14/04/2026
Quem cresce sem sentir as suas necessidades verdadeiramente vistas e acolhidas, segue pela vida a carregar esse vazio até aprender a preencher-se a partir de si mesmo.
Numa dinâmica familiar em que os pais, ou um deles, trata os filhos de forma diferente, é possível observar, sistemicamente, as polaridade do feminino e do masculino invertidas. E estes filhos crescem e vão para a vida a repetir, inconscientemente, aquilo que receberam ou que sentem que não receberam. É assim que tantas vezes surgem os bloqueios e as desordens nos relacionamentos, no trabalho e na forma como nos relacionamos connosco mesmos.
Por trás destes padrões, há quase sempre uma história, um acontecimento, uma ferida, uma crença que se instalou e passou de geração em geração: a de que as mulheres têm de se proteger dos homens. Que têm de ser independentes deles para estar seguras.
São muitas as causas que podem dar origem a este lugar. Mas na vida adulta, já não se trata do que os pais ensinaram, trata-se de o que escolhemos fazer com isso a partir de agora.
Se te revês nestas palavras, se estás cansada de ser sempre a forte, a que resolve, a que sustenta e de, nos relacionamentos, atraíres precisamente quem está indisponível para te receber de verdade talvez este seja o teu momento.
O momento de olhares para este tema com coragem, com compaixão e com um novo olhar.
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