Tantra Spirit

Tantra Spirit O Tantra Spirit é a secção do Time To RELAX onde se pratica a terapia Tantra. O objectivo desta secção é principalmente a desmistificação do Tantra

O PONTO GO ponto G, também conhecido como ponto de Gräfenberg, em referência ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, é...
28/03/2019

O PONTO G

O ponto G, também conhecido como ponto de Gräfenberg, em referência ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, é caracterizado como uma zona erógena da va**na que, quando estimulada, pode conduzir a elevados níveis de excitação sexual, com intensos or****os e uma potencial ejaculação feminina.
Localiza-se aproximadamente de 5,1 a 7,6 cm acima da parte frontal da parede va**nal, entre a abertura va**nal e o ca**l da uretra, sendo que é uma área sensitiva da genitália feminina.
A denominação ponto G foi criada por Addiego et al. Em 1981.
Em homenagem ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, o primeiro médico da actualidade a criar a hipótese da existência de tal área, em 1950.
Existe uma grande discussão na comunidade científica sobre a real existência do ponto G.
Os mais fortes apoios partem das afirmações que provém de livros que visam o público popular.
O ponto G, somente entrou para o conhecimento do público leigo um ano mais tarde com a publicação do livro de Ladas, “The G Spot and Other Recent Discoveries About Human Sexuality.” (O Ponto G e outras recentes descobertas sobre a sexualidade humana), mas pouco tempo depois da publicação de Ladas muitos profissionais ginecologistas criticaram publicamente a sua exactidão e veracidade.
Uma das pesquisas favoráveis é a do ginecologista americano Adam Ostrzenski, que afirmou ter encontrado definitivamente a sua localização em 2012.
A pesquisadora australiana Helen O’Connell, por outro lado, garantiu em 2016 que o prazer supostamente proporcionado pelo Ponto G na verdade é fruto da “fricção entre a parte interna do clitóris, a uretra e a parede va**nal”.
Qual deles está correto?
Boa pergunta.
Mas nomenclaturas à parte, ambos os estudiosos concordam que de fato existe uma região dentro da va**na capaz de proporcionar um prazer intenso às mulheres.
Se é o Ponto G defendido por Ostrzenski, ou a parte interna do clitóris defendida por O’Connell, na verdade não faz diferença.
O que importa, afinal, é o efeito erógeno da área.
Como encontrar o ponto G
Esta zona erógena varia de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura ou na espessura.
Invisível aos olhos e não muito fácil ao tacto, situa-se logo abaixo do osso púbico, profundamente na parede anterior da va**na, entre a sua abertura e o colo do útero.
Primeiramente, a mulher deve estar bem relaxada para que as paredes va**nais fiquem muito bem lubrificadas, isso fará com que o ponto G fique inchado, cheio de sangue e portanto mais sensível e proeminente.
O ponto poderá então ser identificado como uma pequena saliência enrugada, uma área oval de 2 cm², localizada a baixo do osso púbico, na parede frontal interna da va**na.
Com a mulher deitada com a barriga para cima poder-se-á penetrá-la com o dedo médio e a palma da mão virada para o clitóris.
A ponta do dedo deverá então tocar o ponto G, onde sentirá uma área mais rugosa ou áspera que o normal, podendo vir a ser duro também devido à excitação feminina.
Ao ser estimulado, inicialmente, a mulher poderá sentir vontade de urinar, mas se a estimulação é contínua, pode ser sexualmente prazeroso.
Como em qualquer outro estímulo humano, pode não ser igualmente prazeroso para todas.
Antes de mais nada, saiba que o pénis não é o melhor instrumento para estimular a região.
O ideal é utilizar os dedos.
Como estimular a área?
Com o dedo dentro da va**na, dobre-o em direcção a si mesmo, como se fosse fazer um movimento de “vem cá”, e repita esse gesto num ritmo contínuo.
Para deixá-la ainda mais excitada, pode fazer esse estímulo ao mesmo que estimula o clitóris (com a boca, enquanto pratica s**o oral, ou utilizando o dedo polegar).
A hipótese da sua parceira atingir o orgasmo é bem mais alta assim.
Agora já sabe como excitar o Ponto G ou a parte interna do clitóris (dependendo da pesquisa que acredita e o nome que prefere).
Mas lembre-se da importância do diálogo.
O que funciona para uma mulher nem sempre é o melhor para a outra.
Nunca tenha vergonha de perguntar e pedir instruções à sua parceira.

