Growing Together

Growing Together Página dedicada a quem desistiu de sonhar e quer voltar a acreditar que é possível

Há reuniões de família que aquecem.E há as que desenterram.Aquele comentário do teu pai que parece inofensivo, mas que t...
05/04/2026

Há reuniões de família que aquecem.
E há as que desenterram.
Aquele comentário do teu pai que parece inofensivo, mas que te leva de volta a uma versão mais nova de ti, que nunca se sentiu suficiente.
A forma como a tua mãe olha para os teus filhos e te faz questionar, em segundos, tudo o que tens feito.
A dinâmica que pensavas ter resolvido, e que afinal só estava adormecida.
E tu ali, a sorrir, a servir, a gerir, a tentar que corra bem para todos, enquanto por dentro algo aperta.
Não tens de te convencer de que está tudo bem, só porque é domingo de Páscoa.
Podes estar presente sem teres de apagar o que sentes por dentro.
O que sentes tem razão de ser, mesmo que mais ninguém à mesa o perceba.
E se este fim de semana te trouxer coisas ao de cima que ainda precisam de ser olhadas, isso não é fraqueza, é um convite.
A família de origem é muitas vezes onde as nossas feridas começaram, mas não tem de ser onde ficam.

03/04/2026

Estudo recente diz que 31% dos jovens portugueses têm sintomas depressivos. Um em cada três.
E a primeira pergunta que nos fazemos é: "Será que o meu filho é um deles?"
Mas há uma segunda pergunta, mais difícil, que muitos de nós evitamos fazer:
"E eu, estou preparada para estar presente se for?"

Neste episódio do Descomplica, respondo à pergunta da Mariana, que ficou em pânico depois de ler aquele número e reconheceu o filho de 15 anos cada vez mais fechado.

Falo sobre:
✔ O que estes 31% nos dizem a nós, pais, antes de falarmos dos filhos
✔ As 3 respostas que nos impedem de estar presentes de verdade: minimizar, resolver, dramatizar
✔ 4 passos concretos para reconquistar a presença, sem pressão e sem agenda
Se gostas deste conteúdo, segue a página, é a forma mais simples de me ajudares a chegar a mais famílias.

✨ Recurso gratuito mencionado:
🎁 Vídeo "O que o teu filho diz, quando não usa palavras": https://subscribepage.io/Videogratuito1

Na segunda falei de 31% dos jovens portugueses apresentarem sintomas depressivos.Hoje quero falar do que acontece muito ...
01/04/2026

Na segunda falei de 31% dos jovens portugueses apresentarem sintomas depressivos.
Hoje quero falar do que acontece muito antes disso, dentro de casa, quando o nosso filho está triste e nós, sem perceber, lhe ensinamos a esconder.
Se já te reviste nisto, este carrossel é para ti.
Clica no link abaixo para o livro A Sofia e o Espelho Mágico:
https://subscribepage.io/historia-autoestimainfantil

Enquanto Portugal discute se as redes sociais devem ser proibidas até aos 16 anos, 31% dos nossos jovens têm sintomas de...
30/03/2026

Enquanto Portugal discute se as redes sociais devem ser proibidas até aos 16 anos, 31% dos nossos jovens têm sintomas depressivos.

E continuamos a perguntar: "qual é a idade certa?"
Quando devíamos perguntar: "qual é a preparação certa?"

Porque proibir até aos 16 pode proteger.
Mas o que acontece no dia em que fazem 16 e têm acesso livre?
Vão saber regular emoções?
Vão saber o que fazer quando se sentirem ansiosos, sozinhos, inadequados?
Ou vamos ter apenas crianças emocionalmente despreparadas... 3 anos mais velhas?

O problema não são os ecrãs.
São os escudos emocionais que construímos, quando não sabemos lidar com o que sentimos.
E as redes sociais apenas amplificam o que já estava partido.

A verdadeira protecção não está em proibir aos 16.
Está em preparar desde pequenos.
Em ensinar regulação emocional antes de entregar um smartphone.
Em dar-lhes (e darmo-nos a nós mesmas/os) as ferramentas que ninguém nos ensinou.

Se queres começar por algum lado, gravei um vídeo para ti:
"O que o teu filho diz sem palavras"
Clica neste link para mais informações:
https://subscribepage.io/Videogratuito1

Nele vais perceber os sinais que todas as mães ignoram (sem saber) e o primeiro passo para mudares isto já hoje.

Havia uma mãe que sabia, lá no fundo, que devia deixar o filho tentar sozinho.Sabia que era importante, que fazia parte ...
29/03/2026

Havia uma mãe que sabia, lá no fundo, que devia deixar o filho tentar sozinho.
Sabia que era importante, que fazia parte de crescer, que ele precisava de aprender a lidar com a frustração.
Sabia tudo isso!
E mesmo assim, o corpo dela adiantava-se sempre.
A mão estendia-se antes de perceber, a voz saía antes de decidir, e lá estava ela outra vez, a resolver o que ele podia ter resolvido sozinho.
Não era falta de conhecimento, era o que sentia enquanto o via lutar.
A angústia, a impaciência, aquele aperto no peito que dizia "Pronto, deixa-me ajudar".
E a verdade é que esse aperto não fala do filho, fala dela.
Fala de uma dificuldade em tolerar o desconforto que é dela, e que vale a pena conhecer.
Porque, quando ela aprender a ficar com esse aperto sem agir em cima dele, o filho aprende que é capaz.
E isso é algo que só a criança pode descobrir, quando lhe damos espaço para isso.

Já estive em filas de supermercado onde ouvi coisas que não consigo esquecer.Esta foi uma delas.Clica no link abaixo par...
25/03/2026

Já estive em filas de supermercado onde ouvi coisas que não consigo esquecer.
Esta foi uma delas.
Clica no link abaixo para assistires ao vídeo gratuito "O que o teu filho diz, quando não usa palavras":
https://subscribepage.io/Videogratuito1

Ela fez tudo certo.Baixou-se ao nível da filha... Falou com calma... Usou as palavras certas...E a filha chorou ainda ma...
23/03/2026

Ela fez tudo certo.
Baixou-se ao nível da filha...
Falou com calma...
Usou as palavras certas...
E a filha chorou ainda mais.

Se já viveste isto, este post é para ti.

Clica no link para acederes ao vídeo gratuito "O que o teu filho diz, quando não usa palavras":
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Havia uma mãe que jurava que o problema era o feitio do filho.Ele era teimoso, difícil, não havia forma de falar com ele...
22/03/2026

Havia uma mãe que jurava que o problema era o feitio do filho.
Ele era teimoso, difícil, não havia forma de falar com ele.
Tentou ser mais firme.
Tentou ser mais suave.
Tentou ignorar.
Tentou confrontar.
Nada resultava.

Um dia, quase sem querer, começou a olhar para dentro.
Não para o filho, mas para ela.
Para o que sentia, quando ele resistia.
Para o que disparava lá dentro, quando ele não obedecia.
Para a criança que ela própria tinha sido, e que também precisava de ter sido vista.
E ali, nesse sítio quieto e desconfortável, encontrou a raiz.
Não era o feitio dele, era o eco de algo que ela ainda não tinha resolvido.

Quando ela mudou, ele mudou.
Não de um dia para o outro, claro, mas mudou.
Porque o que muda em nós, muda neles.
Não é coincidência - é conexão.

20/03/2026

O jantar está ao lume, ainda mal chegaram a casa, e já ouves os gritos lá de dentro.
Se o conflito entre os teus filhos deixou de ser algo pontual e passou a ser o clima de casa, este episódio é para ti.
Neste episódio do Descomplica, respondo à pergunta da Filipa, e a um esgotamento que muitas mães conhecem bem: o de ser árbitro todos os dias, sem que nada mude.
Falo sobre:
✔ Porque o papel de árbitro parece a solução, mas é a armadilha
✔ Como a tua intervenção pode estar a alimentar os ciúmes entre irmãos sem quereres
✔ 4 passos concretos para saíres do meio e devolveres-lhes a capacidade de se entenderem
Se gostas deste conteúdo, segue a página, é a forma mais simples de me ajudares a chegar a mais famílias.

📺 Vê a seguir: "O que o teu filho diz, quando não usa palavras", porque por trás de cada grito há uma necessidade que ele ainda não sabe nomear.
Link: https://subscribepage.io/Videogratuito1

Há mães que chegam até mim depois de terem tentado tudo.Conversaram, impuseram limites, deram espaço, leram livros, vira...
18/03/2026

Há mães que chegam até mim depois de terem tentado tudo.
Conversaram, impuseram limites, deram espaço, leram livros, viram vídeos.
E mesmo assim sentem que o filho se está a afastar, e que, quanto mais tentam, mais ele recua.
O que muitas vezes ninguém lhes disse é que o filho não está a responder às suas palavras- está a responder ao seu estado.
E quando percebemos isso, tudo muda.

Desliza e vê como aconteceu com a Marta. 👉

O teu filho está a dizer-te algo, mesmo quando não usa palavras.
Tenho um vídeo gratuito onde te explico o que está por trás do comportamento dele, e o que podes fazer para responderes de forma diferente.
Clica neste link para mais informações:
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Cometi um erro. Um erro que me podia ter custado muito caro. ✋A "Sandra de antes" teria passado horas - ou dias - a cast...
16/03/2026

Cometi um erro. Um erro que me podia ter custado muito caro. ✋

A "Sandra de antes" teria passado horas - ou dias - a castigar-se, a recriminar-se e a carregar um peso gigante no peito.
Mas desta vez... meia hora depois, já estava bem.
E foi aí que apareceu a voz: "Mas se já não te estás a sentir mal... não estás a mostrar que não ligaste?"

Reconheces isto?
Há qualquer coisa em nós que aprendeu que precisamos de continuar a sofrer para provar que somos responsáveis. Que se passarmos depressa, é porque não nos importamos.

E depois olhamos para os nossos filhos a recuperarem rapidamente de um castigo ou de uma birra e pensamos: "Este não aprende."

Mas e se o problema não fosse eles?
Desliza. ➡️

Gritar é o caminho mais curto, mas é o que nos afasta mais do destino.Quando o teu filho está no meio de uma "tempestade...
15/03/2026

Gritar é o caminho mais curto, mas é o que nos afasta mais do destino.

Quando o teu filho está no meio de uma "tempestade", seja uma birra, um silêncio pesado ou uma resposta torta, ele não te está a desafiar, está a pedir-te ajuda para gerir algo que ainda não cabe dentro dele.

Se tu reages com a mesma intensidade, acabas por ser apenas mais vento na tempestade, mas, quando escolhes respirar, agachar-te ao nível dele e oferecer a tua calma, estás a ser a âncora.

Educar com Inteligência Emocional não é ignorar o comportamento, é entender que, para ensinares o teu filho a acalmar-se, ele precisa primeiro de "emprestar" o teu sistema nervoso equilibrado.

O que tu sentes... ensina.

Hoje, o meu convite é este: perante o caos, pergunta-te: "Eu quero ser a tempestade ou a âncora?".

Diz-me nos comentários: o que é que mais te ajuda a manter a calma, quando sentes que vais explodir? 👇

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Eu acredito em mim e em si também

Se está a ler isto é porque, não só tem alguma curiosidade a meu respeito como, e acima de tudo, é alguém que está interessado no seu crescimento/desenvolvimento pessoal e, só por isso, eu acredito em si!

Mas afinal, quem sou eu?

Sou mãe de 2 filhos, tenho 47 anos e sou uma futura-ex bancária.

Sim, posso ter passado a maior parte da minha vida sem acreditar em mim, sem sonhar, perto de uma depressão, e muito sozinha, numa vida “cinzenta” e triste, mas já não sou essa Sandra e hoje tenho sonhos, muito sonhos, que sei que realizarei - esses ou melhores!