Sara Cruz- Clínica de Psicologia

Sara Cruz- Clínica de Psicologia A sua Clínica de Psicologia em LISBOA e VISEU!

Nas nossas consultas vai aprender a gerir e controlar as suas emoções, a reconhecer e respeitar os seus limites, a melhorar a suas relações, a aceitar-se como é e a GOSTAR MAIS DE SI!

A primeira consulta de psicologia é, para muitas pessoas, um momento marcado por curiosidade e alguma ansiedade. É comum...
20/04/2026

A primeira consulta de psicologia é, para muitas pessoas, um momento marcado por curiosidade e alguma ansiedade. É comum surgir a dúvida sobre o que dizer, por onde começar ou o que irá acontecer durante a sessão.

A primeira sessão tem sobretudo o objetivo de compreender o motivo da procura de ajuda e conhecer o contexto da pessoa. O psicólogo procura perceber o que está a acontecer, quais são as principais dificuldades e quais são as expectativas em relação ao acompanhamento.

Este momento também permite explicar como funciona o processo terapêutico e começar a construir uma compreensão inicial sobre aquilo que está a ser vivido.

O trabalho psicológico desenvolve-se gradualmente. Não existe necessidade de abordar tudo de imediato. A relação terapêutica e a reflexão sobre as experiências vão sendo construídas ao longo do processo.

Para muitas pessoas, iniciar terapia representa o primeiro passo para compreender melhor aquilo que estão a viver e encontrar formas mais ajustadas de lidar com essas experiências.

19/04/2026

#7-“...O silêncio faz mesmo muito barulho”: silêncio, evitamento e pensamentos intrusivos

Disponível no Spotify 🎙️

Ep.8 Consentimento, Trauma, Empatia e Responsabilidade Coletiva (já disponível)Há temas que não dão para tratar com levi...
17/04/2026

Ep.8 Consentimento, Trauma, Empatia e Responsabilidade Coletiva (já disponível)

Há temas que não dão para tratar com leviandade.
E há frases públicas que, quando normalizam o inaceitável, têm impacto, sobretudo em quem já viveu violência.

Neste episódio do Psicologia Entre Aspas, falo sobre:
- consentimento (e o que significa, na prática)
- o direito de mudar de decisão em qualquer momento
- a responsabilidade de não romantizar nem banalizar o “não”
- o papel da empatia e o dano psicológico que comentários destes podem acrescentar
- e a importância de usarmos a nossa voz, especialmente quando temos visibilidade, com cuidado e responsabilidade.

Porque "não" é " não". E não é uma frase ambígua.

🎧 Episódio completo já disponível.

13/04/2026
Entre consultas, o trabalho muda de forma.Há momentos de pausa, mas também de reflexão, organização e integração do que ...
13/04/2026

Entre consultas, o trabalho muda de forma.
Há momentos de pausa, mas também de reflexão, organização e integração do que foi trabalhado em sessão.

Um café, um pouco de silêncio, algum tempo ao sol, pequenos intervalos que ajudam a regular e a preparar o que vem a seguir.

Porque estar disponível para o outro implica também cuidar do próprio estado interno.

A escuta, a atenção e a presença exigem recursos, e esses recursos também se constroem fora da consulta.

Não se vê, mas faz parte do processo.

Muitas pessoas dão por si a viver padrões semelhantes em relações diferentes.Conflitos parecidos, dinâmicas que se repet...
10/04/2026

Muitas pessoas dão por si a viver padrões semelhantes em relações diferentes.
Conflitos parecidos, dinâmicas que se repetem, expectativas que parecem familiares.

Mas nós sabemos que as relações não são construídas apenas a partir do presente. São também influenciadas por experiências relacionais anteriores.

A teoria da vinculação mostra que as primeiras relações com cuidadores ajudam a moldar expectativas internas sobre proximidade, confiança e disponibilidade emocional. Essas experiências contribuem para a formação de modelos internos que influenciam a forma como interpretamos e respondemos nas relações ao longo da vida.

Isto não significa que as pessoas escolham conscientemente relações difíceis ou problemáticas. Muitas vezes, certos padrões parecem familiares porque correspondem a formas de relação que o cérebro aprendeu a reconhecer.

Além disso, comportamentos aprendidos, como evitar conflito, procurar validação constante ou assumir responsabilidade emocional pelos outros, podem surgir automaticamente nas relações adultas.

Compreender estes padrões permite aumentar a consciência sobre a forma como nos posicionamos nas relações e abrir espaço para construir formas de vínculo mais seguras e ajustadas. E a nossa equipa de psicólogos está aqui para o ajudar!

Ep.7 - Foi naquele dia que aprendi que o silêncio faz mesmo muito barulho.”Há pessoas para quem o silêncio é descanso.E ...
09/04/2026

Ep.7 - Foi naquele dia que aprendi que o silêncio faz mesmo muito barulho.”