25/03/2019
No Dia Internacional da Mulher o Ta**ra Spirithomenageia todas as mulher com um Ritual especial dedicado à Deusa que há ...
28/02/2019

No Dia Internacional da Mulher o Ta**ra Spirit
homenageia todas as mulher com um Ritual especial dedicado à Deusa que há em cada Mulher.

Ritual da Deusa:
- Escalda-pés aromatizado com Rosas e Jasmim
- Chá relaxante e Bombons
- Massagem com Jade quente
- Hidratação Corporal com Leite de Rosas

Este Ritual tem a duração de cerca de 90 minutos
E o valor de 30.00 €

Horários disponíveis:
11.00
12.30
14.30
16.00
17.30
19.00

Marcação antecipada obrigatória.
Mais informações ou marcações:
Ruy Kalli - 914903111

O orgasmo Os dados existentes dizem-nos que poucas mulheres poderão ter a possibilidade de produzir ejaculação feminina ...
26/02/2019

O orgasmo

Os dados existentes dizem-nos que poucas mulheres poderão ter a possibilidade de produzir ejaculação feminina durante o orgasmo, mas este fenómeno parece ser algo que alguns procuram e que uma cultura cada vez mais sexualizada até promove:
A obtenção máxima do prazer, em todas as vertentes possíveis e imaginárias.

Este tema, leva-nos para algumas questões muito importantes:
- O que é o orgasmo?
- Como diferenciamos o va**nal e o clitoriano?
- A ejaculação é um terceiro tipo de orgasmo?

Não há or****os va**nais, portanto não há essa diferenciação.
O dito orgasmo va**nal é sempre clitoriano, a ideia de que existe um va**nal é um mito.
É um mito ainda por cima associada a uma teoria de Freud – o primeiro a escrever sobre o assunto, a ponto de ser divulgado e citado – que em 1932 chegou mesmo a dizer que há dois tipos de mulher, as que têm orgasmo clitoriano e as que têm orgasmo va**nal.
Distinguiu-as completamente, criando um estigma terrível. As mulheres com orgasmo va**nal seriam as adultas, em termos de desenvolvimento psicossexual.
E as do orgasmo clitoriano seriam as ainda não totalmente desenvolvidas, com um orgasmo mais do tipo infantil.
O resultado dessa diferenciação não foi muito bom para as mulheres, de alguma forma via-se justificada a obrigatoriedade da penetração num ato sexual e, ao mesmo tempo, menosprezavam-se aquelas mulheres que para atingir o clímax preferiam a manipulação externa, por exemplo.
Todos os or****os são clitorianos, mesmo havendo uma penetração va**nal.
A razão que fez Freud e muitos outros homens e mulheres acreditarem na distinção de or****os é evidente.
Ao contrário do que se julgava, sendo um pequenino órgão, é-o apenas na porção visível, porque a chamada raiz do clítoris é bastante extensa.
E quando a penetração va**nal acontece, está a estimular um dos lados da raiz do clítoris.
Entre uma das raízes e a outra há uma estrutura que recobre toda a parede da va**na, que é o que permite que algumas mulheres tenham orgasmo quando esta parede está a ser estimulada – mas na verdade é esta que estimula o clitóris.
Portanto, todos os or****os são clitorianos, uns por estimulação directa, outros com base na estimulação das raízes do clitóris, portanto não há, em rigor, or****os va**nais.
Embora alguns sejam por ação da via va**nal, mas não deixam de ser clitorianos.

E quando existe ejaculação feminina, é isso um outro de orgasmo?
É no fundo uma característica que raras mulheres têm, a maior parte das quais é em tão pequena quantidade que não se apercebe que é diferente de outras mulheres.
Há mulheres que têm pequenas ejaculações que nem sequer as valorizam porque sempre a sentiram e acham que faz parte do seu ser.
Longe de ser um tabu junto dos médicos, haverá um desconhecimento, muitos ainda não ouviram falar desta ejaculação feminina.
Os ginecologistas têm obrigação de saber o que é, mas um médico de clínica geral provavelmente não.
Este assunto não é estudado nas faculdades…
Será importante falar do tema para elucidar, desmistificar e sobretudo para que a mulher a quem acontece perca o estigma, não dramatize e o encare como uma característica fisiológica individual, como ter o cabelo louro ou castanho.
E para que aprenda a lidar com ela, tirando o melhor partido.
E, já agora, para que a mulher que ainda não percebeu se tem, possa conhecer-se.

