Gabinete de Assistentes Sociais Privados

Gabinete de Assistentes Sociais Privados Este é um gabinete de AS privados que trabalham para e com a população que deles necessita.

Tabu que limita vidasA sexualidade é um direito humano essencial, mas frequentemente negado ou silenciado.Tratar adultos...
13/02/2026

Tabu que limita vidas

A sexualidade é um direito humano essencial, mas frequentemente negado ou silenciado.
Tratar adultos como assexuados ou incapazes de desejo rouba-lhes dignidade plena. Pessoas com deficiência amam, desejam e constroem intimidade como qualquer pessoa. No entanto, a sociedade assume-as "eternas crianças", ignorando direitos a relacionamentos, parentalidade e prazer.
Esta visão paternalista perpetua o isolamento e reforça o capacitismo.
Mitos comuns a desconstruir
"Não sentem desejo" - Sentem, escolhem e merecem viver plenamente a sua sexualidade.
"Precisam de proteção eterna" - É possível adaptar e trabalhar na autonomia, informação e apoio adequado.
"Não podem ser pais" - Pode ser possível construir família com as adaptações que respeitam competências.
Direito à expressão plena e Inclusão real só existe se for reconhecido que a sexualidade é parte da identidade adulta.
É necessário educação sexual acessível, consentimentos respeitados, liberdade de escolha, adaptações de acordo com cada situação específ**a.

Mais informações sobre este e outros temas relacionados com a Diversidade Funcional:

Dra Ana Sofia Mota
Seres Brilhantes

A nutrição na terceira idade é um determinante para a prevenção de doenças e preservação saúde e funcionalidade. O envel...
11/02/2026

A nutrição na terceira idade é um determinante para a prevenção de doenças e preservação saúde e funcionalidade. O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas que podem comprometer o estado nutricional. A ingestão inadequada de proteínas e a redução da atividade física contribuem signif**ativamente para a perda de massa e força muscular.

Neste contexto, a adaptação das consistências assume grande importância. Dietas moles, pastosas ou líquidas são frequentemente necessárias em situações de dificuldade de mastigação, problemas dentários, próteses mal adaptadas, disfagia ou outros estados clínicos.

A escolha da consistência deve ser criteriosa e individualizada e feita por um terapeuta da fala, uma vez que consistências inadequadas podem aumentar o risco de engasgamento, aspiração alimentar e pneumonia por aspiração, com consequências graves para a saúde.

Alimentos líquidos podem ser difíceis de controlar enquanto alimentos com grumos ou texturas mistas podem aumentar o risco de aspiração. Por outro lado, dietas demasiado restritivas ou pouco variadas, podem comprometer o aporte nutricional, reduzir o prazer alimentar e agravar a recusa alimentar.

Quando bem planeadas, as dietas podem ser nutricionalmente completas, seguras e adequadas. Sopas enriquecidas, purés bem confeccionados, refeições trituradas com textura homogénea, papas fortif**adas, iogurtes enriquecidos e batidos nutricionalmente equilibrados permitem assegurar um aporte adequado de energia. A apresentação dos alimentos e o tempero adequado são igualmente importantes para estimular o apetite e promover uma ingestão regular.

O contexto em que as refeições ocorrem tem um impacto signif**ativo. Um ambiente tranquilo, refeições em companhia e o envolvimento ativo de cuidadores e familiares favorecem a adesão alimentar e reduzem o risco de isolamento e negligência nutricional.

Para mais informações:
Dr.ª Sophie Soares
Projeto Aidda Aidda
📞 932 499 764
✉️ projetoaidda@gmail.com

Tratar uma pessoa com deficiência como uma criança ( independentemente da sua idade, capacidades, potencialidades, sonho...
30/01/2026

Tratar uma pessoa com deficiência como uma criança ( independentemente da sua idade, capacidades, potencialidades, sonhos e objetivos) é uma forma de desvalorização que passa muitas vezes despercebida. É uma barreira invisível mas gigante para a inclusão.

