DOM SÉNIOR

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Centro Especializado em Intervenção no Envelhecimento
🧠 Prevenção e intervenção com pessoas com demência, ou declínio cognitivo ligeiro
Gerontologia • Psicologia • Neuropsicologia • Exercício Clínico • Nutrição
ERS: E174415

22/01/2026

Neste excerto de “Orange Is the New Black”, a Red recebe um diagnóstico de demência de início precoce.

Este trecho é relevante porque ilustra três pontos fundamentais que continuam a ser ignorados na prática quotidiana:

1️⃣ A idade não é o único fator preditor de demência
Demência de início precoce ocorre antes dos 65 anos.
É menos falada, menos reconhecida e, muitas vezes, diagnosticada tardiamente.

2️⃣ O isolamento social é um dos maiores fatores de risco para declínio cognitivo
Aqui, o isolamento é extremo: uma cela, sem janelas, sem estímulos, sem contacto humano.
O cérebro necessita de interação social para manter funções cognitivas básicas.
Quando esse estímulo desaparece, o risco de delírio e agravamento cognitivo aumenta significativamente.

3️⃣ O agravamento súbito nem sempre é progressão da demência
A infeção urinária grave precipitou episódios de delírio: um estado confusional agudo que pode provocar uma deterioração abrupta da memória, atenção e comportamento.
Este tipo de quadro é frequentemente confundido com progressão da demência.
Mas não é.

Infeções urinárias, desidratação, alterações metabólicas ou efeitos da medicação podem agravar de forma marcada os sintomas cognitivos e comportamentais.

👉 São situações potencialmente reversíveis.
Perante uma piora rápida, a abordagem correta é procurar avaliação médica e não normalizar.

Já viveu um agravamento súbito semelhante no seu familiar? 🙌🏽

O Sr. José (nome fictício) é acompanhado no Dom Sénior.Mantém autonomia, continua ativo e faz questão de sair de casa pa...
21/01/2026

O Sr. José (nome fictício) é acompanhado no Dom Sénior.

Mantém autonomia, continua ativo e faz questão de sair de casa para as suas rotinas habituais.

Com o tempo, a família começou a perceber alguns episódios de desorientação no exterior.
Nada grave. Mas suficientes para gerar preocupação.

A primeira solução pensada foi o telemóvel, para lhe ligarem ao longo do dia.
Não resultou.
O Sr. José já não o conseguia utilizar e, muitas vezes, deixava-o pousado em qualquer lado.

Foi aí que parámos para avaliar.
Não apenas a situação clínica, mas a pessoa, a família, o risco real e aquilo que ainda fazia sentido manter.

A decisão passou por um relógio simples de usar, que permite contacto direto com a família, localização em caso de desorientação e deteção automática de quedas.

Uma solução da ALICE4u, com quem trabalhamos precisamente por oferecer respostas práticas, pensadas para o dia a dia de pessoas com demência e das suas famílias.

No Dom Sénior, não escolhemos soluções “porque sim”.
Avaliamos primeiro. Decidimos depois.

Se sente que o seu familiar ainda pode manter autonomia,
mas já começa a precisar de mais segurança, fale connosco.
📩 Uma boa avaliação faz toda a diferença.

O seu familiar com demência não tem iniciativa para realizar tarefas do dia a dia? Se só faz quando alguém insiste, não ...
20/01/2026

O seu familiar com demência não tem iniciativa para realizar tarefas do dia a dia?

Se só faz quando alguém insiste, não é preguiça. É um sinal frequente na demência e no declínio cognitivo que muitas famílias interpretam mal.

Nas consultas, vejo isto constantemente em pessoas com Alzheimer e outras demências: a pessoa sabe vestir-se, sabe pôr a mesa, sabe levantar-se do sofá. A capacidade funcional ainda existe. O que falha é a iniciativa, uma função do cérebro ligada ao planeamento e à ação, que se altera cedo na demência.