O orgasmo é cerebral
O orgasmo não é um processo vascular, mas sim cerebral e neuromuscular
A origem do orgasmo é sempre cerebral.
No homem e na mulher.
No homem existe o orgasmo e a ejaculação.
São mecanismos que se sucedem, um ao outro, a ejaculação imediatamente após o orgasmo, do tipo reflexa.
No caso da mulher não falamos de ejaculação porque é outro mecanismo diferente.
Portanto, no orgasmo em si, homens e mulheres têm o mesmo mecanismo, é sempre de origem cerebral, é preciso haver excitação e alguns tipos de estimulação, para que haja uma resposta que depois é transmitida via nervosa, com resposta muscular de contracção e espasmos e, eventualmente, uma ejaculação no homem, e o caso da mulher uma reacção que melhora toda a capacidade vascular da va**na.
A origem é sempre cerebral, mas a resposta neuromuscular.

O processo de excitação feminino e masculino é diferente?
Estudos com ressonâncias magnéticas apontam para uma actividade neurológica semelhante entre homem e mulher, que durante o orgasmo é muito intensa.
A libertação de dopamina é também comum a ambos os géneros.
Nas mulheres só há o mecanismo do orgasmo.
Nos homens há o orgasmo com a mesma origem cerebral que desencadeia o reflexo da medula para depois desencadear a ejaculação – esta tem origem medular, da medula espinal.
O sistema nervoso central é composto pelo cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinal.
São as quatro estruturas do sistema nervoso central. (Depois o periférico são os membros).
Isto é um mecanismo que começa no cérebro, mas o que determina a ejaculação no caso dos homens é a medula espinal.
A medula obedece a ordens e se receber uma ordem do cérebro, cumpre.
A ejaculação é um mecanismo medular, do sistema nervoso central, mas medular.
A mulher não tem isto, este mecanismo.
É só cerebral.

E porquê?
Porque o orgasmo dá o prazer e a satisfação sexual – o prazer sexual é basicamente orgásmico.
O prazer é satisfação porque é cerebral, por isso é que dá prazer.

Meditação TântricaA Meditação Tântrica é uma poderosa ferramenta de auto-conhecimento, localização e libertação de bloqu...
25/02/2019

Meditação Tântrica

A Meditação Tântrica é uma poderosa ferramenta de auto-conhecimento, localização e libertação de bloqueios, elevação da auto-estima e bem estar geral.

Esta meditação pode ser feita individualmente ou em grupo.
Pode também ser feita em casal.

Nesta meditação, tirando a feita em casal, ninguém toca em ninguém a não ser em si próprio.

A meditação é guiada pelo terapeuta que leva a pessoa a estados alterados de consciência, onde todo o trabalho é feito de forma a localizar e libertar bloqueios ou onde a redescoberta do corpo é feita de dentro para fora.

Nesta meditação, a pessoa terá consciência do seu corpo como um todo, aprenderá a amá-lo e a respeitá-lo.

Pode ser feita tanto por homens como por mulheres maiores de 18 anos de idade.

Nesta meditação, a roupa será dispensada ( poderá ficar apenas em roupa interior), porque a roupa absorve energias, e se estamos a libertar energias nocivas do corpo, a roupa absorverá essas energias e transmite-as de novo ao corpo, deitando por terra todo o trabalho realizado durante a meditação, o ideal é ficar completamente despido/a ou apenas com um páreo que deverá tirá-lo logo ao término da meditação e lavá-lo logo que possível.

Esta meditação pode também ser complementada com uma massagem sensorial, de forma a expulsar toas a energia nociva que tenha ainda ficado dentro do corpo após a respiração final ( forma de libertar para o exterior essas energias nocivas)

No caso da meditação em casal, pode também ser feita em grupo, com vários casais, mas só os membros do mesmo casal se tocam um ao outro.
A meditação feita em casal, trás auto-conhecimento e conhecimento mutuo entre o casal, quebrando barreiras e tabus, elevando a confiança e aproximando-os um do outro, melhorando a sua relação afectuosa e intima.

Massagem YoniMassagem Yoni, é um tratamento na região ge***al feminina que se concentra em libertar a tensão da mulher. ...
25/02/2019

Massagem Yoni

Massagem Yoni, é um tratamento na região ge***al feminina que se concentra em libertar a tensão da mulher. Esta massagem busca ligar a receptora à sua natureza sensual interior, resultando numa sensação de completo bem-estar, satisfação, contentamento e sensações talvez nunca sentidas antes.
Embora a massagem Yoni seja muito sensual, o propósito não é levar a mulher ao orgasmo, muito pelo contrário, a intenção é relaxar, e assim trazer emoções à superfície.