Chama-se infantilização e manifesta-se em pequenos gestos e palavras: falar num tom condescendente, usar diminutivos, assumir que precisam sempre de ajuda ou falar

Esta atitude, ainda que muitas vezes bem-intencionada, reduz as pessoas com deficiência à sua condição e nega-lhes o direito à autodeterminação, à intimidade e à participação plena na sociedade. Quando falamos por alguém em vez de falar com ela, estamos a reforçar a ideia de que não é capaz de pensar, sentir ou escolher por si. Quando damos diminutivos e não reconhecemos a idade cronológica mesmo que achemos que não tem impacto, esse impacto existe porque a pessoa nunca deixa de se reconhecer como criança e não vê margem nem necessidade de mudar.

A infantilização não protege, limita! Ao colocarmos barreiras simbólicas à autonomia, impedimos a construção de relações de respeito e igualdade, eliminamos margem de evolução, influenciamos o desenvolvimento.

Promover a inclusão passa por reconhecer as pessoas com deficiência como adultas, cidadãs e protagonistas das suas próprias histórias. Isso implica escutar, respeitar escolhas, reconhecer competências e usar uma linguagem que reflita dignidade e igualdade.

Combater a infantilização é um passo essencial para uma sociedade verdadeiramente inclusiva — uma sociedade que valoriza cada pessoa pelo que é, e não pelas suas limitações.

O cuidador informal na RNCCI é fundamental para garantir o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas em situação de de...
26/01/2026

O cuidador informal na RNCCI é fundamental para garantir o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas em situação de dependência. Estes cuidadores, muitas vezes familiares, dedicam-se diariamente a prestar cuidados que exigem grande disponibilidade física e emocional, o que pode levar ao desgaste, fadiga e até a problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Esta medida consiste na disponibilização temporária de respostas institucionais que asseguram a substituição do cuidador informal, permitindo-lhe períodos de pausa e recuperação tornando-se fundamental para prevenir o burnout do cuidador, melhorar a sua qualidade de vida e garantir a continuidade dos cuidados prestados ao utente. Além disso, o descanso promove a sustentabilidade do próprio sistema de cuidados, evitando o agravamento da situação clínica do idoso ou da pessoa dependente.

O descanso pode ser assegurado através do internamento temporário do utente em Unidade de Longa Duração e Manutenção, Unidade de Média Duração e Reabilitação ou Unidade de Convalescença, conforme as necessidades clínicas. Apoiar o cuidador implica também a oferta de serviços complementares, como grupos de apoio, acompanhamento psicológico e formação, que contribuem para o desenvolvimento de competências e estratégias de coping. O reconhecimento do esforço do cuidador e a garantia de momentos de descanso constituem um investimento essencial para um ambiente de cuidados mais humano e ef**az.

Um elemento chave o assistente social, que desempenha um papel fundamental na articulação entre o cuidador, o utente e a RNCCI. Este profissional avalia as necessidades sociais, identif**a recursos disponíveis e facilita o acesso a apoios sociais, legais e financeiros, ajudando a mitigar o impacto emocional e material do cuidado informal. É um elo vital para assegurar que os cuidadores e os utentes recebem o suporte adequado, promovendo o equilíbrio e a sustentabilidade do processo de cuidados continuados.

O descanso do cuidador é uma intervenção estratégica que protege quem cuida, reforça a qualidade dos cuidados e contribui para um envelhecimento digno e sustentável.

Drª Sophie Soares - Projeto Aidda Aidda

No hospital, cada dia tem um signif**ado diferente: para uns, é dia de visitas; para outros, é dia de alta. Para o Assis...
23/01/2026

