01/20/2026
Existe uma pressão silenciosa, quase cultural, para que a gestação seja um período de inabalável plenitude e calma. Muitas mulheres acreditam que precisam performar essa “Grávida Zen” para serem boas mães.
Como profissional, eu preciso te dizer: tentar sustentar essa “calma de vitrine” gera uma dissonância interna exaustiva. O esforço cognitivo e emocional para reprimir o que você realmente sente é, muitas vezes, mais desgastante do que o próprio cansaço físico da rotina.
O seu bebê não precisa de uma mãe que finge que está tudo bem. Ele busca uma conexão segura com uma mãe humana. A verdadeira vinculação não acontece na perfeição, mas na transparência emocional.
Quando você acolhe a sua irritação ou o seu cansaço, em vez de reprimi-los, você ensina ao seu filho, desde o ventre, sobre integridade emocional.
Chega de máscaras. No dia 26 de fevereiro, teremos um retiro prático para mulheres que decidiram viver uma gestação com força, consciência e verdade. As vagas são limitadas.