Esse tratamento relaxante faz parte do Ta**ra direccionado ao público feminino, e é praticado desde antes do ano 1000 d.c. na Índia e na China.
A sua prática tem a finalidade de cura, ajudando diversas mulheres no tratamento de diversas enfermidades, tais como traumas e bloqueios se***is.

Na filosofia tântrica, a va**na é vista como um lugar do maior amor e respeito.
A massagem Yoni é uma prática destinada a honrar verdadeiramente uma mulher, a dar-lhe prazer altruísta e a explorar o lado sagrado da sexualidade.

O orgasmo é uma consequência!
A primeira coisa que precisa saber sobre a massagem Yoni, o objectivo não é o orgasmo.
É apenas uma consequência da experiência pela qual a mulher passa durante o tratamento.
Através da massagem Yoni, vai sentir mais e mais prazer que se tornará em ondas de múltiplos or****os.

Para quem é indicado?
Essa massagem permite explorar lentamente o seu corpo de uma forma mais sensual.
Também pode ajudar as mulheres que já têm or****os a atingir or****os múltiplos.
Pode ajudar no processo de cura de mulheres que sofreram traumas se***is no passado porque a abordagem e a técnica fazem com que elas se sintam amadas, queridas e honradas.

Benefícios:
A massagem Yoni ajuda mulheres a aprenderem a confiar em si mesmas e a recuperar o controlo sobre sua própria sexualidade.
Qualquer mulher pode beneficiar da massagem Yoni. Todas as mulheres, independentemente da história sexual, beneficiam-se entrando em contacto com a sua própria excitação.

Porque deve praticar?
A prática fortalece a sua conexão com o seu Yoni (a sua va**na) e permite que comece a amá-la de uma forma libertadora.

Por que isso é importante?
Pode não estar ciente, mas o seu Yoni pode armazenar memórias antigas e experiências traumáticas, manifestando-se em áreas dormentes e dolorosas dentro do seu interior.

Massajar esses pontos pode ajudá-la a libertar e deixar de lado antigos traumas, emoções presas e experiências passadas confusas que ainda podem impedi-la de se abrir completamente.

Esta massagem faz parte do tratamento e não é feita em separado do mesmo, ou para realização de fantasias.

Massagem LingamAntes de explicar o que é este tipo de massagem, é importante esclarecer que, apesar de ser feita no péni...
25/02/2019

Massagem Lingam

Antes de explicar o que é este tipo de massagem, é importante esclarecer que, apesar de ser feita no pénis, o seu cariz não é de todo sexual nem deve ser rotulado como algo p***ográfico.
É um toque no ge***al e intimo, mas nada tem de sexual.

O objectivo desta massagem é reeducar o corpo permitindo ao homem novas potencialidades orgásmicas que podem levar a or****os múltiplos, com ou sem ejaculação, a uma sensação de energia.
É um processo de transformação a partir do momento em que se pretende demonstrar que todo o corpo é orgástico, colocando de lado padrões se***is e conseguir que se vá ainda mais além.
Não obstante, há muitos homens com algumas dificuldades como ejaculação precoce, impotência, dificuldade ou incapacidade de chegar ao orgasmo, a inabilidade em lidar com novas sensações, entre outros, e este trabalho terapêutico ajuda consideravelmente.

Assim como para as mulheres há diversos tipos de exercícios íntimos (como o pompoarismo) ou massagens que têm como foco a descoberta da consciência corporal e do prazer (a massagem Yoni), a conhecida massagem Lingam ou Lingam massagem, é aplicada em sessões de massagem Tântrica, mas no ser masculino.

No Tanta “lingam”, significa o órgão sexual do homem, o nome “lingam” é sânscrito, onde se deposita a ca**lização de energia ta**ra e prazer no órgão sexual masculino.
A técnica correta, que deve ser aplicada por um(a) profissional especializado(a), muitas vezes é confundida com massagem sensual e massagem relaxante aplicadas por massagistas em toda parte do planeta.

Quais são os benefícios da Lingam Massagem?
Ainda que a busca pelo prazer e a sexualidade seja considerado um tabu na sociedade, deve-se sempre priorizar o bem estar sexual, a educação corporal e o conhecimento do próprio corpo e das sensações.
Dessa forma, a massagem lingam é uma aliada para que os homens trabalhem a energia sexual e testem os benefícios da prática, como o aumento da força e do vigor ge***al, controle da erecção e do tempo de ejaculação e a descoberta de novas formas de se chegar ao orgasmo.
Durante uma sessão de massagem tântrica lingam, o orgasmo não é o objectivo ou foco do ritual, e sim, tem a finalidade ajudar o homem a explorar sua capacidade sexual.
Mas, caso o orgasmo seja atingido durante a massagem será bem vindo.

