Growing Together

Growing Together Página dedicada a quem desistiu de sonhar e quer voltar a acreditar que é possível

Durante muito tempo, confundiste força com silêncio.E maturidade com aguentar tudo.Aprendeste a adaptar-te, a conter-te,...
19/01/2026

Durante muito tempo, confundiste força com silêncio.
E maturidade com aguentar tudo.

Aprendeste a adaptar-te, a conter-te, a não incomodar.
Não porque era o melhor.
Mas porque era o possível.

O problema é que aquilo que nos ajudou a aguentar
nem sempre nos ajuda a viver.

Se hoje sentes que és “demais”, talvez não seja intensidade a mais.
Talvez estejas só cansada de carregar peso a mais sozinha.

E agora, talvez seja tempo de te permitires viver com menos peso.

Se este carrossel te tocou, guarda.
Às vezes, é preciso reler para começar a largar.

Cuidar também é aguentar.E isso cansa.Cansa porque quase nunca há pausa verdadeira.Porque o corpo continua em modo alert...
18/01/2026

Cuidar também é aguentar.
E isso cansa.

Cansa porque quase nunca há pausa verdadeira.
Porque o corpo continua em modo alerta.
Porque mesmo quando tudo “corre bem”, há sempre alguém a precisar de ti.

Talvez hoje não tenhas descansado.
Talvez a casa não esteja como querias.
Talvez a cabeça já esteja presa à semana que começa amanhã.

E isso não diz nada de errado sobre ti.
Diz apenas que tens estado a suportar muito.

Há um cansaço que não vem da falta de amor.
Vem do excesso de responsabilidade emocional.
De estar sempre disponível.
De aguentar mais um pouco.
E mais um.

Se este domingo te pesa, não é fraqueza.
É sinal de que tens cuidado.
Mesmo cansada... mesmo sem aplausos.

E isso merece reconhecimento!

Nem que seja o teu.

16/01/2026

“Estás a ser mole demais.”
“No meu tempo isso resolvia-se assim.”
“Ele faz isso porque tu deixas.”

Comentários que não são um ataque direto…
mas que nos deixam a ferver por dentro.

Neste novo episódio do Descomplica, respondo à pergunta da Lilianne:
👉 “Como cortar comentários (desapropriados) da família sem parecer mal-educada?”

Falo sobre:
– por que estes comentários não são sobre o teu filho
– por que mexem tanto connosco
– e como responder com calma e clareza, sem entrar em guerra
Neste episódio falo sobre:

porque estes comentários raramente são sobre o teu filho

como estão ligados às crenças e inseguranças de quem os faz

e como responder com calma, clareza e firmeza, sem entrar em guerra

Partilho também um pouco da minha própria experiência — porque durante muito tempo achei que tinha de explicar tudo… até perceber que a verdadeira força não está nas frases certas, mas na confiança por dentro.

🌱 Grupo gratuito no WhatsApp
Este mês, o tema é:
“Entende o que sentes (e o que o teu filho sente): o poder da consciência emocional.”

É um grupo silencioso, onde apenas eu partilho reflexões, pequenas atividades e recursos práticos, entre outros pensados para te apoiar sem te sobrecarregar.
👉 Clica no link a baixo e junta-te a nós:
https://chat.whatsapp.com/KGLXOnqNCpJGQqHq8cNFOK

Se este episódio te fez sentido, guarda ou partilha com alguém que precise de o ouvir.

Durante muito tempo confundiu-se amor com permissividade.E limites com dureza.Mas uma coisa não invalida a outra.As cria...
14/01/2026

Durante muito tempo confundiu-se amor com permissividade.
E limites com dureza.

Mas uma coisa não invalida a outra.

As crianças não precisam de menos colo.
Precisam de colo e de adultos que consigam aguentar a frustração sem tentar resolver logo, distrair ou ceder por medo.

O amor não desaparece quando há um “não”.
Pelo contrário: é aí que a relação f**a mais forte.

Educar não é evitar o desconforto.
É estar presente, mesmo no desconforto.

Se esta mensagem te fez parar um segundo, guarda.
Às vezes é isso que precisamos para fazer diferente da próxima vez.

Muitas pessoas dizem não ter trauma nenhum da infância.E talvez seja verdade… se trauma for só o que é óbvio.Mas o corpo...
12/01/2026

Muitas pessoas dizem não ter trauma nenhum da infância.

