração ou pedidos de interferência.
​O Papel das Entidades de Luz: Nesta via, recorre-se a entidades espirituais elevadas e guias que nos protegem e orientam. Estes seres de luz mostram-nos o caminho, ajudam-nos a compreender as nossas provações e dão-nos força para o percurso na Terra.
​Respeito pelo Destino: Ao contrário da bruxaria, a Luz Branca não altera o que está escrito. Ela ilumina o que já existe, oferecendo discernimento para que cada pessoa tome as melhores decisões dentro do seu plano de vida original.

​3. Conclusão: Escolher entre Forçar ou Iluminar
​Enquanto a bruxaria (em todas as suas formas) tenta "fazer acontecer" através da manipulação, a Luz Branca permite que a verdade se revele. É a diferença entre tentar mudar o destino à força ou caminhar em harmonia com as leis divinas, sendo guiado por quem vê mais além.

IC

Onde o Amor se Torna Ausência e a Entrega se Torna Vazio​Há um momento específico em que o silêncio deixa de ser confort...
07/02/2026

Onde o Amor se Torna Ausência e a Entrega se Torna Vazio
​Há um momento específico em que o silêncio deixa de ser confortável e passa a ser um vazio. Começamos a sentir no tom da voz, na demora da resposta, no olhar que já não procura o nosso. É o estranho luto de alguém que ainda está presente fisicamente, mas que já não nos vê. É quando percebemos, com uma clareza amarga, que o lugar que antes era sol se tornou sombra.
​Dói aceitar que o nosso valor para o outro já não habita nas prioridades, mas nas conveniências. Mas a dor ganha um peso insuportável quando somos confrontados com a frieza de quem tanto ajudámos. Olhamos para o lado e vemos a indiferença ocupar o espaço onde antes depositámos o nosso melhor — o nosso tempo, o nosso apoio incondicional, a nossa mão estendida nos momentos de queda.
​Fica aquele sentimento amargo de que fomos apenas uma utilidade. A sensação de que, uma vez resolvido o problema ou passada a tempestade, deixámos de "servir". É como se o nosso valor estivesse apenas no que podíamos oferecer, e não naquilo que somos. Ocupar espaços onde somos tratados como um objeto descartável é um desrespeito profundo à nossa própria história.
​No entanto, nessa travessia dolorosa, surge uma verdade libertadora: o teu valor não diminui com base na incapacidade de alguém o enxergar ou agradecer. O sol não deixa de ser sol só porque alguém fechou as cortinas. Se o lugar onde estás já não te abraça e apenas te usa, o teu tempo ali expirou.
​Se o amor acabou, que fique o respeito. E se nem o respeito pela tua entrega restou, que te sobre a coragem de partir. Vou levar o meu brilho e a minha generosidade para onde eles sejam motivo de luz, e não de conveniência. Afinal, a nossa alma é demasiado preciosa para ser gasta a tentar aquecer quem escolheu ser gelo.

IC

Onde o Amor se Torna Ausência e a Entrega se Torna Vazio.​Há um momento específico em que o silêncio deixa de ser confor...
07/02/2026

Onde o Amor se Torna Ausência e a Entrega se Torna Vazio.

​Há um momento específico em que o silêncio deixa de ser confortável e passa a ser um vazio. Começamos a sentir no tom da voz, na demora da resposta, no olhar que já não procura o nosso. É o estranho luto de alguém que ainda está presente fisicamente, mas que já não nos vê. É quando percebemos, com uma clareza amarga, que o lugar que antes era sol se tornou sombra.
​Dói aceitar que o nosso valor para o outro já não habita nas prioridades, mas nas conveniências. Mas a dor ganha um peso insuportável quando somos confrontados com a frieza de quem tanto ajudámos. Olhamos para o lado e vemos a indiferença ocupar o espaço onde antes depositámos o nosso melhor — o nosso tempo, o nosso apoio incondicional, a nossa mão estendida nos momentos de queda.
​Fica aquele sentimento amargo de que fomos apenas uma utilidade. A sensação de que, uma vez resolvido o problema ou passada a tempestade, deixámos de "servir". É como se o nosso valor estivesse apenas no que podíamos oferecer, e não naquilo que somos. Ocupar espaços onde somos tratados como um objeto descartável é um desrespeito profundo à nossa própria história.
​No entanto, nessa travessia dolorosa, surge uma verdade libertadora: o teu valor não diminui com base na incapacidade de alguém o enxergar ou agradecer. O sol não deixa de ser sol só porque alguém fechou as cortinas. Se o lugar onde estás já não te abraça e apenas te usa, o teu tempo ali expirou.
​Se o amor acabou, que fique o respeito. E se nem o respeito pela tua entrega restou, que te sobre a coragem de partir. Vou levar o meu brilho e a minha generosidade para onde eles sejam motivo de luz, e não de conveniência. Afinal, a nossa alma é demasiado preciosa para ser gasta a tentar aquecer quem escolheu ser gelo.