No hospital, cada dia tem um signif**ado diferente: para uns, é dia de visitas; para outros, é dia de alta. Para o Assistente Social, no entanto, cada dia deve representar o compromisso com a defesa dos direitos dos utentes e das suas famílias, pois o bem-estar do doente influencia diretamente a dinâmica e a saúde de todo o núcleo familiar.
É fundamental que o Assistente Social atue como mediador entre os diferentes intervenientes no processo de cuidados. Isso implica uma articulação constante com a equipa médica e de enfermagem, já que nós, profissionais de Serviço Social, construímos pontes que facilitam o caminho do doente, tornando-o mais humano e menos solitário.
Para que essa intervenção seja ef**az, é essencial desenvolver competências como a escuta ativa, a empatia e a sensibilidade, elementos-chave para compreender a realidade de cada utente e responder de forma adequada às suas necessidades.
No momento da alta hospitalar, o seu apoio revela-se essencial para garantir a continuidade dos cuidados e a reintegração adequada do doente no seu meio familiar e comunitário, pois a alta é o início de uma nova etapa para o doente e para a sua família.
Através de uma intervenção centrada na pessoa, o Assistente Social avalia as condições sociais, económicas e familiares do utente, mobilizando recursos e redes de apoio que promovam a sua recuperação e autonomia.
De acordo com as necessidades do doente, o Assistente Social deve assegurar o acesso aos direitos e apoios sociais, bem como garantir o suporte na comunidade, através de respostas como o Apoio Domiciliário, o Centro de Dia ou uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI).
Em situações que requeiram reabilitação, compete ao Assistente Social informar o utente sobre o acesso à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
Cada uma destas respostas tem critérios de acesso, tempos de espera e modalidades de apoio distintas. Informar-se atempadamente é, portanto, um passo essencial para assegurar a continuidade dos cuidados, reduzir o stress familiar e promover a qualidade de vida da pessoa em recuperação.

Se pretende ter mais informações sobre este tema contacte: social.maisproximo@gmail.com

"- Sr. Jorge, há quanto tempo não vê a sua filha?- Há demasiado tempo para saber ao certo. Fico confuso com o tempo. Saí...
19/01/2026

"- Sr. Jorge, há quanto tempo não vê a sua filha?

- Há demasiado tempo para saber ao certo. Fico confuso com o tempo. Saí do Hospital, fui para a UCC, venho aos tratamentos e ainda tenho consultas. Já perco a noção de tempo. E não a vejo porque ela trabalha por turnos, e nas folgas dela, estou ausente da UCC em consultas ou aqui!

- E se tentássemos usar o tempo da sala de espera ou depois dos tratamentos para a ver?”

Não foi preciso dizer mais nada, aqueles olhos enrugados, ganharam um brilho só de imaginar.

Agora tinha uma missão! Juntar o Sr. Jorge com a filha e tentar que fosse mais regular.

Já é duro que chegue estar doente, estar fora de casa e não poder abraçar quem realmente importa…

Meia dúzia de telefonemas e a magia estava planeada! Verifiquei com a filha as próximas disponibilidades e o interesse em acompanhar mais de perto o pai e tranquilizar a neta de 7 anos – são muito apegados.

Há cerca de 40 minutos de tempo “livre” entre tratamentos e transportes e num telefonema aos Bombeiros, foi possível trazer o Sr. Jorge 15 minutos mais cedo e levá-lo mais tarde. Na UCC, avisados dos pequenos ajustes de horários que em nada se opuseram.

E chegou o dia da surpresa. O Sr. Jorge estava tranquilo quando viu entrar a filha e a neta. Os olhos molharam-se de alegria, o abraço foi espontâneo, longo e apertado e a neta saltava entusiasmada para contar novidades ao avó! Foi-lhes permitido um espaço para usufruírem melhor do tempo que tinham a serem apenas Família!

Trocaram-se olhares, as mãos entrelaçaram-se e aquele espaço, habitualmente sisudo, encheu-se da alma e da alegria do reencontro.

O tratamento decorreu entre sorrisos, e todos os que colaboraram para este momento, sentiram-se contagiados!

A intervenção e a humanização dos cuidados também passa por compreender o que está por cumprir e, se possível, facilitar o caminho da concretização. Momentos como estes são, muitas vezes, âncoras para a vida, e as únicas alegrias de uma fase que se quer ver passar rapidamente à frente!