Quando a falta de iniciativa é confundida com desinteresse ou falta de vontade, a reação habitual é pressionar. Mas pressionar não melhora, nem ativa o cérebro.

Quando se identifica corretamente o que está a falhar no cérebro e se faz uma intervenção adequada à fase da doença (como estimulação cognitiva dirigida às funções executivas) é possível preservar autonomia, funcionalidade e qualidade de vida por mais tempo.

Se reconhece estes sinais no seu familiar com demência ou suspeita de declínio cognitivo, clique no link da bio ou envie mensagem para avaliarmos o caso e orientar o próximo passo. 🙌🏽

15/01/2026

Medicação é suficiente depois do diagnóstico de demência?

Esta é uma das primeiras ideias erradas que muitas famílias levam para casa depois da consulta.

Recebem o diagnóstico de demência, recebem uma receita… e ficam com a sensação de que o “tratamento” está feito.
Mas não está.

A medicação pode ajudar a estabilizar sintomas e a atrasar alguns processos neuroquímicos.

O que quase nunca é explicado é que não reabilita funções, não treina memória e não protege a autonomia da pessoa com demência.
O cérebro precisa de estímulo.

Sem acompanhamento cognitivo e funcional, a perda acontece mais depressa, mesmo com a medicação.

É por isso que tantas famílias dizem, meses depois:
“Ele piorou muito rápido.”
Na maioria das vezes, não foi rapidez.
Foi falta de intervenção.

Depois do diagnóstico de demência, as perguntas certas não são só sobre medicação.
São sobre avaliação regular, estimulação cognitiva adequada e estratégias para manter autonomia pelo maior tempo possível.

👉 Se isto não lhe foi explicado no início, não é culpa sua.
👉 Mas agora já sabe.

Siga o perfil do Dom Sénior para perceber o que realmente faz diferença no acompanhamento da demência.
E se este tema lhe diz respeito de forma direta, envie-nos mensagem e vamos conversar.

Talvez tenha chegado agora a este perfil.Talvez ainda não saiba quem sou ou como trabalho.Pensei nisso, e este post é me...
14/01/2026

Talvez tenha chegado agora a este perfil.
Talvez ainda não saiba quem sou ou como trabalho.

Pensei nisso, e este post é mesmo para responder a essa dúvida.

Sou gerontóloga e trabalho há mais de 10 anos com pessoas idosas, famílias e cuidadores. Ao longo deste percurso passei por contextos muito diferentes, acompanhei histórias difíceis e aprendi uma coisa essencial: na demência, querer fazer bem não chega quando falta orientação.

Foi isso que me levou a aprofundar a formação, a prestar atenção à comunicação e o seu potencial, e a criar o Dom Sénior: um espaço pensado para que ninguém atravesse esta fase sozinho ou sem direção.

Se este tema lhe é próximo, como familiar, cuidador ou profissional, este post pode ajudá-lo a perceber melhor como trabalho e o que pode esperar daqui.

E se já me acompanha, talvez agora faça mais sentido o porquê de tudo o que aqui partilho. 🙌🏽

Muitas famílias chegam até nós porque começam a notar mudanças subtis: menos iniciativa, mais isolamento, menos envolvim...
12/01/2026

Muitas famílias chegam até nós porque começam a notar mudanças subtis: menos iniciativa, mais isolamento, menos envolvimento nas conversas e nas rotinas. Nem sempre é a memória que chama a atenção primeiro.

Ao longo deste ano, nos grupos de estimulação cognitiva que temos acompanhado, observámos algo muito consistente: quando o trabalho é feito em grupo, o impacto não se limita às funções cognitivas.

Vemos pessoas mais presentes, mais comunicativas e mais seguras em contexto social, e isso reflete-se também no dia a dia com a família.

Isto é particularmente relevante porque o isolamento social e as alterações do humor surgem muitas vezes antes das grandes falhas de memória e são fatores conhecidos por acelerar o declínio cognitivo.

O NeuroDOM é um programa de estimulação cognitiva em grupo, com sessões semanais de 1h30, planeadas com objetivos clínicos claros e acompanhamento profissional.