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O Ruído do "Eu" e a Invisibilidade do Outro​Vivemos numa era de monólogos simultâneos. Muitas vezes, as pessoas estão tã...
03/02/2026

O Ruído do "Eu" e a Invisibilidade do Outro
​Vivemos numa era de monólogos simultâneos. Muitas vezes, as pessoas estão tão mergulhadas nos seus próprios furacões que se esquecem de que quem está ao lado também enfrenta tempestades. É triste perceber como o diálogo se tornou, tantas vezes, um monólogo disfarçado de conversa, onde o "eu" grita tão alto que ensurdece a voz de quem caminha connosco.
​Empatia não é uma competição.
Parece que hoje em dia tudo virou uma disputa de quem sofre mais ou de quem tem o problema mais urgente. Falamos, partilhamos a nossa dor ou o nosso cansaço, mas a resposta é o silêncio, o desinteresse ou um desvio rápido de volta para o umbigo do outro. Ter empatia não é apenas dizer "eu entendo"; é silenciar o próprio ego para conseguir, finalmente, validar a existência de quem está à nossa frente.
​O grande erro de olhar apenas para o próprio lado é ignorar que as pessoas que nos dão suporte também travam batalhas invisíveis.
​Aprender a ouvir é um ato de respeito e um exercício de humildade que muitos parecem ter esquecido como se faz. Não deixes que as tuas lutas te tornem cego para a dor alheia. Menos ego, mais escuta. Afinal, o mundo é grande demais para caber apenas na perspetiva de uma só pessoa.
​Que possamos ser abrigo, e não apenas barulho.

IC

O Ruído do "Eu" e a Invisibilidade do Outro.​Vivemos numa era de monólogos simultâneos. Muitas vezes, as pessoas estão t...
03/02/2026

O Ruído do "Eu" e a Invisibilidade do Outro.

​Vivemos numa era de monólogos simultâneos. Muitas vezes, as pessoas estão tão mergulhadas nos seus próprios furacões que se esquecem de que quem está ao lado também enfrenta tempestades. É triste perceber como o diálogo se tornou, tantas vezes, um monólogo disfarçado de conversa, onde o "eu" grita tão alto que ensurdece a voz de quem caminha connosco.
​Empatia não é uma competição.
Parece que hoje em dia tudo virou uma disputa de quem sofre mais ou de quem tem o problema mais urgente. Falamos, partilhamos a nossa dor ou o nosso cansaço, mas a resposta é o silêncio, o desinteresse ou um desvio rápido de volta para o umbigo do outro. Ter empatia não é apenas dizer "eu entendo"; é silenciar o próprio ego para conseguir, finalmente, validar a existência de quem está à nossa frente.
​O grande erro de olhar apenas para o próprio lado é ignorar que as pessoas que nos dão suporte também travam batalhas invisíveis.
​Aprender a ouvir é um ato de respeito e um exercício de humildade que muitos parecem ter esquecido como se faz. Não deixes que as tuas lutas te tornem cego para a dor alheia. Menos ego, mais escuta. Afinal, o mundo é grande demais para caber apenas na perspetiva de uma só pessoa.
​Que possamos ser abrigo, e não apenas barulho.

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A maior decepção provém, de facto, de quem menos esperamos, pois a dor é proporcional à confiança e ao afeto depositados...
02/02/2026

A maior decepção provém, de facto, de quem menos esperamos, pois a dor é proporcional à confiança e ao afeto depositados. Esse choque quebra expectativas de segurança, revelando que a ferida não advém apenas do ato em si, mas da desilusão com alguém que conhecia as nossas vulnerabilidades.

Impacto Profundo: Quando a decepção vem de pessoas próximas, ela é mais intensa, pois rompe a imagem que construímos delas.

O Papel da Expectativa: Frequentemente, a decepção nasce do excesso de expectativas, assumindo que os outros agirão com o mesmo carinho e dedicação que nós.

Aprendizado e Crescimento: Apesar de doloroso, esse tipo de experiência pode ser um "livramento", impulsionando o amadurecimento, o autoconhecimento e a reavaliação de limites nas relações.

Essa decepção ensina, muitas vezes, a amar sem idealizar e a entender que a nossa paz não pode depender exclusivamente das atitudes alheias.

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O Compromisso com a Cura: Por que a Fé é o Alicerce do TratamentoIniciar um tratamento espiritual e desistir a meio é co...
27/01/2026

O Compromisso com a Cura: Por que a Fé é o Alicerce do Tratamento
Iniciar um tratamento espiritual e desistir a meio é como abrir uma ferida e deixá-la exposta antes de a limpar totalmente. É um abandono da própria alma em favor da impaciência do corpo.