Como a Massagem Lingam é aplicada?
A Lingam massagem não é aplicada apenas no eixo do próprio pénis e deve ser executada também no períneo, bem como os testículos.
Contrariamente à crença comum, a experiência nem sempre é algo que um homem, quando iniciado, esteja confortável, pois geralmente os homens são focados em performance, uma vez que uma massagem tântrica lingam não é sobre o desempenho sexual masculino, mas sobre se entregar ao prazer aplicado externamente.

Preparação para uma Lingam Massagem:
O terapeuta irá explicar os requisitos importantes para que a massagem lingam traga os melhores benefícios, edificando a confiança, respeito e entrega entre o terapeuta e o receptor.
O receptor deve relaxar, deixar de lado a sua necessidade habitual de provar a si mesmo sexualmente, e receber o toque com prazer e gratidão, o terapeuta, por outro lado, deve manter o necessário grau de respeito, mantendo e respeitando o ritual Ta**ra.

Iniciando a massagem:
A massagem geralmente é aplicada em Tatami no chão, mas podendo ser aplicada em marquesa dependendo da disposição de quem receberá a massagem.
Começa com o homem deitado de costas, com a cabeça apoiada confortavelmente, os quadris estarão apoiados, com as pernas e joelhos parcialmente dobrados.
Antes da massagem lingam real, tanto o terapeuta como o receptor devem se envolver em num ritual de respiração ta**ra, a fim de relaxar e entrar no espírito do ritual.

O terapeuta aplica então com óleo perfumado ou inodoro no pénis e testículos, e começa a massagem. Obviamente, isso deve ser feito com o máximo cuidado, e com a observação cuidadosa do rosto do homem para qualquer sinal de desconforto ou dor real.
Deve ser dada ênfase ao períneo, onde o terapeuta deve demorar muito tempo para relaxar nesta área sensível entre a região a**l e os testículos.
A massagem, em seguida, prossegue para o escroto, a área do osso púbico e ainda mais para cima.
O terapeuta prossegue aplicando suavemente a massagem, com pressão uniforme da mão e na base do lingam “pénis”, trabalhando-se lentamente para cima.

O pénis “ligam” pode ficar alternadamente rígido e flácido durante a massagem.
Na conclusão, o receptor deve descansar por alguns minutos, em silêncio absoluto ou ao som de uma música suave.

Esta técnica só é aplicada em tratamentos reais, não sendo aplicada a solo ou para satisfação sexual ou de fantasias.

A Massagem TântricaAquela massagem que todos conhecem como massagem erótica, sensual e até sexual, que se vê em anúncios...
25/02/2019

A Massagem Tântrica

Aquela massagem que todos conhecem como massagem erótica, sensual e até sexual, que se vê em anúncios de encontros, aquela massagem em que dois corpos nus se encontram e entregam um ao outro num bailado frenético digno de um medíocre filme p***o, aquela massagem em que o único objectivo é êxtase sexual, os or****os loucos, o suor a escorrer pela pele e se fundir com o do outro, aquela massagem que termina sempre numa sessão de s**o louco ... sim, isso não é nem nunca foi uma massagem Tântrica, isso é puro s**o, isso é puro desprezo e desrespeito pelos ensinamentos deixado por grande Mestres, isso é desprezível e repugnante!!

A Massagem Tântrica é feita com amor e baseada em 3 pilares mais importante:
- Respeito
- Confiança
- Entrega