Se pretende mais informação sobre o trabalho autónomo da Dra. Dora Dias - Assistente Social pode agendar pelo dd.assistentesocial@gmail.com ou 927656046

A Mediação Familiar Transfronteiriça é um processo no qual um mediador neutro e imparcial apoia pais em situação de conf...
16/01/2026

A Mediação Familiar Transfronteiriça é um processo no qual um mediador neutro e imparcial apoia pais em situação de conflito que tenham nacionalidades diferentes ou que residam em países distintos. O objetivo é ajudá-los a alcançar acordos relativamente a questões parentais, como a residência das crianças, os regimes de convívio, as pensões de alimentos, o pagamento de despesas, as decisões nas áreas da saúde e da educação entre outras.
Trata-se de uma solução colaborativa e extrajudicial, centrada no superior interesse da criança, que recorre a instrumentos europeus e internacionais para facilitar a comunicação, tendo sempre em conta as especificidades culturais e religiosas de cada família. Revela-se particularmente útil em litígios familiares internacionais e em situações de rapto parental de crianças.
Como funciona a Mediação Familiar Transfronteiriça?
1. As partes interessadas contactam um mediador familiar internacional ou uma entidade/rede de mediação.
2. O mediador explica o funcionamento do processo de mediação;
3. Existindo acordo quanto à participação, realizam-se sessões de mediação nas quais os pais, com o apoio do mediador, expõem as suas posições, sentimentos e necessidades, procurando construir uma solução conjunta que sirva a todos e que salvaguarde o superior interesse da criança.
4. Alcançado o acordo, este é colocado por escrito e deverá ser homologado por um tribunal ou por um notário, como forma de adquirir força executiva.
Se reside em Portugal e necessita de mediação familiar transfronteiriça, pode recorrer, entre outros, aos seguintes recursos:
• Portal Europeu da Justiça
• Sistema de Mediação Familiar (DGPJ)
• Mediadores familiares internacionais (IFM – International Family Mediation)

Se necessitar de mais informações contacte a Dra. Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma

📞 Contactos:
Email – mediadora.sandrabagulho@gmail.com

O Regime do Maior Acompanhado é uma medida que confere acompanhamento, a um adulto maior de 18 anos que se encontre impo...
13/01/2026

O Regime do Maior Acompanhado é uma medida que confere acompanhamento, a um adulto maior de 18 anos que se encontre impossibilitado de exercer os seus Direitos e cumprir os seus Deveres de forma plena, pessoal e consciente, por razões de saúde, deficiência ou comportamento.
O Tribunal é o órgão que decide se existem ou não razões para determinar a medida e que define quem será o Acompanhante e as medidas de acompanhamento que deverá cumprir. A medida é revista ao fim de 5 anos.
A pessoa acompanhada pode sempre escolher o seu Acompanhante desde que o consiga fazer de forma livre consciente e esclarecida.
Quais são as funções do Acompanhante?
- Garantir e zelar pelo bem-estar e recuperação da pessoa acompanhada, ajudando-a a tomar decisões e a gerir determinadas áreas da sua vida, respeitando sempre a sua vontade;
- Estar com a pessoa acompanhada com regularidade. O Tribunal pode definir essa periodicidade, se não o fizer terá de ser no mínimo mensal;
- Consoante a situação da pessoa, o tribunal pode decretar medidas em que o Acompanhante pode apoiar a pessoa na gestão dos seus bens. Esse apoio pode ser específico como pagar contas, pedir apoios sociais ou pode ser geral (gerir totalmente os bens da pessoa);
- O Tribunal pode indicar que o Acompanhante realize determinados atos específicos como por exemplo, renovar contratos (água, luz), gerir questões relacionadas com saúde (adquirir medicamentos, marcação e acompanhamento de consultas);
- As funções são gratuitas, mas as despesas realizadas podem ser reembolsadas durante a vigência da medida;
- Durante o exercício das funções, o Acompanhante presta contas ao Tribunal sempre que for solicitado.
O Acompanhante tem uma função primordial no Regime do Maior Acompanhado, pois é através dele que a pessoa acompanhada poderá continuar a exercer os seus direitos e deveres como cidadão, tendo como apoio alguém que respeite a sua vontade e o ajude nesse exercício.
Qualquer pessoa poderá sinalizar e pedir uma revisão das medidas, caso desconfie ou prove que o Acompanhante não cumpre as medidas decretadas na sentença e não zela pelo bem-estar da pessoa.
Se tiver alguma questão contate a Dra. Helena Correia: eucuido.te@gmail.com