​1. A Alma não tem Relógio: O Tempo do Espírito
​Vivemos num mundo imediato, mas a alma não obedece ao tempo cronológico. Os resultados espirituais não têm hora marcada para aparecer.
​Muitas pessoas desistem à porta da cura porque esperam resultados físicos imediatos.
​É preciso compreender que a limpeza acontece em camadas: primeiro purifica-se o invisível, para que o visível possa, finalmente, florescer. Desistir é interromper o fluxo de vida que estava a ser restaurado.

​2. A Doença nasce na Alma, o Corpo é o Eco
​Não podemos tratar apenas o reflexo. A maioria das doenças manifesta-se no corpo físico apenas depois de ter enraizado no espírito através de mágoas, energias densas ou bloqueios.
Tentar curar o corpo ignorando a alma é um erro comum. Quando desligamos a alma do corpo no processo de cura, estamos apenas a "maquilhar" o problema. A cura real exige que ambos caminhem juntos.

​3. Sem Fé, o Trabalho é Vazio
​A fé não é apenas uma crença religiosa; é a ferramenta de ativação do tratamento.
​"Um trabalho sem fé é como um motor sem combustível: pode ser perfeito na sua estrutura, mas não sairá do lugar."
​Quem não tem fé, ou quem entra num tratamento apenas para "experimentar" sem entrega, bloqueia a própria receção da energia. A fé é o canal por onde a cura viaja. Se o canal está fechado pela dúvida, o resultado pretendido torna-se inalcançável.

​4. A Perseverança como Prova de Amor-Próprio
​Seguir o caminho em frente, mesmo quando não vemos sinais imediatos, é a maior prova de acreditar na própria alma. Tratar do espírito exige coragem para enfrentar o que está escondido e paciência para deixar a luz entrar.

​Conclusão: Se decidires iniciar um caminho de cura espiritual, fá-lo com integridade. Não abandones a tua alma a meio do percurso. A persistência é o que diferencia uma melhoria temporária de uma transformação eterna.
IC

O Alinhamento Invisível: Por que a Alma dita o Ritmo do Corpo.​Cuidar do corpo é essencial, mas tratá-lo sem olhar para ...
26/01/2026

O Alinhamento Invisível: Por que a Alma dita o Ritmo do Corpo.

​Cuidar do corpo é essencial, mas tratá-lo sem olhar para a alma é como tentar limpar o espelho quando o que está sujo é o nosso rosto. A verdadeira saúde não é apenas a ausência de doença física, mas a harmonia entre o que sentimos, o que pensamos e o que vibramos.

​1. A Alma como o Berço da Saúde
​Muitas patologias têm a sua génese em desequilíbrios emocionais e espirituais prolongados. Quando ignoramos o cansaço da alma, o corpo "grita" através da dor. Uma limpeza espiritual — o ato de libertar traumas e silenciar o ruído interno — atua como medicina preventiva. Ao limparmos as "toxinas" da alma, permitimos que a energia vital flua sem bloqueios.

​2. O Crescimento Intelectual e a Clareza Energética
​O nosso desenvolvimento intelectual está diretamente ligado à nossa vibração. Uma alma pesada gera uma mente nublada, enquanto uma alma limpa permite foco e intuição. Quando a nossa energia está elevada, o cérebro processa a informação com clareza, pois não está sobrecarregado a gerir o "lixo" emocional acumulado.

​3. A Importância de Mãos Certas: Conhecimento e Credibilidade
​Nesta jornada de cura, não podemos entregar a nossa energia a qualquer um. Tal como não confiaríamos uma cirurgia a um amador, o tratamento da alma exige ajuda de pessoas fidedignas.
​Conhecimento: É preciso entender as leis da energia e da mente.
​Credibilidade: Procurar guias que tenham um percurso sólido e ético.
A espiritualidade não é um enigma sem regras; é um campo que exige estudo e responsabilidade. Pedir ajuda a quem realmente sabe o que está a fazer é o que garante que a cura seja real e não apenas uma ilusão passageira.

​4. A Energia: O Sustento na Fragilidade
​O corpo físico é limitado, mas a nossa energia espiritual é a reserva que nos sustenta quando a carne fraqueja. Muitos ignoram os sinais positivos ou os enigmas da vida por acharem que a espiritualidade é um tabu, mas ela é a base. Ignorar a alma em favor de tratar apenas o sintoma físico é como trocar a lâmpada de um candeeiro que está desligado da tomada.
​Nota: Cuidar de ti é um processo profundo. Começa de dentro para fora.

IC

O Alinhamento Invisível: Por que a Alma dita o Ritmo do Corpo.​Cuidar do corpo é essencial, mas tratá-lo sem olhar para ...
26/01/2026

O Alinhamento Invisível: Por que a Alma dita o Ritmo do Corpo.