Destina-se a pessoas adultas mais velhas, sem alterações cognitivas ou com declínio cognitivo ligeiro.

Vamos abrir um novo grupo presencial em Viana do Castelo e, pela primeira vez, um grupo NeuroDOM online. Os grupos são pequenos para garantir acompanhamento real, pelo que as vagas são limitadas.

Se quiser perceber se este programa faz sentido para o seu familiar, envie-nos mensagem privada com NEURODOM.

12/01/2026
06/01/2026

Boa conversa não é sinónimo de bom funcionamento cerebral.
Na demência, isto confunde muitas famílias.

A pessoa conversa, responde com lógica, mantém interação social,
e isso cria a sensação de que “ainda não é grave”.

O que quase nunca é explicado é que as primeiras falhas nem sempre aparecem na conversa.
Aparecem noutras áreas do cérebro.

A iniciativa começa a falhar.
O planeamento desaparece.
A pessoa faz… se for orientada.
Responde… se for chamada.
Vai compensando silenciosamente aquilo que já não consegue fazer sozinha.

E como socialmente parece tudo mais ou menos intacto, a tendência é esperar.

O problema é que, enquanto se espera, a autonomia vai-se perdendo sem ninguém notar.

Então agora você sabe:
👉 estar socialmente bem não é o mesmo que estar funcional.
👉 identificar cedo estas alterações dá margem real de intervenção.

Se este vídeo lhe trouxe aquele pensamento de “isto explica tanta coisa”, não ignore.
Envie-nos mensagem, e vamos conversar 🙌🏽

Não é só quando a memória falha que eu digo a uma família que é altura de intervir.É muito antes disso.É quando começam ...
18/12/2025

Não é só quando a memória falha que eu digo a uma família que é altura de intervir.
É muito antes disso.

É quando começam a surgir pequenas situações do dia a dia que, isoladas, até parecem inofensivas.
Ficar parado à frente do fogão.
Esperar que alguém diga o que fazer a seguir.
Cansar-se rapidamente das conversas.
Dizer que está tudo bem quando o corpo claramente não está.

Nada disto surge de um dia para o outro.
E quase nunca é visto como um sinal cognitivo… até começar a repetir-se.

Idealmente, a estimulação cognitiva devia começar antes de tudo isto se tornar evidente.
Mas quando estes sinais já estão presentes, não há grandes dúvidas: o tempo passa a contar.

Não para entrar em pânico.
Mas para deixar de adiar.

Estimulação cognitiva clínica não é ocupar tempo nem “fazer atividades”.
É perceber em que ponto o cérebro está, trabalhar as funções certas e orientar a família para o dia a dia real.

Se ao ver este carrossel pensou “isto já acontece com a minha mãe” ou “isto já acontece cá em casa”, então este não é só um conteúdo informativo.

Envie ORIENTAÇÃO.
Eu ajudo-o a perceber se este já é o momento certo e qual deve ser o próximo passo.

05/12/2025

O momento em que o médico diz “demência” não dita o final, dita apenas o ponto de partida.

Já acompanhei muitas famílias que, nesse segundo, pensam: “é o que é… não há nada a fazer.”
Mas isso não corresponde à realidade.

O diagnóstico não fecha portas. Abre urgências. Abre escolhas.
A partir daí, há duas vias: esperar que o declínio avance sozinho… ou intervir com estratégia clínica.

E quando se intervém cedo: com estimulação cognitiva estruturada, orientação à família, rotina organizada e ambiente ajustado, ainda é possível manter capacidades, atrasar perdas e preservar autonomia por mais tempo.

No Dom Sénior, trabalhamos exatamente esse plano de ação: claro, fundamentado e adaptado à pessoa.

Se quer garantir que faz tudo o que é possível para desacelerar o declínio do seu familiar, envie mensagem e oriento-lhe os próximos passos. 🙌🏽

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Via Entre Santos, 51
Viana Do Castelo
4900-413

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