14/02/2026
Muitas mulheres aprenderam que amor é sacrifício. É aguentar e suportar o mau-estar em silêncio.
Mas muitas vezes isso não era amor, era sobrevivência.
Quando crescemos num sistema onde o amor vinha misturado com controlo, rejeição, ausência ou exigência… o nosso cérebro cria referências emocionais.
As sinapses repetem aquilo que foi conhecido. O corpo sente familiaridade na dor.
E confundimos intensidade com amor, apego com ligação e medo de perder com paixão.
O amor verdadeiro não te diminui, não te prende, nem te faz viver em alerta constante.
Se algo te dói constantemente, não romantizes.
Olha para a raiz. Tu não vieste ao mundo para repetir histórias de sofrimento. Vieste para as transformar, fazer diferente, construído a tua própria história.
Tu és o sonho dos teus ancestrais e talvez a primeira mulher da tua linhagem a dizer:
“Eu escolho diferente.”
Se este post te tocou, partilha com alguém que precisa de o ler 🤍
E se sentes que estás a repetir padrões no amor, envia-me mensagem para agendar a tua sessão de terapia sistémica.
Escolhes fazer diferente? Escreve nos comentários e sente a força desta frase: “Eu escolho fazer diferente” ✨