E talvez seja verdade… se trauma for só o que é óbvio.

Mas o corpo lembra-se.
Lembra-se de engolir o choro.
De ser dura consigo quando erra.
De desconfiar da felicidade.
De dizer “sim” para não perder, não magoar, não incomodar.

Isto raramente foi escolha.
Foi adaptação.

Uma forma inteligente de sobreviver
num ambiente onde sentir, pedir ou dizer não
não parecia seguro.
Nada disto te torna fraca.
Mostra apenas o quanto aprendeste a aguentar.

Hoje, já não precisas de sobreviver assim.

Se este conteúdo te tocou, guarda.
Por vezes, reconhecer é o primeiro cuidado.

Antes de continuares o teu dia, pára um instante.Não para resolver nada - não para perceber nada - apenas para permitire...
11/01/2026

Antes de continuares o teu dia, pára um instante.

Não para resolver nada - não para perceber nada - apenas para permitires que o corpo abrande.

Durante 30 segundos, não precisas de fazer mais nada.

Apenas respira.
Sente o peso do corpo.
Deixa os ombros descerem.

Às vezes, a mente acalma, quando o corpo sente que já não tem de correr.

Depois, sim — podes continuar.

Com um pouco mais de espaço por dentro.

09/01/2026

✨ DESCOMPLICA COM SANDRA CARACOL
Respostas simples para desafios reais da parentalidade

CULPA EM JANEIRO.
A pergunta desta semana veio da Ana:
Porque é que sinto culpa por não estar mais entusiasmada com o novo ano?

Neste episódio, falo sobre aquilo que quase ninguém diz nesta altura do ano:
a pressão para “estar melhor”, para sentir motivação, esperança e energia — quando, na verdade, o que existe é cansaço, sobrecarga e silêncio interior.

Partilho também um pouco da minha própria experiência, para lembrar algo essencial:
não há nada de errado em ti por não te sentires como “devias”.

Às vezes, o novo ano não pede entusiasmo.
Pede escuta. Presença. E menos exigência connosco.

🌿 Se sentes que este tema não se resolve num único vídeo,
tenho um grupo gratuito e silencioso no WhatsApp, onde partilho reflexões, perguntas orientadoras e recursos simples, pensados para apoiar — sem sobrecarregar.

👉 Link para o grupo: https://chat.whatsapp.com/KGLXOnqNCpJGQqHq8cNFOK

Se este vídeo te tocou, guarda.
E se sentires que alguém precisa de ouvir isto agora, partilha 💛

Quando uma criança está desregulada, o que ela mais precisa não é de correção - é de segurança.Por isso esta frase muda ...
07/01/2026

Quando uma criança está desregulada, o que ela mais precisa não é de correção - é de segurança.

Por isso esta frase muda tudo:
“Eu estou contigo.
Primeiro acalmamos.
Depois falamos.”

Ela funciona porque, naquele momento, o cérebro da criança não está disponível para ouvir explicações - está em modo de alarme.

Ao dizeres que estás ali, o sistema nervoso abranda.
Ao não entrares logo na conversa, retiras pressão.
Ao garantires que vão falar depois, não estás a ignorar - estás a adiar com segurança.

Isto não é permissividade - é regulação.

E é a partir daqui que a conversa, mais tarde, faz sentido - para os dois.

Experimenta esta frase esta semana.
E observa o que muda, primeiro no teu corpo…
e depois no do teu filho.

Se quiseres mais ferramentas simples, que ajudam a pôr palavras no que se sente,
a história da Sofia faz exatamente isso - de forma leve, no ritmo das crianças.

Às vezes, uma frase certa é o início de uma relação mais segura.

Mais informação neste link:
https://subscribepage.io/historia-autoestima-infantil

Há coisas que não se veem de fora, mas que cansam por dentro.O cuidado constante.A contenção.O pensar antes de falar.O c...
05/01/2026

Há coisas que não se veem de fora, mas que cansam por dentro.

O cuidado constante.
A contenção.
O pensar antes de falar.
O ceder para não piorar.
O aguentar para manter tudo a funcionar.

Isto não aparece em listas de tarefas, mas pesa no corpo.