Sem esta base é impossível obter os resultados desejados.
A Massagem Tântrica é o estágio final de um longo processo de tratamento, de libertação e desbloqueio,
É a afirmação do auto-conhecimento e do auto-controlo do corpo como um todo, nos níveis físico, emocional, mental e espiritual.
Sim, o orgasmo pode acontecer, mas ... um orgasmo sentido no corpo todo, não apenas na zona ge***al, um orgasmo que vem de dentro, percorre todo o corpo até ao êxtase, um orgasmo sentido em cada célula do corpo, que provoca arrepios e tremores, que percorre todo o corpo como que uma descarga elétrica, que liberta cada átomo de qualquer bloqueio.
O orgasmo e só o orgasmo (não confundir com ejaculação), tem o poder de libertar todo o organismo da toxicidade acumulada durante a vida, só o orgasmo leva a estados alterados de consciência em que é possível atingir um estado próximo ao estado de Buda, próximo ao criador.
Na Massagem Tântrica, o objectivo é esse, levar o receptor a atingir o mais próximo possível do estado de Buda.
A Massagem Tântrica é iniciada com uma leve meditação, para que o receptor se liberte de tabus, paradoxos e padrões impostos pela sociedade, para tal é fundamental a confiança no terapeuta, a entrega à massagem e o respeito mutuo, só assim se conseguirá entrar num estado de interiorização profundo.
Segue-se então a massagem propriamente dita, em que o toque de Buddha, um toque extremamente suave é aplicado por todo o corpo, não é obrigatório o toque nos genitais, pois existem milhares de pontos no corpo onde se pode tocar e estimular que fazem o mesmo ou melhor efeito que o toque nos genitais.
Pode ser usado óleo ou não, tudo depende da sensibilidade do receptor, no caso de ser usado óleo, este é aquecido e aromatizado com óleos essenciais que promovem um maior relaxamento.
É finalizada sempre com o alinhamento dos chacras através do Reiki e com a Massagem Lingam (para homem) ou Yoni ( para senhora), mas só se assim o receptor desejar.
Outras situações em que se pode fazer a Massagem Tântrica, é no caso do receptor desejar ter uma experiência em massagem diferente ou simplesmente para matar a curiosidade, mas em qualquer dos casos, os princípios base e os 3 pilares base são sempre aplicados.
O terapeuta nunca estará despido, pode ser feita em marquesa ou em Tatami, e caso aconteça algo que não seja do agrado quer do receptor, quer do terapeuta, a massagem será dada por terminada instantaneamente.
Outras terapias que podem ser conjugadas com a Massagem Tântrica:
- Musicoterapia
- Aromaterapia
- Cromoterapia
- Reiki
- Cristaloterapia

A Relação entre o Ta**ra Budista e o Ta**ra HinduA literatura tântrica começou a aparecer em ambas as tradições budista ...
24/02/2019

A Relação entre o Ta**ra Budista e o Ta**ra Hindu

A literatura tântrica começou a aparecer em ambas as tradições budista e hindu aproximadamente no século III D.C. na India.
No entanto, são inacessíveis datas precisas e as duas tradições indubitavelmente pré-datam o aparecimento dos seus textos.
Não obstante os contextos filosóficos e éticos difiram, as práticas devocionais, os exercícios de Yoga e numerosos aspectos de costumes matriarcais, tribais e marginais mais antigos são proeminentes em cada uma delas.
Por exemplo, ambos os sistemas incluem a visualização de figuras com múltiplas faces e braços, manipulação de energias sutis através dos nódulos energéticos (sânsc. chakras), veneração das mulheres, uso de ornamentos de osso e de instrumentos musicais, imagens de locais de cremação e matadouros, e transformação de produtos corporais sujos.
Assim, é difícil provar que um tenha sido a fonte de uma característica específica do outro. Podemos apenas dizer que os dois foram movimentos contemporâneos.
Além disso, dado que os praticantes de ta**ra budistas e hindus frequentavam assiduamente os mesmos lugares sagrados, é provável que cada grupo tenha influenciado o outro.
Budologistas e eruditos tradicionais Ta**rayana concordam que a história do budismo relata a adaptação de importantes temas budistas a vários meios culturais, mas diferem nas suas explicitações acerca do processo.
Os budologistas não aceitam que o Buda tenha ensinado os ta**ras.
Assumem que mestres mais tardios desenvolveram uma forma tântrica de budismo e compuseram os seus textos por forma a irem ao encontro do espírito da época na India.
Por um lado, os eruditos tradicionais Ta**rayana afirmam que os poderes supramundanos do Buda permitiram-lhe prever desenvolvimentos culturais e que ele pessoalmente ensinou o ta**ra para servir as pessoas do futuro.
Assim, quando chegasse a hora certa, aqueles que secretamente transmitiam os ta**ras - oralmente ou enterrados nas suas continuidades mentais – tornaram-nos disponíveis aos praticantes receptivos. Alternativamente, o Buda revelou os ta**ras em visões puras a mestres altamente realizados que os registaram pela primeira vez.
A explicação de cada grupo de eruditos concorda com o seu modo particular de ver o Buda e com o princípio budista geral de ensinar através de meios hábeis.

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