Eu Cuido-Te

A estimulação cognitiva simples, quando integrada no acompanhamento social à Pessoa Maior, constitui uma estratégia priv...
09/01/2026

A estimulação cognitiva simples, quando integrada no acompanhamento social à Pessoa Maior, constitui uma estratégia privilegiada para observar as suas expressões mais naturais e compreender, de forma global, o seu funcionamento social, emocional, relacional e funcional. Através de atividades manuais adaptadas ao ritmo, interesses e história de vida, o assistente social consegue recolher informação relevante para a construção de um diagnóstico social mais completo, contextualizado e centrado na Pessoa, valorizando não apenas as necessidades, mas também os recursos, preferências e capacidades existentes.
A intervenção realizada no domicílio permite uma maior proximidade à realidade concreta da Pessoa Maior, favorecendo a identif**ação de aspetos que dificilmente seriam visíveis noutros contextos. No acompanhamento a uma Pessoa Maior de 92 anos, a construção de uma coroa de Natal e de pequenas lembranças possibilita observar a evolução da motricidade fina, da autonomia e da participação ativa, bem como dimensões emocionais como a motivação, o interesse, a tolerância à frustração e a recordação de memórias e signif**ados associados ao Natal. Estas atividades assumem uma forte dimensão simbólica, funcionando como espaços de expressão afetiva, recuperação de elementos identitários e reforço de vínculos, essenciais ao bem-estar psicossocial.
O processo evidencia ainda a centralidade da relação de ajuda na intervenção social. A confiança, a comunicação aberta e a crescente iniciativa da Pessoa Maior demonstram que a intervenção constrói-se de forma colaborativa, potenciando resultados mais duradouros. Destaca-se também a necessidade de clarif**ar o papel específico do assistente social, que utiliza estas atividades como instrumentos de diagnóstico social, distinguindo-se de abordagens clínicas ou recreativas. Por fim, reforça-se a importância da criatividade e da flexibilidade metodológica, mostrando que pequenas ações, quando eticamente orientadas, podem gerar impactos sociais profundos e signif**ativos.

Se procura estimulação cognitiva simples com propósito e humanidade, contacte a Maedra Sénior - Sta Maria da Feira

O direito à proteção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa e assenta num conjunto de valores ...
05/01/2026

O direito à proteção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade humana, a equidade, a ética e a solidariedade.
Conhecer os seus direitos e deveres aumenta a sua capacidade de atuação na melhoria dos cuidados e serviços de saúde.
Os direitos e deveres dos utentes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) estão consagrados na Lei nº 15/2014, de 21 de março, alterada pelo Decreto-Lei nº 44/2017, de 20 de abril, e na Portaria 153/2017, de 4 de maio.
Este resumo pretende auxiliar o cidadão dos principais direitos e deveres dos utentes e não deve dispensar a leitura da legislação aplicável em vigor.
O UTENTE TEM DIREITO:
· de escolha dos serviços e prestadores de cuidados de saúde, na medida dos recursos existentes.
· a dar ou recusar o seu consentimento antes de qualquer ato médico ou participação em investigação ou ensino clínico.
· a receber os cuidados adequados ao seu estado de saúde no âmbito dos cuidados preventivos, curativos de reabilitação e terminais.
· à confidencialidade e privacidade de toda a informação clínica e elementos identif**ativos que lhe dizem respeito.
· a ser informado sobre a sua situação de saúde, de forma clara e compreensível.
· ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóf**as e religiosas.
· a apresentar sugestões ou reclamações, por si ou por quem o representa e obter resposta.
· a constituir entidades que o representem e que defendem os seus interesses.
· Os utentes menores e incapazes têm direito a que o seu representante legal exerça os seus direitos, designadamente o de recusarem assistência.