Por isso, se sentes que já não consegues “dar mais”, talvez o problema não seja falta de força...
Talvez seja excesso de adaptação.

Nem tudo se resolve com mais esforço.
Algumas coisas pedem outra forma de estar.

E isso também é um caminho.

Guarda este post.
Não para fazer nada com isto - só para não te esqueceres de ti.

02/01/2026

✨ DESCOMPLICA COM SANDRA CARACOL
Respostas simples para desafios reais da parentalidade

Entramos num novo ano com a mesma pressão de sempre:
Fazer mais, ser melhor, corrigir tudo.

Mas deixa-me dizer-te algo importante:
Não é um novo ano que muda tudo - é o adulto que decides ser quando as coisas apertam.

Neste episódio, partilho uma reflexão muito honesta — incluindo um dos anos mais desafiadores da minha vida, mesmo sendo terapeuta e trabalhando com emoções todos os dias.

Porque saber não nos imuniza da vida.
Mas pode ajudar-nos a atravessá-la com mais presença, mais consciência e menos agressão interna.

Se este episódio te fez parar um pouco, guarda-o.
E se sentires que alguém precisa de ouvir isto agora, partilha.

Na parentalidade, como na vida, tudo f**a mais leve quando descomplicamos.

2025 foi um dos anos mais desafiadores da minha vida. Mesmo sendo terapeuta, ou, talvez, mais ainda por isso.Não entro e...
01/01/2026

2025 foi um dos anos mais desafiadores da minha vida.
Mesmo sendo terapeuta, ou, talvez, mais ainda por isso.

Não entro em 2026 com promessas, entro com respeito por quem me tornei.
E com orgulho pelo caminho que fiz, particularmente quando foi desconfortável, confuso ou solitário.

Aprendi que crescimento real nem sempre é visível,
nem bonito,
nem rápido,
mas a verdade é que deixa marcas boas.

Se este novo ano te está a pedir mais escuta do que pressa,
mais honestidade contigo mesma do que metas,
faz sentido f**ares por aqui.

Ao longo de 2026, vou continuar a partilhar
reflexões, ferramentas e caminhos
para quem sente que este é um ano
para se tratar melhor por dentro.

Por si e pelos seus filhos!

Sem promessas - com presença e consciência

Não precisas de fechar o ano em alta.Precisas de o fechar sendo honesta contigo.Durante muitos anos, tentei seguir em fr...
31/12/2025

Não precisas de fechar o ano em alta.
Precisas de o fechar sendo honesta contigo.

Durante muitos anos, tentei seguir em frente sem parar para olhar para o que me tinha custado.
E isso cobra sempre um preço - mais cedo ou mais tarde.

Este ano foi, para mim, um dos mais desafiadores da minha vida.
Mesmo sendo terapeuta.
Mesmo trabalhando com emoções todos os dias.

Olhei para dentro como nunca antes e hoje escolho trocar a vergonha pela gratidão.
Gratidão por tudo o que aprendi sobre mim.

Não sou a mesma pessoa que era há poucos meses e tenho orgulho da minha história - dos erros, das quedas, das escolhas menos certas.
Sem elas, eu não seria quem sou hoje.

Quando a culpa f**a, o ano segue contigo.
Quando há compreensão, abre-se espaço dentro de ti para algo novo - melhor.

Hoje não é sobre promessas, é sobre fechar com honestidade.
O resto constrói-se depois.

Por vezes, uma pergunta simples muda o tom de uma casa inteira.
Especialmente quando parte de alguém que também precisou de se sentir ouvido.

Endereço

Várzea De Sintra

Telefone

+351936456435

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Eu acredito em mim e em si também

Se está a ler isto é porque, não só tem alguma curiosidade a meu respeito como, e acima de tudo, é alguém que está interessado no seu crescimento/desenvolvimento pessoal e, só por isso, eu acredito em si!

Mas afinal, quem sou eu?

Sou mãe de 2 filhos, tenho 47 anos e sou uma futura-ex bancária.

Sim, posso ter passado a maior parte da minha vida sem acreditar em mim, sem sonhar, perto de uma depressão, e muito sozinha, numa vida “cinzenta” e triste, mas já não sou essa Sandra e hoje tenho sonhos, muito sonhos, que sei que realizarei - esses ou melhores!