​Cuidar do corpo é essencial, mas tratá-lo sem olhar para a alma é como tentar limpar o espelho quando o que está sujo é o nosso rosto. A verdadeira saúde não é apenas a ausência de doença física, mas a harmonia entre o que sentimos, o que pensamos e o que vibramos.

​1. A Alma como o Berço da Saúde
​Muitas patologias têm a sua génese em desequilíbrios emocionais e espirituais prolongados. Quando ignoramos o cansaço da alma, o corpo "grita" através da dor. Uma limpeza espiritual — o ato de libertar traumas e silenciar o ruído interno — atua como medicina preventiva. Ao limparmos as "toxinas" da alma, permitimos que a energia vital flua sem bloqueios.

​2. O Crescimento Intelectual e a Clareza Energética
​O nosso desenvolvimento intelectual está diretamente ligado à nossa vibração. Uma alma pesada gera uma mente nublada, enquanto uma alma limpa permite foco e intuição. Quando a nossa energia está elevada, o cérebro processa a informação com clareza, pois não está sobrecarregado a gerir o "lixo" emocional acumulado.

​3. A Importância de Mãos Certas: Conhecimento e Credibilidade
​Nesta jornada de cura, não podemos entregar a nossa energia a qualquer um. Tal como não confiaríamos uma cirurgia a um amador, o tratamento da alma exige ajuda de pessoas fidedignas.
​Conhecimento: É preciso entender as leis da energia e da mente.
​Credibilidade: Procurar guias que tenham um percurso sólido e ético.
A espiritualidade não é um enigma sem regras; é um campo que exige estudo e responsabilidade. Pedir ajuda a quem realmente sabe o que está a fazer é o que garante que a cura seja real e não apenas uma ilusão passageira.

​4. A Energia: O Sustento na Fragilidade
​O corpo físico é limitado, mas a nossa energia espiritual é a reserva que nos sustenta quando a carne fraqueja. Muitos ignoram os sinais positivos ou os enigmas da vida por acharem que a espiritualidade é um tabu, mas ela é a base. Ignorar a alma em favor de tratar apenas o sintoma físico é como trocar a lâmpada de um candeeiro que está desligado da tomada.
​Nota: Cuidar de ti é um processo profundo. Começa de dentro para fora, mas faz o caminho com quem tem a lanterna certa para te guiar.

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Os Três Reis Magos — Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltasar — são figuras centrais do Natal e do Dia de Reis (6 de ja...
06/01/2026

Os Três Reis Magos — Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltasar — são figuras centrais do Natal e do Dia de Reis (6 de janeiro). O seu significado vai muito além da entrega de presentes, carregando um simbolismo teológico, cultural e social profundo.
​Aqui estão os principais significados atribuídos a eles:
​1. O Significado dos Presentes
​Cada oferta tinha um propósito simbólico para representar quem era Jesus:
​Ouro: Representa a realeza. Era o presente dado aos reis. Simboliza que Jesus é o "Rei dos Judeus" e o Rei do Universo.
​Incenso: Representa a divindade. Usado em templos para elevar as orações aos céus, simboliza que Jesus é o Filho de Deus, um ser sagrado.
​Mirra: Representa a humanidade e o sacrifício. Era um óleo usado para embalsamar corpos, simbolizando que Jesus era homem e que viria a sofrer e morrer pela humanidade.
​2. A Universalidade (As Três Raças e Idades)
​Com o tempo, a tradição cristã atribuiu aos Magos a representação de todo o mundo conhecido na altura:
​Eles representavam os três continentes conhecidos: Europa, Ásia e África.
​Representavam também as três fases da vida: a juventude (Gaspar), a madurez (Baltasar) e a velhice (Melchior).
​O conceito: Isto significa que a mensagem de Jesus é universal, destinada a todas as raças, povos e idades.
​3. A Procura da Verdade e a Fé
​A palavra "Mago" na época referia-se a sábios, estudiosos de astronomia e conselheiros. O significado da sua jornada é:
​Ciência e Fé: Eles usaram o conhecimento (a observação dos astros) para encontrar o divino.
​Humildade: Mesmo sendo poderosos e sábios, ajoelharam-se perante uma criança pobre numa manjedoura, reconhecendo uma autoridade maior que a deles.
​4. A Epifania
​A chegada dos Magos marca a Epifania, que significa "manifestação". É o momento em que Jesus se revela não apenas aos judeus (representados pelos pastores), mas a todos os outros povos do mundo (gentios).
​Curiosamente, a Bíblia não diz que eram "três" nem que eram "reis" — refere apenas "uns magos". O número três foi estabelecido mais tarde devido à quantidade de presentes oferecidos.

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