Há pessoas para quem o silêncio é descanso.
E há pessoas para quem o silêncio é confronto.
Porque enquanto o dia está cheio, ainda vamos conseguindo aguentar.

Mas quando tudo abranda… aquilo que parecia controlado ganha espaço cá dentro.

Neste episódio, falo sobre o que o silêncio revela e sobre como, muitas vezes, o problema não é o silêncio em si, mas aquilo que ele deixa de tapar: ansiedade, tristeza, culpa, vergonha, saudade… ou aquele vazio difícil de explicar.

🎧 Já disponível no Psicologia Entre Aspas.

O evitamento emocional é um dos processos psicológicos mais estudados na investigação sobre ansiedade e regulação emocio...
07/04/2026

O evitamento emocional é um dos processos psicológicos mais estudados na investigação sobre ansiedade e regulação emocional.

Evitar emoções difíceis pode trazer alívio imediato, mas quando se torna um padrão recorrente pode contribuir para manter o desconforto ao longo do tempo.

Processar uma experiência, envolve reconhecer o que aconteceu, compreender o impacto que teve e integrar essa experiência na própria narrativa pessoal. Esse processo permite reduzir a ativação emocional e aumentar a flexibilidade psicológica.

A nossa equipa pode ajudá-lo a identificar os seus padrões de evitamento e a desenvolver estratégias mais ajustadas de regulação emocional e que realmente funcionem!

03/04/2026

PHDA em crianças e jovens: quando avaliar?

Nem todas as dificuldades de atenção são PHDA.
Distração, agitação ou impulsividade podem ter diferentes causas: desde ansiedade a questões emocionais ou contextuais.

Por isso, a avaliação de PHDA deve ser cuidadosa, estruturada e feita por profissionais especializados.

Mais do que um diagnóstico, é um processo que permite compreender como a criança funciona e qual a melhor forma de intervir.

Uma boa avaliação não só identifica a PHDA, como ajuda a excluir outras dificuldades e a orientar o acompanhamento adequado.

Se tem dúvidas sobre atenção, comportamento ou aprendizagem, uma avaliação psicológica pode ser o primeiro passo.

No Dia das Mentiras pensamos, normalmente, nas pequenas brincadeiras que fazemos aos outros.Mas, e as mentiras que conta...
01/04/2026

No Dia das Mentiras pensamos, normalmente, nas pequenas brincadeiras que fazemos aos outros.

Mas, e as mentiras que contamos a nós próprios (durante todo o ano)?

Na psicologia, este fenómeno está muitas vezes ligado a mecanismos de defesa, processos automáticos através dos quais a mente tenta proteger-se de experiências emocionalmente difíceis. Não são "mentiras" conscientes. São formas de tornar certas realidades mais toleráveis.

Podem surgir em pensamentos como:

“Não me afetou assim tanto.”

“Não preciso disto.”

“Está tudo bem.”

“Eu aguento.”

Estas narrativas internas podem ter uma função momentaneamente protetora. Ajudam a reduzir o impacto imediato de emoções como vergonha, medo, tristeza ou rejeição.

O problema surge quando essas histórias deixam de ser apenas uma proteção temporária e passam a moldar a forma como interpretamos a realidade. Quando evitamos olhar para certas experiências, sentimentos ou necessidades, podemos acabar por manter padrões que nos fazem sofrer.

Grande parte do trabalho em consulta de psicologia passa por tornar consciente aquilo que a mente aprendeu a evitar (ou não teve ainda oportunidade de conhecer).

Reconhecer estas “mentiras” não significa que estivemos enganados o tempo todo. Muitas vezes significa apenas que, em determinado momento da vida, aquela foi a forma possível de lidar com algo difícil. Mas neste momento talvez haja formas melhores de o fazer, e nós vamos ensinar-lhe!

As crianças aprendem a compreender o que sentem através da forma como os adultos respondem às suas emoções. Quando uma e...
31/03/2026

As crianças aprendem a compreender o que sentem através da forma como os adultos respondem às suas emoções. Quando uma emoção é ignorada, desvalorizada ou evitada de forma consistente, a criança pode não desenvolver vocabulário interno suficiente para a reconhecer e regular.

A investigação em psicologia do desenvolvimento e teoria da vinculação mostra que a validação emocional está associada a maior segurança interna, melhor regulação emocional e maior capacidade de procurar apoio em situações de stress.

Quando o silêncio é prolongado, estas crianças e futuros adultos, desenvolvem dificuldades em:

- identificar os seus estados emocionais
- tendência para suprimir emoções
- hipersensibilidade à rejeição
- dificuldade em expressar as suas necessidades

Promover comunicação emocional significa reconhecer o que está a acontecer, dar nome às emoções e mostrar que são legítimas e compreensíveis.

Lembre-se: A forma como um adulto responde às emoções de uma criança contribui para a forma como essa criança se vai relacionar consigo própria ao longo de toda a vida.

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