Gabinete de Assistentes Sociais Privados

Gabinete de Assistentes Sociais Privados Este é um gabinete de AS privados que trabalham para e com a população que deles necessita.

✨ Conhecer os seus direitos é o primeiro passo para se proteger ✨O GASP volta a promover um ciclo de palestras abertas à...
10/04/2026

✨ Conhecer os seus direitos é o primeiro passo para se proteger ✨

O GASP volta a promover um ciclo de palestras abertas à comunidade, com temas fundamentais para a vida pessoal e familiar.

Num mundo cada vez mais complexo, estar informado é essencial para tomar decisões conscientes e seguras. Estas palestras pretendem aproximar a informação das pessoas, esclarecer dúvidas e reforçar o papel do Serviço Social na promoção de direitos.

No GASP, acreditamos num Serviço Social que capacita, orienta e defende — porque o acesso à informação não deve ser um privilégio, mas um direito.

📍 Participe e dê um passo mais consciente na defesa dos seus direitos.

(Todos os assistentes sociais do GASP são membros da Ordem dos Assistentes Sociais.)

Inscrições: https://forms.gle/x67DZWLKJ94Fzw9A6

O Regime Jurídico do Maior Acompanhado é regulamentado pela Lei nº 49/2018 de 14 de Agosto. A Lei menciona alguns termos...
09/04/2026

O Regime Jurídico do Maior Acompanhado é regulamentado pela Lei nº 49/2018 de 14 de Agosto. A Lei menciona alguns termos próprios que podem causar dúvidas. Sabe os seus significados?

- Regime do Maior Acompanhado: modelo de acompanhamento previsto na lei portuguesa destinado a pessoas maiores de 18 anos que não podem ou não conseguem, sem apoio de terceiros, cuidar de assuntos relacionados com a sua vida. A medida não substitui a pessoa, mas ajuda-a através do acompanhamento de terceiros a garantir os seus direitos e deveres como cidadã.

- Pessoa Acompanhada, Acompanhado ou beneficiário: designa o adulto que necessita do Regime do Maior Acompanhado e a quem são aplicadas as medidas de acompanhamento decretadas pelo tribunal;

-Acompanhante: é a pessoa escolhida, de preferência pelo Acompanhado ou nomeada pelo Tribunal para cumprir as medidas de acompanhamento atuando para o bem-estar da pessoa acompanhada
- Requerimento: Pedido formal feito por escrito ao Ministério Público, solicitando a abertura do Processo do Maior Acompanhado. Existe um formulário próprio que deve ser solicitado junto do tribunal da área de residência da pessoa que irá necessitar da medida.
- Medidas de acompanhamento: são as decisões tomadas pelo tribunal para apoiar a pessoa, de forma a que consiga exercer os seus direitos e cumprir os seus deveres. Estas medidas podem abranger várias áreas da vida da pessoa (saúde, património, gestão de bens, entre outras) e são definidas e formalizadas na sentença.
- Conselho de família: órgão consultivo e de apoio constituído por duas pessoas, de preferência por membros da família escolhidos pelo Acompanhado ou nomeados pelo tribunal, e que tem a função de aconselhar, acompanhar e ajudar o Acompanhante nas decisões relacionadas com a vida da pessoa acompanhada.

- Sentença: documento definido pelo Juiz onde constam as medidas de acompanhamento, o nome do(s) Acompanhante(s), a existência do Conselho de Família, o prazo de revisão da medida e outros procedimentos que sejam relevantes.

A preparação para a reforma é um momento decisivo, marcando uma transição que influencia profundamente a forma como vive...
06/04/2026

A preparação para a reforma é um momento decisivo, marcando uma transição que influencia profundamente a forma como vivemos o envelhecimento. Para que esta etapa seja vivida com tranquilidade, sentido e equilíbrio, é importante começar a planear com antecedência, refletindo sobre vários domínios da vida.

Um bom planeamento deve contemplar aspetos financeiros - garantindo estabilidade e reduzindo preocupações futuras; aspetos sociais e ocupacionais - que ajudam a manter rotinas, atividades significativas e participação na comunidade; aspetos emocionais - essenciais para lidar com possíveis sentimentos de vazio ou perda de identidade; e aspetos relacionados com a saúde - que incluem estilos de vida saudáveis e acompanhamento regular para prevenir ou gerir doenças crónicas.

É precisamente aqui que o assistente social pode assumir um papel fundamental. Este profissional ajuda a organizar o processo de preparação de forma integrada, orientando a pessoa na identificação de recursos, direitos e apoios disponíveis, promovendo a criação de rotinas saudáveis e apoiando na construção de um projeto de vida ajustado às necessidades e preferências individuais. Além disso, o assistente social identifica riscos de isolamento, facilita o acesso a atividades sociais e comunitárias, e promove estratégias para manter o sentido de propósito e autonomia ao longo do tempo.

A transição para a reforma não precisa de ser vivida com incerteza. Com acompanhamento especializado, reflexão e planeamento realista, esta fase torna-se uma oportunidade de crescimento, equilíbrio e realização pessoal. Um envelhecimento ativo, seguro e com qualidade nasce de escolhas conscientes — e o apoio de um assistente social pode ser o elemento chave para transformar esta etapa numa experiência positiva e enriquecedora.

A preparação para a velhice não é só financeiraPreparar a velhice também é preparar a reforma.É decidir, enquanto podemo...
30/03/2026

A preparação para a velhice não é só financeira
Preparar a velhice também é preparar a reforma.
É decidir, enquanto podemos, aquilo que queremos para o nosso futuro.
Porque se não escolhermos por nós, alguém escolherá.
Deixar as nossas vontades pensadas e escritas é um ato de responsabilidade, autonomia e respeito por nós próprios — sobretudo porque pode chegar o dia em que já não o consigamos fazer. Essa decisão evita conflitos e decisões difíceis no futuro.
Quando decidimos por nós, aliviamos quem mais amamos.
E se hoje você ficasse dependente de terceiros?
Quem decidiria por si?
Onde viveria?
Quem cuidaria de si?
Que escolhas seriam respeitadas?
Planejar a velhice e a reforma é assumir o controle do seu futuro.
Escolha hoje, registre suas vontades e preserve sua autonomia. ✨
💭 Já pensou sobre isto?

Se pretende obter mais informações, agende uma consulta de Serviço Social através do contacto 938 156 075

26/03/2026

Conhece a metodologia do Planeamento Centrado na Pessoa (P*P)?
Fazer com a pessoa e não para a pessoa, no oposto do assistencialismo tradicional.
Como assistentes sociais, que intervenção escolhemos?

Siga-nos e assista e reflita sobre práticas inclusivas e empoderadoras!

Não decidam por mim, eu tenho o direito de decidir!Eu sei que já não sou nova. Sinto isso no meu corpo e, às vezes, até ...
23/03/2026

Não decidam por mim, eu tenho o direito de decidir!

Eu sei que já não sou nova. Sinto isso no meu corpo e, às vezes, até na cabeça. Sei que pode chegar o dia em que eu já não consiga fazer tudo sozinha e precise de ajuda. Isso assusta-me, mas eu aceito… Mas eu só peço uma coisa: não decidam a minha vida sem falar comigo…

A minha casa é a minha história. Cada canto tem uma lembrança, cada objeto tem um significado. Pensar em sair daqui dói-me no coração, doí-me a alma. Não é só mudar de casa, é deixar toda a minha vida para trás. Também sei que para os meus filhos ou netos não é fácil. Eles preocupam-se comigo, têm medo que eu fique mal, e eu entendo isso. Mas por favor, não me levem para um lar sem me ouvirem primeiro.

Eu não quero ser tratada como um peso ou como alguém que já não tem voz. Enquanto eu for capaz de pensar e sentir, quero dar a minha opinião. Quero ser respeitada. Ninguém devia ser obrigado a ir para uma instituição contra a sua vontade.

Não existem lares bons ou maus, o que existe é o lugar certo ou errado para cada pessoa. Eu quero poder visitar o lar, ver com os meus próprios olhos, falar com as pessoas, sentir se ali posso ficar em paz. Quero fazer parte da decisão, não quero que decidam por mim às escondidas.

Tenho muito medo de me sentir abandonada. Medo de achar que já não faço falta! Quando uma pessoa se sente assim, vai perdendo a alegria, a força e até a vontade de viver. Eu ainda quero viver, à minha maneira.

Só peço conversa, paciência e respeito. Que me expliquem as coisas com calma, que me oiçam de verdade. Assim, talvez eu consiga aceitar essa mudança com o coração mais tranquilo, sabendo que continuo a ser dona da minha própria vida.
Este é o desabafo da Maria, mas podia ser o seu …

📌 Para aconselhamento e apoio personalizado de um técnico especializado contacte 938 156 075

Perder alguém é algo que iremos viver, um dia. O luto é a forma como iremos reagir a essa perda e manifesta-se através d...
19/03/2026

Perder alguém é algo que iremos viver, um dia. O luto é a forma como iremos reagir a essa perda e manifesta-se através de sentimentos, comportamentos e sensações corporais.
Falar sobre perda e luto com Pessoas Maiores é quase um tabu. Conheça os 3 mitos que impedem esta abordagem:

- Mito 1 – A morte de uma pessoa maior é mais natural e mais esperada!
Apesar de se esperar que a morte seja uma fase natural do processo de envelhecimento e do ciclo da vida, isso não retira o sentimento de perda associado a esta condição. O vínculo emocional e relacional que se tem com a pessoa que faleceu influencia a intensidade da dor e o sofrimento que se experimenta com essa perda. Por isso quando uma pessoa Maior perde, por exemplo o seu cônjuge, não se deve normalizar essa perda, mas sim dar-lhe expressão no contexto de vida que a Pessoa Maior teve com a pessoa falecida.