É essencial que a Pessoa Sénior, famílias e cuidadores conheçam os seus direitos para que possam agir de forma informada em situações em que os mesmos não sejam respeitados, igualmente importante que reconheçam os seus deveres como utentes.

O acesso à informação ajuda a manter a qualidade do SNS (Sistema Nacional de Saúde) e a proteger a dignidade dos utentes.

A Maedra Sénior Mafra pode esclarecer as suas dúvidas e apoiar nos devidos procedimentos de forma a reivindicar a proteção dos seus direitos.

Contacte a Dra. Marta Branco através da página Maedra Sénior - Mafra
Marta Branco | Assistente Social | OAS nº 398

☎️91 307 24 77
✉️Maedrasenior.mafra@gmail.com

https://www.maedra.pt/aess/gasp/marta-branco

A infantilização da pessoa maior continua a ser uma realidade presente no nosso dia a dia. Ainda ouvimos, com demasiada ...
29/12/2025

A infantilização da pessoa maior continua a ser uma realidade presente no nosso dia a dia. Ainda ouvimos, com demasiada naturalidade, que “os velhos voltam a ser crianças”, como se, ao envelhecer, perdessem a capacidade de compreender, decidir e participar ativamente na sua própria vida. Esta visão não só é injusta, como profundamente arrepiante, refletindo formas subtis de preconceito, associadas ao Idadismo.
Mesmo quando não há intenção de magoar, estas atitudes deixam marcas: palavras em tom de brincadeira, diminutivos usados como se falássemos com uma criança, decisões tomadas sem consulta, conversas das quais são excluídos… tudo isto contribui para que a pessoa se sinta diminuída, pouco valorizada, quase que invisível.
A comunicação não deve ser guiada pela idade, mas pela pessoa, e devemos adequar a nossa linguagem à capacidade cognitiva, ao nível de escolaridade, às dificuldades visuais ou auditivas, nunca à ideia preconcebida de que “idoso entende menos”. Da mesma forma, o excesso de cuidados, ainda que motivado por amor, pode ser sufocante. Retirar a oportunidade de fazer pequenas tarefas, impor rotinas ou substituir a autonomia por conveniência é, muitas vezes, retirar também a vontade de viver.
A quem cuida, f**a o convite: ajude apenas quando for realmente necessário; permita que a pessoa faça o que ainda consegue fazer, mesmo que mais devagar; procure ouvir antes de decidir por ela. Autonomia não é um detalhe, é dignidade!
É verdade que, em algum momento, podemos sentir que nos tornamos “pais dos nossos pais”. Mas isso não signif**a inverter os papéis. Eles continuam a ser quem sempre foram: protagonistas da sua própria história.

Dra. Lília Mendes- Assistente social Privada
📞 928 065 535
📧 lmassistentesocial24@gmail.com
📍 Atendimento em Farmácia Alfeirão, Vila Nova de Milfontes
🔗 facebook.com/liliacmendes

Apesar de vivermos num mundo dividido entre natais de riqueza, esbanjamento, glamour, hipocrisia, cinismo, manipulação, ...
23/12/2025

Apesar de vivermos num mundo dividido entre natais de riqueza, esbanjamento, glamour, hipocrisia, cinismo, manipulação, fingimento e pobreza, fome, guerra, morte, solidão, tristeza, injustiça.... queremos desejar que a Consciência possa entrar nos vossos coracões permitindo-vos olhar dentro e encontrarem uma réstia, que seja, da vossa centelha divina!
Boas Festas a todos os nossos clientes e a todos os que nos leêm e seguem :) Bem hajam por merecermos a vossa Confiança!

Endereço

Rua José Maria Da Costa Nº 43, 1ºesq
Mafra
2640-496

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Gabinete de Assistentes Sociais Privados publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram