28/04/2026
Na demência, o mais importante não é conhecer a doença.
É conhecer a pessoa.
Quem sempre foi.
A forma como reage.
O que a acalma.
O que a desorganiza.
O que ainda faz sentido. E o que já não faz.
Porque é isso que orienta o que fazer no dia a dia.
Quando tudo é visto apenas pela lente da doença,
as respostas tornam-se genéricas…
e deixam de funcionar com a pessoa ÚNICA que tem à frente.
É aqui que muitas famílias se sentem perdidas.
E não por falta de esforço, mas por falta de orientação.
No Dom Sénior, é exatamente por isso que, nas sessões de aconselhamento familiar, fala-se muito menos da doença… e muito mais da pessoa.
É daí que surgem orientações práticas, ajustadas, e que começam finalmente a fazer sentido. 🙌🏽