- Mito 2 – O Luto na velhice é normal e não precisa de atenção!
Quando se normaliza o luto em Pessoas Maiores, pode estar a ignorar consequências desse luto. Muitas pessoas Maiores após a perda do cônjuge, passam a viver sozinhos, necessitam de reorganizar rotinas, o que pode levar a situações de depressão profunda, perda de propósito e isolamento. É importante estar atento e falar sobre estes sinais e não pensar que a perda nas Pessoas Maiores é normal e irá passar com resiliência e aceitação.

- Mito 3 – Apoio Psicossocial no Luto em Pessoas Maiores não é necessário!
As pessoas Maiores procuram menos ajuda e apoio, por acharem que a perda faz parte do Envelhecimento, guardando essa dor para si. Tal como acontece nas pessoas jovens, há que estar atento a sintomas desse luto: isolamento, tristeza persistente, alterações de humor e comportamento, entre outros. Todas estas questões merecem atenção e devem ser trabalhadas com a Pessoa Maior. Ter um profissional com quem possa falar destas questões é fundamental para que a pessoa possa exteriorizar sentimentos, memórias e encontrar uma nova forma de reorganizar a sua vida.
Cada pessoa vive e sente o luto de uma forma única e pessoal, as pessoas Maiores não são exceção e necessitam de todo o apoio e cuidado durante esta vivência.

// No dia mundial do Serviço Social // É importante entender que o Código de Ética do Serviço Social estabelece a defesa...
17/03/2026

// No dia mundial do Serviço Social //

É importante entender que o Código de Ética do Serviço Social estabelece a defesa intransigente dos direitos humanos como um princípio profissional, sendo o assistente social um mediador entre as necessidades da população e o Estado. O Serviço Social deve informar as populações sobre direitos porque a informação é uma ferramenta fundamental para a garantia da cidadania, a promoção da equidade e o empoderamento dos grupos. Informar sobre direitos transforma indivíduos em sujeitos ativos na conquista da sua qualidade de vida e na articulação com as instituições e o Estado.
E porque esta é uma, das muitas funções, do assistente social, convidamos-vos a assistir à primeira palestra para Famílias, promovida pelo GASP - Gabinete de Assistentes Sociais Privados no canal do Youtube da Academia de Empreendedorismo em Serviço Social.

Todos os anos o GASP realiza para famílias, de forma gratuita, palestras online sobre temas que podem ser sobre envelhecimento, saúde, diversidade funcional,...

Trata-se de um cartão pessoal e gratuito que permite às pessoas abrangidas por um regime de proteção social receber cuid...
16/03/2026

Trata-se de um cartão pessoal e gratuito que permite às pessoas abrangidas por um regime de proteção social receber cuidados médicos públicos durante estadias temporárias nos 27 Estados-Membros da União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça e Reino Unido.

Pode ser utilizado para receber os cuidados de saúde necessários, urgentes e inadiáveis evitando a necessidade de voltar ao país de origem para tratamentos, antes da estada acabar. Não serve para tratamentos programáveis.

As pessoas com este Cartão (CESD) recebem cuidados de saúde nas mesmas condições das pessoas que beneficiam do sistema de saúde do país onde se encontram. Os cuidados podem não ser gratuitos e pode ser preciso pagar taxas moderadoras ou comparticipações que não são reembolsáveis.

Caso necessite de cuidados de saúde, deve utilizar os serviços públicos de saúde do país onde se encontra e pagar as taxas e comparticipações exigidas aos cidadãos do país.

Como se pode obter o CESD?

Pode ser solicitado online na Segurança Social Direta ou presencialmente nas Lojas de Cidadão ou balcões da Segurança Social, sendo habitualmente enviado para a morada em cerca de 5 a 7 dias úteis.

Se houver atraso na entrega do CESD o comprovativo do pedido não substitui o cartão e não é aceite para obter cuidados de saúde fora de Portugal.

O cartão é válido por 3 anos;

Algumas Notas Importantes:

• o CESD não substitui um seguro de viagem nem cobre tratamentos programados.

• não cobre cuidados prestados exclusivamente em serviços de saúde privados, exceto se estes tiverem acordo com o sistema público daquele país e aceitarem o CESD;

• não cobre despesas como repatriamento;

Fonte: www.seg-social.pt

A Revista Sábado divulgou uma notícia com a manchete: “Conflitos familiares e falta de respostas sociais mantêm doentes ...
12/03/2026

A Revista Sábado divulgou uma notícia com a manchete: “Conflitos familiares e falta de respostas sociais mantêm doentes com alta clínica no hospital”. Entre os motivos apontados pelas famílias para a não colaboração no processo de alta destacam-se, entre outros, os conflitos familiares.

Esta notícia vem demonstrar a importância do papel da Mediação Familiar em meio hospitalar, ao nível da gestão e resolução de conflitos, contribuindo para ultrapassar situações difíceis e, consequentemente, para a diminuição do número de doentes com alta clínica que permanecem internados.

Se necessita de apoio para resolver conflitos familiares, recorra à Mediação Familiar, um meio eficaz, célere, acessível e que promove a sua participação ativa na construção de soluções para os seus conflitos.

Se necessitar de mais informações contacte 938 156 075

A fotografia retrata momentos, ocasiões especiais e vai muito além do que guardar recordações.A fotografia conta a nossa...
09/03/2026

A fotografia retrata momentos, ocasiões especiais e vai muito além do que guardar recordações.

A fotografia conta a nossa história, a nossa identidade, a evolução da nossa vida e as grandes conquistas.

As Pessoas Seniores costumam guardar em dezenas de álbuns, os momentos que marcaram a sua vida e que merecem ser memorizados, guardados e lembrados.

Se por um lado, visualizar as fotografias a preto e branco nos traz a nostalgia da reminiscência, por outro lado, as memórias são contadas às gerações seguintes e ganham vida novamente, para uma próxima geração.

E que atividades se podem realizar com a fotografia, no domicílio?

-Apresentar as famílias e os amigos enquanto solteiros;

-Recordar as atividades laborais e de lazer, como a tropa, os trabalhos domésticos de antigamente, as almoçaradas, as tardes animadas de dança e de namoriscos;

-Reler postais, cartas de amor e receitas anexadas a fotografias;

-Reavivar os bons momentos do casamento;

- Recordar o nascimento dos filhos, os primeiros anos de escola, e o crescimento de cada um deles, e posteriormente, os seus netos;

-Reviver férias em família, entre amigos e após a reforma.

E no exterior, em caminhadas pela aldeia, pela cidade, a fotografia é uma forma de registar os momentos presentes.

A perfeição da fotografia está na capacidade de parar o tempo e respeitar a efemeridade da vida.

A Maedra Sénior humaniza o cuidado, centrando-se na Pessoa Maior e tendo em conta os gostos e interesses de quem nos procura.

Contacte a Dra. Marta Branco através da página Maedra Sénior - Mafra
Marta Branco | Assistente Social | OAS nº 398

☎️91 307 24 77
✉️Maedrasenior.mafra@gmail.com

https://www.maedra.pt/aess/gasp/marta-branco

Envelhecer traz desafios que vão muito além do corpo.Surgem a dor, o cansaço, o medo e, muitas vezes, a solidão. Quando ...
03/03/2026

Envelhecer traz desafios que vão muito além do corpo.

Surgem a dor, o cansaço, o medo e, muitas vezes, a solidão. Quando a cura já não é possível, continua a existir algo fundamental a oferecer: conforto, dignidade, escuta e presença. É neste momento que os cuidados paliativos São essenciais.

Os cuidados paliativos destinam-se não só mas também a idosos com doenças avançadas, crónicas ou incuráveis e têm como objetivo aliviar o sofrimento e controlar sintomas, promovendo conforto físico, emocional e social.

Médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais de saúde trabalham continuamente para controlar sintomas como dor, falta de ar, fadiga ou ansiedade, e oferecem apoio emocional e social ao idoso e à família.

O apoio social é um pilar fundamental dos cuidados paliativos. Ajuda a reorganizar rotinas, orientar a família, facilitar o acesso a recursos e apoiar na tomada de decisões difíceis, reduzindo assim o isolamento, oferecendo suporte emocional e criando um ambiente seguro, adaptado e humanizado.

A humanização dos cuidados está presente em cada gesto. O olhar atento, o toque, a palavra e a postura empática são formas essenciais de comunicação e conforto, reforçando a sensação de segurança, reduzindo a ansiedade e promovendo uma relação de proximidade com profundo valor terapêutico.

A presença das pessoas significativas para o doente é indispensável. O carinho, a voz familiar, a rotina partilhada e pequenos gestos ajudam o idoso a sentir-se reconhecido e acompanhado, tornando esta fase mais serena e menos solitária.

Os cuidados paliativos podem ser prestados no domicílio, em instituições ou em unidades de saúde.

Mais do que tratar sintomas, os cuidados paliativos cuidam da pessoa na sua totalidade, garantindo conforto, dignidade e humanidade.

Procure aconselhamento de um profissional:
Dr.ª Sophie Soares – Projeto Aidda Aidda
932 499 764
projetoaidda@gmail.com

Endereço

Rua José Maria Da Costa Nº 43, 1ºesq
Mafra
2640-496

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